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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

que nada roube a cor aos nossos tesouros

ser mãe, ser pai, exige a arte do malabarismo.

 

equilibrar as imposições da realidade, a satisfação das necessidades básicas, com os desejos das nossas crias (e os nossos) para respeitar o nosso brilhozinho interno.

 

 

 

 

gerir todos os fatores que influencias e condicionam a nossa vida não é certamente fácil. mas, em alternativa, deixar que estes nos roubem os nossos sonhos, o nosso entusiasmo e a nossa alegria, é condenar-nos a uma vida sem brilho nem cor.

há coisas que...

só pensamos nelas quando acontecem! depois do ritual de preparação de passagem de ano ... lá decidi no dia 30 comprar uns trapitos para estrear... ignorei todas as indicações de cores e optei por ser eu e comprar o que gostava, ponto. comprei este lindo e maravilhoso vestido:

8179638500_1_1_1.jpg

não se pense que foi fácil, pois moça de ideias feitas que sou...quando o vi decidi que tinha de ser aquele, claro que...não tinha o meu tamanho. assim, em dia de loucura e de filas de 30m para entrar no shopping e estacionar, 30m na fila para experimentar e mais 30m na fila para pagar... vou do colombo ao vasco da gama (na esperança que nos 30m de viagem os 3 vestidos existentes do meu tamanho não sejam comprados por 3 miúdas de bom gosto). cheguei, vi e venci. tinha um lindo vestido para receber 2017!

após um jantar maravilhoso preparado pelo mais que tudo, pegamos na nossa garrafa de espumante e rumamos ao terreiro do paço. a animação na rua, uma lisboa intercultural e as luzes da cidade, foram um bost de energia para os 3km que tínhamos de fazer a pé.

no final da rua augusta, no aconchego do povo, na maré de gente ou na massa humana (o que acharem mais adequado) percebi que tinha cometido um grande erro ao escolher o vestido para essa noite. foram simples as evidências: fiquei presa à carteira de uma miúda... o meu sublime vestido de renda bordada encaixou numa peça da carteira da moça criando proximidade e ligação intensa a uma desconhecida...após alguma paciência, que durou cerca de 30 segundos, e cooperação da miúda lá decidi romper a nossa ligação (e um pouco do meu belo vestido), mais três passos e … "engato" no fecho do casaco de uma exótica japonesa, que muito simpaticamente me ajudou a resolver a situação (aqui consegui salvar o vestido!). o mais que tudo olha para mim, sorri, retira-me da multidão, beija-me  ... e arrasta-me para a rua paralela, menos movimentada e onde as hipóteses de estabelecer ligações imediatas com desconhecidos é menor!

conclusão: não usem renda entre o calor da multidão!

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