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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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jogos e personalidade

sempre fui "amante" de jogos, adivinhações e outros que tal.

no outro dia, rumo ao trabalho, ouvi este jogo nas manhãs da comercial:

estás em casa e acontecem em simultâneo as seguintes coisas - um bebé a chorar - o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - uma torneira mal fechada vertendo água - alguém a bater à porta - o telefone a tocar

o desafio é ordenar estas 5 situações por ordem de prioridade, ou seja, o que faria primeiro, depois, ... e por último.

aceitas o desafio?

 

jogos

 imagem retirada daqui

 

diz-se que: a tua escolha revela aspetos da tua personalidade

 

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deixo aqui o significado de cada item... façam a vossa análise ;)

 

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um bebé a chorar - família

o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - sexo

uma torneira mal fechada vertendo água - dinheiro

alguém a bater à porta - amigos

o telefone a tocar - trabalho

 

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- post atualizado a 23/04/2018 -

a ironia da páscoa no dia das mentiras

sempre andei à turra e à murra com a igreja católica.

sou católica por educação - já só me faltam dois sacramentos! -, mas desde a adolescência, quando comecei a pensar por mim, que não me identifico com as doutrinas da igreja.

a exclusão das pessoas em vez da sua inclusão, a descriminação, a promoção da culpa, a condenação dos pecados …a hipocrisia dos pecadores no coração da igreja…

tenho alguma esperança de que o chiquinho mude alguma coisa, mas um monopólio tão poderoso como o é o da igreja católica mais rapidamente derruba o homem, a qualquer custo, do que deixa derrubar os seus fundamentos mais tradicionalistas.

sendo que o dia de ressurreição de cristo, domingo de páscoa, se comemora, este ano, no dia das mentiras, estaremos perante um eclipse da fé? perante a constatação de que este “facto”, relatado milenarmente, não passa de uma mentira? ou simplesmente perante a impossibilidade de mentir num dia santo?

há pouco tempo a minha mãe comentou que achava que eu deveria batizar a minha filha. perguntei-lhe por que? ela disse apenas: porque seria bom para ela caso lhe aconteça alguma coisa. só fui capaz de lhe responder, de coração, que se lhe acontecer alguma coisa e se deus for bom, não preciso de me preocupar com isso. se o nosso argumento for a vontade de deus e não a acusação da sua ausência em diversas situações que ocorrem no mundo, deixamos a outra parte sem grande argumento.

eu acredito que há um deus, que existem energias, boas e más, que não existe um espaço e tempo estanques e que somos mais do que o corpo que habitamos. não há um céu prometido. há o dever de fazer o bem e de honrarmos a vida que temos. um compromisso com a evolução do nosso ser. o que acontece nos entretantos? não sei. se esta é a realidade? não sei. mas é nisto que vou acreditando.

claro que esta minha crença não dá, à minha filha, o direito a uma grande festa com fatiota e rituais; nem pessoas responsabilizadas por cuidar dela no caso da morte dos seus pais; não lhe dá presentes todas as páscoas, nem direito à personagem da madrinha e/ou padrinho na sua vida. mas acredito que lhe traga a possibilidade de uma compreensão mais ampla da fé, da aceitação do outro e da responsabilidade sem culpa.

respeito as escolhas de todos, mesmo aquelas que não entendo. no entanto, não consigo deixar de refletir sobre o que me mete confusão.

pácoa

imagem retirada daqui

por amor?

a semana passada falei-vos do livro das perguntas.

vamos a mais uma?

então vá:

 

“por uma pessoa que amasse profundamente, estaria disposto a mudar-se para um país distante, sabendo que seriam poucas as probabilidades de voltar a ver a sua família e os seus amigos”

 

a mami responde:

sei que já teria respondido que sim - quando era uma jovem romântica e tonta.

agora a minha resposta seria não. não tenho a capacidade de arriscar o incerto – e uma relação amorosa é sempre incerta -, pelo certo que é o afeto dos meus familiares e dos amigos de uma vida.

por amor, pela construção da minha família nuclear, sou capaz de viver noutra cidade, noutro país e até na lua, desde que possa manter a ligação àqueles que estiveram sempre lá e que sei, estarão sempre onde e quando eu precisar.

no entanto, mesmo nesta segunda situação a decisão deverá sempre basear-se num projeto comum, com cabimento para o desenvolvimento de ambos os elementos do casal. não mudaria a minha vida apenas para acompanhar alguém…pois se a coisa correr mal terei de ser capaz de prosseguir com a minha vida de forma independente. sei que parece um raciocínio frio, mas a experiência tem esta capacidade de fazer-nos antecipar cenários e salvaguardar situações sem que isto implique retirar magia às situações.

acredito, hoje, que podemos ser responsavelmente românticos.

 

por amor...

imagem retirada daqui.

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#19). edições estrela polar.

 

casamento sem sexo?

hoje ao deambular pela minha estante de livros fui interpolada pelo “livro das perguntas”. foi um livro que adquiri há muito quando dinamizava sessões de dinâmicas de grupo. o livro não é dirigido a esta temática, mas era uma estratégia que eu utilizava com frequência para gerar interação no grupo.

decidi então folhear o livro e escolher uma pergunta para partilhar com vocês. façam o exercício de refletir sobre a questão. de vocês para vocês. por vezes são exercícios simples que nos ajudam a (des)construir quem nós somos.

 

a pergunta escolhida foi:

“contentar-se-ia com um casamento perfeito em todos os sentidos menos num – total falta de sexo?” *

 

a mami responde:

a primeira coisa que me veio à cabeça quando li a pergunta foi a polémica da semana passada em relação à proposta do padre católico para os casais “recasados”.

existem, na minha opinião, várias razões para partilhar a vida com outro ser humano (amor, sexo, partilha, projetos comuns, cumplicidade, …). a decisão não se deve basear num desses fatores, mas sim na conjugação de vários; sendo que existem fatores estruturantes numa relação a dois e o sexo é, para mim, um desses fatores. neste sentido, não consigo conceber um casamento perfeito sem sexo - vejo o sexo num espetro alargado, onde vários aspetos da sexualidade estão incluídos, não o resumindo ao mero ato da penetração.

assim a minha resposta à questão seria: não. a vida não é para nos contentarmos, mas sim para transbordarmos.

casamento sem sexo

imagem retirada daqui 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#190). edições estrela polar.

por um 2018 de afetos

porque hoje é 31 de dezembro, hoje é dia de resoluções.

2017 trouxe-me mais do que eu podia desejar. foi um ano de mudanças, de descobertas, de receios e de muito amor.

pouco tenho a refletir sobre este ano, apenas agradecer e valorizar o que me trouxe. há, no entanto, um aspeto que não posso descurar: o tempo.

2017 trouxe-me a confirmação de que este é efémero. e é esta (re)constatação que despertou as minhas resoluções para 2017. como o tempo é sempre curto, estas resumem-se apenas a duas:

 

.1. valorizar os seres significativos da minha vida.

não apenas ter consciência da importância que a pessoa tem na minha vida mas ter a certeza que ela também o sabe. amar em silêncio pode muitas vezes fazer com que as pessoas não saibam a importância que têm para nós. tenho familiares e amigos que amo profundamente, dos quais necessito para ser feliz, mas com a desculpa da falta de tempo, acabo por não demonstrar o quanto os valorizo. a verdade é que sempre nos faltará tempo, sobretudo quando não gerimos prioridades.

 

.2. absorver cada minuto com a minha princesa guerreira, desejando não olhar para traz e arrepender-me de não o ter feito.

 

resoluções 2018

imagem retirada daqui

 

o resto acontecerá, de uma maneira ou outra, num ou outro dia.

se eu fosse o pai natal

acabado o stress do natal, sendo a nossa única preocupação atual a questão das calorias,

vamos fazer um exercício reflexivo simples...

sim porque nestes dias não dá para mais 

se fosses o pai natal que mensagem terias para as pessoas nesta quadra - no geral ou para uma pessoa, à tua escolha, no particular?

mensagem do pai natal

 

 

quanto tempo o tempo tem?

o tempo é uma coisa estranha. sempre o soube.

a sua gestão é - muitas vezes - uma ilusão.

quando precisamos que “corra devagar” transforma-se numa veloz avestruz. quando precisamos que “se despache” até o mais lento caracol parece ser capaz de o ultrapassar.

o mais fantástico é quando vivemos as duas situações em simultâneo. num mesmo momento na vida temos coisas que passam a voar e outras que se eternizam!

estou atualmente a viver esta ambivalência temporal. por um lado não tenho tempo para nada, por outro a catraia demora uma eternidade a dar um ar da sua graça ao mundo.

estou paradoxalmente presa entre o desejo de ter mais tempo e o desejo que o tempo passe depressa.

 

the persistent of memory.jpg

 a perssitência da memória - salvador dalí

os erros e a crítica gratuita

como referi ontem ando ko. tenho dormido pouco e mal. isso dá cabo do meu sistema.

por cansaço e distração hoje cometi um erro terrível no trabalho – daqueles que se eu “o apanhasse” certamente comentaria no blog.

detesto errar e detesto, ainda mais, que os meus erros possam prejudicar terceiros.

sou tolerante à crítica, acho que ela deve existir para se refletir sobre as coisas e para estas melhorarem. mas incomoda-me dar argumentos às pessoas para criticarem o meu desempenho.

esta situação levou-me a pensar sobre os erros dos outros. e sobre em que condições estarão quando os cometem. a crítica e o julgamento saem-nos fácil, a empatia e compreensão exigem mais tempo.

o ver-me nesta situação, pôs-me “em sentido” relativamente à crítica espontânea, aquela que está sempre na ponta da língua, tipo míssil da coreia do norte prontinho a ser disparado.

senti-me mal. por ter errado. e por ter criticado gratuitamente, sem aprofundar – tipo aquelas pessoas que ao lerem os títulos sensacionalistas das notícias do facebook, as tomam por factos incontestáveis, sem sequer ter lido a notícia em si e que, na maioria dos casos, nada tem a ver com o burburinho que o título produziu.

tenho de refrear o meu impulso da crítica fácil; numa perspetiva egoísta, terei de confessar, pois ganho mais eu do que os outros. ganho mais serenidade, mais energia positiva, mais capacidade empática e mais tolerância.

com isto não quero, de todo, dizer que desejo perder a minha capacidade crítica. nada disso. quero realizar, apenas, críticas fundamentadas e que visem um objetivo válido de melhoria ou mudança positiva.

e agora que me tornarei um exemplo para alguém, quero ser um exemplo positivo. tanto quanto possível, humanamente irrepreensível (no respeito e aceitação do outro).

estou cansada. mas isso não desculpa nem o erro, nem a crítica gratuita.

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ando ko

sabia que ter filhos rouba a possibilidade de dormir descansada.

o que ninguém me disse é que isso podia começar bem antes deles nascerem!

ainda tenho dois longos meses pela frente e já não consigo dormir em condições 

ando uma autêntica zombie!

gif retirado daqui

 

o que tem apaziguado o meu mau humor, falta de humor ou estado de transe, são as pessoas.

tenho estado a realizar várias entrevistas e muitas delas à população sénior... da rija! pessoas com 70, 75, 80 anos com ótimo aspeto físico e mobilidade,  bem como, detentoras das suas competências cognitivas.

estas senhoras e senhores fazem-me acreditar que ainda tenho, pelo menos, igual número de anos que já vivi, para viver!

o que quer dizer que poderia agora, neste momento, voltar a nascer, recriar-me, reinventar-me, descobrir novas paixões!

talvez seja com a maternidade que comece esta nova vida. e ao contrário da anterior, quero saboreá-la com calma, sorrir aos seus encantos, viver os seus desafios ao limite e deixar-me envolver por cada nova experiência.

 

mas gostava também, muito, de dormir!

lazy.jpg

imagem retirada daqui

porque eu posso!

a minha querida fátima, do blog porque eu posso, lançou-me este belo "desafio desarrumações mentais"…que eu com muito prazer aceito!

 

 1 - se te pagassem 100.000€ para posares na capa de uma revista, a segurar uma garrafa de champanhe numa mão e com alguém ao teu lado a dar-te morangos à boca vestido com o fato-de-banho verde do borat, preferias que essa pessoa fosse o manuel luís goucha ou o fernando mendes?

manuel luís goucha. estranhamente imagino que isto acabaria comigo a dar-lhe os morangos na boca enquanto o chapinhava de espumante!

IMG_2310.jpg

imagem retirada daqui

 

2 - ias num cruzeiro, o teu barco naufragava, só havia dois sobreviventes e ambos davam à costa na mesma ilha deserta, com 4 metros x 4 metros. teriam que obrigatoriamente conviver um com o outro todas as 24 horas do dia e ajudar-se mutuamente para sobreviver. escolhias naufragar com o donald trump ou com o kim jong-un?

 kim jong-un, simplesmente pela esperança de não perceber patavina das parvoíces que o homem teria para dizer! 

claro que em qualquer um dos casos seria um risco para a minha existência, pois o que ficaria de fora arranjaria maneira de para lá mandar uma bombinha!

  

imagem retirada daqui

 

3 - estás de olhos vendados numa câmara de tortura a ouvir em loop os mesmos 5 cd's. não sabes quanto tempo vais lá estar, pode ser 1 dia, pode ser um ano. que banda sonora escolhias: quim barreiros ou ana malhoa?

 quim barreiros. lido melhor com vozes masculinas…e este senhor traz-me boas memórias de queimas e casamentos!

 

4 - escolhe, rápido: uma martelada no meio da mão direita ou bater com o dedo mindinho do pé esquerdo na quina de um móvel?

 bater com o dedo mindinho do pé esquerdo na quina de um móvel. é uma dor fina e acutilante … mas a longo prazo tem menos consequências.

 

5 - última pergunta desta ronda: se fosses eleito presidente de portugal, e te fosse concedido um génio da lâmpada que só te pudesse realizar um único desejo relativamente às tuas ações políticas, tu optavas por aumentar o salário mínimo para 1100€/mês ou fazer com que nunca mais houvesse um incêndio em portugal?

 com que nunca mais houvesse um incêndio em portugal. o aumento de salário nessa proporção iria fazer com que todo o resto aumentação (impostos, despesas, juros…), portanto em pouco tempo o poder de compra seria o mesmo. já a outra opção parece-me “mais” definitiva.

 

já agora e porque estamos em dias de follow friday … visitem o blog da fátima, vão amar! uma mulher resolvida, sem papos na língua e com muito bom senso! aviso já que é impossível resistir-lhe 

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