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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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músicas & momentos

todas nós temos aquela(s) música(s) que ouvimos no final de uma relação. músicas que nos ajudam a martirizar e a abrir as torneiras :)

acho terapêutico cantar aos berros entre lágrimas o nosso desamor.

as nossas amigas são companheiras na nossa viagem e pesquisa no youtube das nossas músicas.

a coisa acaba mais ou menos sempre igual: gargalhadas entre lágrimas, um "copito" (adoro eufemismos) a mais e um gang feminino contra o sexo masculino - o visado e todos os outros, pois claro, são todos iguais.

este é um belo exemplo desses momentos:

fica a letra e o original de massiel

deja de pensar, y cuéntame,
ya se que ayer estabas junto a él y hoy
se ha ido.
ya se que has compartido junto a él
la noche tibia y el amanecer.
ya se que as descubierto junto a él,
la dicha.
ya se que se a parado tu reloj,
pero ahora mismo vas a echarlo andar,
es pronto para dar por un amor,
la vida.
coro
bailaremos un vals,
tomaremos después una copa de más,
y hasta que salga del sol cantaremos al son
de una vieja guitarra.
brindaremos por ti,
brindaremos por el porque le vaya bien,
y mañana verás que es mejor olvidar
que llorar un amor.

vuelve a sonreír, olvídate,
la vida es ancha y estos golpes del amor
se olvidan.
después de cada noche sale un sol,
y vuelven las gaviotas a volar,
después de la tristeza nacerá
la dicha.
sí hoy te han maltratado el corazón,
y duerme junto a ti la soledad,
no importa porque empieza un día más,
la vida.

 

diz-se que: no hay mal que dure 100 años ni cuerpo que lo aguante

por detrás das letras #2

esta semana trago uma música da minha banda portuguesa preferida: xutos & pontapés.

os xutos são uma paixão de sempre, uma presença contínua no meu crescimento.

música de acordes simples e mensagem direta, sem complicações ou pretensões.

circo de feras foi uma música que assim que saiu se entranhou.

como sempre, dizia-se mais uma canção de amor, um amor conturbado, uma relação de amor-ódio- desejo-dependência.

a luz sobre o significado desta canção chegou num concerto dos xutos. enquanto a banda tocava e eu gritava a canção (infelizmente eu não canto... o que faço mais se aproxima a grito ou guincho) e uma amiga pergunta: sabes do que falam? eu prontamente respondi: de um amor qualquer. ela sorri abana a cabeça e diz: fala da dependência de drogas!

a vida vai torta
jamais se indireita
o azar persegue
esconde-se á espreita

nunca dei um passo
que fosse o correcto
eu nunca fiz nada
que batesse certo

refrão:
enquanto esperava no fundo da rua
pensava em ti e em que sorte era tua
quero-te tanto...(quero-te tanto)
quero-te tanto...(quero-te tanto)

do modo que a vida
é um circo de feras
e os entretantos
são as minhas esperas

 

a profecia que se autorrealiza

depois dos 30 desenvolvi uma certa alergia à idade (à minha).

a ideia de envelhecer é assustadora, e não se pense que é porque tenho mais 10 brancas ou 2 rugas novas - embora não negue que incomoda um pouquinho, é sobretudo pela perca de “tempo”, ou seja, cada ano que passa é menos um ano que tenho (independentemente de ainda ter mais 5, 15 ou 50 pela frente), e independentemente de tudo o que fiz no último ano ou na minha vida até agora.

sempre fui um ser insatisfeito (fá incondicional de antónio variações). sempre quis mais, fazer mais, conhecer mais, viver mais experiências.

a que se autorealizaprofecia

imagem retirada daqui

 

porém há coisas que ou se fazem em determinada idade ou ficam desprovidas de sentido. não sou extremista, mas há coisas que têm o seu tempo e o seu contexto. por exemplo, sempre quis fazer um interrail pela europa, durante o liceu a nega dos meus pais foi constante, durante a faculdade as despesas eram focadas na minha educação e isso seria um luxo, quando comecei a trabalhar, nunca pude ter o tempo de férias seguido exigido para esta aventura… portanto fui assumindo que nunca faria um (na reforma talvez de autocaravana). agora acontece o mesmo com a gravidez, tenho de decidir avançar ou não, porque sinto o tempo a fugir. sim, eu sei que há mulheres a engravidar aos 50, 60, 70 … mas a minha questão (respeitando as opções dos outros) não é o simples ato biológico da conceção e gravidez. a minha questão é ter tempo útil para educar um ser humano, para o acompanhar, dar-lhe a possibilidade de conhecer e conviver com os avós… a questão não é a minha idade quando tudo começa, mas até onde pode ir.

em portugal o estigma da idade ainda existe em determinadas profissões - parece que a validade é até aos 35 anos. por outro lado daqui a nada o cartão jovem chega também aos 35. um contrassenso?! a idade começa a ter diversas abordagens, regalias e limitações, um misto que traz uma certa indefinição, o que, no limite, faz com que a sua importância se anule.

já me mentalizei (acho eu) que uma vida não chega para todos os anseios que trago em mim. no entanto ainda não encontrei a paz para viver segundo essa visão.

um outro aspeto que odeio no facto de fazer anos é a manifestação de afeto. nunca lidei bem com o afeto, faz-me sentir frágil. sempre transportei uma capa de dureza, autonomia, altivez e arrogância… ajuda a manter as pessoas que não interessam à distância e as que gostamos numa linha de segurança que temem ultrapassar.

já fiz muita estupidez no meu dia de aniversário. nenhum corre bem. tento de mais ou tento de menos ignorar o dia. tem sido engraçado ver como as pessoas que nos amam respeitam estas paranoias / fragilidades. por exemplo, mandam mensagens de parabéns – honestas mas contidas e, em presença, nem mencionam o assunto… amo esta compreensão e respeito!

mas pronto… lá vem mais um … avizinha-se mais um dia de crise (a sorte é que é só um por ano)

 

 

 

tive a sorte de nascer neste país

sou mulher.

sou portuguesa.

gosto do meu país.

gosto de ser mulher e ter nascido neste país.

gosto de ter nascido num país livre e democrático.

a história poderia ser outra.

poderia ter nascido noutro país no qual pelo simples facto de ter dois cromossomas x, poderia não ter direitos, poderia não ter escolhas. podia ver os meus sonhos vetados ou quiçá nem seria capaz de sonhar. 

ontem, a propósito do dia internacional da rapariga, pensei nisto.

li dados sobre o não cumprimento dos direitos humanos (educação, saúde), a descriminação e a violência contra as mulheres, o casamento infantil ou mutilação genital. direitos negados, práticas ultrapassadas.

tenho grande respeito pela cultura de cada povo. é de grande pretensão avaliar e julgar estando de fora. no entanto, quando da vida humana se trata, não deverá ser a diferença de um cromossoma que ditará a supremacia da cultura sobre a integridade física e psicológica.

desde 2014, quando a jovem paquistanesa, malala yousafzai, recebeu o prémio nobel da paz, a luta pelo direito à educação ganhou um rosto, e muito já se fez. mas há ainda muito a ser feito.

Malala Yousafzai

imagem retirada daqui 

 

enquanto mulher ser humano fico chocada com muito do que leio. queimada viva foi dos livros que mais me custou a ler. durante a sua leitura só pensava na sorte que tive em nascer onde nasci.

estive este ano no dubai. não querendo entrar muito na religião, mas sendo aqui quase inevitável, considerei sempre a religião muçulmana opressora das mulheres (reconheço a minha análise ocidental e com pouco aprofundamento sobre a matéria, pois o que chega a nós é sempre o pior).

voltando ao dubai. visitei a mesquita jumeirah (bela obra arquitetónica) e de extrema simplicidade no seu interior (um espaço de culto sem ostentação - como me pareceu que deve ser). no entanto, lá está a minha veia profissional em destaque, o que mais me cativou foi "quem" e "como" é realizada a visita. a visita, feita por uma mulher, é enquadrada no projeto "open doors, open minds" do centro para o entendimento cultural sheikh mohammed. de forma simples e com bom humor desmistificou muitas das ideias preconcebidas sobre a mulher na cultura muçulmana; por exemplo referiu que o uso de burka é uma escolha de cada mulher  (claro que desconfiada como sou, questiono a veracidade total do testemunho). 

 

independentemente de tudo o que foi feito e há a fazer pelo reconhecimento do direitos das raparigas e das mulheres, reitero: tive a sorte de nascer neste país à beira mar plantado

 

eutanásia: um ato de amor

sou a favor da despenalização da eutanásia / morte medicamente assistida.

acredito que uma pessoas que acompanhou a agonia de alguém que ama (o verbo apresenta-se no presente pois a morte rouba-nos a pessoa mas não o amor que por ela sentimos) é favorável a esta decisão.

há dores tão intensas que embora se sintam não nos arrasam, pois sabemos que essa dor é finita ou está envolta em esperança.

quando sabemos que a dor só terá fim com o fim da vida; que ela não acabará pois já venceu todas as batalhas possíveis, prolongar a vida de dor de uma pessoa é, a meu ver, pura crueldade.

também há a dor silenciosa de quem se perdeu de si em consequência de um acidente ou doença. quando se tem a consciência de que não mais voltará a ser quem foi ou será quem sonhou ser. quem solta gritos mudos e o onde o seu olhar suplica clemência.

como referi aqui acredito que cada indivíduo tem o direito de decidir sobre a sua vida e, consequentemente, sobre a sua morte. acho que deve ser uma decisão baseada numa reflexão apoiada por especialistas (mesmo se se tratar da inclusão desta decisão num testamento vital ou algo semelhante); mas uma decisão da pessoa, com toda a liberdade que as suas decisões têm.

sou a favor da despenalização da eutanásia e não da eutanásia. a decisão de por termo à vida é uma decisão individual. não me compete decidir sobre o poder de decisão dos outros.

se, por questões legais, for chamada a decidir sobre o por termo à vida de alguém (coisa que espero jamais aconteça), farei-o em função daquilo que a pessoa me tenha transmitido. será certamente uma das decisões mais difíceis da minha vida, mas sei que faze-lo é um ato de amor. aceitar a decisão do outro, respeitar a decisão do outro e resistir à vontade egoísta de prolongar a sua presença para satisfazer as minhas necessidades ou acalmar a minha consciência. 

eutanásia: uma to de amor

 imagem retirada daqui

 

este não é um tema fácil de decidir, nem de legislar. admiro a postura do psd em dar liberdade de voto aos seus deputados (independentemente do sentido de voto), pois este tema vai muito além de cores políticas ou decisões partidárias.

 

jogos e personalidade

sempre fui "amante" de jogos, adivinhações e outros que tal.

no outro dia, rumo ao trabalho, ouvi este jogo nas manhãs da comercial:

estás em casa e acontecem em simultâneo as seguintes coisas - um bebé a chorar - o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - uma torneira mal fechada vertendo água - alguém a bater à porta - o telefone a tocar

o desafio é ordenar estas 5 situações por ordem de prioridade, ou seja, o que faria primeiro, depois, ... e por último.

aceitas o desafio?

 

jogos

 imagem retirada daqui

 

diz-se que: a tua escolha revela aspetos da tua personalidade

 

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deixo aqui o significado de cada item... façam a vossa análise ;)

 

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um bebé a chorar - família

o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - sexo

uma torneira mal fechada vertendo água - dinheiro

alguém a bater à porta - amigos

o telefone a tocar - trabalho

 

*

 

- post atualizado a 23/04/2018 -

a ironia da páscoa no dia das mentiras

sempre andei à turra e à murra com a igreja católica.

sou católica por educação - já só me faltam dois sacramentos! -, mas desde a adolescência, quando comecei a pensar por mim, que não me identifico com as doutrinas da igreja.

a exclusão das pessoas em vez da sua inclusão, a descriminação, a promoção da culpa, a condenação dos pecados …a hipocrisia dos pecadores no coração da igreja…

tenho alguma esperança de que o chiquinho mude alguma coisa, mas um monopólio tão poderoso como o é o da igreja católica mais rapidamente derruba o homem, a qualquer custo, do que deixa derrubar os seus fundamentos mais tradicionalistas.

sendo que o dia de ressurreição de cristo, domingo de páscoa, se comemora, este ano, no dia das mentiras, estaremos perante um eclipse da fé? perante a constatação de que este “facto”, relatado milenarmente, não passa de uma mentira? ou simplesmente perante a impossibilidade de mentir num dia santo?

há pouco tempo a minha mãe comentou que achava que eu deveria batizar a minha filha. perguntei-lhe por que? ela disse apenas: porque seria bom para ela caso lhe aconteça alguma coisa. só fui capaz de lhe responder, de coração, que se lhe acontecer alguma coisa e se deus for bom, não preciso de me preocupar com isso. se o nosso argumento for a vontade de deus e não a acusação da sua ausência em diversas situações que ocorrem no mundo, deixamos a outra parte sem grande argumento.

eu acredito que há um deus, que existem energias, boas e más, que não existe um espaço e tempo estanques e que somos mais do que o corpo que habitamos. não há um céu prometido. há o dever de fazer o bem e de honrarmos a vida que temos. um compromisso com a evolução do nosso ser. o que acontece nos entretantos? não sei. se esta é a realidade? não sei. mas é nisto que vou acreditando.

claro que esta minha crença não dá, à minha filha, o direito a uma grande festa com fatiota e rituais; nem pessoas responsabilizadas por cuidar dela no caso da morte dos seus pais; não lhe dá presentes todas as páscoas, nem direito à personagem da madrinha e/ou padrinho na sua vida. mas acredito que lhe traga a possibilidade de uma compreensão mais ampla da fé, da aceitação do outro e da responsabilidade sem culpa.

respeito as escolhas de todos, mesmo aquelas que não entendo. no entanto, não consigo deixar de refletir sobre o que me mete confusão.

pácoa

imagem retirada daqui

por amor?

a semana passada falei-vos do livro das perguntas.

vamos a mais uma?

então vá:

 

“por uma pessoa que amasse profundamente, estaria disposto a mudar-se para um país distante, sabendo que seriam poucas as probabilidades de voltar a ver a sua família e os seus amigos”

 

a mami responde:

sei que já teria respondido que sim - quando era uma jovem romântica e tonta.

agora a minha resposta seria não. não tenho a capacidade de arriscar o incerto – e uma relação amorosa é sempre incerta -, pelo certo que é o afeto dos meus familiares e dos amigos de uma vida.

por amor, pela construção da minha família nuclear, sou capaz de viver noutra cidade, noutro país e até na lua, desde que possa manter a ligação àqueles que estiveram sempre lá e que sei, estarão sempre onde e quando eu precisar.

no entanto, mesmo nesta segunda situação a decisão deverá sempre basear-se num projeto comum, com cabimento para o desenvolvimento de ambos os elementos do casal. não mudaria a minha vida apenas para acompanhar alguém…pois se a coisa correr mal terei de ser capaz de prosseguir com a minha vida de forma independente. sei que parece um raciocínio frio, mas a experiência tem esta capacidade de fazer-nos antecipar cenários e salvaguardar situações sem que isto implique retirar magia às situações.

acredito, hoje, que podemos ser responsavelmente românticos.

 

por amor...

imagem retirada daqui.

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#19). edições estrela polar.

 

casamento sem sexo?

hoje ao deambular pela minha estante de livros fui interpolada pelo “livro das perguntas”. foi um livro que adquiri há muito quando dinamizava sessões de dinâmicas de grupo. o livro não é dirigido a esta temática, mas era uma estratégia que eu utilizava com frequência para gerar interação no grupo.

decidi então folhear o livro e escolher uma pergunta para partilhar com vocês. façam o exercício de refletir sobre a questão. de vocês para vocês. por vezes são exercícios simples que nos ajudam a (des)construir quem nós somos.

 

a pergunta escolhida foi:

“contentar-se-ia com um casamento perfeito em todos os sentidos menos num – total falta de sexo?” *

 

a mami responde:

a primeira coisa que me veio à cabeça quando li a pergunta foi a polémica da semana passada em relação à proposta do padre católico para os casais “recasados”.

existem, na minha opinião, várias razões para partilhar a vida com outro ser humano (amor, sexo, partilha, projetos comuns, cumplicidade, …). a decisão não se deve basear num desses fatores, mas sim na conjugação de vários; sendo que existem fatores estruturantes numa relação a dois e o sexo é, para mim, um desses fatores. neste sentido, não consigo conceber um casamento perfeito sem sexo - vejo o sexo num espetro alargado, onde vários aspetos da sexualidade estão incluídos, não o resumindo ao mero ato da penetração.

assim a minha resposta à questão seria: não. a vida não é para nos contentarmos, mas sim para transbordarmos.

casamento sem sexo

imagem retirada daqui 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#190). edições estrela polar.

por um 2018 de afetos

porque hoje é 31 de dezembro, hoje é dia de resoluções.

2017 trouxe-me mais do que eu podia desejar. foi um ano de mudanças, de descobertas, de receios e de muito amor.

pouco tenho a refletir sobre este ano, apenas agradecer e valorizar o que me trouxe. há, no entanto, um aspeto que não posso descurar: o tempo.

2017 trouxe-me a confirmação de que este é efémero. e é esta (re)constatação que despertou as minhas resoluções para 2017. como o tempo é sempre curto, estas resumem-se apenas a duas:

 

.1. valorizar os seres significativos da minha vida.

não apenas ter consciência da importância que a pessoa tem na minha vida mas ter a certeza que ela também o sabe. amar em silêncio pode muitas vezes fazer com que as pessoas não saibam a importância que têm para nós. tenho familiares e amigos que amo profundamente, dos quais necessito para ser feliz, mas com a desculpa da falta de tempo, acabo por não demonstrar o quanto os valorizo. a verdade é que sempre nos faltará tempo, sobretudo quando não gerimos prioridades.

 

.2. absorver cada minuto com a minha princesa guerreira, desejando não olhar para traz e arrepender-me de não o ter feito.

 

resoluções 2018

imagem retirada daqui

 

o resto acontecerá, de uma maneira ou outra, num ou outro dia.

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