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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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de sábios e de loucos todos temos um pouco

estação do oriente

sempre gostei de estações e aeroportos. conseguimos ali, de forma concentrada - versão sunquick da vida, sentir um pouco da diversidade humana.

hoje estava na estação à espera do comboio e enquanto olhava para os carris e vagueava nos meus pensamentos veio-me a memoria uma situação que aconteceu há cerca de dois anos: um puto (21 anos) super maduro, divertido e com muita pinta (com quem conversava sem nunca lhe atribuir a idade real - tirando a imberbe beleza do seu sorriso) tinha-se suicidado, atirando-se a um comboio de mercadoria.

na zona em que vivo há em média uma situação por ano deste modo de pôr termo à vida. este miúdo de todo não se enquadrava no perfil (que eu tinha idealizado) das pessoas que desistem da viver.

em simultâneo com esta reflexão, veio a lembrança de um pavor imenso que tinha de mim mesma nos tempos do liceu. um receio que só muitos anos depois fui capaz de partilhar com outra pessoa. 

fiz o secundário numa localidade distinta daquela em que residia. o meio de transporte utilizado para ir para a escola era o comboio. enquanto esperava por aquele que me levaria ao meu destino, sempre que passava um comboio sem paragem (assim anunciava o sr. da cp) eu sentia uma forte inquietação.

ouvia o som intenso comboio a aproximar-se a alta velocidade e tinha uma forte vontade de me levantar e correr até ele.

nada teve a ver com vontade de me matar. não consigo ainda hoje explicar o que sentia. era um desejo irracional. o som excitava-me, a velocidade puxava por mim. eu conseguia visualizar-me a levantar e correr em direção a esse som que me chamava. parece loucura eu sei. sempre pensei o mesmo.

sempre que tal acontecia concentrava-me e fixava as minhas mãos com força, por debaixo das pernas, no banco frio da estação. nunca estava sozinha, mas nunca ninguém reparou nestes meus momentos de isolamento.

na altura pensei contar à minha mãe, mas desisti da ideia. conhecendo-a iria certamente dizer que era o espirito de alguém no meu corpo. sim, ela acredita nessas coisas. ela e as irmãs. por exemplo, tive um primo claramente toxicodependente que quando tinha crises de ressaca a minha tia dizia que estava a ser possuído pelo espírito do meu avô!

pensei contar às minhas amigas, mas como qualquer adolescente, tinha medo do que aquilo ia dar. por isso calei e lidei o melhor que soube com a situação, e vamos assumir que lidei muito bem, visto que não mergulhei em nenhuma linha da refer.

com o passar dos anos, sem saber porque este desejo foi acalmando. é verdade que agora ando muito menos de comboio, mas quando ando, já não me surgem estes pensamentos.

hoje tive tempo para pensar em tudo isto. hoje pensei que aquele puto com uma sabedoria estranha para a idade, talvez não quis por fim à sua vida; talvez, apenas não foi capaz de controlar os seus impulsos.

devaneios afetivos

com a idade e a experiência aprendemos a viver um amor mais maduro.

ou,

será que perdemos a “pachorra” de viver um amor intenso?

ou,

quiçá temos a consciência de que a intensidade da paixão dura enquanto dura a novidade, a incerteza da relação, a sedução e a conquista.

e se nos centrarmos na diferença entre o amor e a paixão, que nem sempre andam juntos, poderemos concluir que o amor é uma “seca” e a paixão é pura adrenalina?

ou,

metaforicamente,

que o amor é a viagem segura que traz alegria aos nossos dias e nos dá paz enquanto a paixão é o desporto radical, louco e imprevisível, que desperta as nossas inseguranças mesmo quando nos dizem que é um risco controlado.

no entanto,

mesmo os praticantes de desportos radicais não irão “perdendo a pica” quando dominam a técnica de cada atividade e o risco torna-se mínimo e apenas suscetível a distrações?

o amor tem também um risco mínimo e, por vezes, quando distraídos, surgem paixões que põem em alerta o amor. surgem dualidades, nem sempre compatíveis, que fazem soar o alarme emocional.

a consciência e a aceitação desta realidade é a maturidade. à consciência de que não há fatores externos que nos empurrem para determinado caminho, chama-se responsabilidade. só nós, e apenas nós, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos… e há sempre uma escolha!

devaneios afetivos

imagem retirada daqui

músicas & momentos

todas nós temos aquela(s) música(s) que ouvimos no final de uma relação. músicas que nos ajudam a martirizar e a abrir as torneiras :)

acho terapêutico cantar aos berros entre lágrimas o nosso desamor.

as nossas amigas são companheiras na nossa viagem e pesquisa no youtube das nossas músicas.

a coisa acaba mais ou menos sempre igual: gargalhadas entre lágrimas, um "copito" (adoro eufemismos) a mais e um gang feminino contra o sexo masculino - o visado e todos os outros, pois claro, são todos iguais.

este é um belo exemplo desses momentos:

fica a letra e o original de massiel

deja de pensar, y cuéntame,
ya se que ayer estabas junto a él y hoy
se ha ido.
ya se que has compartido junto a él
la noche tibia y el amanecer.
ya se que as descubierto junto a él,
la dicha.
ya se que se a parado tu reloj,
pero ahora mismo vas a echarlo andar,
es pronto para dar por un amor,
la vida.
coro
bailaremos un vals,
tomaremos después una copa de más,
y hasta que salga del sol cantaremos al son
de una vieja guitarra.
brindaremos por ti,
brindaremos por el porque le vaya bien,
y mañana verás que es mejor olvidar
que llorar un amor.

vuelve a sonreír, olvídate,
la vida es ancha y estos golpes del amor
se olvidan.
después de cada noche sale un sol,
y vuelven las gaviotas a volar,
después de la tristeza nacerá
la dicha.
sí hoy te han maltratado el corazón,
y duerme junto a ti la soledad,
no importa porque empieza un día más,
la vida.

 

diz-se que: no hay mal que dure 100 años ni cuerpo que lo aguante

por detrás das letras #3

 

one foi sempre uma das minhas músicas preferidas dos u2 (sendo with or without you my number one). num comentário ao meu primeiro post por detrás das letras  erreguê  mostrou-me uma perspetiva que desconhecia desta letra:

"bono diz no livro u2 by u2 que não compreende que [one] seja um dos temas mais utilizados em casamentos. para ele, que a escreveu, é sobre a luta que devemos ter para nos relacionarmos uns com os outros; ele estava a falar sobre o que os 4 membros dos u2 estavam a passar na altura [em que a letra foi escrita], [tendo] chegado a equacionar o fim da banda."

fica a letra para uma nova leitura baixo esta perspetiva :)

 

 Is it getting better
Or do you feel the same?
Will it make it easier on you now
You got someone to blame?

You say
One love,one life
When it's one need
In the night
One love
We get to share
It leaves you, darling
If you don't care for it

Did I disappoint you
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without

Well, it's too late
Tonight
To drag your past out
Into the light

We're one
But we're not the same
We get to carry each other
Carry each other
One

Have you come here for forgiveness?
Have you come to raise the dead?
Have you come here to play Jesus
To the lepers in your head?

Did I ask too much?
More than a lot?
You gave me nothing now
It's all I got

We're one
But we're not the same
Well
We hurt each other
Then we do it again

You say
Love is a temple
Love is a higher law
Love is a temple
Love is a higher law
You ask me to enter
But then you make me crawl
And I can't be holding on
To what you got
When all you got is hurt

One love
One blood
One life you got
To do what you should
One life
With each other
Sisters, brothers


por detrás das letras #2

esta semana trago uma música da minha banda portuguesa preferida: xutos & pontapés.

os xutos são uma paixão de sempre, uma presença contínua no meu crescimento.

música de acordes simples e mensagem direta, sem complicações ou pretensões.

circo de feras foi uma música que assim que saiu se entranhou.

como sempre, dizia-se mais uma canção de amor, um amor conturbado, uma relação de amor-ódio- desejo-dependência.

a luz sobre o significado desta canção chegou num concerto dos xutos. enquanto a banda tocava e eu gritava a canção (infelizmente eu não canto... o que faço mais se aproxima a grito ou guincho) e uma amiga pergunta: sabes do que falam? eu prontamente respondi: de um amor qualquer. ela sorri abana a cabeça e diz: fala da dependência de drogas!

a vida vai torta
jamais se indireita
o azar persegue
esconde-se á espreita

nunca dei um passo
que fosse o correcto
eu nunca fiz nada
que batesse certo

refrão:
enquanto esperava no fundo da rua
pensava em ti e em que sorte era tua
quero-te tanto...(quero-te tanto)
quero-te tanto...(quero-te tanto)

do modo que a vida
é um circo de feras
e os entretantos
são as minhas esperas

 

tive a sorte de nascer neste país

sou mulher.

sou portuguesa.

gosto do meu país.

gosto de ser mulher e ter nascido neste país.

gosto de ter nascido num país livre e democrático.

a história poderia ser outra.

poderia ter nascido noutro país no qual pelo simples facto de ter dois cromossomas x, poderia não ter direitos, poderia não ter escolhas. podia ver os meus sonhos vetados ou quiçá nem seria capaz de sonhar. 

ontem, a propósito do dia internacional da rapariga, pensei nisto.

li dados sobre o não cumprimento dos direitos humanos (educação, saúde), a descriminação e a violência contra as mulheres, o casamento infantil ou mutilação genital. direitos negados, práticas ultrapassadas.

tenho grande respeito pela cultura de cada povo. é de grande pretensão avaliar e julgar estando de fora. no entanto, quando da vida humana se trata, não deverá ser a diferença de um cromossoma que ditará a supremacia da cultura sobre a integridade física e psicológica.

desde 2014, quando a jovem paquistanesa, malala yousafzai, recebeu o prémio nobel da paz, a luta pelo direito à educação ganhou um rosto, e muito já se fez. mas há ainda muito a ser feito.

Malala Yousafzai

imagem retirada daqui 

 

enquanto mulher ser humano fico chocada com muito do que leio. queimada viva foi dos livros que mais me custou a ler. durante a sua leitura só pensava na sorte que tive em nascer onde nasci.

estive este ano no dubai. não querendo entrar muito na religião, mas sendo aqui quase inevitável, considerei sempre a religião muçulmana opressora das mulheres (reconheço a minha análise ocidental e com pouco aprofundamento sobre a matéria, pois o que chega a nós é sempre o pior).

voltando ao dubai. visitei a mesquita jumeirah (bela obra arquitetónica) e de extrema simplicidade no seu interior (um espaço de culto sem ostentação - como me pareceu que deve ser). no entanto, lá está a minha veia profissional em destaque, o que mais me cativou foi "quem" e "como" é realizada a visita. a visita, feita por uma mulher, é enquadrada no projeto "open doors, open minds" do centro para o entendimento cultural sheikh mohammed. de forma simples e com bom humor desmistificou muitas das ideias preconcebidas sobre a mulher na cultura muçulmana; por exemplo referiu que o uso de burka é uma escolha de cada mulher  (claro que desconfiada como sou, questiono a veracidade total do testemunho). 

 

independentemente de tudo o que foi feito e há a fazer pelo reconhecimento do direitos das raparigas e das mulheres, reitero: tive a sorte de nascer neste país à beira mar plantado

 

eutanásia: um ato de amor

sou a favor da despenalização da eutanásia / morte medicamente assistida.

acredito que uma pessoas que acompanhou a agonia de alguém que ama (o verbo apresenta-se no presente pois a morte rouba-nos a pessoa mas não o amor que por ela sentimos) é favorável a esta decisão.

há dores tão intensas que embora se sintam não nos arrasam, pois sabemos que essa dor é finita ou está envolta em esperança.

quando sabemos que a dor só terá fim com o fim da vida; que ela não acabará pois já venceu todas as batalhas possíveis, prolongar a vida de dor de uma pessoa é, a meu ver, pura crueldade.

também há a dor silenciosa de quem se perdeu de si em consequência de um acidente ou doença. quando se tem a consciência de que não mais voltará a ser quem foi ou será quem sonhou ser. quem solta gritos mudos e o onde o seu olhar suplica clemência.

como referi aqui acredito que cada indivíduo tem o direito de decidir sobre a sua vida e, consequentemente, sobre a sua morte. acho que deve ser uma decisão baseada numa reflexão apoiada por especialistas (mesmo se se tratar da inclusão desta decisão num testamento vital ou algo semelhante); mas uma decisão da pessoa, com toda a liberdade que as suas decisões têm.

sou a favor da despenalização da eutanásia e não da eutanásia. a decisão de por termo à vida é uma decisão individual. não me compete decidir sobre o poder de decisão dos outros.

se, por questões legais, for chamada a decidir sobre o por termo à vida de alguém (coisa que espero jamais aconteça), farei-o em função daquilo que a pessoa me tenha transmitido. será certamente uma das decisões mais difíceis da minha vida, mas sei que faze-lo é um ato de amor. aceitar a decisão do outro, respeitar a decisão do outro e resistir à vontade egoísta de prolongar a sua presença para satisfazer as minhas necessidades ou acalmar a minha consciência. 

eutanásia: uma to de amor

 imagem retirada daqui

 

este não é um tema fácil de decidir, nem de legislar. admiro a postura do psd em dar liberdade de voto aos seus deputados (independentemente do sentido de voto), pois este tema vai muito além de cores políticas ou decisões partidárias.

 

intromissão ou dever?

amizade

sempre tive a perspetiva de que os amigos são as pessoas que devem dizer o que ninguém tem coragem ou o direito de dizer. aquele espelho sem filtro no qual nos vemos. aquele que sabe que podemos reagir mal à primeira (porque dói o que ouvimos) mas que depois iremos agradecer. isto para mim sempre foi um dever e uma responsabilidade.

porém a experiência mostrou-me que nem sempre os nossos amigos querem esta honestidade. não querem lidar com os factos que temos para lhes apresentar e querem viver na ilusão velada que criaram para si. 

"chapar na cara" aquilo que tentam esconder de sí mesmos é deixá-los entre a espada e a parede... situação que dispensam pois não querem ter de tomar uma decisão sobre esse assunto.

portanto, tenho tido vários debates de consciência nos últimos tempos. quem eu era não os teria. quem eu sou acha que devo respeitar a opção do meu amigo em "fechar" os olhos. contudo, onde fica a minha responsabilidade de amigo em querer o melhor para ele? Por outro lado, onde fica a liberdade dele para decidir o que considera ser melhor para ele?

quais são os limites da nossa intromissão na vida dos nossos amigos? devemos aguardar que nos perguntem e aí libertar a nossa honestidade ou devemos intervir libertando-os da sua cegueira autoimposta?

 

diz-se que: a nossa liberdade termina quando começa a liberdade do outro

qual o valor da tua vida?

mais uma questão do livro das perguntas* 

 

"você envolve-se romanticamente com alguém, mas passados seis meses conclui que precisa de terminar a relação. tendo a certeza de que a pessoa se iria suicidar se a deixasse, e tendo também a certeza de que nunca seria feliz com ela, o que faria?"

 

a mami responde:

esta parece, à partida, uma questão exagerada, mas a verdade é que já tod@s (penso eu de que) ouvimos histórias de pessoas que ameaçaram por termo à vida se @ outr@ @ deixasse - e embora se pense, viva o preconceito, que estas situações são “coisas de gaja”, tenho a dizer que nas duas situações que conheço partiu de gajos.

escolho as perguntas do livro que me obrigam a pensar. esta despertou a minha reflexão. não tem uma resposta inconsequente. e faz-nos pesar vários aspetos.

em primeiro lugar temos de perceber se a pessoa que pretendemos despachar seria ou não capaz desse ato. na dúvida, dar a lei da vantagem e acreditar que sim.

depois devemos refletir sobre a nossa capacidade de lidar com um possível sentimento de culpa, que pode surgir se o desgraçado bater a bota. eu, por exemplo, tenho muitos problemas a lidar com a culpa (a real e a imaginada – raios para a educação católica da culpa e do castigo que me foi incutida!).

numa situação paralela ponderar a vida que teremos ao lado de alguém com quem ficamos apenas por medo das consequências de tomar a decisão que desejamos. conhecendo-me, tornaria a minha vida e a do desgraçado uma tortura.

dada esta breve análise da situação, o desgraçado acabaria por suicidar-se de qualquer maneira. por isso, se desvaloriza tanto a sua vida, não vale a pena estarmos a empatar-nos uma ao outro!

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imagem retirada daqui

 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#178). edições estrela polar.

qual o teu dress code da sensualidade?

é sexta-feira yeah …

é dia livro das perguntas* 

 

se quisesse ficar muito sexy, como se vestiria?

 

a mami responde:

lembro-me quando realizei o estudo altamente científico sobre o que atrai ou repudia o outro, verificando que o que por vezes as pessoas acham sexy não é efetivamente o que o sexo oposto acha atraente.

agora, acrescento a este raciocínio aquele que defende que as pessoas vestem-se para si, para se sentirem bem consigo mesmas. ora bem, se é verdade que no dia-a-dia sou-me fiel ao vestir, aos meus gostos e conforto, quando se trata de sair para deslumbrar ou ser sexy, visto-me para os outros – desculpem ser tão básica.

quando quero ser sexy, não o quero para mim, quero ser sexy para o(s) outro(s); claro que as peças escolhidas têm muito a ver com o nosso conceito de sensualidade.

quando me visto com o objetivo de ser sexy, escolho aquilo que considero ser sensual,  olho ao espelho e sinto-me sexy … e é aqui que tudo muda. não é o que se usa, mas como se usa. não interessa se o que eu estou a usar é sexy ou não aos olhos dos outros, o que define a minha sensualidade é a minha atitude ao sentir-me sexy.

muitas pessoas falham redondamente ao tentarem ser sensuais pois escolhem o que está convencionado como tal (minissaias, leopardos, saltos, transparências, decotes, maquilhagem…) e não aquilo com que se sentem genuinamente sensuais. não há nada pior do que vestir uma pele que não encaixa em nós.~

muitos de vós estarão a pensar “grande contradição neste texto” - tal não seria raro; sou um manancial de contradições, o que mostra a minha permeabilidade e flexibilidade…sendo, por isso, um ser mais resistente às contrariedades , ops! já divaguei. bem, não considero que haja propriamente uma contradição no meu discurso. visto-me para os outros mas com base nas minhas ideias de um conceito que, neste caso, é o se sensualidade. se eu não me vestisse para os outros, não me vestiria para me sentir sexy – vestiria o meu pijama quentinho e enfiava-me no sofá com uma manta -, não preciso de me sentir sexy comigo mesma, eu já me adoro e desejo só pelo facto de ser eu (lool).

após esta breve análise e divagação,  voltemos à questão. quando pretendo transbordar sensualidade existem 3 elementos essenciais: o salto alto, o perfume  quizás e o batom vermelho. tudo o resto é acessório. mas calma meus amores. não ando por aí perfumada e de lábios vermelhos apenas num saltinho alto. também há roupita. mas esse aspeto pode variar muito consoante a ocasião, a estação ou o mood.

 

dress code da sensualidade

 imagem retirada daqui

 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#179). edições estrela polar.

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