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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

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maternidade daniel de matos

fatores vários levaram a que a minha princesa guerreira nascesse, numa cesariana de emergência, na maternidade daniel de matos (unidade que integra o centro hospitalar e universitário de coimbra).

entrei nas urgências da maternidade daniel de matos com contrações que tinham iniciado há mais de 24h. após registo, toque e ecografia verificou-se que a princesa guerreira estava em “pélvica” ou seja, com o rabinho para baixo e a cabeça para cima. a obstetra decidiu de imediato que o parto seria por cesariana.

toda a equipa médica foi extremamente competente. a vigilância nas últimas horas foi feita regularmente para assegurar que tudo correria bem. só tenho a agradecer o cuidado e profissionalismo de toda a equipa.

a minha princesa guerreira teve algumas questões quando nasceu o que implicou a intervenção diária dos pediatras de “turno”. a visita de anestesista e obstetra era também diária. equipas extremamente profissionais.

nunca cheguei a saber o nome do obstetra que me fez a cesariana, nem da médica que o assistiu (nem dos médicos que lhes seguiram nas visitas diárias). de todos os pediatras que viram a minha princesa só sei o nome da pediatra que a recebeu ao nascer e que teve a atenção de me vir acalmar dizendo “está tudo bem” (dra. lígia). houve uma pediatra que tratou do estudo clínico da princesa e que eu nunca vi e que nunca chegou a ver a bebé.

desde que entrei nas urgências, passando pelo bloco operatório e até ao dia em que tivemos alta, houveram profissionais que merecem todo o destaque e meu sincero agradecimento: a equipa de enfermagem.

profissionais sempre atentas, com palavras de conforto e com o cuidado de explicar todos os processos e/ou situações.

em cinco dias de “estadia” na maternidade lidei com várias profissionais de enfermagem e estagiárias, tendo estilos diferentes – quer no trato quer na amplitude do sorriso-, todas foram excecionais nos cuidados e orientações que prestaram.

de entre as grandes profissionais que nos acompanharam na maternidade daniel de matos, é impossível não destacar as excecionais, sem desprimor para as demais, mas com merecida distinção! deixo o meu muito obrigada à enfermeira margarida que me fez sentir toda a experiência e aconchego de uma mãe, sempre firme e cuidadosa, motivadora e com palavras de ânimo (nem imaginam o esforço que fiz em não chorar no momento da despedida – cheia de medo de dar aquele ar de mulher com descompensação hormonal!). e à enfermeira sónia que foi de um profissionalismo e empatia indiscritível. guardo o dia em que fez dois turnos seguidos, após ter entrado de manhã, à meia noite desse dia veio vernos e teve o cuidado de partilhar connosco os resultados dos exames que tinham sido feitos (de manhã) à nossa bebé. com muita calma e atenção esclareceu as nossas dúvidas e acalmou os nossos corações. um mimo também para a estagiária ana  em que se adivinha uma excelente profissional - contém em si toda o cuidado para com as pessoas com quem lida e um extremo afeto pelos bebés.

na maternidade daniel de matos encontrei excelentes profissionais de saúde, mas são as enfermeiras (no feminino, pois não lidei com nenhum profissional de enfermagem do sexo masculino) a quem mais agradeço todo o apoio dado nos momentos de maiores incertezas e fragilidade emocional; profissionais 100% completas, a nível técnico e humano 

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imagem retirada daqui

 

podem ver aqui a minha experiência com a cesariana e o parto normal

nem sei ...

sou uma rapariga que gosta de sair, viver novas experiências, conhecer coisas novas.

gosto de gastronomia, música, exposições, desporto, viagens…tupo o que desperte os meus sentidos e amplie a minha visão do mundo.

há uma profissão transversal a todos estes tipos de eventos: segurança privada. eventos com a participação de muitas pessoas têm de prever um conjunto de aspetos que assegurem a proteção/segurança dos participantes (e dos bens), o que entendo e agradeço enquanto frequentadora.

sempre trabalhei em contacto direto com pessoas (beneficiárias dos meus serviços), nem todos os dias estava bem disposta, nem todos os dias me apetecia lá estar, nem todos os dias o sorriso brotava naturalmente no meu rosto. no entanto, assim que alguém entrava pela sala adentro eu repetia na minha cabeça: esta pessoa nada tem a ver com a tua vida e as suas circunstâncias, estás qui para ela, dá o teu melhor. e isso fazia. o sorriso e o bom dia lá saiam e as coisas fluíam. se era fácil? por vezes não, mas eu estava a trabalhar, tinha uma missão ética e profissional a cumprir.

voltando aos seguranças, com os quais já tenho uma bagagem de experiências pouco positivas, não é que tenha uma situação a cada evento, mas já tive algumas. estava eu no fim de semana sossegadinha, desta vez estada mesmo sossegada, quando no final de um evento um segurança abeira-se de mim e convida-me a sair. simpaticamente informei o sr. que estava a aguardar que a minha amiga saísse da casa de banho. o sr. diz que terei de esperar “lá em baixo”. eu, tentando não o mandar dar uma volta ao bilhar grande, expliquei que tinha a carteira da minha amiga e por tanto não devia sair dali pois ela teria dificuldades em encontrar-me. o parvo do homem (sim já mudei o tom) insiste que devo sair e faz aquele gesto de me tocar no braço para me indicar o caminho.

.pa.r.o.u. .t.u.d.o.

disse-lhe que agradecia que não me voltasse a tocar. ele respondeu duas ou três barbaridades e retirou-se. entretanto já se tinham aproximados mais 3 seguranças (eu devia ser mesmo muito importante). chega a minha colega. e um deles diz-me: já pode então retirar-se. pronto, prendi o burro e disse que só o faria quando o colega me pedisse desculpas pelo modo em como me tratou.

lindo.

outro segurança – o ameaçador - bem de trás e diz-me: sai pelo seu pé ou sai com a psp. (coitados, mal sabem eles da minha experiência nestas andanças). disse que aguardaria então pela psp ou pelo pedido de desculpas do colega.

outro segurança – o pacificador – tenta uma abordagem emocional: sabe que estamos cansados e só queremos ir para nossas casas descansar, por favor, colabore.

eu questiono: não estão eles a trabalhar? colabore? um imberbe qualquer, brutamontes achando que manda em alguém, é rude e mal educado e eu tenho de ter pena do sr. porque está cansado?!

os seguranças têm de ter formação e têm de estar preparados para lidar com pessoas aos mais diversos níveis. ter pulso para gerir estas situações, encontrarem alternativas. é impensável um segurança maltratar uma pessoa sem razão alguma – só porque não a venceu com argumentos bacocos e irracionais.

respeito todas as profissões e respeito os bons profissionais. senhores seguranças como estes (o mal educado e o ameaçador) ateiam o rastilho, não podem de todo cumprir este tipo de funções. não podem, de todo, lidar com o público. onde está a entidade que regula este tipo de profissões? como são escolhidos estes profissionais?

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