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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

família

cresci numa família tradicional.

acabando de escrever a frase questiono o que é isto de família tradicional.

a minha mãe teve 13 irmãos, nenhum deles fez mais do que a quarta classe. a minha mãe recorda que “os mais velhos”, nos quais se encontrava, chegaram a ir à escola descalços. recorda a broa com sardinhas, a única forma de as sardinhas, ou o sabor destas, chegarem para todos.

o meu pai e os seus quatro irmãos tiveram vida semelhante. começaram a trabalhar aos 11 anos, aos 14 o meu pai imigrou para trabalhar na construção civil.

os seus caminhos lá se encontraram e eles lá casaram. tinham, pelo menos, 10 anos de trabalho cada um e uma grande experiência de vida.

passados 2 anos cheguei às suas vidas. passados mais 3, emigram. nasceu outra bela menina e depois o benjamim. todas as memórias que tenho dos meus pais são de trabalho, de esforço, de procura de uma vida mais confortável e a ideia constante de que “nunca faltasse nada aos filhos”, que estes tivessem uma vida melhor do que a deles.

acredito que os pais querem dar aos filhos aquilo que mais falta sentiram na infância/adolescência. admiro e agradeço todo o esforço feito pelos meus pais para nos dar conforto financeiro e compreendo que com esse objetivo traçado não conseguissem ver o que ficava para trás: tempo em família, afeto, partilha.

nós queremos sempre mais. eu queria o que não tinha.

conhecer a história dos meus pais, ver o seu exemplo, fez com que adquirisse valores de trabalho, responsabilidade, dedicação, respeito, entreajuda e empatia. fez com que queira ser uma mãe presente, mais afetuosa; que valorize e promova momentos em família. e posso fazer isto graças à segurança económica que os meus pais conseguiram assegurar aos filhos, pela formação académica e pelas competências pessoais e sociais que nos proporcionaram.

não sei o que a minha filha irá pensar da educação e o contexto familiar que eu e o pai lhe proporcionamos. mas sei que não quero que pense que o mundo é uma caixa mágica de vontades – basta querer para ter; não quero que basei as suas amizades no que está por detrás de um ecrã; quero que abrace os avós, os tios, os primos, que faça caretas ao ataque de beijos dos pais. quero que valorize o trabalho, que estabeleça objetivos, que respeite as pessoas na sua singularidade e que tenha espaço para querer o que quer.

os meus pais, sem escolaridade, sem tempo, com um amor sempre presente mas tímido nas palavras e no toque, fizeram isto com tanta naturalidade … e eu, à partida com mais competências, com toda a informação e teorias disponíveis, sinto tanto medo de não o conseguir fazer de modo tão eficiente!

há coisas que o coração conquista pera pureza da sua essência.

sei que ser o exemplo é o caminho, foi assim comigo.

acredito que esconder as dificuldades é um erro. o mundo não é “cor de rosa” e nunca vai ser. para valorizar, para respeitar é preciso ter consciência das dificuldades, mesmo que estas não se sintam.

cresci, a maior parte do tempo, com a minha mãe, o meu pai (mesmo que passasse dias sem o ver em consequência dos seus prolongados horários de trabalho) e os meus irmãos. depreendo que isto faz de nós uma família tradicional.

a minha filha vive com a mãe e o pai – embora o pai esteja fisicamente ausente a maior parte do tempo. quiçá seja mais correto dizer que a minha filha vive com a mãe com a presença pontual do pai. mas, novamente, estando os três elementos presentes estamos perante uma família tradicional.

e vemos assim que até nas famílias ditas tradicionais, há tanta diversidade de organização e dinâmicas, que o conceito transborda as suas barreiras.

família é um conceito tão amplo, tão intenso, tão complexo, que em muito se aproxima ao conceito de aquilo que partilham os elementos que a constituem: amor

family

imagem retirada daqui

guia de lazer 2019

olá pessoas lindas 

espero que 2018 tenha sido um ano pleno para todos vós, que tenham aproveitado as nossas propostas do guia de lazer para 2018 e que se sintam inspirados para construir um 2019 ainda melhor.

à semelhança do ano anterior convidei os leitores desde singelo blog para partilhar as experiências de lazer que mais tinham gostado em 2018. juntando todos os contributos, deixo-vos o nosso guia para 2019 … aproveitem-no para se (mais) felizes partilhando (bons) momentos com quem amam.

guia de lazer 2019..

imagem retirada daqui

 

onde ir:

no verão - portugal continental

chaves e vidago - norte de portugal continental

trás-os-montes e alto douro - nordeste de portugal

ilha de são miguel e mais aqui - açores 

ilha terceira - açores

ilha santa maria - açores

suíça

irlanda

 

onde comer:

restaurante o bairro - aveiro

restaurantes de tapas - coimbra, leiria e santarém

restaurantes na ilha de s.miguel - açores

toucinho - almeirim

solar do moinho - cardigos

ninho d'hamburgo - arruda

o antónio - bobadela.

 

o que visitar:

museu de história natural e ciência - lisboa

jardim botânico, portugal dos pequenitos e quinta das lágrimas - coimbra

 

outras propostas:

londres e arredores

 

obrigada a todos e a todas que contribuíram para darmos boas ideias de viagem a quem por aqui passa 

os meus agradecimentos também à célia, à mãe maria, à sonhadora, à célia, à mãe coruja, que embora não tenham partilhado informações sobre destinos deixaram algumas sugestões. 

pedido de contributos: guia de lazer para 2019

há muito que nada vos peço.

para não se "mal habituarem". cá venho eu fazer um pequeno grande pedido/desafio.

lembrar-se-ão os mais atento que no ano transato - não sei porque mas acho chic esta expressão - lancei o desafio "

guia de lazer blogs 2017" . pedindo o vosso contributo na partilha dos locais/experiências que mais gostaram nesse ano. como a partilha é boa e como as experiencias são inspiradoras, venho repetir o pedido 

contem-me onde foram (viajar, comer, brincar...) o que fizeram (desportos, spa, workshops), que experiencias tiveram que vos trouxe sensações positivas, que vos deixou mais felizes. vamos inspirar-nos uns aos outros.

até dia 16 de dezembro receberei os vossos contributos (textos ou links para post que tenham feito em blogs ou redes sociais). dia 17 de dezembro sairá quentinho o guia de lazer para 2019 da mami e seus leitores  (com base nas experiências de 2018).

quem tiver curiosidade não deixe de consultar o guia para 2018 ... vai sempre a tempo de ter boas experiências ou de mimar quem ama.

guia de lazer 2019

 

 

desafio do advento de 7 de dezembro

5 coisas que comprei para a bebé e aconselho

assim como adquiri coisas que me arrependi para a fase de gravidez e para a bebé, houveram outras que agradeço aos céus ter comprado.


obviamente que as 5 coisas das quais vou falar não foram as únicas coisas úteis que adquiri, mas foram produtos que efetivamente me facilitaram a vida e acalmaram a alma.


 


next to me. sou uma pessoa paranoica. a morte súbita é um fantasma que me perturba desde que a pequena nasceu. uma das recomendações que nos foi dada na maternidade, a propósito desta questão, foi que a cama da bebé deveria ter uma inclinação de 30 graus. para além desta recomendação, enfrentamos a realidade de a pequena ter uma situação de refluxo agoniante (que a acompanhou até aos quatro meses de idade). o next to me, possibilita 3 níveis de inclinação, o que me deu muita segurança. outra vantagem do produto, para o meu estilo de vida, é a facilidade de desmontagem/montagem e transporte. a pequena usou-o até aos seis meses – idade em que foi para o seu quarto.


 


- saco de dormir. dados os meus receios da morte súbita este é um produto muito útil e free paranoias. tenho pena ter descoberto "tarde", mas desde que os descobri - numa conversa aqui no blog com a bruxa mimi, que me acalmaram a alma após a mudança da princesa para o seu quarto. a miúda consegue, várias vezes por noite, percorrer o verso, conseguindo "enfiar-se" debaixo do edredão. isso deixava-me ansiosa e angustiada. com os sacos de dormir os receios terminaram. primeiro não corro riscos que asfixie debaixo do edredão, por outro não se destapa ao longo da noite. tive algum receio sobre a sua adaptação ao saco, mas foi pacífico. aproveitei os saldos e comprei baratinho para testar. estou fã.


 


- mudador de fraldas e suporte de banheira. cá em casa os móveis são todos baixos – facto que só reparei quando engravidei. ao idealizar a vida com a bebé as minhas costas e a sua saúde, era uma preocupação. inicialmente estive na dúvida entre comprar uma cómoda alta para o quarto da princesa e os acessórios necessários ou comprar um mudador com suporte para banheira. optei – ainda bem - pela segunda opção. a altura é a ideal - protegendo as costas de posições desconfortáveis, e a mobilidade da peça dá é uma mais-valia. no produto que comprei a banheira é ergonómica, com uma parte antiderrapante, o que me deu muita segurança nos primeiros banhos. passados 8 meses ainda uso.


 


- espelho traseiro para o automóvel. neste ponto já perceberam que sou “algo stressada” - não se preocupem guardo tudo para mim e tento dar bastante autonomia à pequena, eu é que tenho de lidar com todos os meus receios. em virtude do grave refluxo da bebé (chegou a tomar medicação para o reduzir…sem sucesso), uma viagem de carro a duas era um stress pois não a conseguia ver, não sabia se poderia estar a ter ou não um episódio. a compra do espelho para o carro foi muito tranquilizador. tenho apenas de ter cuidado, durante a condução, de não me distrair com o seu encanto.


 


- babetes silly bills. amo, adoro…muito! têm cores lindas e são super absorventes. eu sou uma mãe babada e a minha filha é uma babona! a baba corre-lhe em fio! era muito difícil, mesmo trocando regularmente o babete, manter-lhe o peito seco, bem como a parte da carinha que está em contacto com o babete. depois de ter encontrado estes babetes…tudo mudou! não são baratos (8€ em média), mas se contabilizarmos a sua eficácia (evitando a constante troca e lavagem) e o bem-estar da pele do bebé, rapidamente concluímos que valem o preço.


as melhores compras para a bebé


 babete silly bills vermelho


 


as peças que apresento são as que eu adquiri e estou muito satisfeita com o desempenho. se são as melhores? não sei 


 


 


 


 


 


 

12 coisas que aprendi nos primeiros 3 meses de maternidade

1 – os dias de desespero acabam por passar. parece que não têm fim…mas têm. lembro-me neste período de andar esgotada e ao final do dia ter um misto de emoções; por um lado o saber que poderia finalmente descansar – abençoada a minha filha que desde o primeiro mês de vida que passou a dormir 6h/7h por noite; por outro a frustração de saber que no dia seguinte seria outra vez tudo igual – cólicas, refluxo, choro, desespero.


2 – vamos crescendo enquanto mães. os receios iniciais – de dar banho, de ficar sozinha com a bebé porque algo poderia acontecer, de não lhe conseguir aliviar-lhe a dor, de não a conseguir ajuda-la quando bolsava e se engasgava, … – vão dando lugar a um ser observador que começa a distinguir situações, a ganhar experiência e a tornar-se confiante no trato daquele pequeno ser com quem está 24h sobre 24h. passamos a ser as maiores especialistas dos nossos bebés.


3 – as coisas más / dolorosas esquecem-se. parece nascer em nós uma maturidade emocional capaz de reter apenas o que vale a pena. não esquecemos as situações, simplesmente não sentimos dor ao recordá-las.


4 – priorizamos tudo o que tem a ver com o bebé – o cuidado, a alimentação, o bem estar – físico e emocional, o desenvolvimento, a roupa… e pomos de lado as nossas necessidades. não o fazemos conscientemente. simplesmente acontece. mas à medida que o bebé cresce, nos voltamos a integrar-nos em nós. continuamos a dar prioridade ao bebé e às suas necessidades, mas passamos a arranjar tempo para nos respeitar enquanto pessoas.


5 – bolso n.º 5 passa a ser o nosso perfume diário – cheguei a um ponto em que mudava de roupa 5 vezes por dia, outro em que desisti de o fazer…parecia que de qualquer maneira cheirava sempre a leite azedo!


6 – as dúvidas são muitas, as incertezas não acabam. valha-nos a internet, as amigas, a mãe, a irmã, a enfermeira, o pediatra, a saúde 24, o vizinho e o periquito para nos darem algum (des)sossego.


7- vamos perceber que tudo o que planeamos fazer durante a nossa licença de parentalidade não vai acontecer.


8 – quando o nosso bebé faz 3 meses e revemos as fotografias dos primeiros dias, temos  a sensação de que aquilo foi numa outra vida! e no meu caso pensei “ai filha como eras feia”! 


9 – um novo universo comunicacional nasce em nós. a nossa linguagem é dominada por um novo léxico e o cocó passou a ser um dos temas centrais da nossa vida.


10 – vamos agradecer a comida congelada da mamã, do marido ou da vizinha. porque sem ela muitas vezes não teríamos hipótese de ter um almoço decente!


11- para quem pode, amamentar é a melhor forma de recuperar a forma física – o pediatra da minha pequena acrescenta mais umas quantas razões relacionadas com a saúde da mulher.


12 – não é mentira, não é um conselho em vão: dorme sempre, quando e onde puderes e, arranja quem te ajude nas lides domésticas – nem que seja apenas por uns meses!


 



12 coisas que aprendi nos primeiros 3 meses de maternidade


 


 


deixo aqui um texto da mia, feito de ternura, onde partilha o primeiros três meses do seu monstrinho.

12 coisas que aprendi com a gravidez

1 – a gravidez é um mundo de incertezas. eu detesto incertezas. o não saber a cada dia como estava a bebé. se tudo estava a desenvolver-se como devia. o saber que por mais exames que fizesse só teria a certeza (???) de que estaria tudo bem quando a tivesse nos braços.


2 – as pessoas têm dificuldade em compreender que a barriga de uma grávida “não é do povo”, faz parte do seu corpo e da sua intimidade; que não se pode andar indiscriminadamente a passar a mão ou fazer festinhas!


3 – a gravidez não nos torna frágeis, mas também não temos de tentar ser super mulheres. numa perspetiva de que “a gravidez não é doença” muitas tentamos mostrar a normalidade das nossas vidas - tretas do século xxi em que as mulheres são capazes de tudo o que os homens são, sempre!


mas calma lá, se os homens não conseguem ter filhos (entenda-se engravidar) quer dizer que haverá uma diferençazinha entre nós, certo? vamos respeitar o nosso corpo, os nossos bebés. somos um casulo que deve, dentro da normalidade possível, procurar as melhores condições (físicas, psicológicas e emocionais) para um percurso harmonioso e equilibrado.


4 – todos sabem tudo sobre a gravidez, menos nós. todos sabem o que é melhor para nós - o que nos faz mal, o que nos faz bem - mesmo que muitas vezes as opiniões se contradigam.


5 - a generalidade das pessoas, independentemente do género, idade, classe social ou educação, genuinamente simpatizam com uma mulher grávida - não sei bem porquê. 


6 – até ao último momento tudo pode acontecer. tudo pode mudar. tive uma gravidez mega certinha e na véspera de nascer a pequenina decidiu “por-se em pé” – não sei como conseguiu, com a falta de espaço que tinha e considerando o seu tamanho, mas a verdade é que conseguiu virar e dificultar tudo.


7 – as mulheres são diferentes, as gravidezes também. a gravidez está cheia de mitos. por exemplo, a minha princesa nasceu mega-hiper cabeluda e eu, nunca tive azia durante a gravidez!


8 - vamos adquirir um novo léxico. palavras e conceitos que nem sabíamos existir. algumas vão criar-nos ansiedade "rolhão mucoso", outras receio "mastite", outras... tantas outras... lá sei eu 


9 – não vamos precisar nem de metade das coisas criadas, promovidas e vendidas para grávidas.


10 -  é questionável a necessidade/utilidade de muitas das coisas que vamos comprar para o bebé (a minha bebé nasceria em novembro, comprei um ninho de anjo que certamente seria necessário para a manter quetinha, nunca o usei!).


ninho de anjo


ninho de anjo


 


11 - não somos nós que decidimos quando o bebé nasce. não há sexo, subida e descida de escadas, pilates, rezinhas ou mezinhas que despachem a criatura se ela entender que não lhe apetece!


12 – a gravidez é um estágio para a maternidade: as privações, as inseguranças, as incertezas, o medo, a cumplicidade, o amor, os sonhos… a ternura que brota em nós.


coisas sobre gravidez


 imagem retirada daqui


 

deem colo aos vossos filhos, sempre!

há páginas no facebook cheias de amor.


maternidade de cabelos em pé é uma dessas páginas.


está cheia de afeto e anecdotas de uma mãe real.


o texto que trago de lá espelha o que sinto em relação a sermos mães afetivas, mães de toque, mães de colo, mães melosas de miminhos 


espero que gostem.


e não se esqueçam de dar colo...mesmo que os vossos pimpolhos já tenham 30 anos 


 


“Deem colo aos vossos filhos, sempre!
Colo é amor, é carinho, é aconchego. É no colo que eles deixam os seus medos, os seus receios as suas ansiedades. 
Deem colo.


Deem colo mesmo quando estão cansadas. Mesmo quando as costas doem, quando o cansaço abate.


Deem colo mesmo quando a paciência está esgotada e o stress está no limite.
Deem colo mesmo quando as pessoas dizem para não o fazer.
Deem colo, porque aquele momento em que os temos no aconchego dos nossos braços, tudo desaparece, os problemas dissolvem-se, o stress esvai-se, e o cansaço transforma-se em amor.



Deem colo.


Porque um dia eles já não vão querer mais. E o tempo já não volta atrás para remediar os momentos perdidos."


 


fonte do texto maternidade de cabelos em pé


deem colo


imagem retirada daqui


 


o texto "não dar colo a um bebé de colo", do blog 2am stories, dá também um belo enquadramento a esta questão. assim como o texto "para os pais de colo sem fundo" que apela à liberdade de quem faz a escolha de dar colinho sempre.


 


pinguim amora

pinguim amora pretende ser um blog repleto de emoções:


felicidade


medo


tristeza


alegria


surpresa


frustração


resiliência


orgulho


desilusão


estas e muitas outras


 


todas emolduradas em amor.


 


sou mãe de primeira viagem há, faz hoje, 6 meses. a decisão de ser mãe trouxe consigo muitas incertezas e inseguranças, nem sempre foi uma viagem tranquila… e sei, agora, que nem sempre será uma viagem tranquila.


pretendo que este seja um blog de partilhas, de situações vividas na primeira pessoa.


partilhas que poderão ser apaziguantes para outas mães e/ou pais que estejam a passar por situações semelhantes; chamadas de atenção para aspetos ainda nem considerados; ou ainda momentos de descontração pelas “tristes figuras” que todos fazemos neste papel de pais.


a ideia deste blog surgiu quando constatei que existe imensa boa informação sobre parentalidade perdido na blogosfera. muitos textos escritos na primeira pessoa que não têm a expressividade que merecem. não sei se conseguirei dar maior visibilidade a esses textos, mas trabalharei para isso. não almejo conseguir coletar toda essa informação, mas pretendo dar o meu contributo; e aceito o contributo de todos aqueles que se depararem com informação interessante sobre parentalidade – por favor enviem-me o link do texto para o email lifestylematernity@gmail.com, colocando no assunto “pinguim amora”. todos os textos não originais partilhados no blog terão a correta identificação da fonte com o correspondente link para a página do autor. este é um projeto aberto que aceita sugestões e contributos, não se acanhem.


uma nota importante que devo fazer: este é um blog de partilha de experiências, não um manual a seguir.


cada família tem as suas especificidades. cada criança é única. não existem receitas mágicas, nem soluções definitivas.


a educação exige princípios orientadores (valores éticos e morais), a metodologia usada já depende de uma panóplia de fatores inerentes a cada contexto. mas a tentativa e erro, parece ser a metodologia que quase todos usamos, não há certezas, apenas a vontade de fazer o melhor que conseguimos – over and over again!


pinguim amora


 


por último, por hoje, o nome: pinguim amora


(aproveito para agrader aos que ajudaram a escolher a imagem).


vocês não perguntaram, mas eu digo 


pinguim é o boneco preferido da minha princesa - quando estava grávida li sobre tudo o que poderia chamar a atenção da pequena, quando comprei o boneco, todos acharam horroroso, muito mais para uma menina, nem cor de rosa era! e a verdade é que acertei em cheio, ela adora-o… comer o seu nariz é dos seus passatempos preferidos. amora, porque ela é, simplesmente, o amor da minha vida – estou a ser um pouco melosa…eu sei.



fica a apresentação.


fica o desafio.

projeto sobre parentalidade

da minha experiência recente nisto da maternidade e pelo comentário da mamã gansa no meu post do dia da mãe, concluo que há imensa boa informação sobre a parentalidade que não tem a exposição que quiçá deveria ter.

não quero com isto dizer, que lhes posso dar a visibilidade que quiçá tod@s queríamos. mas posso tentar.

eis a minha ideia (nada original eu sei, mas prática). as redes sociais continuam a ser um excelente meio de difusão, pelo que vou criar uma página de facebook na qual serão partilhados apenas post sobre parentalidade (uma breve introdução do post e o link para o respetivo blog).

muitos de nós, mães, pais, filhos ou educadores no sentido abrangente, escrevemos no nosso blog coisas relacionados com a nossa experiência parental (independentemente da idade das crias), mas como não temos blogs específicos sobre o tema (porque não é nossa intensão) muitas pessoas eventualmente interessadas na informação acabam por não ter acesso a esta.

com esta iniciativa agregaremos naquela página a informação que produzimos especificamente sobre o tema e que eventualmente seja pertinente para outros pais, num espírito de partilha.

a página do facebook não será da mami, será de todos com um nome que possa englobar a parentalidade no seu todo (aceitam-se sugestões).

esta é uma ideia ainda em bruto, mas a ideia seria que fossem enviados, por email, o resumo e o link do post no blog para que depois seja publicado no facebook – os post podem ser recentes ou antigos (desde que a informação se mantenha atual). depois cada um no seu blog divulgaria no final dos seus post sobre parentalidade o link do facebook onde poderá encontrar mais informação pertinente sobre os temas relacionados com a própria parentalidade.

poderemos também partilhar outros post que encontremos na blogosfera e que consideremos de “utilidade pública”.

 

o que acham desta ideia? estariam interessados em contribuir? tem outras ideias ou sugestões?

 

projeto parentalidade

imagem retirada daqui

homem que é homem não ajuda em casa

porque tem o homem de ajudar em casa?

ele trabalha todo o dia, precisa de chegar a casa e relaxar, descansar!

esperem! a mulher também…

mas reafirmo a questão: porque tem o homem de ajudar em casa?

é uma questão de princípio, cultura ou educação?

e nós, mulheres, pelos mesmos princípios, cultura e educação não nos abeiramos deles, quase com medo de incomodar, a pedir ajuda? ou, coitados deles nem entendem o porque, desatinamos feitas loucas porque eles não nos ajudam e mais … não colaboram contribuindo ainda mais para o caos.

os homens são mais descontraídos do que as mulheres…pudera! quiçá se sentissem que têm a responsabilidade do trabalho, da casa, dos filhos… quiçá estariam um pouco mais cansados, preocupados, contraídos.

sim, há muitos que ajudam. mas não deviam.

homem que é homem não tem que ajudar a mulher em casa!

sabem porquê?

porque a casa e as suas lides não são uma responsabilidade da mulher.

no meu código genético não estão encriptadas as lides domésticas.

se assumimos uma relação de iguais, assumimos responsabilidades iguais.

e entre iguais se partilham tarefas, responsabilidades … e aí sim um pode ajudar o outro… como iguais.

mulheres: retiremos de nós este peso de achar que somos nós que temos de fazer as coisas. que se a camisa não está engomada é porque falhamos, se o pó abunda é porque somos porcas… libertemo-nos do preconceito e do peso cultural e assumamos que entre iguais, responsabilidades iguais.

não digo que seja fácil, mas como em tudo, se não se iniciar a mudança esta não ocorrerá. com o simplex, deliciosamente descontraído e distraído, uma vez tive que lhe por as coisas nestes termos: “estamos aqui duas pessoas, se tu não fizeres nada quem achas que fará tudo?” não digo que o tenha transformado a 100%, mas asseguro-vos que lhe “caiu a ficha”; a partir daí foi-se responsabilizando também. e acredito que com trabalho (de ambos - porque sim: temos de os educar) cheguemos ao equilíbrio, quase, perfeito.

homem que é homem não ajuda em casa

 

diz-se que: as mãezinhas dos nossos meninos poderiam ter sido um pouco mais feministas e contribuído gradualmente para a igualdade entre géneros, no entanto optaram por os apaparicar e perpetuar a sua inutilidade e desresponsabilização nas tarefas do lar. camaradas confio que eduquem os vossos filhos e filhas no princípio da igualdade, a eles por razões óbvias e a elas para não sentirem o peso da responsabilidade unilateral que nós hoje, embora recalcado, ainda sentimos.

 

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