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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

solicita-se opinião. obrigada.

ando entusiasmada a delinear o meu novo projeto na blogosfera. de página de facebook, restrita aos seus utilizadores, passou a blog, aberto a todos.

após ter escolhido o nome, o que me levou um tempo infinito pelo que é melhor assumi-lo antes que mude de ideias pela trigésima vez, preciso escolher a imagem.

gostava de ter a vossa opinião sobre a imagem central do novo blog destinado à parentalidade.

qual gostam mais? 

 

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 para agradecer a vossa participação estão todos convidados para a antestreia do novo blog em data a anunciar brevemente

 

- feliz dia da família -

 

 

projeto sobre parentalidade

da minha experiência recente nisto da maternidade e pelo comentário da mamã gansa no meu post do dia da mãe, concluo que há imensa boa informação sobre a parentalidade que não tem a exposição que quiçá deveria ter.

não quero com isto dizer, que lhes posso dar a visibilidade que quiçá tod@s queríamos. mas posso tentar.

eis a minha ideia (nada original eu sei, mas prática). as redes sociais continuam a ser um excelente meio de difusão, pelo que vou criar uma página de facebook na qual serão partilhados apenas post sobre parentalidade (uma breve introdução do post e o link para o respetivo blog).

muitos de nós, mães, pais, filhos ou educadores no sentido abrangente, escrevemos no nosso blog coisas relacionados com a nossa experiência parental (independentemente da idade das crias), mas como não temos blogs específicos sobre o tema (porque não é nossa intensão) muitas pessoas eventualmente interessadas na informação acabam por não ter acesso a esta.

com esta iniciativa agregaremos naquela página a informação que produzimos especificamente sobre o tema e que eventualmente seja pertinente para outros pais, num espírito de partilha.

a página do facebook não será da mami, será de todos com um nome que possa englobar a parentalidade no seu todo (aceitam-se sugestões).

esta é uma ideia ainda em bruto, mas a ideia seria que fossem enviados, por email, o resumo e o link do post no blog para que depois seja publicado no facebook – os post podem ser recentes ou antigos (desde que a informação se mantenha atual). depois cada um no seu blog divulgaria no final dos seus post sobre parentalidade o link do facebook onde poderá encontrar mais informação pertinente sobre os temas relacionados com a própria parentalidade.

poderemos também partilhar outros post que encontremos na blogosfera e que consideremos de “utilidade pública”.

 

o que acham desta ideia? estariam interessados em contribuir? tem outras ideias ou sugestões?

 

projeto parentalidade

imagem retirada daqui

3 meses já passaram

olho para trás e lembro-me - como se tivesse há muito tempo-, das noites constantemente interrompidas - pelo choro, pela fome, pelo meu receio de algo não estar bem; dos dias de desespero pelo constante bolçar, pelas duras cólicas, pela rotina que esmaga - no final do dia sabemos que no dia seguinte tudo será igual.

olho para a minha princesa guerreira e penso o quanto evoluímos.

a minha menina já dorme mais pelas noites, não sofre de tantas cólicas e fica menos aflita ao bolsar; eu, estou menos insegura, menos ansiosa ao lidar com os "novos" desafios que vão surgindo – isto de ser mãe é uma roda viva!

neste período tive muitas dúvidas, que geraram inseguranças. se a maternidade é instintiva eu devo ter tido uma falha qualquer na programação do meu software. ou, quiçá, a maternidade era instintiva antes do surgimento da internet, antes das diversas teorias e correntes sobre como fazer cada – pequena - coisa, antes d@s nossas amig@s e conhecid@s (que têm sempre uma palavra a dizer) terem a solução ideal para cada situação – pena que por vezes sejam contraditórias.

houve alturas em que perante diversas opções me senti – quase - impossibilitada de tomar uma decisão sobre o que seria melhor para a catraia; a insegurança ia aumentando e a ansiedade começava a instalar-se.

a médica de família disse-me na primeira consulta: "você vai ouvir muita coisa, mas lembre-se sempre que você é que é a mãe da menina e sabe o que é melhor para ela" – sendo isto verdade, porque mui3 meses já passaramtas vez

es não soube? Dizerem-nos estas coisas e dão-nos uma responsabilidade avassaladora.

Por parvo que pareça foi ao ouvir um anúncio da dove "não existem mães perfeitas", que pus os pés no chão e percebi que só conseguiria manter a sanidade mental se começasse a confiar mais em mim e a aceitar, como normais, as minhas inseguranças e as minhas falhas.

sou hoje uma mulher diferente da que era há 3 meses atrás. Descobri uma fragilidade e uma força que desconhecia ter. descobri a calma e a paciência. (re)descobri que tudo passa: os choros intermináveis, as noites sem dormir, o receio na hora do banho, ... mas lembrei que as coisas boas também passarão - aquele momento único da amamentação, aquele corpinho todo enroscadinho nos nossos braços, aquele olhar que nós diz que somos o seu mundo...

 

uma vez mais, ponho os pés no chão e constato que não há felicidade sem perdas ou dor sem alegrias.

 

 

maturidade ou apatia?

no seguimento do post experiências profundas transformam-nos, continuo, assim como o mundo, a dar um pulo e avançar.

fui jantar a casa de colegas de trabalho do .mais.que.tudo.

ao final do dia a princesa guerreira tem estado mais “irritada”, logo, a hora do jantar é sempre um stress.

a colega do .mais.que.tudo., sempre que tinha oportunidade, dizia-me o que eu devia fazer com a minha filha: “devem ser cólicas, faz uma massagem”; “não será fome”; “talvez tenha a fralda suja”..,

tive de me conter para não lhe gritar: vivo com este ser há 2 meses, 24h por dia sem interrupção, quiçá eu saiba melhor o que a menina terá!

o que fiz eu? nada, absolutamente nada. deixei a moça falar, volta e meia abanava a cabeça afirmativamente e respirava fundo – lidar com esta intervenção enquanto a nossa filha berra como se a tivessem a matar, não é fácil, nada fácil. quando a moça acrescentou “não sei como consegues lidar com a bebé com tanta calma”- na minha cabeça eu saltava-lhe em cima e desfazia todinha…só para libertar o stress – apenas respondi: tem de ser, se não enlouquecemos!

se há um ano alguém me disse-se que eu iria ter esta capacidade, juro que desatava a rir ... à gargalhada!

por vezes receio estar a confundir maturidade com apatia, mas por enquanto vou acreditar que é maturidade.

meu povo lindo em casos semelhantes guardem as vossas opiniões, caso contrário correm o risco de ficar sem um olho.

maturidade ou apatia?

imagem retirada daqui

mãe à beira de um ataque de nervos

hoje fui mictar com a minha filha ao colo

 

notas:

1 - sei que não estou na página do facebook

2 - pequena grande justificação para explicar a minha ausência

3 -  desculpem a imagem mental que posso ter induzido

4 - garanto que a bebé não sofreu nenhuma consequência por inalação de odores ou outros

5 - não preciso da supernanny apenas de um milagre para as cólicas

6 - obrigada pela vossa atenção

 

mãe à beira de um ataque de nervos

imagem retirada daqui

uma viagem de nove meses

uma viagem de 9 meses

 os últimos meses têm sido uma viagem com muitos altos e baixos.

a viagem começou com a certeza da tua existência, com a felicidade de saber que irias fazer parte das nossas vidas.

por feitio, paranoias e receios mantive-te escondidinha, só o papá e eu sabíamos da tua existência.

o papá achou que era egoísmo não partilhar a boa nova com aqueles que sabíamos que te iriam amar desde o momento que soubessem de ti… mas a mamã continuava com muito medo de gritar ao mundo tão grande fortuna. aos poucos fomos revelando a tua existência.

depois veio o receio, o medo. achámos que não estavas bem, que não iriamos conhecer-te. o sonho transformou-se em pesadelo; em ânsia, em diversas formas de medo. medo de perder-te ainda antes de conhecer-te. entre exames e resultados foram as duas semanas mais duras que já vivi, perdi o norte, não conseguia concentrar-me e a lágrima estava sempre à espreita. quando chegaram os resultados não fui capaz de os ler. foi o papá -sempre forte e determinado-, que me deu a boa nova: tudo estava bem contigo! tenho esse momento gravado em mim, pormenor a pormenor.

tens sido uma bebé maravilhosa, tens sido um docinho para a mamã. sem enjoos, azia ou dores. vá, tiraste-me o sono algumas noites, mas como dizem “é um estágio para o que aí vem”.

já imaginamos cada bocadinho de ti. discutimos o teu nome. preparamos o teu quarto.

estamos todos à tua espera. não te faças de rogada. faz favor de nos dar um ar da tua graça.

 

nota: não é para pressionar, mas ouvi dizer que se não saíres por tua iniciativa … vais receber, em breve, uma ordem de despejo … coerciva!

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