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mami

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dia internacional da criança com cancro

Dia Internacional da Criança com Cancro

imagem retirada daqui

 

 

há realidades que todos tememos.

realidades inconcebíveis, injustas e cruéis, sempre injustas.

o cancro é uma dessas realidades…e quando ocorre em crianças a injustiça sentida é mais atroz. 

por ano, são diagnosticados em portugal cerca de 400 novos casos de cancro pediátrico.

a boa notícia é que 80% dos cancros pediátricos são curáveis.

a má notícia é que o cancro é a principal causa de morte, por doença, nas crianças após o primeiro ano de vida.

 

hoje, 15 de fevereiro, assinala-se o dia internacional da criança com cancro.

o dia é assinalado, desde 2002, graças à iniciativa da  childhood cancer international.

 

em portugal, existem duas entidades que, em linhas de atuação diferentes, apoiam as vítimas desta desleal doença e os seus familiares: a acreditar e a fundação rui osório de castro.

 

a acreditar - associação de pais e amigos de crianças com cancro, fundada em 1994, é uma associação que tem como missão "tratar a criança ou o jovem com cancro e não só o cancro na criança ou jovem". apoia de modo global a criança e a sua família durante e após a situação de doença.

o diagnóstico de cancro faz desabar o mundo de qualquer pessoa. isto não ocorre somente do ponto de vista emocional. exige-se uma nova reorganização para prestar o acompanhamento e os cuidados adequados à vítima da doença. os cuidadores informais, no caso das crianças, os pais ou quem desempenha o papel parental, necessitam de apoio à diversos níveis; a acreditar presta esse apoio a nível social e emocional.  a acreditar luta, também, por um conjunto de “direitos”, ou pelo menos para evitar a perca destes, em função da situação de acompanhamento à criança durante a doença.

 

a fundação rui osório de castro, fundada em 2009, tem como objetivo “apoiar e proteger as crianças com cancro e seus familiares”, focando-se em duas grandes áreas: 1) informar/esclarecer as crianças e os pais sobre questões relacionadas com o cancro infantil - criando para este efeito o pipop - portal de informação português de oncologia pediátrica; 2) promover a investigação.

o nosso sapinho é parceiro da fundação, ajudando a disseminar alguns dos conteúdos por ela produzidos - vejam aqui.

 

toda a ajuda é insuficiente, mas se cada um de nós der o seu contributo a insuficiência será menor!

por cá decidimos ajudar as duas entidades adquirido um xi-coração da fundação rui osório de castro (pelo seu uso instrumental como ferramenta que facilita a explicação destas questões à nossa princesa guerreira) e doando parte do nosso irs à acreditar. 

se puderem, como puderem, ajudem também 

 

 

termino com este belo vídeo (não deixem de o ver) que nos faz sorrir entre lágrimas.

 

 

 

 

já sei! helen oxenbury

hoje começamos a falar de livros. livros para as crianças da nossa vida, sejam elas filhos/filhas, sobrinhos/as, afilhados/as, netos/as… porque um livro é sempre um presente para a vida, não pelo facto de o podermos conservar, mas por tudo o que pode despertar e deixar em nós.

já sei! um pequeno livro, muito aclamado, que já tem 38 aninhos! (foi publicado pela primeira vez em 1985). as obras desta coleção resultam da observação da escritora das crianças, do seu contexto, do que as cativava e/ou surpreendia, das relações que estabeleciam com o mundo. todos os títulos - eu vejo (visão), eu ouço (audição), eu sinto (tato), eu sei (desenvolvimento motor) – mostram esta identificação sensorial da criança com o mundo.

 

helen oxenbury

 

a britânica de 80 anos, helen oxenbury, é, para além de escritor, uma genial ilustradora de livros infantis! as suas obras são vendidas em todo o mundo e já arrecadou vários prémios - há um livro dela, do qual falarei noutro dia, que é para mim simplesmente genial! (estou fã da senhora)

 

voltando ao já sei!

características físicas: livros cartonados, muito resistentes. 14x14. 12 páginas.

texto: simples e adequado à faixa etária. consiste no nomear da competência adquirida (tropeçar, dizer adeus, …)

ilustração: imagens simples em tons apelativos (não excessivos) sobre fundo branco. as ilustrações apresentam, para além do ato conseguido (sentar-me, gatinhar, ..), uma bem definida expressão facial – excelente para a identificação afetiva da criança.

 

 

apreciação da mami:  gostei. é aparentemente simples, mas rico em conteúdo. junta conquistas físicas com expressividade.

 

apreciação da pg:   não ligou muito. aos 13 meses não se identifica, ainda, com muitas das ações apresentadas no livro (ainda não dá pontapés, não corre, não dança (em pé), não bate o pé (graças aos céus), não salta… por isso não sentiu atraída. tentei três vezes ler com ela, deixei-o para exploração livre, e passadas duas páginas ignorava-o. livro para apresentar novamente após a aquisição das competências físicas apresentadas.

 

autora: helen oxenbury

editora: gatafunho

preço: 5€

plano nacional de leitura: livro recomendado para educação pré-escolar - leitura em voz alta.

quotas de género na patrulha pata

tenho certeza que muitas pessoas, como eu, terão dito que nunca usariam a televisão para ocupar os bebés.

pela boca morre o peixe. a minha princesa é exigente de atenção. e o querido panda ajuda .i.m.e.n.s.o. a entretê-la para a mamã poder fazer-lhe o jantar.

para minimizar a culpa andei a ver os desenhos animados para selecionar os menos "prejudiciais" do ponto de vista educativo (há alguns assustadores nas mensagens que passam, "os três irmãos" são de gritos).

entre os três vencedores temos a patrulha pata. a serie é engraçada, transmite respeito e valorização pela diferença entre todos e "estão sempre prontos a ajudar". o problema: em seis cachorros só têm uma cadela (para além do protagonista que comanda as tropas ser um menino).

quotas de género na patrulha pata

não consigo compreender a falta de representatividade do sexo feminino nestes desenhos animados. o género está claramente presente nas personagens (pelo nome e caracterização). questionei inicialmente se poderia ser o absurdo das profissões "para homens" o que seria um horror perfeito. quiçá será por só existirem dálmatas do sexo masculino. calma, ironia minha, claro que há dálmatas "meninas". não encontro razões para na patrulha pata, desenhos animados claramente destinado a todas as crianças, haverem 6 cachorros e só uma do sexo feminino.

têm alguma teoria para isto acontecer?

a pasmaceira da rotina

mais um ano a terminar.

outro quase a começar.

e eu, aqui, a sentir-me…perdida nesta transição.

tirando a magia e constante desafio da maternidade, sinto que 2018 foi um ano insosso quer a nível profissional, quer ao nível dos relacionamentos.

a questão é que não sei se posso ou não dissociar este facto, do facto de ter sido mãe e isso necessariamente ter mudado a minha vida.

a nível profissional praticamente só trabalhei meio ano… saí e voltei e tudo se manteve igual, sem novos desafios, sem mudanças, ou seja, sem me dar pica.

no meu relacionamento amoroso, pelo acréscimo das exigências que a pequena me trouxe, estou menos tolerante para comportamentos egoístas, para aí aí aí que me dói o dedo do pé, para atitudes do género “se faço de conta que não vi, não tenho de fazer”- agora compreendo porque nem todos os relacionamentos resistem ao nascimento da primeira cria! por cá as discussões viraram rotina e ... já não há paciência!

com os amigos apetece estar mas nunca se consegue estar a 100% porque há um ser maravilhoso que depende e exige de nós. por outro lado, há os contextos de grupo os quais nem sempre são adequados a pequenas princesas. pelo que acabo por me dar e dedicar apenas aos amigos do coração, os outros (os dos copos, os das compras, os do trabalho, os novos…) terão de esperar ou esquecer a minha existência – por vezes tenho saudades destes, são relações mais leves. estes momentos com seres externos ao lar exigem planeamento, gestão para que corra tudo bem... por isso parece que estou a preparar um evento no trabalho 

a maternidade trouxe-me uma rotina que me perturba.

a rotina é chata.

a rotina cria padrões.

a rotina limita a espontaneidade.

a rotina mata a criatividade.

a rotina não me traz felicidade.

sei que a princesa precisa da rotina.

sei que a rotina lhe traz segurança.

assim, procuro o equilíbrio.

uma rotina que não me leve à loucura, com umas fugas aqui e ali, que não lhe tragam desconforto.

como vêm com ela tudo perfeito.

com ele, os outros e o trabalho… pois vamos ver.

rotina

fotografado pela mami: arte de rua - ilha terceira, açores

e riram-se do nariz encarnada do rudolfo

quando pensas que já tinhas visto tudo… estás a ver, por solidariedade, o canal panda e deparas-te com a publicidade de um unicórnio cuja magia é fazer uma poia colorida.

nada tenho contra poias.

por o nenuno a fazer cocó já me parece absurdo 

(amo a minha filha e mas nunca fiz esta cara de encantamento a limpar-lhe os seus cocós bombásticos)

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imagem retirada daqui

 

vender peluches em forma de generosa poia é, para mim, inexplicável…

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agora unicórnios a defecar poias arco-íris é muito boom festival!

 

 

se a minha filha alguma vez tiver "a falta de chá" de me pedir qualquer coisa relacionada com poias ofereço-lhe o tradicional "peido líquido" para ela perceber o hediondo da coisa e não andar a fantasiar com cocó!

 

 

não se esqueçam de deixar os vossos contributos com as vossas melhores experiências de 2018 aqui

 

desafio do advento dia 15 de dezembro

coisas que me espantam

um dia destes tive de ir com a pequena à pediatria do hospital – as melgas de outono despertam na princesa reações alérgicas descomunais.

enquanto estava na sala de espera, chega uma família com uma criança de 6 ou sete anos. ouço a descrição que a mãe faz dos sintomas da crianças “mal estar, dor de barriga, vómitos”. a família senta-se enquanto aguarda ser chamada para a triagem. a mãe pede ao companheiro que vá buscar um leite achocolatado e umas bolachas para a menina. eu fico parva a olhar e a pensar mas carago a menina não está com dores de barriga?! 

o senhor diz que a máquina não tem leite achocolatado mas que tem iogurte, a senhora desagrada diz que iogurte não, que o melhor é um chocolate 

coisas que me espantam

imagem retirada daqui

 

ora bem, a não ser que a criança tenha uma necessidade crónica de chocolate, não consigo compreender esta atitude!

 

 

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desafio do advento de 14 de dezembro

queques de farinha espelta e applesauce - sem açucar

estabeleci uma luta feroz contra o açúcar na alimentação da pequena.

quando as pessoas dizem “coitadinha”, quando lhes peço +ara não lhe darem bolos ou bolachas, apetece-me atirar-lhes com um tacho de 50kg.

tento explicar que o paladar dos bebés é “virgem” e vai conhecendo o que lhes vamos dando. a minha pequena nunca rejeitou alimento algum por não ter açúcar. claro que fui tentando tornar o sabor simpático usando alimentos naturalmente mais doces como fruta, farinha de milho, cenouras, frutas desidratadas sem açúcar (figos, damascos, tâmaras, ameixas). e já vão 8 meses de introdução alimentar muito bem-sucedida - que o diga ela no alto dos seus 9kg e 77 cm J

tirando algumas opções da holle, a sua alimentação, incluindo papas, é muito caseirinha – tenho aqui de excluir a questão da creche em que as papas industriais são uma realidade, em dias alternados com iogurte, natural por minha exigência, com fruta.

pesquisei vários blogs de comida para bebés, fui aprendendo, inventando, errando e acertando.

 

como sabem adoro muffins e agora ela também 

esta foi a nossa primeira receita bem-sucedida e hoje trago mais uma:

 

queques com farinha espelta e applesauce*

queques de farinha espelta e applesauce

 

.ingredientes.

1 ovo

1 colher de café de canela em pó

1 colher de café de bicarbonato de sódio

2 colheres de café de fermento em pó

1 colher de sopa de óleo de coco amolecido

150g de farinha de trigo integral

100g de farinha espelta

250g de applesauce

150ml de água (se preferir pode usar leite ou bebida vegetal)

 

.preparação.

mistura as farinhas, o fermento, o bicarbonato e a canela. reserva.

na liquidificadora ou com a varinha mágica mistura a apple sauce, a água, o ovo e o óleo de coco.

envolva as duas misturas. coloque em formas de silicone e leve ao forno (pré-aquecido) por 20m a 180ºc (após este tempo, ou antes se achares necessário, faz o teste do palito)

 

 

*applesauce não é mais do que maça cozinhada a baixas temperaturas por um longo período de tempo. receita: 1 kg de maças cortadas aos cubos pequenos ou às lascas (com casca e sem as sementes e sem o núcleo mais fibroso), duas chávenas de café de água, 1 colher de chá de canela moída (opcional). coloque a maça e a água na panela e deixe cozinhar em lume brando durante duas horas, mexa regularmente. passadas duas horas, triture a maça, acrescente a canela e deixe cozinhar mais 30m/1h – até o preparado deixar de libertar água. 

este preparado é também excelente para misturar nos iogurtes naturais.

conservar no frigorífico (5/7 dias) ou congelar.

 

 

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desafio do advento de dia 11 de dezembro

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