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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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as coisas boas da vida

sou uma pessoa muito sensorial e emotiva.

de lágrima sempre à espreita: quando estou feliz, quando estou triste, quando estou furiosa, quando estou enternecida ... nem compreendo como tenho retenção de líquidos! e o sorriso a rasgar o rosto pelas coisas mais diversas…das parvas às eruditas!

parece que descrevo um ser de extremos, inconstante e algo louco. bem, sem patologias associadas, por vezes, sou mesmo de extremos...no que isso tem de bom e de mau. 

esta forma plena de sentir trouxe-me a intensidade que procuro. viver para mim tem um significado muito próprio, arrebatador, inquietante e por vezes intangível pela tangibilidade do ser, das suas condições e contextos.

contudo hoje estou aqui para falar de coisas boas e não para me perder no emaranhado das minhas vontades.

e o que é a felicidade senão o somatório de momentos de felizes?!

decidi indagar as coisas boas da minha vida, que me aportam momentos de felicidade, numa viagem pelos 5 sentidos ... não é muito original, mas é muito eu!

visão: ser deslumbrada por novos recantos

audição: aquele “amo-te”

paladar: um copo de bom vinho

olfato: a terra molhada pela chuva de verão

toque: a carícia da princesa

 

é tão pacificador perceber que toda eu sou feita de felicidade!

 

 

nota: obriguei-me a não cingir os meus sentido à princesa... pois na verdade ... não há nada nela que não desperte o melhor de mim!

coisas boas da vida

imagem retirada daqui

optem por respeitar mais

opte por amar mais é a nova campanha antitabágica da direção geral de saúde e anda a incomodar muita gente.

ora bem, se não fosse para incomodar, não faria sentido existirem campanhas. 

as campanhas que chocam, são faladas. ao serem faladas, fazem com que o assunto alvo seja debatido.

esta é uma campanha dura. não partilho a opinião da deputada socialista, isabel moreira, de ser uma campanha misogenica. poupem-me tanta sensibilidade. se somos pela igualdade, aceitemos todo o tipo de igualdade e não exijamos formas veladas de discriminação positiva e um "ai ai não façamos das mulheres seres reais com defeitos reais". 

a personagem principal é uma mulher, mas poderia ser um homem. é uma mãe. poderia ser um pai, um avô.

o consumo de tabaco embora maior no sexo masculino, aumenta entre as mulheres, enquanto a tendência tem sido diminuir entre os homens. neste contexto, não choca que o alvo da campanha seja a mulher. embora, eu acredito que sejam os pais num sentido lato. pois ser mulher não é sinónimo de ser mãe, e esta conversa levar-nos-ia por outras paragens.

o que a mim me preocupa é que esta é uma campanha cruel para as crianças. 

já imaginaram o pânico de uma criança ao ver a campanha e ao rever a sua mãe na personagem?

o alvo deveria ser a mãe, os pais, não as crianças, frágeis e com pavor de perderem os pais.

os filhos de pais fumadores são um "dano colateral" muito expressivo.

e não me venham dizer que vale a pena sensibilizar as crianças pois assim se tornam o motor de mudança nos pais. os filhos não têm de ser adultos responsáveis pelos pais. os filhos têm de ser protegidos pelos pais. as crianças têm de ser protegidas pela sociedade. pelo governo. pelo ministério da saúde.

  

 

o tabaco não são só tumores malignos.

o tabaco é a segunda causa de doenças cardiovasculares.

o tabaco é mau. todos sabem.

os adultos são crescidos e tomam as suas decisões.

não ponham as crianças ao barulho.

a campanha já obteve elogios de elementos da organização mundial da saúde. algo me está a escapar. talvez seja a minha sensibilidade maternal ao rubro.

em dia mundial da criança e, já agora, em todos os outros, optem por respeitar mais as crianças.

 

opte por respeitar mais

imagem retirada daqui 

 

 

 

solicita-se opinião. obrigada.

ando entusiasmada a delinear o meu novo projeto na blogosfera. de página de facebook, restrita aos seus utilizadores, passou a blog, aberto a todos.

após ter escolhido o nome, o que me levou um tempo infinito pelo que é melhor assumi-lo antes que mude de ideias pela trigésima vez, preciso escolher a imagem.

gostava de ter a vossa opinião sobre a imagem central do novo blog destinado à parentalidade.

qual gostam mais? 

 

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 para agradecer a vossa participação estão todos convidados para a antestreia do novo blog em data a anunciar brevemente

 

- feliz dia da família -

 

 

projeto sobre parentalidade

da minha experiência recente nisto da maternidade e pelo comentário da mamã gansa no meu post do dia da mãe, concluo que há imensa boa informação sobre a parentalidade que não tem a exposição que quiçá deveria ter.

não quero com isto dizer, que lhes posso dar a visibilidade que quiçá tod@s queríamos. mas posso tentar.

eis a minha ideia (nada original eu sei, mas prática). as redes sociais continuam a ser um excelente meio de difusão, pelo que vou criar uma página de facebook na qual serão partilhados apenas post sobre parentalidade (uma breve introdução do post e o link para o respetivo blog).

muitos de nós, mães, pais, filhos ou educadores no sentido abrangente, escrevemos no nosso blog coisas relacionados com a nossa experiência parental (independentemente da idade das crias), mas como não temos blogs específicos sobre o tema (porque não é nossa intensão) muitas pessoas eventualmente interessadas na informação acabam por não ter acesso a esta.

com esta iniciativa agregaremos naquela página a informação que produzimos especificamente sobre o tema e que eventualmente seja pertinente para outros pais, num espírito de partilha.

a página do facebook não será da mami, será de todos com um nome que possa englobar a parentalidade no seu todo (aceitam-se sugestões).

esta é uma ideia ainda em bruto, mas a ideia seria que fossem enviados, por email, o resumo e o link do post no blog para que depois seja publicado no facebook – os post podem ser recentes ou antigos (desde que a informação se mantenha atual). depois cada um no seu blog divulgaria no final dos seus post sobre parentalidade o link do facebook onde poderá encontrar mais informação pertinente sobre os temas relacionados com a própria parentalidade.

poderemos também partilhar outros post que encontremos na blogosfera e que consideremos de “utilidade pública”.

 

o que acham desta ideia? estariam interessados em contribuir? tem outras ideias ou sugestões?

 

projeto parentalidade

imagem retirada daqui

3 meses já passaram

olho para trás e lembro-me - como se tivesse há muito tempo-, das noites constantemente interrompidas - pelo choro, pela fome, pelo meu receio de algo não estar bem; dos dias de desespero pelo constante bolçar, pelas duras cólicas, pela rotina que esmaga - no final do dia sabemos que no dia seguinte tudo será igual.

olho para a minha princesa guerreira e penso o quanto evoluímos.

a minha menina já dorme mais pelas noites, não sofre de tantas cólicas e fica menos aflita ao bolsar; eu, estou menos insegura, menos ansiosa ao lidar com os "novos" desafios que vão surgindo – isto de ser mãe é uma roda viva!

neste período tive muitas dúvidas, que geraram inseguranças. se a maternidade é instintiva eu devo ter tido uma falha qualquer na programação do meu software. ou, quiçá, a maternidade era instintiva antes do surgimento da internet, antes das diversas teorias e correntes sobre como fazer cada – pequena - coisa, antes d@s nossas amig@s e conhecid@s (que têm sempre uma palavra a dizer) terem a solução ideal para cada situação – pena que por vezes sejam contraditórias.

houve alturas em que perante diversas opções me senti – quase - impossibilitada de tomar uma decisão sobre o que seria melhor para a catraia; a insegurança ia aumentando e a ansiedade começava a instalar-se.

a médica de família disse-me na primeira consulta: "você vai ouvir muita coisa, mas lembre-se sempre que você é que é a mãe da menina e sabe o que é melhor para ela" – sendo isto verdade, porque mui3 meses já passaramtas vez

es não soube? Dizerem-nos estas coisas e dão-nos uma responsabilidade avassaladora.

Por parvo que pareça foi ao ouvir um anúncio da dove "não existem mães perfeitas", que pus os pés no chão e percebi que só conseguiria manter a sanidade mental se começasse a confiar mais em mim e a aceitar, como normais, as minhas inseguranças e as minhas falhas.

sou hoje uma mulher diferente da que era há 3 meses atrás. Descobri uma fragilidade e uma força que desconhecia ter. descobri a calma e a paciência. (re)descobri que tudo passa: os choros intermináveis, as noites sem dormir, o receio na hora do banho, ... mas lembrei que as coisas boas também passarão - aquele momento único da amamentação, aquele corpinho todo enroscadinho nos nossos braços, aquele olhar que nós diz que somos o seu mundo...

 

uma vez mais, ponho os pés no chão e constato que não há felicidade sem perdas ou dor sem alegrias.

 

 

maturidade ou apatia?

no seguimento do post experiências profundas transformam-nos, continuo, assim como o mundo, a dar um pulo e avançar.

fui jantar a casa de colegas de trabalho do .mais.que.tudo.

ao final do dia a princesa guerreira tem estado mais “irritada”, logo, a hora do jantar é sempre um stress.

a colega do .mais.que.tudo., sempre que tinha oportunidade, dizia-me o que eu devia fazer com a minha filha: “devem ser cólicas, faz uma massagem”; “não será fome”; “talvez tenha a fralda suja”..,

tive de me conter para não lhe gritar: vivo com este ser há 2 meses, 24h por dia sem interrupção, quiçá eu saiba melhor o que a menina terá!

o que fiz eu? nada, absolutamente nada. deixei a moça falar, volta e meia abanava a cabeça afirmativamente e respirava fundo – lidar com esta intervenção enquanto a nossa filha berra como se a tivessem a matar, não é fácil, nada fácil. quando a moça acrescentou “não sei como consegues lidar com a bebé com tanta calma”- na minha cabeça eu saltava-lhe em cima e desfazia todinha…só para libertar o stress – apenas respondi: tem de ser, se não enlouquecemos!

se há um ano alguém me disse-se que eu iria ter esta capacidade, juro que desatava a rir ... à gargalhada!

por vezes receio estar a confundir maturidade com apatia, mas por enquanto vou acreditar que é maturidade.

meu povo lindo em casos semelhantes guardem as vossas opiniões, caso contrário correm o risco de ficar sem um olho.

maturidade ou apatia?

imagem retirada daqui

mãe à beira de um ataque de nervos

hoje fui mictar com a minha filha ao colo

 

notas:

1 - sei que não estou na página do facebook

2 - pequena grande justificação para explicar a minha ausência

3 -  desculpem a imagem mental que posso ter induzido

4 - garanto que a bebé não sofreu nenhuma consequência por inalação de odores ou outros

5 - não preciso da supernanny apenas de um milagre para as cólicas

6 - obrigada pela vossa atenção

 

mãe à beira de um ataque de nervos

imagem retirada daqui

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