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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

todos os bloggers são egoístas

fez ontem uma semana que mami fez três anos – 11 de maio.

não me esqueci da data, mas por vezes a vida não nos permite celebrar o que nos faz feliz.

não sou de queixumes nem de negatividade. mas arre que o tempo está enevoado por estes lados.

depois deste preâmbulo, não muito poético, que soou a desculpas e a ai, ai, ai, vamos as comemorações deste aniversário!

embora não consiga ter a regularidade que gostaria, escrever neste espaço ajuda-me (muitas vezes) a libertar o que trago na alma, a dizer as coisas em voz alta, tornando-as assim realidade.

ter um blogue é algo egoísta. não é para quem o lê, mas sim para quem o escreve – dona ou dono e senhor/a de todo esse espaço – da sua forma e conteúdo.

um espaço onde ninguém nos impõe limites ou regras, onde podemos dizer (e dizemos) o que bem nos apetece. um espaço nosso, criado e moldado em função do nosso umbigo.

os blogues têm dois tipos de leitores: bloggers e pessoas que procuram informação específica, e procurando no google chegam ao nosso espaço (podendo depois ficar ou não).

da minha experiência, há um ganho maravilhoso que surge sobretudo de outros bloggers: a empatia.

estamos no mesmo barco, com os nossos espaços criados há nossa imagem. vamos percebendo que existem outros autores com quem partilhamos algumas ideias e formas de estar, o que não implica que concordemos sempre com o que o outro escreve, mas respeitamos, pois estranhamente “conhecemos” o autor e a sua linha de raciocínio. em alguns casos sentimos mesmo a existência de uma relação afetiva.

mas não se pense que este aspeto torna os bloggers menos egoístas. é através do afeto que recebe, da partilha, do discordar de visões e opiniões, da discussão de ideias, que o blogger cresce, melhora e se torna uma pessoa mais rica. é tudo ganho!

há três anos que vou enriquecendo graças as pessoas que por aqui passam e graças aos blogs que visito. muito, muito obrigada a todos e a todas.

 

mami aniversario

imagem retirada daqui

 

neste terceiro ano tive um novo input: um hater(zinho) fabuloso que volta e meia vem cá trazer um pouco de fel. beijos e queijos para ele ou ela.

papas de aveia by me

a aveia é um dos cereais mais completos a nível nutricional e um dos meus preferidos. 

adoro papas de aveia um dos pequenos almoços mais simples e mais conhecidos pelo mundo fora.

há muitas formas de as preparar, partilho hoje as "minhas" papas de aveia.

papas de aveia by me

 ingredientes:

.5 colheres de sopa (rasas) de aveia

.200ml de leite magro (ou leite de soja) 

.1 pau de canela

.1 quadrado de chocolate preto

 

preparação:

.junte a aveia, o leite e o pau de canela no recipiente em que irá cozinhar as papas e deixe repousar durante cerca de 1h

.cozinhe em lume brando durante 5-7m depois de levantar fervura, até obter a consistência e cremosidade desejada

.retire do lume. recolha o pau de canela. sirva numa taça e acrescente um quadrado de chocolate preto cortado aos bocados

.delicie-se

 

 a receita pode também ser realizada sem a adição de chocolate. neste caso coloque duas lascas de limão conjuntamente com o pau de canela. pode também substituir o chocolate por uma conher de chá de mel.

embora tenha aqui usado o chocolate preto da jubileu, por norma uso o do minipreço, cujo preço é mais simpático e o sabor é igualmente bom.

se gostas de aveia vê também a receita de delícia de chia e aveia, preparada com farelo de aveia.

 

diz-se que: a aveia, por ser um hidrato de carbono complexo em zinco e vitamina e, favorece a gravidez

delícia de chia e aveia

esta receita é excelente para pequenas refeições (pequeno almoço, lanches ou ceia). é simples de fazer, tem apenas 4 ingredientes e são todos top e essenciais!

 

Ingredientes:

1 iogurte magro de aromas (sabor a escolha)

1 colheres de sopa com farelo de aveia

2 colheres de sopa de leite magro

1 colher de sobremesa com sementes de chia

receita delicia chia e aveia

 

salada de bacalhau com feijão frade - simples & rápida

gosto muito de comer. mas cozinhar todos os dias é uma seca.

gosto de ser criativa na cozinha em jantares especiais, ao fim de semana… mas no dia a dia o meu objetivo é comer saudável com a lei do menor esforço. como já tinha aqui referido arranjo sempre estratégias que me facilitem a vida.

a receita que hoje partilho, não tem ciência nenhuma e é ideal para o verão - e excelente para a recente onda da marmita, é um bom exemplo das minhas opções em termos alimentares no dia-a-dia:

 

salada de bacalhau com feijão frade

ingredientes

(para duas pessoas ou para dois dias intercalados):

salada de bacalhau com feijão frade

 .1 “malga” de bacalhau cozido e desfiado

.2 ovos cozidos e cortados aos cubos ou "gomos"

.1 frasco de feijão frade

.1 cebola picada

.1 tomate picado

.meia alface pequena cortada em juliana

.salsa, vinagre e azeite a gosto

preparação: juntam-se todos os ingredientes, tempera-se e voalá :d

 

 

sugestões:

.o bacalhau pode ser trocado por duas latas de atum

.o feijão frade pode ser trocado por grão

.no inverno serve-se quente, retira-se o tomate e a alface.

.costumo comprar o bacalhau já desfialho (congelado e demolhado)

 

 

diz-se que: esta salada é uma excelente opção para picnics de verão acompanhada com um refrescante vinho branco

por detrás das letras

sempre curti o estilo de sónia tavares. a primeira vez que vi os the gift foi numa festa da juventude na minha santa terrinha....há muito, muito tempo :)

o estilo dela então era diferente do que enverga hoje. mas o seu original toque pessoal esteve sempre lá. claro que gosto da banda, mas é inegável que após esse primeiro contacto o que me fez querer saber mais, ouvir mais foi a imagem de força e irreverência feminina que vi na sónia.

anos depois quando lançaram a música 'primavera' fiquei extremamente desiludia com a letra e como esta podia vir de uma mulher que admirava, de onde viria tanta carência, tanta conformidade, tanta dependência ...

 

Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti

Mesmo assim, quero ver-te sorrir...

E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três

Se quiser ser feliz....

 

manifestei esta minha desilusão com vários seres...até que um dia, uma alma iluminada, olhou para mim com aquelas caras que adoro e disse: a canção foi escrita para o filho. a mulher teve uma gravidez de risco que não saberia se teria ou não seguimento. a dor, o amor é perante o filho que poderia não vir a nascer e não sobre um homem qualquer!

fui de imediato ouvir a canção, com muita atenção e sob a esta perspetiva. depois da zanga veio a reconcilização com um afeto ainda mais intenso por esta mulher!

 

 

diz-se que: a música é linda!

 

 

 

14 alimentos para combater a retenção de líquidos

com a chegada dos dias mais quentes começa a minha saga contra a retenção de líquidos.

pesquisei e escolhi 14 alimentos para adotar de modo regular na minha dieta. a escolha teve como base os meus hábitos e gostos alimentares.

sendo vasta a escolha considerei mais eficaz optar por alimentos que me eram familiares e com os quais simpatizava. um segundo critério foi a sua riqueza nutricional tendo por base a sua ação diurética, a riqueza em potássio e em zinco.

14 alimentos para combater a retenção de líquidos

 

eis os 14 vencedores:

.abacate (rp, rz) | .abacaxi (d, rz) 

.aipo (d, rp) | .aveia (rp, rz) 

.banana (rp, rz) | .beterraba (rp, rz)

.cenoura (d, rz) | .espargos (d, rz) 

.laranja (rp, rz) | .limão (d, rz)  

.maça (d, rz) | .pepino (d, rz)

.sementes de abobora (rp, rz) | .tomate (d, rz)

 

alimentos diuréticos (d) – ajudam o corpo na libertação de líquidos | alimentos ricos em potássio - para contrabalançar o consumo de sódio, regularizando o equilíbrio hídrico do organismo (rp) | alimentos ricos em zinco – favorecem o sistema imunológico e reprodutor (rz)

 

também se debatem com a retenção de líquidos?

qual as vossas estratégias de combate?

jogos e personalidade

sempre fui "amante" de jogos, adivinhações e outros que tal.

no outro dia, rumo ao trabalho, ouvi este jogo nas manhãs da comercial:

estás em casa e acontecem em simultâneo as seguintes coisas - um bebé a chorar - o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - uma torneira mal fechada vertendo água - alguém a bater à porta - o telefone a tocar

o desafio é ordenar estas 5 situações por ordem de prioridade, ou seja, o que faria primeiro, depois, ... e por último.

aceitas o desafio?

 

jogos

 imagem retirada daqui

 

diz-se que: a tua escolha revela aspetos da tua personalidade

 

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deixo aqui o significado de cada item... façam a vossa análise ;)

 

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um bebé a chorar - família

o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - sexo

uma torneira mal fechada vertendo água - dinheiro

alguém a bater à porta - amigos

o telefone a tocar - trabalho

 

*

 

- post atualizado a 23/04/2018 -

casar? não, obrigada!

casamento? não, obrigada!

já fui uma princesinha que sonhava com o seu dia de reinado.

aos 20 anos já tinha tudo planeado.

aos 25 decidi avançar.

aos 26 dei por terminada tamanha loucura.

após decidir avançar com o casamento começamos a projetar o próximo ano: arranjar um espaço onde morar, organizar um casamento, preparar a viagem de lua de mel...

recém licenciados, o dinheiro era curto. um dia estávamos a discutir a aquisição de um LCD. eu estava a tentar ser racional e sugerir uma aquisição contida pois teríamos de ter também dinheiro para a nossa viagem. foi aí que o meu ex-mais-que-tudo assinou a sua sentença: "para que vamos gastar dinheiro indo para um lugar se podemos ter o mundo numa televisão top?" a imagem que tenho desse momento foi a de um cachorrinho que primeiro pasma e depois roda a cabeça para tentar compreender o que está a ser dito. após segundos desta postura canina argumentei "ver e viver são coisas completamente diferentes!". não obtive a compreensão que esperava sobre este assuno e ele também não.

este episódio não levou ao final da nossa relação, mas suscitou o principio do fim. nesta simples situação percebi que tínhamos visões diferentes do que queríamos para a nossa vida e passei a estar mais atenta a pequenas situações. por exemplo, eu trabalhava longe, fazia diariamente 120km para ir trabalhar. no final do primeiro ano decidi mudar-me para a localidade onde trabalhava - pela distância e pela necessidade do meu espaço, depois da faculdade foi muito difícil readaptar-me a viver em casa dos meus pais. o meu ex-mais-que-tudo para além de se opor - como se tivesse esse direito - ainda teve a lata de envolver os meus pais na confusão. esse foi o ponto final. e o pensamento: "como é que esta postura possessiva e redutora me passou ao lado ao longo de 5 anos de relação?" resposta imediata: 5 anos de faculdade e um namoro de fim-de-semana!

quando não há responsabilidades e decisões um relacionamento pode ser perfeito. quando se começa a perspetivar uma vida e a ser adulto começamos a perceber o que queremos e o que não queremos. e eu queria poder decidir o que era melhor para mim. fazer o meu caminho. atingir as minhas metas.

depois deste episódio não voltei a pensar em casamento. e que se entenda que não o digo com tristeza ou desilusão, mas sim com pragmatismo.

na minha vida adulta acompanhei muitos casamentos. vi muita coisa que me desagrada: dependência, possessividade, traição, submissão... assisti também a muitas coisas boas: cumplicidade, companheirismo, dedicação ... mas no fim o saldo nunca me convenceu, sobretudo quando entrava o divórcio e se descobriam obscuros, dívidas... e um rol de problemas.

claro que os prejuízos e benefícios das relações são semelhantes entre os casados e os que vivem em união de facto. a diferença é a facilidade com que podemos bater com a porta e tratar das questões legais. sei que é também esta diferença que pode levar a um investimento e entrega menor. mas é a procura do equilíbrio e da felicidade que guia a nossa conduta e as nossa decisões. lamento não acreditar no amor para sempre mas a vida mostrou-me que esse tem edição limitada e é só para os elegidos! 

a união de facto foi para mim uma excelente opção, assegurando os benefícios e limitando os riscos.

ontem voltei a pensar no casamento.

em conversa com uma mulher que muito admiro, viúva recente em que desconhecia a sua história, falou-me do marido, da sua doença e da luta de ambos. a determinado momento da conversa disse-me que passados 29 anos de viverem em união de facto decidiram casar. a razão? ela poder tomar decisões sobre a doença/tratamento do marido. referiu situações em que se sentiu posta de lado e ambos temeram que se ele perdesse faculdades eles deixariam de ser ouvidos. foi super engraçado ouvi-la a relatar o seu dia de casamento, com total despreendimento e como um processo administrativo e burocrático como tantos outros. não casou pela ilusão de uma amor, casou para ter a certeza que perante a lei poderia fazer o seu papel de cuidar e garantir os desejos de com quem construiu uma vida.

a união de facto é reconhecida pela lei, os direitos dos cônjuges estão assegurados, mas na prática ainda se encontram entraves e dificuldades ... pelo menos em meios mais pequenos.

 

diz-se que: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ... mudam-se as motivações. 

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil

relacionamentos

como explicar a amálgama de sentimentos que tantas vezes sentimos?

será verdade que é uma característica inerente ao género feminino? seremos umas mais voláteis do que outras?

ou, no que diz respeito a relacionamentos amorosos temos todas as mesmas sombras?

 

 

confesso ter saudades do meu "primeiro amor"; não pela pessoa com quem partilhei essa história – embora o recorde com ternura, mas pela magia, a inocência e a certeza da eternidade daquele sentimento.

sei, agora, que nada é eterno. nem o bom, nem o mau. chata a vida que nos ensina a desconfiar!

à medida que fui crescendo e acumulando desgostos, as minhas entregas passaram a ser "acauteladas", as decisões ponderadas - levando ao extremo a racionalização do subjetivo - e o jogo de poder constante - para garantir que deixo claro que não estou para que me magoem.

agora, até prova em contrário, e inevitavelmente aberta a essa possibilidade em consequência dos meus relacionamentos passados e de tantos outros que acompanhei e acompanho, tenho o namorido p.e.r.f.e.i.t.o.! para além de lindo – sim, sei que o amor pode deturpar a minha análise, mas o que interessa é como eu o vejo - é inteligente, tem princípios firmes, sentido de humor e, o mais importante, paciência de santo para as minhas inseguranças a variações de humor! tem, no entanto, uma forte falha para um ser sensível como eu: é autocentrado e nada romântico. mas é bom recordar que referi ter o namorido p.e.r.f.e.i.t.o. e não o príncipe encantado!

perante este cenário, deveria estar feliz e aproveitar cada segundo na sua companhia... e é o que acontece... quando não sou possuída pela névoa da insegurança e o meu desejo irracional de ser o centro do seu mundo. por vezes sou tão infantil que nem eu mesma sei como lidar comigo! e é aqui que vejo naquele ser toda a perfeição e afeição do universo. lida comigo de forma tão assertiva que me faz sentir “idiota” pelos meus desvarios!

porque o faço pagar pelas minhas deambulações amorosas? porque não acredito cegamente no seu amor?

a vida torna-nos frios e racionais, desprovidos do encanto e a magia de acreditar no "foram felizes para sempre". este aspeto não te de ser um fator negativo. ter noção das fragilidades de um relacionamento permite-nos lidar com ele de uma forma mais construída e até prevenir certas situações que possam surgir e fazer mossas na relação.

um relacionamento implica sempre duas pessoas. e cada uma delas é um ser único e especial, com as suas “taras e manias”. cada um tem as suas necessidades, os seus valores e exigências … nem sempre são compatíveis ou entendidos pela outra pessoa. a consciência disto dá-nos uma arma poderosa para “salvar o amor”.

a experiência traz-nos a consciência de que as relações são frágeis e por isso têm de ser trabalhadas e alimentadas.

traz-nos também a sabedoria para aceitar que as pessoas não mudam. ou seja, não mudam traços da sua personalidade, podem mudar alguns comportamentos, mas não mudam a base destes. assim, se o nosso companheiro tiver uma característica com a qual não conseguimos lidar, o melhor é deixar o barco enquanto a maré está calma.

a paixão surge naturalmente e é maravilhosa, mas um relacionamento estável e feliz é construído. essa construção exige trabalho, aceitação, entrega, partilha, empatia, sentido de humor, respeito e valorização do outro.

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil… todavia a cumplicidade atingida e a certeza do afeto do outro, valem bem a pena!

 

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