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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

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uma maratona diferente

adoro lisboa.

já adorava antes de a madonna a descobrir. 

nunca vivi a tempo inteiro em lisboa. mas a cada visita aumenta a minha paixão.

sei que um dia, há muito que o sei, acabarei por me mudar para a capital.

mas este fim-de-semana foi, mais uma vez, só de visita.

.o.mais.que.tudo. foi correr a rock'n'roll maratona de lisboa.

eu, para além do avançado estado de gravidez, desde que me foi diagnosticada preguicite aguda, não me meteria nesse (doloroso) filme!

já acompanhei .o.mais.que.tudo. em várias provas (berlin, paris, londres), feita maluquinha usando o metro para o "apanhar" e dar alento em vários pontos do percurso (por isso, de certa forma fiz as minhas próprias maratonas).

em lisboa tal não é possível, a prova começa em cascais e termina no terreiro do paço! é certo que não estou para grandes correrias - o pipo inibe esse tipo de loucuras, mas acho uma chatice não haver a possibilidade de acompanhar a prova em vários pontos, até porque sabemos que há determinados momentos, por exemplo aos 30km, que é preciso um boost de energia (e nada melhor do que uma namorada linda com um belo pipinho para dar esse incremento de energia).

resta-me aguardar na meta pela sua chegada ... parece que vão oferecer gelados 

maratona-lisboa.jpg

imagem retirada daqui

há coisas que...

só pensamos nelas quando acontecem! depois do ritual de preparação de passagem de ano ... lá decidi no dia 30 comprar uns trapitos para estrear... ignorei todas as indicações de cores e optei por ser eu e comprar o que gostava, ponto. comprei este lindo e maravilhoso vestido:

8179638500_1_1_1.jpg

não se pense que foi fácil, pois moça de ideias feitas que sou...quando o vi decidi que tinha de ser aquele, claro que...não tinha o meu tamanho. assim, em dia de loucura e de filas de 30m para entrar no shopping e estacionar, 30m na fila para experimentar e mais 30m na fila para pagar... vou do colombo ao vasco da gama (na esperança que nos 30m de viagem os 3 vestidos existentes do meu tamanho não sejam comprados por 3 miúdas de bom gosto). cheguei, vi e venci. tinha um lindo vestido para receber 2017!

após um jantar maravilhoso preparado pelo mais que tudo, pegamos na nossa garrafa de espumante e rumamos ao terreiro do paço. a animação na rua, uma lisboa intercultural e as luzes da cidade, foram um bost de energia para os 3km que tínhamos de fazer a pé.

no final da rua augusta, no aconchego do povo, na maré de gente ou na massa humana (o que acharem mais adequado) percebi que tinha cometido um grande erro ao escolher o vestido para essa noite. foram simples as evidências: fiquei presa à carteira de uma miúda... o meu sublime vestido de renda bordada encaixou numa peça da carteira da moça criando proximidade e ligação intensa a uma desconhecida...após alguma paciência, que durou cerca de 30 segundos, e cooperação da miúda lá decidi romper a nossa ligação (e um pouco do meu belo vestido), mais três passos e … "engato" no fecho do casaco de uma exótica japonesa, que muito simpaticamente me ajudou a resolver a situação (aqui consegui salvar o vestido!). o mais que tudo olha para mim, sorri, retira-me da multidão, beija-me  ... e arrasta-me para a rua paralela, menos movimentada e onde as hipóteses de estabelecer ligações imediatas com desconhecidos é menor!

conclusão: não usem renda entre o calor da multidão!

vizinhos sem civismo

civismo

há pouco tempo adquirimos um apartamento, num prédio antigo, no centro de lisboa.

o prédio foi totalmente requalificado, todos os apartamentos foram rapidamente vendidos, pelo que, nos "mudamos" todos mais ou menos ao mesmo tempo. 

a empresa de condomínio é um apêndice da empresa que executou a obra do prédio, pelo que foi quase que assumido que seria essa a empresa a contratar.

não vivo (ainda) "a tempo inteiro" no apartamento. numa das minhas primeiras visitas ao prédio, assim que abro a porta deparo-me com 3 caixotes do lixo (daqueles verdes do município) apinhados e emanando um odor insuportável! - imaginem a minha cara ao entrar no prédio e levar com este cenário. pensámos: é verão podem haver menos serviços de recolha.

manhã seguinte o mesmo cenário acrescido de uma cerca de garrafas de vinho (sei as marcas preferidas dos vizinhos, visto que dispuseram as garrafas dignamente evitando a humilhação de as meter em sacos!).

ao terceiro dia o cenário nojento teve novos acréscimos! Intolerável, do meu ponto de vista! fomos de férias e ao voltar o cenário manteve-se (embora com "novo lixo"). decidimos que teríamos de falar com o condomínio...o tempo foi passando e não o fizemos, embora a situação se mantenha (mas como só nos lembramos quando lá vamos - em média uma vez por mês - temos facilitado!)

há dois meses o simplex reparou num pormenor absolutamente absurdo: a vizinha da frente coloca o seu lixo num saco de plástico à porta do apartamento, ou seja no corredor que nos é comum (existem apenas 2 apartamentos por andar). ora bem, eu conheço o apartamento dela, pelo menos a sua arquitetura e tenho certeza que a senhora tem varandas!

qual o grau de falta de civismo é necessário para deixar religiosamente o lixo num espaço que é comum? esta semana passei-me! cheguei a casa e ao sair do elevador senti um odor nauseabundo, fixei, e era, obviamente, o lixo dela. 

na próxima semana há reunião de condomínio e terei de explicar as pessoas que devem serem menos porcas e respeitar os espaços comuns!

encontrei na deco o artigo vasos de flores nas escadas do prédio dão coima que, embora visual e olfativamente mais interessante, ajuda-me a encontrar um argumento, para além da prática ativa da cidadania, para exigir que esta senhora guarde o lixo dentro da sua habitação ou que o leve ao respetivo contentor na rua (e não dentro do prédio! - esqueci de dizer que o argumento de termos contentores do lixo dentro do prédio é para evitar o furto dos mesmos...e do respetivo lixo).

lixo

decidi atualizar o post com uma foto para compreenderem a dimensão :(

este é o cenário assim que entramos no predio!

as cinco estrelas uber

uber

 imagem retirada daqui

 

hoje foi a minha estreia na uber.

baixei a aplicação, fiz o registo (temos de adicionar meio de pagamento: cartão de crédito ou paypal) e pedi um uber.

na verdade não foi assim tão fácil; como de costume estava atrasada e portanto estressada. então sem grande exploração da aplicação coloco para onde quero ir e chamo o uber, a questão é que na verdade estava a dizer ao sistema de onde queria sair… apercebo-me quando aparece a foto do jeitoso condutor com as indicações no mapa do tempo de demora ao local onde estava que, na verdade, era o local para onde queria ir. tento cancelar e não vejo como…saio da aplicação como se isso resolvesse tudo e volto a entrar…estando tudo igual. respirei fundo (sentindo a iliteracia digital a percorrer-me as veias) e lá encontrei como cancelar.  ao cancelar é-nos pedido que assinalemos a razão, mas não havia a opção do “aselhice de principiante”!

depois desta emoção inicial, lá fiz tudo direitinho. recebo a fotografia do sr. uber, a sua localização e o modelo e matrícula da viatura. ora bem eu sou muito limitada no que diz respeito a veículos automóveis. para mim um carro é da cor que é e pouco mais. assim, toca de decorar a matrícula – e assim identifiquei o sr uber (que no final da viagem me deu 5 estrelas :d )

com o caos da cidade em obras e eu a viajar em hora de ponta… lá fizemos um animado percurso. o senhor gostava de falar e eu sou boa ouvinte. o sr tinha começado a trabalhar na uber há pouco mais de uma semana e, numa viagem de 7km pela cidade, tive um curso intensivo do que é isto da uber.

vou partilhar o meu recém adquirido conhecimento (baseado na partilha do sr. uber):

. a uber é uma empresa americana que recebe uma percentagem por todos os serviços realizados baixo a tutela uber (em todo o mundo! – questionei-me: porque raio não tive eu uma ideia destas?!);

. atualmente já não é fácil, em portugal, um cidadão pegar no seu carrito, inscrever-se na uber e começar a fazer transporte (isso era d’antes)

. agora existem “patrões” que compram carros e depois “contratam” pessoas – em regime de prestação de serviços, para os conduzir (em turnos de 8h a 12h)

. “para ganhar 40€ por dia tenho de faturar 100€”, dizia o sr. uber, “pois uma parte vai para uber, outra para o patrão e eu recebe apenas uma comissão”, “no final do mês passo o recibo e ainda tenho de fazer os descontos”

. “as pessoas não se aguentam muito aqui, não é muito compensador”, conclui o sr. uber

. a câmara não dá mais licenças para taxistas pois argumenta que já há muitos, “mas todos tem muito trabalho”. “e depois nós [uber] fazemos os trabalhos que os taxistas não querem” -referindo-se a trabalhos de curta distância

o sr. uber estava a refletir sobre a vida e as suas condições salariais, eu aproveitei para adquirir algum conhecimento sobre essa realidade e no fim…também lhe dei 5 estrelas!

 

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