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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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e riram-se do nariz encarnada do rudolfo

quando pensas que já tinhas visto tudo… estás a ver, por solidariedade, o canal panda e deparas-te com a publicidade de um unicórnio cuja magia é fazer uma poia colorida.

nada tenho contra poias.

por o nenuno a fazer cocó já me parece absurdo 

(amo a minha filha e mas nunca fiz esta cara de encantamento a limpar-lhe os seus cocós bombásticos)

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imagem retirada daqui

 

vender peluches em forma de generosa poia é, para mim, inexplicável…

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agora unicórnios a defecar poias arco-íris é muito boom festival!

 

 

se a minha filha alguma vez tiver "a falta de chá" de me pedir qualquer coisa relacionada com poias ofereço-lhe o tradicional "peido líquido" para ela perceber o hediondo da coisa e não andar a fantasiar com cocó!

 

 

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desafio do advento dia 15 de dezembro

coisas que me espantam

um dia destes tive de ir com a pequena à pediatria do hospital – as melgas de outono despertam na princesa reações alérgicas descomunais.

enquanto estava na sala de espera, chega uma família com uma criança de 6 ou sete anos. ouço a descrição que a mãe faz dos sintomas da crianças “mal estar, dor de barriga, vómitos”. a família senta-se enquanto aguarda ser chamada para a triagem. a mãe pede ao companheiro que vá buscar um leite achocolatado e umas bolachas para a menina. eu fico parva a olhar e a pensar mas carago a menina não está com dores de barriga?! 

o senhor diz que a máquina não tem leite achocolatado mas que tem iogurte, a senhora desagrada diz que iogurte não, que o melhor é um chocolate 

coisas que me espantam

imagem retirada daqui

 

ora bem, a não ser que a criança tenha uma necessidade crónica de chocolate, não consigo compreender esta atitude!

 

 

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desafio do advento de 14 de dezembro

há cada uma #23

há muito que não escrevia nesta bela rubrica. mas tenho uma situação desta quadra natalícia que seria imperdoável não partilhar com as belas pessoas que por aqui passam, na esperança de lhes despertar um inusitado sorriso de “como é que é possível?!”

já viram o afortunad@s que são ?!

vamos agora ao que interessa: a história.

anos atrás, a instituição onde trabalhava, aproveitava as mega promoções de brinquedos do jumbo (até 60% de desconto e por vezes mais) para comprar as prendas de natal para as crianças.

normalmente ia a estas compras com uma colega minhas por sermos ambas responsáveis por valências (agora respostas sociais) com crianças.

por norma comprávamos cerca de 150 prendas. era sempre uma manhã enfiadas no meio dos brinquedos, na conversa com os funcionários de secção e de armazém. era cansativo mas também divertido.

num ano, após fazer as compras enquanto aguardávamos que fizessem os embrulhos, saímos do shopping, com dois carrinhos de supermercado cheios de tralha, para a minha colega fumar. era dezembro mas estava um belo dia de sol. sentámo-nos nas escadas do exterior do  centro comercial. estamos numa amena cavaqueira quando passa um senhor que se dirige a nós dizendo: “boa tarde meninas, desculpem, mas tenho de vos dizer, tão bonitas que vocês são podiam andar na prostituição e andam aqui a trabalhar”. estamos nós parvas a entreolhar-nos e a olhar para o senhor de boca aberta a tentar perceber o tom e que mensagem queria ele transmitir enquanto ele sobe à sua motoreta e arranca rua fora.

e pronto,

quiçá eu e a minha amiga passamos ao lado de uma (boa) carreira na prostituição

ou

quiçá o senhor queria ser o nosso “agente”.

ou,

quiçá aquilo foi um elogio ao trabalho.

ou,

quiçá foi apenas um devaneio

há cada uma #23

imagem retirada daqui

mas na certa… há cada uma!

 

 

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desafio do advento dia 12 dezembro

há cada uma! #22

hoje vou dar-me a honra de participar neste espaço ;)

depois de ter partilhado a minha primeira história, hoje venho subir… ou quiçá seja mais adequado dizer “descer” o tom.

uma característica da minha personalidade é ter pouca paciência para pessoas que não me acrescentam nada – creio que esta característica surgiu e se aprimorou com a idade. não sou uma snob arrogante – embora muitos pensem que sim; a questão é que o tempo que tenho para conviver com os outros é cada vez menor, por isso opto por investi-lo com as pessoas de quem efetivamente gosto.

após este breve enquadramento cá vai a história de hoje:

há uns anos uma rapariga que trabalhava na mesma entidade que eu, doravante denominada a moça, decidiu ofender-me numa mesa de café, com um grupo de colegas de trabalho. tal atitude surgiu por eu, na véspera, a ter ignorado numa festa de aldeia – contra mim confirmo que este facto é verdade, mas não esperava ser apanhada já que estavam centenas de pessoas naquela festa. no entanto nada justifica ofensas ao nível do discurso: “aquela filha da ****, a partir de hoje que não me dirija mais a palavra”. mas confesso que acatei o recado religiosamente, até porque ia ao encontro da minha vontade.

e assim foi durante um ano ou mais. um triste dia eu precisava de uma segunda pessoa para  a realização de uma atividade. embora a moça não trabalhasse na mesma área do que eu, como estávamos em agosto, não havia muita escolha. assim, foi-me dito que a pessoa que me acompanharia seria a moça. revirei os olhos, bufei e engoli.

no dia da atividade, num local idílico, num momento de pausa, eu e a moça estávamos sentadas uma frente a outra nuns banquinhos de madeira. a moça vira-se para mim e começa a falar como se fossemos as melhores amigas. eu impávida e serena, nem abria a boca, mas por educação e, quiçá, instinto, lá ia acenando com a cabeça. fiquei a saber do namorado, das quecas, dos gostos de ambos... enquanto ansiava pelo fim daquele momento – eu sei que estão a pensar que eu poderia ter acabado com aquilo… e é verdade! mas eu tinha prometido à minha colega de trabalho “que me ia portar bem” para não piorar a situação com a moça.

se acham que o pesadelo vivido acabava aqui…estão muito enganad@s!

a dada altura quando a moça descreve as suas preferências, informa-me que adora ver-se toda depilada. que é uma frescura e liberdade total e esteticamente é muito mais apelativo. enquanto eu processo a informação e questiono mentalmente em que é que isso contribui para a minha felicidade, a moça não tem mais do abrir as pernas, arredar a cueca para o lado e mostrar-me a sua patareca toda pelada. a minha cara deve ter parecido a de uma caricatura do filme a máscara, onde os olhos saltam fora da órbitra e sai um grito mudo de horror 

há cada uma!

há cada uma #22

 imagem retirada daqui

 

para recordar:

há cada uma! #21

há cada uma! #21

miss queer, autora do blog dez segundos, é a nossa convidada desta semana.

moça simpática de meigos costumes, procura sempre superar-se e partilhar o melhor de si… com um latente sentido de humor descomplicado e descomplexado. sou fã.


«Bom dia, coisas lindas que leem a mami mais gostosa do pedaço!

Em primeiro lugar, devo um pedido de desculpas à anfitriã… então não é que ela me pediu esta história em maio e eu me «esqueci»? trabalho para aqui, trabalhos para ali, exames para acolá e passou-me de ideia! Uma vergonha, eu sei! 

Pensei contar-vos uma história de quando fui ao Avante e, uma noite, já bêbeda, sem saber bem como é que cheguei à paragem de autocarro, um carro abrandou do outro lado da estrada. De repente, quando eu e a D. demos conta, o carro estava à nossa frente. Os moços tentaram engatar-nos para sairmos com eles… com uma frase muito bonita… «Daquele lado da estrada já se vê quão cativante é o teu olhar!». Já disse que estava bêbeda? Não preciso dizer que me parti a rir na cara deles, pois não? Felizmente o autocarro apareceu e salvou-nos!

Mas a história que vou contar não é essa.
A história escolhida remonta ao meu primeiro ano de faculdade, tinha eu 19 anos e ainda não tinha assumido (nem para mim própria) a minha orientação sexual.
Tinha uma colega… estranha! (estou a ser bastante simpática!)
Passado pouco tempo de nos conhecermos, a miúda veio pedir-me para ir com ela comprar… cuecas comestíveis (penso que queria comprar mais alguns adereços). Não, não era para usar comigo! Era para usar com um rapaz que tinha conhecido. Mas é um pedido estranho para fazer a alguém que mal se conhece!
Algum tempo depois, estávamos a fazer um trabalho e o restante grupo foi buscar o almoço, ficando eu sozinha na mesa com a A. O que após o pedido descrito anteriormente era assustador. Conseguem imaginar ficar pior? Não?
A A. disse-me:
- Estou a ler isto e estou a ficar com ânsias de ser tocada.
Piorou, certo?  Estando sozinha com ela, ela dizer-me aquilo… Não, A., não te vou tocar!
E podem estar a pensar «Que raio de trabalho estavam a fazer para ela ficar com esses desejos?»… Não, não tinha nada que despertasse tal! E fugi. Fui ver se as outras ainda demoravam… Decisão sensata, penso eu…
Mas não, ainda não fica por aqui…
Passado algum tempo, a mãe de uma colega deu-nos boleia. Nesse dia, eu estava com umas calças rasgadas. A A. começou a meter-me a mão na perna e, pior ainda, para dentro dos rasgões! E disse alguma coisa, mas que a minha memória não guardou, felizmente! Para me escapar… Meti a mão na perna da colega que estava ao lado, que disse uma piada qualquer e a A. lá percebeu!
Que me lembre, foi a última tentativa da A., que, entretanto, desistiu do curso e foi viver para o Alentejo com o rapaz das cuecas comestíveis.

Importa explicar que, nesta fase, partissem de mulheres ou de homens, eu não suportava este género de coisas. Estava mal resolvida, bem sei. Hoje em dia, rir-me-ia de qualquer uma das situações… Mas continuaria a fugir da A.!»

 

há cada uma! #21

imagem retirada daqui 

não vos disse que esta moça era genuína e transparente?! adoro!

eu tive situação semelhante com um moço. que raio de pessoas são estas que acham que simpatia é sinónimo de disponibilidade e que o nosso corpo é de acesso aberto?!

 

para recordar:

há cada uma! #20

há cada uma! #20

olá gente bonita 

em dia de “há cada uma!” temos a visita da maria, autora do blog sorriso incógnito – um blog onde a maria partilha opiniões, looks e muito mais, sempre num tom meigo e honesto … mas sem deixar de por o dedo na ferida quando necessário.

assim é a história que partilha connosco: honesta, indignada e onde transparece o seu bom coração – sem receio de julgamentos!

 

"Com certeza há muita gente que já passou pelo mesmo e ainda hoje, tal como me acontece, ainda se confronta com isso mesmo "Há cada uma...".

Ora, um dia estava eu a trabalhar e o telefone da empresa tocou e fui eu a atender. "Estou sim?"

Do outro lado uma voz seca, direta e num tom desagradável, nada simpático:

"Olhe estou a ligar porque há um menino x que foi abandonado pelos pais e tem uma doença grave e está a morrer, precisa de dinheiro para a cura, quer ajudar?"

Começo eu, de testa franzida pelo tom da senhora, como se a mesma me pudesse ver: "Olhe desculpe, sabe, eu sinceramente…" interrompendo-me diz-me "não quer ajudar? Sabe que, ele já foi abandonado pelos pais e se você também não o quer ajudar ele vai morrer!".

Levei um balde de água fria. Sou sincera. Mas fui ainda mais fria, engoli em seco meia dúzia de vezes e só lhe consegui dizer que, sempre que posso ajudar alguém que precisa eu tento. Desliguei a chamada ainda a tempo de a ouvir dizer "olhe que deus esteja consigo!" com um tom não menos arrogante que toda a conversa.

Acredita, não consegui tirar aquilo da cabeça e a voz da senhora entoava-me. Estragou-me o dia como se costuma dizer. Fiz uma chamada solidária para a ONV só para ouvir que ajudei uma criança a sorrir, não para me justificar com o que quer que seja, já não é a primeira vez que tento contribuir na ONV ou de outra maneira possível das tantas que há. Mas aquela voz não me "largou". O dia correu-me mal. Cheguei a casa ainda meia incrédula e desabei em lágrimas enquanto contava aos meus pais. Que rapidamente me fizeram "desanuviar" o problema.

A senhora não se identificou, não houve mais dados, zero de informações, foi somente aquilo. Que nem consigo qualificar de tão duro que foi ouvir aquela prepotência parva e pressão psicológica. Mas aquilo foi suficiente para eu me sentir mal e ter um misto de emoções internas que só consegui extravasar quando chorei de raiva e partilhei o que me aconteceu.

Não me martirizei mais por isso, infelizmente sei que todos os dias há crianças em luta pela vida e que todos nós temos o dever de ajudar quando pudemos. Não chegamos é com as mãos a todos. É um facto. E sou uma desconfiada em pedidos de ajuda principalmente à distância, nada identificados (e o que não falta são falsos pedidos também). A vida faz-nos assim. Um miúdo na rua pede-me dinheiro para comer, ou pago-lhe a comida se quiser ali na zona, não dou dinheiro para cair nas mãos de outros.
Confesso, senti uma raiva que, ainda hoje, não consigo explicar.
Ele há cada uma..."

há cada uma! #20

 imagem retirada daqui

 

eu ficaria como tu, incomodada pela postura da pessoa, por usar algo tanto sensível como uma criança doente, quer seja verdade ou mentida, não há telemarketing no que toca à saúde das pessoas!

obrigada pela tua partilha 

 

para recordar:

há cada uma! #19

há cada uma! #19

a estrela desta rubrica nesta semana é - ouvem-se os bombos - … a gorduchita.

no seu blog “a vida da gorduchita” partilha com os seus leitores o seu dia-a-dia, as suas lutas, as suas vitórias, as suas frustrações … é um blog escrito na primeira pessoa, no qual através da sua experiência inspira outros, no apelo latente à reflexão sobre a realidade de cada um ou da inspiração proporcionada pelas diversas coisas que vai fazendo e experimentado.

 

"Quando andava na faculdade, vivia no Porto, mais concretamente na Rua Antero de Quental, muito próximo do cruzamento com a Rua da Constituição.
Apanágio de uma vida académica agitada, chegava muitas vezes tarde a casa. Aquela zona não é (não era, pelo menos) maravilhosa para estacionar, e deixava frequentemente o carro na Rua da Constituição junto a um night club (sim, daqueles frequentados essencialmente pelo sexo masculino), porque era perto e era onde arranjava sítio. Parava por lá, habitualmente, um arrumador, que sempre foi cordial comigo e praticamente rejeitava quando, uma vez por outra, entendia por bem dar-lhe uma moeda.

Certa noite, tinha ido a casa de uns colegas que moravam nas redondezas e regressava a pé. O senhor arrumador acha por bem atravessar a rua e vir falar comigo, e convidar-me para sair.
Fiquei meia parva a olhar para o homem (nunca me passou pela cabeça tal cenário - nem do convite nem de o aceitar, obviamente) e comecei a balbuciar uma resposta atabalhoada que era época de exames e que tinha de estudar e que não tinha tempo... (nestas alturas nunca nos ocorre dizer que namoramos com um segurança da noite, daqueles "bem quadrados" e que ele é muito ciumento...)
O sujeito olhou para mim e diz com um tom ainda hoje acho que foi um pouco ameaçador: "vê se arranjas tempo!".
Acenei que sim, que ia ver e toca de acelerar passo para casa.

Escusado será dizer que nunca mais estacionei naquela rua, nem sequer daquele lado, para nem ter de passar por ele, o que me obrigava a uma busca por lugar bem complicada e uma caminhada bem maior...
Mas não valia o risco. Nunca mais queria cruzar com aquele homem..."

 

 

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 imagem retirada daqui

 

e assim se parte o coração de um homem!

 

olhem tão modesta a nossa menina “ainda andei a magicar que história contar (até porque, sou franca, acho que não tenho assim muitos episódios dignos de serem relatados). mas este penso que cumpre os requisitos da rubrica.” minha linda um muito obrigada por esta história que em tudo cumpre os requisitos da rubrica.

 

para recordar:

há cada uma! #18

há cada uma! #18

e hoje, em semana de regresso à labuta, encerramos – por enquanto - o ciclo de participações da bruxa mimi nesta rubrica.

 

“O terceiro episódio passou-se comigo, no parto do Feitiço. Embora o parto tenha sido induzido para que fosse a minha médica a ajudar a pôr a criança cá fora, acabou por não ser ela a fazê-lo, porque o chefe a tinha posto, naquele dia, simultaneamente nas urgências e a dar consultas. Brilhante, da parte do chefe!

A minha médica passou a manhã de um lado para o outro. As coisas estavam a evoluir bem. Já tinha levado a epidural, as dores nunca foram muito fortes… Uma maravilha.

Às treze horas e alguns minutos, entram no meu quarto umas enfermeiras parteiras, fazem o ponto da situação e dizem que o bebé está pronto para nascer. Eu e o Rogério ficamos assim a olhar um para o outro… queríamos que fosse a minha médica a terminar o serviço! Mas, parvos (ou parva, eu apenas), não disse(mos) nada.

O Feitiço nasceu sem complicações. Tinha apenas 2750 g, mas mesmo assim a enfermeira fez um corte «para não rasgar». O corte não foi problema. O problema foi a costura. Uma enfermeira mais experiente estava a dar indicações à outra. A avaliar pelo que ia sendo dito, a nova não era particularmente habilidosa. E eu sentia os puxões e aquilo estava a doer-me. E queixei-me (ou simplesmente disse uns «ais» e «aus», sinceramente não me lembro). Do que não me esqueci, foi da resposta da enfermeira: «Não pode estar a doer, porque está no auge do efeito da epidural».

Ainda hoje me arrependo de não ter feito queixa da situação. Não eram as enfermeiras que sabiam se me doía ou não. O efeito da epidural não é sempre igual. Não é como 2+2=4. Para mais, eu tinha a experiência do parto da Vassoura, em que, quando a (minha) médica me estava a coser e eu me queixei, ela não duvidou do que eu dizia e me colocou uma anestesia local, em spray, tendo cosido o que faltava sem que eu sentisse nada.

 

há cada uma#18

imagem retirada daqui

 

Com esta história termino a minha participação nesta rubrica. Obrigada, mami!”

obrigada a ti por toda a tua generosidade!

 

é pena constatarmos que existem ainda profissionais que parecem viver no “auge” da estupidez e da falta de respeito pelo utente.

por norma nestas situações nos estamos fragilizados e incapazes de responder/agir como seria exigido para romper com o ciclo de desrespeito.

 

 

há cada uma! #17

a bruxa mimi, reincidente neste espaço , depois de nos contar uma aventura nos transportes públicos neste belo recanto à beira-mar plantado, traz-nos hoje mais uma divertida história.

desta vez a história passou-se, há quinze anos, com a sua irmã margarida - uma família animada é sempre uma festa 

 

"Esta história passou-se com a minha irmã Margarida, quando estava no hospital, em Faro, depois de dar à luz a sua primeira filha.

Para que o que vou contar faça sentido, tenho de dizer a morada da minha irmã, na altura. Mas posso inventar uma rua e um número, que vai dar ao mesmo. A minha irmã morava na Rua Princesa da Ria, N.º 32, em Faro.

Noutra cama do mesmo quarto de hospital estava outra puérpera (para quem não sabe, é isto que se chama às mães depois de darem à luz, naqueles primeiros dias), a Catarina (nome fictício).

A certa altura aparece no quarto uma funcionária para confirmar as moradas. Dirige-se à Catarina e pergunta-lhe se a morada está certa, isto é, se mora na Rua Princesa da Ria, N.º 32. Ela diz que sim, que mora lá.

A minha irmã escuta aquilo e diz imediatamente: «Não moras, não. Essa é a minha morada!». A Catarina responde: «Eu moro no 1.º andar.» E a minha irmã: «Não, não moras. No 32 só há uma casa, não são apartamentos.»

A situação acabou por ser esclarecida. A Catarina morava em Albufeira, mas queria ter a criança no hospital de Faro, por isso tinha arranjado uma morada de uma amiga que morava na Rua Princesa da Ria, mas noutro número qualquer. Como não sabia bem a morada, trocara o número ao preencher os papéis.

No resto do tempo, quando a funcionária (provavelmente uma enfermeira) entrava no quarto, dizia sempre: «Então, como é que estão as mães que moram na mesma casa mas que não se conheciam?»."

há cada uma #17

imagem retirada daqui

 

um esquema tuga tem sempre resultados surpreendentes 

vai daí que viviam numa mesma casa em realidades paralelas! 

esta é uma daquelas situações surpreendentes que merecem, sem dúvida, um "há cada uma!"

 

obrigada bruxa mimi pela generosidade da partilha 

 

para recordar:

há cada uma! #16

 

há cada uma! #16

bom dia 

depois de um fim de semana de um calor assustador, cá estamos nós com um tempo novamente "estranho" para o meu "querido mês de agosto".

mas há algumas constantes na vida, e neste blog temos a rubrica "há cada uma!" 

houveram bloggers muito generosas na partilha dos seus momentos mais originais. uma delas foi a querida sofia. partilhei aqui a sua primeira história e hoje vamos rir um pouco com a segunda!

 

" Ena pá tanta mosca!"

 

Andava eu na preparatória, no 5º ano, nas aulas de Ciência da Natureza estávamos a dar a reprodução humana, lembram-se desta altura divertida?

 Aposto que sim, mas mais divertida foi para mim e para a minha turma, quando numa dessas aulas a professora colocou um vídeo sobre a dita matéria, para aprofundarmos os nossos conhecimentos!

Estava tudo caladinho, de vez em quando ouvíamos uns risinhos, heis que surge na televisão um óvulo cercado por uma data de espermatozoides, nesse mesmo instante a minha colega Rita diz " Ena pá tanta mosca!", foi gargalhada geral, eu chorei a rir, até a nossa professora que estava sempre séria, não conseguiu deixar de rir, acho que fui a única vez que a vimos rir.

Esta aula foi inesquecível, espero que tenham tido aulas tão divertidas como esta. Ahahaha!"

há cada uma #16

imagem retirada daqui

 

é maravilhosa a ingenuidade das crianças ... ou quiçá a maravilhosa capacidade de fazer brilhantes comparações 

obrigada sofia por mais este momento!

 

para recordar:

há cada uma #15

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