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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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completa a frase...

Mais um desafio bom 

Desta vez foi a minha querida sandra dias do blog sandra e os amigos caninos, que me desafio a completar 15 frases.

eu que quase nunca falho, cá estou a responder 

sobre mim

imagem retirada daqui 

 

Sou muito … fiel

Não suporto … mentira

Eu nunca … matei 

Eu já … tirei macacos do nariz

Quando era criança … detestava a minha irmã 

Neste exato momento … estou no trabalho (não contem ao chefe ;) )

Eu morro de medo… de morrer

Eu sempre gostei … de olhares cúmplices
Se eu pudesse … viajava sem destino e sem limite

Fico feliz quando … a minha pequena sorri

Se pudesse voltar no tempo … despedia-me dela

Adoro … aqueles 10m matinais de total silêncio e um café de forte aroma que vai despertando aos poucos o ser que habita em mim. 

Quero muito … sentir-me realizada profissionalmente

Eu preciso… de sol

Não gosto de … más energias

 

beijocas e um excelente fim-de-semana 

este verão vou ...

obrigada minha querida célia e doce alfa pelo desafio.

é sempre bom ter razões para pensar em coisas agradáveis…neste caso, no verão…aquela estação que tanto promete e nem sempre cumpre – sim, estou algo ressabiada 

 

Assim, as 10 coisas que eu vou fazer este verão são (sim, porque se eu quero…):

 

1 - ver o verão chegar

2 – beber um bom vinho branco enquanto vejo o por do sol

3 – dançar à chuva desfrutando do odor da terra quente refrescada pela chuva

4 – ter boas conversas, ao ar livre,  pela noite dentro com os amigos

5 – comer muita sardinha com pimentos grelhados e broa

6 – ver a minha pequena comer areia e chapinhar no mar

7 – namorar … muito!

8 – ler um livro (nem que seja pequenino)

9 – comer salada de tomates “coração de boi” do quintal da minha mãe, temperada com azeite, sal grosso e manjericão fresco

10 – passear com a família, mimar os meus pais e deliciar-me com os sobrinhos

este verão

 à procura do verão! imagem retirada daqui

 

pessoas lindas se puderem passem no blog vizinho e leiam e, se quiserem, atuem sobre esta situação: mensagem de ódio

a profecia que se autorrealiza

depois dos 30 desenvolvi uma certa alergia à idade (à minha).

a ideia de envelhecer é assustadora, e não se pense que é porque tenho mais 10 brancas ou 2 rugas novas - embora não negue que incomoda um pouquinho, é sobretudo pela perca de “tempo”, ou seja, cada ano que passa é menos um ano que tenho (independentemente de ainda ter mais 5, 15 ou 50 pela frente), e independentemente de tudo o que fiz no último ano ou na minha vida até agora.

sempre fui um ser insatisfeito (fá incondicional de antónio variações). sempre quis mais, fazer mais, conhecer mais, viver mais experiências.

a que se autorealizaprofecia

imagem retirada daqui

 

porém há coisas que ou se fazem em determinada idade ou ficam desprovidas de sentido. não sou extremista, mas há coisas que têm o seu tempo e o seu contexto. por exemplo, sempre quis fazer um interrail pela europa, durante o liceu a nega dos meus pais foi constante, durante a faculdade as despesas eram focadas na minha educação e isso seria um luxo, quando comecei a trabalhar, nunca pude ter o tempo de férias seguido exigido para esta aventura… portanto fui assumindo que nunca faria um (na reforma talvez de autocaravana). agora acontece o mesmo com a gravidez, tenho de decidir avançar ou não, porque sinto o tempo a fugir. sim, eu sei que há mulheres a engravidar aos 50, 60, 70 … mas a minha questão (respeitando as opções dos outros) não é o simples ato biológico da conceção e gravidez. a minha questão é ter tempo útil para educar um ser humano, para o acompanhar, dar-lhe a possibilidade de conhecer e conviver com os avós… a questão não é a minha idade quando tudo começa, mas até onde pode ir.

em portugal o estigma da idade ainda existe em determinadas profissões - parece que a validade é até aos 35 anos. por outro lado daqui a nada o cartão jovem chega também aos 35. um contrassenso?! a idade começa a ter diversas abordagens, regalias e limitações, um misto que traz uma certa indefinição, o que, no limite, faz com que a sua importância se anule.

já me mentalizei (acho eu) que uma vida não chega para todos os anseios que trago em mim. no entanto ainda não encontrei a paz para viver segundo essa visão.

um outro aspeto que odeio no facto de fazer anos é a manifestação de afeto. nunca lidei bem com o afeto, faz-me sentir frágil. sempre transportei uma capa de dureza, autonomia, altivez e arrogância… ajuda a manter as pessoas que não interessam à distância e as que gostamos numa linha de segurança que temem ultrapassar.

já fiz muita estupidez no meu dia de aniversário. nenhum corre bem. tento de mais ou tento de menos ignorar o dia. tem sido engraçado ver como as pessoas que nos amam respeitam estas paranoias / fragilidades. por exemplo, mandam mensagens de parabéns – honestas mas contidas e, em presença, nem mencionam o assunto… amo esta compreensão e respeito!

mas pronto… lá vem mais um … avizinha-se mais um dia de crise (a sorte é que é só um por ano)

 

 

 

14 alimentos para combater a retenção de líquidos

com a chegada dos dias mais quentes começa a minha saga contra a retenção de líquidos.

pesquisei e escolhi 14 alimentos para adotar de modo regular na minha dieta. a escolha teve como base os meus hábitos e gostos alimentares.

sendo vasta a escolha considerei mais eficaz optar por alimentos que me eram familiares e com os quais simpatizava. um segundo critério foi a sua riqueza nutricional tendo por base a sua ação diurética, a riqueza em potássio e em zinco.

14 alimentos para combater a retenção de líquidos

 

eis os 14 vencedores:

.abacate (rp, rz) | .abacaxi (d, rz) 

.aipo (d, rp) | .aveia (rp, rz) 

.banana (rp, rz) | .beterraba (rp, rz)

.cenoura (d, rz) | .espargos (d, rz) 

.laranja (rp, rz) | .limão (d, rz)  

.maça (d, rz) | .pepino (d, rz)

.sementes de abobora (rp, rz) | .tomate (d, rz)

 

alimentos diuréticos (d) – ajudam o corpo na libertação de líquidos | alimentos ricos em potássio - para contrabalançar o consumo de sódio, regularizando o equilíbrio hídrico do organismo (rp) | alimentos ricos em zinco – favorecem o sistema imunológico e reprodutor (rz)

 

também se debatem com a retenção de líquidos?

qual as vossas estratégias de combate?

há cada uma! #1

tod@s nós tivemos situações que nos deixaram incapazes de processar a informação, pelo inadequado, desenquadrado, inusitado ou ridículo da situação.

eu tenho uma carrada de situações - talvez porque me “ponho a jeito”, lá sei, respiro!

porque estes momentos desconcertantes acabam sempre por nos deixar incrédulos, numa perspetiva de “terapia de grupo”, proponho a sua partilha.

como cá por casa – entenda-se blog - eu quero, posso e mando, decidi criar a rubrica “há cada uma!” – expressão roubada à minha mãe, para nos distrair um pouquito a meio da semana. esta rubrica será um guest post pelo que não apanharão seca com uma longa lista das minhas desventuras ;)

mas como o anfitrião tem de dar o exemplo, trago-vos uma das histórias da minha vida. para não fugir ao integral relato dos factos, e para não roubar intensidade à mensagem, aviso que o texto que irão ler de seguida contém linguagem que poderá perturbar os mais sensíveis e/ou púdicos.

sempre fui uma rapariga que gosta de festas, de conhecer pessoas, de beber uns copos e de conversa da treta, para descomplicar o dia-a-dia (embora confesso que com os anos a intensidade deste “gosto” tem diminuído).

 

numa noite, no regresso a casa de uma festa da aldeia que agora se chama festival, dois rapazes aproximaram-se do nosso grupo e cumprimentaram uma amiga minha, que de imediato os apresentou. caminharam connosco até casa da minha amiga (cerca de 10 minutos), local onde o grupo começa as despedidas. um destes moços quando se vem despedir diz-me “então mami, vamos foder” – só para frisar: estava numa terra que não era a minha, conhecia o indivíduo há 10m e nem lhe tinha dirigido a palavra.

eu, que tenho a mania que tenho resposta para tudo, fiquei sem palavras e burra a olhar para o indivíduo. o rapaz tinha a virtude da persistência e, como se eu não tivesse ouvido à primeira, repete a pergunta. o grupo está tão perplexo quanto eu - olhem que não sou de me ofender, mas aquilo foi demasiado ordinário. despedi-me do resto do grupo enquanto o moço aguardava a resposta.

a minha amiga, já em casa, tentou acalmar a minha inquietação dizendo para não ligar porque ele estava bêbado. e questiono eu “o que tenho eu a ver com isso?!” há limites de boa educação que não devem/podem ser ultrapassados.

 

há cada uma

imagem retirada daqui

 

a ironia da páscoa no dia das mentiras

sempre andei à turra e à murra com a igreja católica.

sou católica por educação - já só me faltam dois sacramentos! -, mas desde a adolescência, quando comecei a pensar por mim, que não me identifico com as doutrinas da igreja.

a exclusão das pessoas em vez da sua inclusão, a descriminação, a promoção da culpa, a condenação dos pecados …a hipocrisia dos pecadores no coração da igreja…

tenho alguma esperança de que o chiquinho mude alguma coisa, mas um monopólio tão poderoso como o é o da igreja católica mais rapidamente derruba o homem, a qualquer custo, do que deixa derrubar os seus fundamentos mais tradicionalistas.

sendo que o dia de ressurreição de cristo, domingo de páscoa, se comemora, este ano, no dia das mentiras, estaremos perante um eclipse da fé? perante a constatação de que este “facto”, relatado milenarmente, não passa de uma mentira? ou simplesmente perante a impossibilidade de mentir num dia santo?

há pouco tempo a minha mãe comentou que achava que eu deveria batizar a minha filha. perguntei-lhe por que? ela disse apenas: porque seria bom para ela caso lhe aconteça alguma coisa. só fui capaz de lhe responder, de coração, que se lhe acontecer alguma coisa e se deus for bom, não preciso de me preocupar com isso. se o nosso argumento for a vontade de deus e não a acusação da sua ausência em diversas situações que ocorrem no mundo, deixamos a outra parte sem grande argumento.

eu acredito que há um deus, que existem energias, boas e más, que não existe um espaço e tempo estanques e que somos mais do que o corpo que habitamos. não há um céu prometido. há o dever de fazer o bem e de honrarmos a vida que temos. um compromisso com a evolução do nosso ser. o que acontece nos entretantos? não sei. se esta é a realidade? não sei. mas é nisto que vou acreditando.

claro que esta minha crença não dá, à minha filha, o direito a uma grande festa com fatiota e rituais; nem pessoas responsabilizadas por cuidar dela no caso da morte dos seus pais; não lhe dá presentes todas as páscoas, nem direito à personagem da madrinha e/ou padrinho na sua vida. mas acredito que lhe traga a possibilidade de uma compreensão mais ampla da fé, da aceitação do outro e da responsabilidade sem culpa.

respeito as escolhas de todos, mesmo aquelas que não entendo. no entanto, não consigo deixar de refletir sobre o que me mete confusão.

pácoa

imagem retirada daqui

carta a um pai ausente

sei que os tempos eram outros.

sei que não tínhamos muito dinheiro.

sei que querias dar-nos o melhor.

hoje olho para trás e questiono:  terá valido a pena?

é verdade que conseguiste que os teus filhos estudassem - os primeiros na família a terem um curso superior.

é verdade que tens filhos trabalhadores e íntegros.

é verdade que tens três filhos que te amam e admiram.

mas… terá valido a pena?

quando era pequena apenas te via nas tardes de domingos, sais para trabalhar e regressavas e eu a dormir. gostava que estivesses estado mais presente, gostava de te ver ao acordar e de ter um beijo de boa noite.

é incrível como uma pessoa tão ausente tinha tanto peso nas minhas ações, na minha educação. nunca me assentaste uma palmada, mas assim que levantavas o tom de vós as lágrimas surgiam. lembro-me que quando a mãe me ameaçava com “contar ao pai” eu ficava logo em sentido, e ao contrário do que a mãe pudesse pensar, não era por ter medo de ti, era por receio de te desiludir.

cada momento contigo valia ouro. como nunca te tinha, quando te tinha sentia-me a dona do mundo.

todas as minhas decisões, todo o desenho do meu percurso foi no sentido de ir ao encontro das tuas espectativas … era o mínimo que eu podia fazer para agradecer todo o teu esforço.

todos aqueles anos de trabalho extremo, fazem-se sentir agora no teu corpo. és jovem, mas o teu corpo foi muito maltratado. agora tens tempo para aproveitar a família, para brincar com os teus netos …mas as dores assombram-te.

questiono: terá valido a pena?

hoje, enquanto escrevo este texto e as lágrimas escorrem-me pelo rosto, sei que não poderia ter sido doutro modo. sinto-me mimada e ingrata ao cobrar-te a tua presença.

depois de tudo o que fizeste para me dar “tudo”, depois de tudo o que abdicaste, não tenho o direito de te questionar; fizeste o que consideraste melhor e fizeste-o tão bem que mesmo na tua ausência foste o princípio estruturante da minha personalidade. devo-te tanto, devo-te tudo.

respondo agora: sim, valeu a pena.

sei que olhas para nós e o teu coração enche-se de orgulho.

obrigada pai pela tua presença mesmo na tua ausência.

carta a um pai ausente

imagem retirada daqui

novidades na inspeção automóvel

novidades na inspeção automóvel

 

há momentos na vida em que sou tão desconectada que chego a duvidar da minha inteligência.

levei o carro a inspeção. só entrar no locar e o iniciar o processo faz com que o meu teco e o tico se zanguem: ouço mal as instruções dos técnicos e não percebo metade do que me dizem…emburreço. isto é trama anual, até aqui nada de novo.

quando o técnico conclui a inspeção a todos os itens, temos de esperar pela carta e correspondente selo da inspeção num gabinete. enquanto espero apercebo-me que a folha que o sr. está a colocar na impressora é vermelha e penso – graças aos céus que não abri a boca - “que giro este ano mudaram a cor” .

o técnico abeira-se de mim e diz-me: “tens aqui algumas situações a ver pois põem em causa a tua segurança na estrada”

eu, linda e burra, respondo “ok, farei isso. obrigada. até p´ro ano.”

o sr. olha para mim com aquele ar de cachorro a tentar perceber uma situação estranha – logo percebi-me que tinha feito alguma burrice – e diz-me “tens 30 dias para cá voltar com as situações resolvidas e convém que não circules com a viatura até resolveres as coisas”.

aí caiu-me a ficha. pela primeira vez o meu carro chumbou na inspeção… e a folhinha vermelha não era uma inovação…apenas uma novidade para mim 

 

 

qual o teu dress code da sensualidade?

é sexta-feira yeah …

é dia livro das perguntas* 

 

se quisesse ficar muito sexy, como se vestiria?

 

a mami responde:

lembro-me quando realizei o estudo altamente científico sobre o que atrai ou repudia o outro, verificando que o que por vezes as pessoas acham sexy não é efetivamente o que o sexo oposto acha atraente.

agora, acrescento a este raciocínio aquele que defende que as pessoas vestem-se para si, para se sentirem bem consigo mesmas. ora bem, se é verdade que no dia-a-dia sou-me fiel ao vestir, aos meus gostos e conforto, quando se trata de sair para deslumbrar ou ser sexy, visto-me para os outros – desculpem ser tão básica.

quando quero ser sexy, não o quero para mim, quero ser sexy para o(s) outro(s); claro que as peças escolhidas têm muito a ver com o nosso conceito de sensualidade.

quando me visto com o objetivo de ser sexy, escolho aquilo que considero ser sensual,  olho ao espelho e sinto-me sexy … e é aqui que tudo muda. não é o que se usa, mas como se usa. não interessa se o que eu estou a usar é sexy ou não aos olhos dos outros, o que define a minha sensualidade é a minha atitude ao sentir-me sexy.

muitas pessoas falham redondamente ao tentarem ser sensuais pois escolhem o que está convencionado como tal (minissaias, leopardos, saltos, transparências, decotes, maquilhagem…) e não aquilo com que se sentem genuinamente sensuais. não há nada pior do que vestir uma pele que não encaixa em nós.~

muitos de vós estarão a pensar “grande contradição neste texto” - tal não seria raro; sou um manancial de contradições, o que mostra a minha permeabilidade e flexibilidade…sendo, por isso, um ser mais resistente às contrariedades , ops! já divaguei. bem, não considero que haja propriamente uma contradição no meu discurso. visto-me para os outros mas com base nas minhas ideias de um conceito que, neste caso, é o se sensualidade. se eu não me vestisse para os outros, não me vestiria para me sentir sexy – vestiria o meu pijama quentinho e enfiava-me no sofá com uma manta -, não preciso de me sentir sexy comigo mesma, eu já me adoro e desejo só pelo facto de ser eu (lool).

após esta breve análise e divagação,  voltemos à questão. quando pretendo transbordar sensualidade existem 3 elementos essenciais: o salto alto, o perfume  quizás e o batom vermelho. tudo o resto é acessório. mas calma meus amores. não ando por aí perfumada e de lábios vermelhos apenas num saltinho alto. também há roupita. mas esse aspeto pode variar muito consoante a ocasião, a estação ou o mood.

 

dress code da sensualidade

 imagem retirada daqui

 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#179). edições estrela polar.

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