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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

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revisitando são tomé e príncipe

a minha viagem a são tomé e príncipe foi feita de emoções contraditórias.

a ilha (só conheci são tomé) tem uma beleza natural encantadora e uma beleza humana esmagadora!

locais de imensa beleza a deteriorar-se a olhos vistos.

pessoas com aparentemente nada, aparentemente muito felizes.

uma realidade que não consegui compreender. mas que definitivamente mexeu comigo.

uma viagem que me apeteceu, só porque  sim, revisitar em algumas imagens.

viagem comigo!

 

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roça monte do café

 

 

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um paraíso cheio de contrastes

 

 

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roça de s. joão - com restaurante imperdível

 

 

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a verde paisagem salpicada pela roupa a secar à beira da estrada e

pelas lavadeiras com as suas roupas coloridas.

 

 

 

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locais despretensiosos que captam a nossa atenção - cascata de são nicolau

 

 

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casa almeida garrett, com um bom restaurante de comida tradicional

 

 

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viagem pela costa norte da são tomé

 

 

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roça agostinho neto

 

 

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paz total

 

 

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pescadores

 

 

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o tempo tem outra forma de se fazer sentir

 

 

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cada pormenor está repleto de encanto

 

 

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uma lixeira a céu aberto frente a um dos restaurantes mais visitados pelos turistas!

 

 

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pormenores da intervenção do homem que fazer realçar a beleza natural da ilha

 

 

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junto à marginal de são tomé

 

 

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um paraíso ao acordar!

 

 

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da boca do inferno vê-se o paraíso!

 

 

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um brinde à sorte de podermos partilhar de imensa beleza natural!

- com uma das minhas bebidas preferidas da ilha, quase em paralelo com a rosema (cerveja local sem rótulo!) -

 

se forem a são tomé não deixem de visitar a dona tété 

 

já visitaram s. tomé? o que trouxeram no coração?

douro 41

sei que é segunda-feira.

sei que as saudades do fim-de-semana sentem-se intensamente.

sei que temos 5 dias de trabalho pela frente.

quiçá por saber tudo isto é que hoje é um bom dia para vos falar de um hotel onde o relax é garantido 

 

douro 41 é um hotel situado em castelo de paiva – se o objetivo é conhecer a zona do douro vinhateiro, não se deixem enganar pelo nome. Este hotel é ideal para relaxar, com um enquadramento deslumbrante em tons de azul e verde.

 

douro 41 quuarto

 

a pg, através da janela do quarto, a contemplar o mundo a seus pés 

 

 

 

douro 41

 

ao chegar ao hotel encontramos um edifício, aparentemente, despretensioso perfeitamente enquadrado no meio envolvente.

 

 

 

douro

 

vista desde uma das zonas de lazer do hotel, localizado ao quilómetro 41 do rio douro

(a contar desde a sua foz)

 

 

 

vista douro

 

passear pelos espaços exteriores do hotel é uma experiência relaxante e cativante pela beleza natural que nos envolve.

 

 

 

douro 41 piscina

 

uma piscina que parece camuflada no próprio rio. um dos aspetos mais positivos do hotel é a sua arquitetura e a forma como respeita o meio envolvente. infelizmente a piscina exterior ficou por experimentar 

 

 

 

quarto douro 41

 

o quarto é maravilhoso (e está muito longe de ser o melhor do hotel), a vista é inspiradora, a cama super confortável e a casa de banho gigante com uma boa temperatura pressão de água (um dos meus critérios de excelência para avaliar o quarto de hotel!)

 

 

 

douro 41 mimos

 

uma cafeinodependente como eu, adora quartos de hotéis com máquina de café. poder beber um café ao acordar, com aquela vista, e quando todos ainda dormem, é um momento de relax prazeroso que muito valorizo.

os biscoitos são um plus, miminho do hotel.

o pequeno almoço é também repleto de detalhes e com muita variedade e qualidade!

 

 

 

hotel douro 41

 

a vista do hotel é maravilhosa. em vários espaços somos invadidos pela beleza exterior que o envolve.

 

 

mami não gostou (e a pg também não):

da temperatura da piscina interior.

demasiado fria para ser confortável na perspetiva de relax, obviamente que se fosse para lá fazer piscinas aquecia mas objetivo de uma piscina de spa não é esse! 

 

da demora no atendimento no bar do hotel - no qual servem refeições ligeiras muito boas e com muita simpatia...mas o tempo que demora...ai o tempo!

o prazer de comer

gosto de comer. adoro experimentar coisas novas. adoro sabores complexos, mas também os delicados. a criatividade na cozinha apaixona-me, mas também o saborear a nossa cozinha tradicional - este país, de brandos costumes, é uma ode ao prazer de comer.

uma das coisas que gosto em viajar é experimentar coisas novas, quer seja em portugal ou pelo mundo fora.

com a bebida acontece o mesmo (quentes, frias, naturais, processadas, com e sem álcool – o importante é a sua irreverência).

até há pouco tempo não tinha percebido a importância que o paladar tinha para mim. de como pode afetivamente ser uma fonte de prazer.

heis alguns exemplos:

- queijo da serra amanteigado, uvas e vinho tinto .o sabor característico e intenso do queijo da serra é suavemente domado pela uva – que o aprisiona respeitando a sua personalidade e permitindo-o mostrar o melhor de si. o quente e aveludado do (bom) vinho tinto (alentejano ou do douro) funde-se com o sabor deixado na boca, transformando-o em algo delicadamente intenso, que apela à contemplação do momento numa relaxante descompressão.

- café expresso (delta), puro e sem açúcar, e magnum caramel & nuts. um gole de café amargo, quente e intenso põe o palato em alerta; este estremece com a trica no crocante e estaladiça gelado, abrindo caminho ao doce e frio sabor da nata que deixa escorrer do seu interior o suave caramelo. uma diversidade de texturas, temperaturas e sabores que me deixam simplesmente em êxtase!

- espumante e ostras. comer uma ostra é sentir o mar a invadir a nossa boca. delicada e salgada, a sua suave textura brinda-nos com uma sensação única. beber o espumante, é como ter, na nossa boca, o mar a banhar areia – o suave e fresco borbulhar, na quente e ansiosa areia.

bem…só de recordar já tive o meu momento do dia!

o meu paladar e as memórias que me traz são uma grande fonte de satisfação! por isso não deixo nunca de o mimar 

prazer de comer

imagem retirada daqui

suíça: doce e branca

as nossas férias de inverno levaram-nos à suíça.
não foi uma viagem com a qual eu sonhasse, quiçá pela questão incontornável do frio.
mas, após a experiência, é uma viagem que aconselho. cada local (fora das grandes cidades) parece um cenário de filme - muitas vezes pasmei com a sensação de irrealidade pela beleza e dimensão.
em 5 dias percorremos o país. viajamos para zurique, alugamos carro e fizemo-nos à estrada - calma, não fomos à descoberta, uma viagem de 5 dias exige alguma preparação e rigor, no risco de não conhecermos quase nada e, é importante não esquecer, viajamos com uma bebé de um ano.

suíça


de zurique partimos para lucerna. cidade linda! 

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aqui encontrei uma das mais belas igrejas nas quais já entrei (a mais bela continua a ser o sacre coeur em paris). as ruas junto ao rio, as casas, as flores... um encanto.

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sou perdida por queijo e foi nesta cidade que comi a minha primeira raclette - em território suíço, numa esplanada maravilhosa (com aquecedores exteriores e mantinhas para por nas pernas). e embora o vinho seja também uma das minhas perdições, combinando perfeitamente com o queijo, na suíça beber vinho num restaurante é um atentado à nossa carteira!
ficamos alojados no hotel astoria. não é o tipo de hotel que preferimos, por ser muito "internacional" e citadino. mas pelo valor e as condições que oferecia era a escolha acertada.


interlaken foi uma zona que nos apaixonou. os lagos, as montanhas, as casas, o ambiente vivido pelas pessoas.
ficamos alojados no hotel tell, uma residencial simples mas com excelentes condições, com uma pastelaria em frente para o pequeno almoço e perto de um dos restaurantes melhores conotados na zona - o ..... na noite seguinte ficamos no chalet maria, um mimoso apartamento que aconselho, pelas excelentes condições e a simpatia dos donos.

 

a partir de interlaken fomos à descoberta das montanhas, da neve e das vaquinhas 

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ao chegar a grindelwald apanhariamos o comboio que nos levaria ao topo da europa - jungfraujoch.

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logo percebemos que não iriamos subir tanto. as razões: o tempo de viagem, o pouco afeto da nossa filha pelo frio e vento que se fazia sentir e o valor (aproximadamente 150€ por pessoa).

optámos, por isso por subir até "meio" - kleine scheidegg (aproximadamente 50€ por pessoa) - e foi a melhor opção que fizemos, tendo em conta que estávamos com a bebé, pois mesmo em kleine scheidegg ela não estava muito satisfeita com o tempo que se fazia sentir.

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embora o frio é inegável a beleza do lugar 

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almoçamos no restaurante da estação... perfeitamente enquadrado e o melhor: quentinho 

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no regresso das montanhas visitamos o lago blausee com águas cristalinas em tons de azul e verde, emoldurado neste outono pelos tons terra das árvores. uma verdadeira ovação à beleza da natureza. 

suíça: beleza e encanto

 

após um dia entre montanhas e lagos viajamos rumo aos encantos gastronómicos da suiça: chocolate e queijo.

fomos rumo a fábrica do chocolate em broc - que para sorte nossa está aberta ao domingo. caillers é a fábrica mãe, mas na verdade é a nossa conhecida nestlé. o museu é muito engraçado e fazemos provas do delicioso chocolate...não deixem de ir!

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depois do chocolate a fábrica do queijo (fomos muito gordos neste dia ). após a visita à fábrica deliciamo-nos com um maravilhoso fondue.

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fechamos o dia com a visita à vila medieval de gruyères. linda! - tive pena de não ter ido mais cedo para a apreciar também de dia. 

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nesta vila existe o museu e o bar do criador do alien (o filme) - rh giger. não tenho palavras para descrever sobretudo o bar. imperdível!

 

montreux foi o próximo destino. ficamos alojados no swiss historic hotel masson. o hotel estava em obras o que cria sempre um desconforto. gosto de edifícios antigos mas não gosto de coisas velhas. ao pequeno almoço apercebi-me que o local era gerido por portuguese. como percebi eu isso? porque a chefe de sala do pequeno almoço dirige-se ao empregado pedindo-lhe para "ir tratar daquela merda"...pura classe!

 

para descontração...conseguem perceber onde acaba a parede e começa o cortinado? 

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ao jantar fomos ao davinda lounge um espaço de tapas muito agradável. 

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fizemos o percurso junto ao rio em direção ao castelo ...

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vale a pena! pouco antes do castelo há um quiosque muito catita onde paramos para beber um café quentinho. a senhora é muito simpática e quando percebemos... é portuguesa. uma bela surpresa - desconstruindo a imagem negativa gravada ao pequeno almoço.

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fotografando o château chillon

 

seguimos viagem rumo a genebra. passando por lausana - outra cidade que fiquei com pena de não explorar melhor. 

 

algumas considerações:

relativamente às maiores cidades nas quais estivemos, zurique e genebra, tenho de confessar que fiquei desiludida. são cidades. apenas isso. estar numa delas ou estar em tantas outras na europa seria semelhante. não lhes encontrei uma identidade própria como encontramos em lisboa, roma, madrid ou amsterdão. claro que têm uma arquitetura que as distingue, mas apenas isso. são bonitinhas mas falta-lhes, no meu ponto de vista, personalidade.

achei a suíça muito comercial. muitas lojas, atrás de lojas em quase todas as cidades.

novembro não é o melhor mês para visitar o país, há muita coisa fechada na preparação para o inverno.

sim, é um facto: na suíça tudo é (muito) mais caro... mesmo no supermercado!

os (meus) melhores restaurantes de tapas

comer é um dos meus maiores prazeres. adoro sabores diversos, experiências diferentes. prefiro a qualidade à quantidade. um conceito que satisfaz está minha forma de encarar a gastronomia são as tapas, um conceito espanhol que sempre me fascinou e que em portugal tão bem fazemos sob o nome de petiscos.

 

o giz em aveiro é um excelente restaurante de tapas. um restaurante pequeno, com excelente decoração e um ambiente acolhedor. os pratos dividem-se entre o tradicional e novas combinações/propostas. convém fazer reserva.

 

em coimbra a minha preferência divide-se entre o dux (com vários restaurantes na cidade) e o maneirista. ambos com excelentes propostas nas suas ementas e uma boa carta de vinhos são locais de deliciosas perdições.

 

tapas

 

outra referência impossível de ignorar é o tromba rija em leiria. embora o restaurante não seja na sua essência de tapas, estas são deliciosas e variadas. a decoração é tradicional e muito acolhedora. o atendimento     e simpatia são de excelência.

 

em santarem encontra-se o meu restaurante de tapas de eleição: taberna ó balcão. decoração diversa (parece que foram às casas das avós e trouxeram um pouco de tudo, que estranhamente fundem-se numa perfeita harmonização), simpatia no atendimento e comida d.i.v.i.n.a.l.

 

como sabem estou sempre recetiva a novas sugestões 

 

s. miguel - açores - mais e mais dicas de viagem

s.miguel é uma verdadeira perdição no que se refere a comida.

os ananases são excecionais, o facto de serem defumados dá-lhes um sabor único.

o chá verde vê aperfeiçoado o seu sabor.

os licores ordenam controlo, a sua diversidade faz-nos querer provar "outro" e “outro” e “outro” …

os queijos...ai os queijos!

as lapas também são do mais tradicional que há – não amei mas acho que são de “prova” orbigatória

a kima, para quem gosta de sumos com gás, é de provar (ananás e maracujá), assim como a cerveja especial – nos açores beber os açores

o vinho foi, para mim, uma desilusão...mas tão bela ilha não podia abarcar tudo 

 

tive várias dicas de restaurantes de pessoas amigas que têm família em s.miguel que agora partilho convosco:

a não perder

ponta delgada

forneria são dinis | excelente vista, muita pinta e comida de qualidade feita no forno a lenha. local a não perder. os preços são médios (pagamos 19€ por pessoa, com vinho e sem sobremesas). aconselho a pizza da ilha e bife forneria.

 cais 20 | local idóneo para comer marisco. muita qualidade e doses bem servidas - uma dose dá perfeitamente para duas pessoas! os preços são médios (pagamos 23€ por pessoa, com vinho e sem sobremesas).

 a tasca | excelente restaurante de tapas aberto até às 2h00 da manhã :) decoração típica, gente simpática e muita qualidade. aconselham a fazer reserva.

 

ribeira grande

associação agrícola | para quem adora carne de vaca – que é o meu caso - este é um local a não perder em s.miguel. carne magnífica (aqui faz sentido o "do prado para a sua mesa"), preparada por quem sabe, servida num ambiente simpático. aqui come-se qualidade a bom preço (média de 15€ por pessoa sem sobremesa).

 

por toda a ilha

piqueniques | tanta beleza natural convida a simpáticos piqueniques com excelentes condições nos diversos miradouros ao longo da ilha. são também bem-vindos após as descidas para as lagoas e os saltos.

 

a considerar

furnas

o miroma | foi o restaurante escolhido para degustar o cozido das furnas. exige reserva previa, feita no próprio dia – de manhã, caso se pretenda comer o cozido (média de 18€ pp). já tinha ouvido comentários menos simpáticos sobre o cozido das furnas e embora admita que o prato não é nada de especial (de referir que não sabe a enxofre como li em diversos post) creio que é “obrigatório”, para ter a experiência completa das furnas.

 

sete cidades

lagoa azul | restaurante buffet que vale pela possibilidade de experimentar diversos pratos. restaurante simples e acolhedor. bom preço (13€ pessoa) 

 

açores gastronómico

alojamento

em ponta delgada fiquei no b&b private room in ponta delgada, um hostel pequeno com o conforto necessário (casas de banho partilhadas), ambiente acolhedor, simpatia dos anfitriões que nos fazem “sentir em casa” com cozinha / sala de refeições sempre com bebidas e biscoitos disponíveis; excelente pequeno almoço; excelente localização (34€ quarto duplo com pequeno almoço).

em vila franca do campo a escolha foi o islet view. uma casa de habitação acolhedora; o quarto era enorme e com excelentes condições o pequeno almoço era divinal. a localização razoável (35€ quanto duplo com pequeno almoço).

em capelas fiquei alojada no acorsonho apartamentos turísticos o complexo de apartamentos é muito interessante, o apartamento era enorme e com excelentes condições, tinha dois quartos e acolhia duas pessoas na sala, alojando perfeitamente 6 adultos (68€ noite sem pequeno almoço).

nas furnas pernoitei no hotel vale verde, excelente opção pelo preço, simpatia, serviço e localização (69€ quarto triplo com pequeno almoço).

s. miguel - açores - mais dicas de viagem

 dando continuidade à partilha de dicas para quem pretende visitar a ilha de s.miguel nos açores.

organizei a viagem falando com amigos que já tinham visitado a ilha e lendo sites e blogues, nos quais encontrei diversa informação de interesse compatível entre si.

um ponto de destaque comum: “o tempo”. temperaturas amenas mas chuva e nebulosidade sempre à espreita. acrescentei o impermeável à bagagem e como pretendia "explorar" alguns locais de mais difícil acesso as botas de caminhada fizeram também parte do kit.

s.miguel é um sítio lindo a visitar, em cada curva (e são muitas) se encontram paisagens de cortar a respiração. uma das melhores achegas para a minha viagem foi o site spotazores onde podemos consultar o "tempo em tempo real” em toda a ilha, graças à transmissão de imagem por webcams. este recurso foi determinante na nossa visita à lagoa do fogo permitindo ver a lagoa em todo o seu esplendor.

lagoa do fogo

 um excelente lugar para descansar e apreciar um momento de plena paz é o salto do cabrito (perto da ribeira grande) - a descida tem de ser feita a pé, mas não é difícil e vale a pena (levem uma boa garrafa de vinho e simplesmente apreciem!)

a caldeira velha é um parque (entrada paga) com muita vegetação e piscinas naturais de água quente (também perto da ribeira grande), de beleza singular é uma experiência a considerar. no mesmo roteiro a visitar a lagoa do congro.

nas furnas há vários locais a visitar: as caldeiras (gratuito), a lagoa (onde está a zona onde de fazem os cozidos, entrada/estacionamento pago), o parque terra nostra – onde se encontra a grande piscina de água férrea (6€), poça da dona bêja (3€ dá acesso a todo o dia). inevitavelmente experimentei o cozido das furnas, não sendo o meu preferido (mil vezes o da minha mãezinha) confesso ser uma daquelas experiência obrigatória (optamos pelo restaurante miroma – fizemos reserva do cozido na própria manhã).

lagoa das furnas

nordeste da ilha merece a visita pela beleza das paisagens. ao realizar a visita em carro próprio (em vez de autocarro) temos uma visão mais ampla da ilha, muitas vezes ao perdermos-nos (que aconteceu algumas vezes) encontramos locais de rara beleza. os miradouros, constantes ao redor da ilha, mostram-nos sublimes vistas e intensos contrastes (em muitos deles encontramos condições para a realização de churrascos e/ou piq-nics).

vista do miradouro de Santa Bárbara

 

em vila franca do campo o ilhéu é um ícon e é fácil constatar as razões. não contava visitar o ilhéu, pois das pesquisas que fiz no outono já não se teria acesso, afortunadamente a informação estava incorreta. pelo que consegui apurar até meados de outubro asseguram o transporte ao ilhéu (com início às 10h, embora dependente de um n.º mínimo de passageiros). há transporte nos dois sentidos de hora a hora até ao final da tarde.

ilheu

a visita a à lagoa das empadadas e à lagoa do canário não foi agraciada com tanto sucesso dadas as condições meteorológicas.mosteiros é uma zona muito bonita, destacam-se as praias e as piscinas naturais; a ponta da ferraria é outro local a visitar graças a sua piscina natural onde contrasta a agua quente que brota do solo com a água fria da maré.nos nosso 3 últimos dias nos açores a chuva foi constante, fomos aiando a nossa visita à lagoa das sete cidades para tentar “ver” a sua beleza. a chuva não parou totalmente , mas algumas abertas facilitaram a nossa missão.

outros locais a visitar e saborear: a cidade de ponta delgada, os campos de chá (optei pela gorreana, mas há outros de igual beleza), visita aos licores capote, visita às estufas de ananases (perto de ponta delgada).

 

diz-se que: se precisarem de alguma inofrmação mais específica não duvidem em perguntar 

s. miguel - açores - dicas de viagem

lagoa das 7 cidades

 sempre gostei de viajar. de ver e conhecer coisas novas, outras formas de estar e ritmos de vida diferentes.

conhecer através das nossas experiências/vivências é a melhor forma de aprender. por exemplo: diversas pessoas podem descrever as fantásticas variações climatéricas do arquipélago dos açores, mas só estando lá é que se compreende a sua magnitude.

em época de férias decidi partilhar algumas dicas e sugestões que poderão ajudar a quem pretenda visitar algum dos locais que já tive o prazer de conhecer.

vou começar pela ilha de são miguel no arquipélago dos açores.

s.miguel (açores) foi uma viagem cheia de contrastes. preparei cuidadosamente a viagem (sou um pouco nerd neste campo), enchi as malas de boas dicas e parti.

viajei no outono. quando lá cheguei verifiquei a dimensão daquela força da natureza, volúvel e arrebatada, de onde da perfeita calmaria surge um mar intempestivo. pelo que percebi não há um mês ideal para visitar a ilha de s.miguel, apesar de na primavera/verão, pelo florir das hortênsias que adornam as estradas, quiçá seja uma altura mais deslumbrante (sendo um mais deslumbrante um verdadeiro superlativo).

 

 

dicas:

.booking e airbnb foram as plataformas que utilizei para a marcação do alojamento (optei por ficar alojada em diferentes pontos da ilha, mas não é necessário dada a dimensão da mesma e às boas condições dos acessos)

.ryanair e easyjet foram as companhias áreas utilizadas (ter feito voos de ida e volta em companhias diferentes prendeu-se com os horários dos voos que me eram mais convenientes). a população local refere recorrentes atrasos dos da ryanair, eu não tenho nada a apontar... tudo on time

.atlaschoise foi o site escolhido para o aluguer de viatura. um agregador de várias empresas permitindo encontrar o melhor preço

 

aplicações gratuitas e indispensáveis

.ana (aeroportos de portugal) - muito útil para a verificação das horas de voos e possíveis atrasos

.as aplicações quer da ryanair quer da easyjet são excelentes para o check in online e bilhete digital - sem ter de imprimir e sem risco de extravio

.a app do booking tem uma excelente aplicação para gerir os alojamentos

.here a melhor aplicação de gps com acesso offline (sou fã)

 

diz-se que: há vários registos de que os açores é um dos melhores destinos do mundo. vale a pena ir para fora cá dentro :)

 

six senses douro valley em dia da nossa tradição

a tradição é definida como um “símbolo, memória, recordação, uso, hábito”, normalmente, vindo de gerações passadas.

sempre fui muito ligada ao passado, à família e às tradições. acho importante perpetuar os costumes familiares de forma a estabelecer um fio condutor da nossa identidade.

considero que é tão importante respeitar e cumprir as tradições familiares, quanto criar as nossas próprias tradições - criar algo nosso, que respeitemos e que nos traga felicidade.

quando comemorei o primeiro ano de namoro com o.meu.mais.que.tudo., para celebrar, fomos passar a noite num hotel maravilhoso, o six senses douro valley - até hoje o melhor hotel em que estive em portugal.

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vista do nosso quarto no six senses douro valley

 

enquanto usufruíamos daquela maravilha decidimos que todos os anos, pelo nosso aniversário, experimentaríamos um novo hotel. iriamos, a cada ano, festejar o nosso amor num novo local, construindo novas memórias, vivendo experiencias diferentes.

criámos a nossa tradição para festejar o amor. temos honrado esta tradição. faz-nos bem sair da rotina, namorar e comemorar.

não comemoramos o dia dos namorados, não consideramos que seja uma tradição nossa. celebramos o nosso dia. o dia em que decidimos que queríamos estar um com o outro e um para o outro. o dia em que demos aquele beijo que, mesmo após tantos outros, ficou gravado em nós.

gosto da nossa tradição. por termos tornado esse dia diferente, consigo lembrar-me onde estava em cada um dos nossos aniversários.

é bom criar tradições. é bom vivê-las.


deixo aqui outros hotéis que experimentamos no nosso dia:

h2otel

aqua village

ACMA

este post integra o projeto acma - a cultura mora aqui.

o acma acolhe bloggers e youtubers que partilham o desejo de contribuir para a promoção cultural online.

podes descobrir mais sobre o projeto na página do facebook, na revista ou através do email:  acma.cultura@gmail.com 

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  43. M
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  45. M
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  52. D