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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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músicas & momentos

todas nós temos aquela(s) música(s) que ouvimos no final de uma relação. músicas que nos ajudam a martirizar e a abrir as torneiras :)

acho terapêutico cantar aos berros entre lágrimas o nosso desamor.

as nossas amigas são companheiras na nossa viagem e pesquisa no youtube das nossas músicas.

a coisa acaba mais ou menos sempre igual: gargalhadas entre lágrimas, um "copito" (adoro eufemismos) a mais e um gang feminino contra o sexo masculino - o visado e todos os outros, pois claro, são todos iguais.

este é um belo exemplo desses momentos:

fica a letra e o original de massiel

deja de pensar, y cuéntame,
ya se que ayer estabas junto a él y hoy
se ha ido.
ya se que has compartido junto a él
la noche tibia y el amanecer.
ya se que as descubierto junto a él,
la dicha.
ya se que se a parado tu reloj,
pero ahora mismo vas a echarlo andar,
es pronto para dar por un amor,
la vida.
coro
bailaremos un vals,
tomaremos después una copa de más,
y hasta que salga del sol cantaremos al son
de una vieja guitarra.
brindaremos por ti,
brindaremos por el porque le vaya bien,
y mañana verás que es mejor olvidar
que llorar un amor.

vuelve a sonreír, olvídate,
la vida es ancha y estos golpes del amor
se olvidan.
después de cada noche sale un sol,
y vuelven las gaviotas a volar,
después de la tristeza nacerá
la dicha.
sí hoy te han maltratado el corazón,
y duerme junto a ti la soledad,
no importa porque empieza un día más,
la vida.

 

diz-se que: no hay mal que dure 100 años ni cuerpo que lo aguante

carta a um pai ausente

sei que os tempos eram outros.

sei que não tínhamos muito dinheiro.

sei que querias dar-nos o melhor.

hoje olho para trás e questiono:  terá valido a pena?

é verdade que conseguiste que os teus filhos estudassem - os primeiros na família a terem um curso superior.

é verdade que tens filhos trabalhadores e íntegros.

é verdade que tens três filhos que te amam e admiram.

mas… terá valido a pena?

quando era pequena apenas te via nas tardes de domingos, sais para trabalhar e regressavas e eu a dormir. gostava que estivesses estado mais presente, gostava de te ver ao acordar e de ter um beijo de boa noite.

é incrível como uma pessoa tão ausente tinha tanto peso nas minhas ações, na minha educação. nunca me assentaste uma palmada, mas assim que levantavas o tom de vós as lágrimas surgiam. lembro-me que quando a mãe me ameaçava com “contar ao pai” eu ficava logo em sentido, e ao contrário do que a mãe pudesse pensar, não era por ter medo de ti, era por receio de te desiludir.

cada momento contigo valia ouro. como nunca te tinha, quando te tinha sentia-me a dona do mundo.

todas as minhas decisões, todo o desenho do meu percurso foi no sentido de ir ao encontro das tuas espectativas … era o mínimo que eu podia fazer para agradecer todo o teu esforço.

todos aqueles anos de trabalho extremo, fazem-se sentir agora no teu corpo. és jovem, mas o teu corpo foi muito maltratado. agora tens tempo para aproveitar a família, para brincar com os teus netos …mas as dores assombram-te.

questiono: terá valido a pena?

hoje, enquanto escrevo este texto e as lágrimas escorrem-me pelo rosto, sei que não poderia ter sido doutro modo. sinto-me mimada e ingrata ao cobrar-te a tua presença.

depois de tudo o que fizeste para me dar “tudo”, depois de tudo o que abdicaste, não tenho o direito de te questionar; fizeste o que consideraste melhor e fizeste-o tão bem que mesmo na tua ausência foste o princípio estruturante da minha personalidade. devo-te tanto, devo-te tudo.

respondo agora: sim, valeu a pena.

sei que olhas para nós e o teu coração enche-se de orgulho.

obrigada pai pela tua presença mesmo na tua ausência.

carta a um pai ausente

imagem retirada daqui

num aniversário especial

o.meu.mais.que.tudo. e eu festejamos hoje o nosso aniversário!

este último ano foi uma loucura.

um pedido em casamento (que me levou mais uma vez a perspetivar o tema)

e

um compromisso para toda a vida: a nossa filha

 

 

 

só posso pedir que, no mínimo, o próximo ano seja tão rico quanto este.

a ignorância é uma bênção

ontem em conversa com um amigo, sobre o que gostaríamos para as nossas filhas, surgiram vários aspetos. hoje, vou aqui destacar um: a ignorância (que ele teimosamente chamava de inocência).

há uma expressão em inglês que “my person” costuma usar “ignorance is bliss”, na qual eu acredito piamente.

fazíamos a analogia entre o acreditar no pai natal e no amor.

é verdade que o natal, depois do reinado do pai natal, continuará a ser uma época especial de reencontro familiar e de troca de presentes, mas terá perdido a magia no imaginário das crianças. deixará de ter o encanto e a magia do senhor de barbas brancas que lhes vinha deixar uma prenda especial (que a criança desejou e pediu…e para a qual se terá portado bem durante o ano  ).

algo semelhante acontece com a crença no amor. eu sempre fui uma sonhadora, uma devota do amor. até que cresci. e vi muita coisa. soube de muita coisa. percebi que o amor é um sentimento construído, que implica duas pessoas e que pode ser quebrado pelo cansaço, ou pela mudança de interesses, ou por nada, ou por tudo, ou unilateralmente, ou ... é um sentimento vivo que se alimenta do que o rodeia, que se distrai e que por vezes se perde. esta consciência fez-me começar a ser cautelosa, a medir afetos e investimentos. fez-me racionalizar o amor, portanto retirou toda a magia a este “nobre” sentimento.

tenho saudades de acreditar no pai natal, assim como de acreditar no amor!

espero que a minha pequena princesa guerreira acredite por muito tempo na magia, que se deixe encantar, que viva feliz cada amor, que acredite que se não acertou numa relação é porque não era essa a “tal”, que a sua cara-metade estará por chegar; mas que se valorize, que nunca perca a sua essência, que não aceite nunca menos do que merece, do que a faça sonhar, do que a faça sentir especial … que viva feliz na ignorância de que o amor pode acabar.

heart-762564_1920.jpg

imagem retirada daqui

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil

relacionamentos

como explicar a amálgama de sentimentos que tantas vezes sentimos?

será verdade que é uma característica inerente ao género feminino? seremos umas mais voláteis do que outras?

ou, no que diz respeito a relacionamentos amorosos temos todas as mesmas sombras?

 

 

confesso ter saudades do meu "primeiro amor"; não pela pessoa com quem partilhei essa história – embora o recorde com ternura, mas pela magia, a inocência e a certeza da eternidade daquele sentimento.

sei, agora, que nada é eterno. nem o bom, nem o mau. chata a vida que nos ensina a desconfiar!

à medida que fui crescendo e acumulando desgostos, as minhas entregas passaram a ser "acauteladas", as decisões ponderadas - levando ao extremo a racionalização do subjetivo - e o jogo de poder constante - para garantir que deixo claro que não estou para que me magoem.

agora, até prova em contrário, e inevitavelmente aberta a essa possibilidade em consequência dos meus relacionamentos passados e de tantos outros que acompanhei e acompanho, tenho o namorido p.e.r.f.e.i.t.o.! para além de lindo – sim, sei que o amor pode deturpar a minha análise, mas o que interessa é como eu o vejo - é inteligente, tem princípios firmes, sentido de humor e, o mais importante, paciência de santo para as minhas inseguranças a variações de humor! tem, no entanto, uma forte falha para um ser sensível como eu: é autocentrado e nada romântico. mas é bom recordar que referi ter o namorido p.e.r.f.e.i.t.o. e não o príncipe encantado!

perante este cenário, deveria estar feliz e aproveitar cada segundo na sua companhia... e é o que acontece... quando não sou possuída pela névoa da insegurança e o meu desejo irracional de ser o centro do seu mundo. por vezes sou tão infantil que nem eu mesma sei como lidar comigo! e é aqui que vejo naquele ser toda a perfeição e afeição do universo. lida comigo de forma tão assertiva que me faz sentir “idiota” pelos meus desvarios!

porque o faço pagar pelas minhas deambulações amorosas? porque não acredito cegamente no seu amor?

a vida torna-nos frios e racionais, desprovidos do encanto e a magia de acreditar no "foram felizes para sempre". este aspeto não te de ser um fator negativo. ter noção das fragilidades de um relacionamento permite-nos lidar com ele de uma forma mais construída e até prevenir certas situações que possam surgir e fazer mossas na relação.

um relacionamento implica sempre duas pessoas. e cada uma delas é um ser único e especial, com as suas “taras e manias”. cada um tem as suas necessidades, os seus valores e exigências … nem sempre são compatíveis ou entendidos pela outra pessoa. a consciência disto dá-nos uma arma poderosa para “salvar o amor”.

a experiência traz-nos a consciência de que as relações são frágeis e por isso têm de ser trabalhadas e alimentadas.

traz-nos também a sabedoria para aceitar que as pessoas não mudam. ou seja, não mudam traços da sua personalidade, podem mudar alguns comportamentos, mas não mudam a base destes. assim, se o nosso companheiro tiver uma característica com a qual não conseguimos lidar, o melhor é deixar o barco enquanto a maré está calma.

a paixão surge naturalmente e é maravilhosa, mas um relacionamento estável e feliz é construído. essa construção exige trabalho, aceitação, entrega, partilha, empatia, sentido de humor, respeito e valorização do outro.

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil… todavia a cumplicidade atingida e a certeza do afeto do outro, valem bem a pena!

 

3 | love quotes

findo o mês do amor ... ficam aqui as minhas frases de eleição... para não perder o mood 

 

- 1 -

- quem não desejava ouvir estas palavras do coração do seu mais que tudo? -

love 1

 

 

- 2 -

- amar é gostar do bom e do menos bom do outro. travar lutas. ganhar e perder. -

love 2

 

- 3 -

- amar é encontrar no outro novas coisas que nos tornam melhores -

love 3

 

 

 

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