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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

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máquina de fazer pão: sim ou não?

bom dia gente linda 

esta semana tenho esta dúvida existencial: comprar ou não uma máquina de fazer pão.

está é uma questão que me surge ciclicamente. 

agora surgiu novamente porque esta semana é um dos produtos à venda no lidl, a um preço bastante simpático (49,99€).

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adoro pão quentinho, adoro inventar e criar sabores diferentes, adoro hibernar aos fins de semana e não ter de sair para nada...nem para comprar pão. evito o pão de forma pela diversidade de ingredientes e o facto de conter açúcar é logo fator de exclusão para a pg.

então, perguntam vocês, onde está a dúvida? tenho receio de comprar, usar na primeira semana e depois ficar a ocupar espaço e a ganhar pó! 

 

vocês tem máquina de fazer pão, conhecem quem tenha, qual a opinião?

 

- atualização 10/12/2019 -

em março passado comprei a máquina de fazer pão do lidl. posso dizer-vos que foi uma aposta ganha 

nestes meses fui ganhando experiência e já domino de a arte de fazer pão naquele belo acessório.

a máquina traz um livro de receitas com uma grande diversidade de tipos de pão e de massa fresca. também dá para fazer iogurtes mas confesso que essa parte ainda não explorei.

depois de compreendermos a lógica da mistura de farinhas e quantidades a usar, fica tudo fácil para quem gosta de "inventar" e "criar" novas coisas.

experimentei também os preparados para pão de várias marcas (continente, lidl, pingo doce, aldi, chabrior, branca de neve) e considero que a maior parte tem excesso de sal; quiçá a que mais me agradou foi a do continente.

claro que há desvantagens, como por exemplo quando te apercebes que já não tens pão e apetece-te mesmo uma sandes e tomas consciência que tens de esperar três horas para a poderes comer 

passei a comprar muito menos pão; se organizarmos bem as coisas temos sempre pão fresco em casa. por vezes congelo o pão fatiado, para fazer face a imprevistos 

mas claro que quando apetece uma carcaça ou um pão da avó também lá vamos comprar.

sobretudo para quem não vive no "centro" onde tem fácil acesso a pé a tudo, acho que a máquina é uma excelente opção e o preço não é nada de exorbitante, depois depende da gestão de cada um!

 

liberdade de expressão exige responsabilidade

na semana passada andava eu a fazer aquele exercício vazio que nos rouba tempo mas que nos permite fazer um reset, ou seja, andava a passear pelo facebook, quando me deparo com uma publicação que captou a minha atenção:

 

apelo à ódio

 

 

achei de imediato a segunda imagem agressiva e homofóbica. e tive a curiosidade de ler a "informação" da primeira imagem - que levaria a tal alarme:

 

adaptação à realidade

 

li a informação, com a qual concordo, e pensei: que besta homofóbica e ignorante.

quanto ao besta homofóbica penso não ter de me explicar. quanto ao ignorante já terei de me justificar.

durante 8 anos trabalhei com população em risco com diversas vulnerabilidades. posso dizer-vos que contavam-se pelos dedos das mãos os agregados familiares com a configuração "tradicional". as famílias tinham composições diversas: monoparentais (com a mãe ou com o pai); fraternas (irmãos mais velhos que tomavam conta dos mais novos); avó, avô ou ambos a assumir o papel parental; a mãe/pai com a avó; a mãe/pai com o avô; famílias de acolhimento; crianças e jovens institucionalizadas... e outras. estranhamente, quiçá pela intervenção ser feita em meio rural, onde o preconceito ainda é muito, não haviam situações de pai/pai ou mãe/mãe. no entanto, em qualquer uma das configurações apresentadas comemorar o dia do pai e o dia da mãe era sempre muito penoso. era recordar uma situação que causava dor àquelas crianças e jovens. era lembrar-lhes que o pai ou a mãe não quis saber deles e os deixou por um(a) novo/a namorado/a,  ou que estava preso por ter violado o irmã mais nova, ou que tinha morrido de overdose, ou que não lhe tinha sido reconhecida a capacidade para cuidar deles (por já o ter posto em risco em diversas situações)...era recordar-lhes que quem mais os devia amar, não o fazia. era recordar-lhes que o seu pai não era o melhor do mundo (mesmo que fantasiassem que o eram). de que valia fazerem uma lembrança se não tinham a quem a entregar?!

pois é, senhor besta homofóbica e ignorante, não sãos as lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais ou transgêneros que destroem o conceito tradicional de família. é toda a sociedade na qual eu e o sr nos incluímos.

questiono, sr besta homofóbica e ignorante, porque é para si importante a comemoração do dia do pai ou da mãe? sente-se menos pai se na escola da sua criança não fizerem uma lembrança para o agraciar? necessita de ser enaltecido nesse dia, que os seus descendentes lhe digam o quão especial é? é mais pai no dia do pai? 

sei que não pediu, mas vou dar-lhe dois conselhos (de borla!):

1) olhe para além do seu umbigo. olhe para além da "perfeição" da sua família tradicional. pense que há famílias diferentes por seus condicionalismos ou, simplesmente, por opção dos seus membros. e, acima de tudo, entenda que uma família é um lar onde há amor, independentemente dos elementos que a constituem (onde, imagine lá, até pode não haver filhos!) - e, acredite ou não, mais vale uma família diferente do que uma família tradicional que esconda maus-tratos e negligência.

2) respeite os outros. não tem o direito de se achar superior, muito menos de tentar que as pessoas que optam por vidas diferente da sua, se sintam inferiores. não promova o ódio, muito menos quando baseado na ignorância.

 

acredite que não deve ser o sr a envergonhar-se deste país, é este país que se deve envergonhar de cidadãos como o sr.

 

 

 

não discriminação

 

 

quem quer respeitar as escolhas dos outros?

não me lembro de te ter pedido para decidires por

 

ando muito confusa.

por um lado, as pessoas defendem a pés juntos a liberdade individual e o direito à autodeterminação.  defendem a igualdade de género e a plena emancipação da mulher.

por outro lado, reduzem a mulher a um ser não pensante e incapaz de fazer escolhas, pois aparentemente, são um mero objeto ou marioneta nas mãos gigantes dos programas de televisão que andam a transportar as mulheres para o tempo – ou quiçá o continente - onde eram – e agora voltam a ser-, meras meninas casadoiras e serventes de seu marido.

questiono o porquê de diabolizar os canais de televisão, neste caso a sic (quem quer namorar com um agricultor?) e a tvi (quem quer casar com o meu filho?), por realizarem estes formatos de programas de entretenimento. quem não gosta, simplesmente, não vê. quem se inscreve para participar fá-lo de livre vontade. quem não concorda com o formato, não se inscreve. ninguém é obrigado ou obrigada a participar ou a ver o programa (um, outro, ou ambos!).

se uma mulher decide concorrer a um dos referidos programas está a usar a sua autodeterminação (lamentarão as senhoras e senhores feministas, que não a use para encontrar a cura para o cancro, para chefiar uma multinacional ou, simplesmente, para mudar o mundo), mas estão a usar o seu direito de fazer o que querem com a sua vida.

temos que deixar de ser arrogantes quanto à nossa opinião sobre o mundo e sobre as pessoas; temos de deixar de ser fundamentalistas e quiçá, se possível, perceber também que as nossas certezas são nossas e que podem não ser a de outros, que aquilo que é melhor para nós poderá não ser o melhor para todos.

tudo tem um contexto. e é esse contexto (social, familiar, cultural, profissional…) que enquadra as opções das pessoas. acreditar na liberdade é aceitar as escolhas dos outros. é não impor as nossas escolhas, mesmo que acreditemos que são as melhores. há vidas tão diversas, percursos tão diferentes, querer que todas as pessoas se enquadrem no mesmo padrão de vida é querer robotizar o ser humano. e no fundo que mal tem se o desejo de uma mulher for casar e ter filhos? que mal tem se não tiver ambição profissional? se o papel que a preenche, que a faz feliz é ser uma “boa” esposa e uma boa mãe. quem somos nós para retirar mérito a essa opção de vida?! porque teremos todas de ser “modernas” e querer ter carreiras de sucesso e atingir lugares de destaque “como os homens”?!

como há muito se diz: presunção e água benta, cada qual toma a que quer.

não é minha não é de ninguém

guardian-angel

imagem retirada daqui

 

a maternidade acarreta um conjunto de coisas, umas boas, outras complexas.

uma das coisas que me trouxe foi uma maior sensibilidade a tudo o que está relacionado com crianças. uma nova realidade deixa-nos em alerta para tudo o que lhe está relacionado.

agora sei que antes era uma cabra insensível para as crianças e mais, para as suas mães. ok, talvez uma cabra seja um exagero. mas pouco lhes ligava. agora, as lágrimas escorrem-me enquanto conduzo por ouvir na rádio a notícia de uma criança morta pelo pai.

isto foi ontem. não quis escrever sem antes, tentar perceber o que teria acontecido. não que algo o possa justificar, mas para tentar entender.

passou um dia e ainda não consigo perceber.

que há pessoas estragada, já sei há muito. que há seres incapazes de amar, também já descobri. mas, olho para a minha filha, para a sua pureza, para a sua inocência, para o sorriso fácil e o olhar cheio de brilho e questiono: quem pode destruir um ser assim?

como é que quem lhe deve amor e proteção pode roubar-lhe a vida?

como se pode trair a inocência de um anjo que confia em nós?

segundo a comunicação social, o assassino terá deixado uma carta, no carro onde abandonou o corpo da filha, na qual pode ler-se "não é minha não é de ninguém".

tanto amor que este senhor nutria pela sua filha. amor esse que o impedia de a imaginar com outra pessoa. é de mim ou este tipo de discurso não se aplica a uma relação paternal? desconheço as razões que, naquela mente distorcida, o levaram a fazer o que fez. a sogra ainda é como ou outro, a ex-mulher também…agora a filha?! (nota: não estou aqui a dizer que apoio ou aceito a morte de outro ser humano, apenas compreendo melhor a loucura).

meu caro falecido, o que sentia pela sua filha não era amor. é que nem foi uma morte poética à romeu e julieta. matou a filha e ainda conduziu por 200 quilómetros (certamente a tentar decidir o que ia fazer, quiçá a pensar pedir ajuda aos pais…).

isto devia ter acontecido tudo ao contrário. podia ter começado por matar-se. fim da história. mas sabia, certamente, que ninguém ia importar-se, que quiçá seria um alívio para muitos, então vai de estragar 3 vidas – e não, as 3 às que me refiro não o incluem a si.

não sou apologista de mensagens de ódio, mas perante esta situação não sou capaz de ser melhor.

mami cumpre os seus deveres, e tu?

a mami, crescida e bonitinha, foi cumprir o seu compromisso de honra com os seus concidadão da opus grei. assim, escreveu um singelo texto sob o título a política, por enquanto, não é para todos…muito menos para todas!

deixo-vos um excerto do texto, para irem sem medo, para confiarem que não enlouqueci ou fiquei demasiado séria 

"claro que os governantes não fazem o que lhes apetece porque há uma assembleia (carregada de compadrios), há um presidente da república (estrela de televisão), há um tribunal constitucional (que defende a constituição desde que não seja para lhes retirar direitos) e há, cidadãos e cidadãs que têm o poder do voto e de reivindicação dos seus direitos (mas estes e estas, assumamos todos, também não têm feito um bom trabalho!)."

Sei que dá trabalho e muitas vezes não apetece falar de coisas sérias, mas a verdade é que a nossa vida, o nosso país é coisa séria 

rasurando

 

lip sync: playback total

Lip Sync Portugal

imagem retirada daqui

 

 

domingo à noite, após o jantar, é um momento em que gosto de não pensar (isto implica que normalmente penso, sendo, portanto, um sinal de inteligência).

adoro ver séries, mas isso implica atenção, e neste espaço temporal eu não quero concentrar-me. quero ser um ser passivo e (quase) amorfo.

programas de entretenimento português são ideias para a prossecução dos meus objetivos (não por serem melhores ou piores, apenas porque não exigem esforço de tradução ou leitura de legendas! – eu disse: preguiça total!).

a sic estreou a semana passada o lip sync. eu consegui assistir aos primeiros 15 minutos, mesmo em postura de lontra acéfala achei demasiado mau, tão mau que me obrigou a pensar sobre isso, desvirtuando o objetivo da minha escolha.

depois assisti a alguma “animação” nas redes pela participação da sara matos e do raul meireles e, obviamente, lá fui espreitar. achei graça ao meireles e achei excelente a sara. mesmo assim não me apaixonou.

no entanto, por teimosia, característica que extravaso por todos os poros do meu corpo, este domingo lá fui outra vez. aguentei menos. nem sei se atingi os 10 minutos. não. não consigo achar graça.

posso achar alguma piada a algumas piadas dos apresentadores ou à interação entre os participantes, ou ainda, à desconstrução das jornalistas, mas não chega para me cativar. e não é o programa português que é mau perante os seus congéneres estrangeiros. é o conceito que não me cativa.

veredicto: a mami não gosta.

3, 2, 1 ... rasurando!

a mami gosta de mandar postas de pescada e praticar a arte do maldizer (só com quem nos desmerece).

a mami está crescida.

a mami vai refinar a sua técnica e dar-lhe alguma seriedade (mas não muita, que não estamos aqui para deprimir ou adormecer!).

a sarin, coitada não sabe no que se meteu, convidou a mami para um projeto (blog coletivo) denominado "rasurando" - que estreia hoje!

a mami disse que sim, mesmo temendo a seriedade (e importância) dos temas que por lá vão ser tratados. 

 

mas então, do que se vai escrever no rasurando? (pois também gostaria de saber! mentirinha...  )

vamos falar de política, sem falar de políticos (vou tentar) ou de partidos. vamos falar dos nossos direitos e deveres. vamos falar do nosso portugal, mas também da europa que integramos. o nosso principal objetivo é refletir com vocês coisas (que nos parecem importantes) para o gozo pleno da nossa cidadania. coisa simples como podem ver.

 

não há por lá arrogância ou pretensão de se ser dono/a do saber ou da verdade; há, apenas, o desafio de se trazer a debate temas que sejam importantes para os autores de cada post (graças ao olimpus que há por cá independência total e respeito pela sensibilidade e estilo de cada bloguista).

 

Untitled.png

 

e já agora, quem é que entrou nesta aventura?

 

para além desta vossa conhecida, temos:

sarin - nem lixívia nem limonada

gaffe - a gaffe e as avenidas

m.c. - naomedeemouvidos

eduardo louro - quinta emenda

júlio farinha - oraviva

pedro vorph – vorph

 

esta equipa de digníssimas individualidades autointitula-se: opus grei

 

temendo não estar a dar a devida seriedade ao assunto (e que a sarin ralhe com a mami), peço-vos que vão passando pelo blog do projeto e que vão debatendo connosco, que nos ajudem a melhorar o que por lá se escreve, pois valoriza-se a diversidade de ideias e opiniões. 

logoRasurando.jpg

 

menos marcelo, muito menos

entendo que possa haver uma relação pessoal entre marcelo rebelo de sousa e cristina ferreira.

o que não entendo é que esse telefonema de "felicitações" não tenha acontecido em off, como deve ter ocorrido com imensas pessoas amigas e conhecidas da apresentadora da sic.

marcelo rebelo de sousa não deve ligar, enquanto presidente da república, a felicitar uma apresentadora de um programa de entretenimento porque, ao fazê-lo, passara a vida a fazer telefonemas para os canais generalistas, para os temáticos e, porque não, para os regionais! - presidente de todos e todas as portuguesas!

 

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imagem retirada daqui

 

será que o marcelo ligou para tentar ganhar o premio do programa e aproveitou para dar dois dedos de conversa com a cristina? quiçá quem sabe, meter uma cunha?

mandar vs. gerir talentos

a felicidade é altamente lucrativa” é  uma expressão do ceo da phc software, numa entrevista ao expresso.

não resisti a ler a entrevista, embora adivinhasse a sua essência. centra a felicidade na meditação, mas a minha reflexão centra-se na liderança.

parece ser banal, do senso comum, lógico e facilmente percetível que pessoas felizes e motivadas, são pessoas mais produtivas e com maior capacidade criativa e de transformação. posto isto, não se entende porque há tanta insatisfação com as chefias em portugal – pelo pouco reconhecimento, incentivo e valorização das equipas.

parece prevalecer um modelo de liderança autoritário baixo um véu de trabalho colaborativo, onde a igualdade de papéis impera enquanto se seguir a ideia central…do chefe.

num país de senhores doutores e senhoras doutoras, parece haver o receio de valorizar ideias alheias, mesmo quando lhes é atribuído – não reconhecido - valor.

há, ainda, a necessidade de valorização pelo “mandar” e não pela construção conjunta de valor para a empresa, na qual existem papeis definidos e as pessoas não se deixam amedrontar pelo valor dos outros.

por outras vezes poderá ser pelas chefias estarem tão concentradas na sua visão do tema que são incapazes de – efetivamente – ouvir ideias divergentes, inviabilizando assim boas possibilidades de inovação.

não digo que mandar seja fácil, já coordenei equipas e sei que não o é.

mas mandar por mandar é ditadura, é castração, é desmotivação.

mandar é (deveria ser) gerir talentos. é encontrar a forma de rentabilizar o saber e competências dos elementos da equipa em prol dos objetivos da empresa. exige o conhecimento da empresa e dos colaboradores. exige jogo de cintura e capacidade de negociação. exige (muita) inteligência emocional e empatia.

se houvesse em portugal mais gestores de talentos, haveria certamente mais sucesso nas instituições, mais colaboradores motivados, pessoas mais felizes.

como sabemos a felicidade gera felicidade. ser profissionalmente feliz, faz-nos chegar a casa com energia positiva, com mais vontade de fazer coisas para partilhar essa felicidade, para fazer os nossos felizes.

o trabalho ocupa demasiado espaço/tempo na nossa vida, muitas vezes parece incapacitar-nos para a felicidade – as frustrações que de lá trazemos roubam-nos o brilho. claro que podemos e devemos combater isso, mas sabemos que não é fácil.

gerir talentos

imagem retirada daqui

 

senhores chefes, patrões, coordenadores e outros que tal, por favor olhem para as pessoas com quem têm a honra de trabalhar como um manancial de talento, de lucro - se preferirem, e desafiem-se a encontrar a forma de fazer brotar e gerir esses talentos... isso fará de vocês gestores de uma riqueza (quase) inesgotável!

 

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