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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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calendário do advento #11

 

o que não vemos não nos magoa, mas não quer dizer que não aconteca!

 

desafio do advento #11

no dia internacional da unicef faz o teu donativo (nunca penses que o que tens para dar é pouco, se cada ser do mundo desse 1€ a diferença se faria sentir)

 

calendário do advento #10

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calendário do advento #1

coisas que fazes aos 20 que não deverias fazer aos 40

juízo

 ontem foi um dia complicado. dia um de novembro é sempre um dia "chato". nunca gostei do que representa. não concordo com a hipocrisia de certos atos praticados.

há três anos deixei de poder fugir às cerimónias deste dia. um pedido do meu pai que não fui capaz de recusar. assim todos os dia 1 de novembro (ou na ausência do feriado, o domingo que o antecedia) lá rumava eu à bela da aldeia para acompanhar o meu pai. de referir que o meu problema com as cerimónias prende-se com o facto de eu não acreditar que as pessoas que amei se ressumem àquele local e não quero que a visão de uma sepultura se sobreponha a todas as vivas recordações que tenho com cada uma das minhas pessoas que jazem num ou outro cemitério.

este ano, na véspera, fui a uma festa de halloween que se estendeu até ao raiar do dia. uma festa entre amigos que me aqueceu o coração e me entorpeceu o corpo (dada a bela da sangria de espumante!).

péssima ideia.

dormi 4h. acordei com uma dor de cabeça do outro mundo. rumei a aldeia.

almoço em família. cemitério. terço e missa baixo um sol quente com uma luz insuportável. 

memórias de família. saudade. ressaca a fazer-se sentir. sono. quebra de tensão.

já devia ter juízo. isto de acreditar que conseguimos fazer tudo e que tudo se resolve, por vezes é uma bela treta.

devia ter sido contida na véspera. ir cedo p´ra casa. conseguir cumprir com o meu compromisso familiar sem padecer do castigo terrível imposto ao meu corpo.

aos 20 conseguia fazer isto com uma perna às costas. aos 40 deveria é ter juízo!

senti na pele toda a punição da igreja católica pelo meu pecado da gula e da luxúria.

top 25 | musicas da minha vida parte - 2

seguindo a autorreflexão sobre as 25 músicas que marcaram a minha vida, depois de ter destacado as músicas da minha infância no primeiro post, viajo agora para a minha adolência (que vou considerar até ao final da faculdade pela dependência económica dos meus país e a despreocupação que isso implica).

o facto de ter sido emigrante fez com que o meu gosto musical seja muito diversificado. qase todos os sons fazem sentido para mim, embora goste mais de uns ou de outros de acordo com o meu estado de espírito.

 

don´t cry - guns n' roses

(confesso não ser hoje a minha canção preferida da banda, mas aos meus 13 anos era)

a banda, e esta canção em particular, foi introduzina na minha vida pelo meu primeiro, puro, lindo, maravilhoso e eterno primeiro amor. 

 

everything i do, i do it for you - bryan adams

vivia num prédio e o meu vizinho do andar de baixo (sensivelmente da minha idade) todas as noites (durante cerca de um ano) punha esta música assim que me sentia (não sei como) no quarto (que se note que no meu e não no dele :D )

nunca falamos sobre o assunto, mas ficou para sempre na minha memória

 

   will always love you - whitney houston  

(sou mesmo menina :D )

 

la soledad - laura pausini

(na partida do país que tanto amei... esta canção arrancou-me muito soluços!)

esta foi daquelas canções que parece que apareceu na altura certa da minha vida...para o drama é claro ;)

 

nasce selvagem - resistência

acho que esta canção é passível de paixão por parte de qualquer adolescente

 

 i can't help myself - kelly family

ok. confesso que não sei o que me deu. mas seria hipócrita fazer um top25 que não tivesse esta canção que na altura cantava com garra e emoção descontrolada!

 

experiência religiosa - henrique iglesias

no geral gostava do e.i. (o facto de cantar em espanhol aproximava-me a minha língua mãe)

esta música em particular fascinava-me pela sensualidade inerente à letra

 

smells like teen spirit - nirvana

 um som que dava a plena sensação de liberdade seguida de grande paz!

 

a minha casinha - xutos & pontapés

não é a minha música preferida da banda, mas marcou a minha fase de universidade e identificava-me muito pelas saudades que eu própria tinha da minha "casinha"

 

otherside -  red hot chili peppers

acho impossível não amar :D

 

 self stime - the offspring

é engraçado que pouco tenho a dizer sobre estas músicas para além do simples facto de me fazerem bem, de me darem um "good mood"

 

no final destes post termino sempre com uma excelente boa disposição! obrigada smurf pelo desafio :)

a propósito de gerações

no meu último post "à procura do caminho" partilhei um vídeo que apresentava e explicava a relação com o trabalho/emprego visto pelas diferentes gerações (milenares, baby boomers, geração x), com uma abordagem breve das suas características. nos comentários a inês e o mundo acrescentou ainda a geração y e erreguê os centenials.

ontem estive num encontro literário que contou com a presença de mário zambujal, a dada altura do seu excelente discurso refere que ao longo dos seus 80 anos já passou por várias gerações (até aqui nada de novo) e que por tanto não pertence a uma mas a todas as gerações - é aqui que rompe o paradigma.

há uma visão de pertença e globalidade - claramente que ao viver em cada época e interagir com todos os novos desafios por adaptação natural incluímos em nós um conjunto de características que marcaram cada geração.

o que nos define não é a geração em que nascemos, mas o como vivemos cada nova geração que partilhamos.

 

top 25 | musicas da minha vida parte - 1

num comentário ao meu post sobre o que escondem as letras das músicas o meu novo "amigo" smurf falou-me sobre o top 25 de músicas da sua vida.

ora aqui está um exercício que nunca fiz. nunca refleti sobre quais seriam as 25 músicas que marcaram a minha vida.

agarrei mais este desafio de autoconhecimento e está a ser uma viagem genial (pelo tempo, por lugares, momentos e pessoas).

fiz uma viagem cronologica ... aqui os minhas primeiras 5!

 

1 - a canção do genérico da heidi ... em espanhol é claro :)

apanhei-me muitas vezes em crescida a cantar esta canção (mesmo sem estar com os copos)

  

 

 

2 - hino nacional da venezuela

canteio durante todos os dias do ano letivo, pontualmente às 07h00, de uniforme e em posição, durante 9 anos

 

 

 

3 - vinho verde (roberto leal) ... não fosse eu emigrante!

ainda hoje, quando ouço esta canção, sinto uma saudade difícil de explicar

 

 

 

4 - no basta (franco de vita). das canções mais profundas; a que mais me fez pensar; com a que mais me identifiquei, do ponto de vista do filho com os pais sempre ausentes porque a isso o trabalho obrigava - havia uma fosso entre o que os meus pais pensavam que eu precisava, e o que eu efetivamente precisava.

deste grande senhor guardo ainda hoje uma expressão de uma outra música sua

"un extranjero nunca tendra pátria"

 

 

 

5 - histórias del primeir amor (menudo) - amava, amava, amava :D

o meu quarto forrado a cartazes. foram a minha primeira grande paixão.

esta canção era a minha preferida, ainda hoje a canto de uma ponta à outra!

 

 

 

diz-se que: recordar é viver!

habituei-me a estar sozinha

habituei-me a estar sozinha

em conversa com um gajo, que no dia em que me conheceu ganhou o meu respeito quando ao final da noite me disse: não gosto da tua postura (gosto de frontalidade), descobri mais acera de mim.

ele saiu recentemente de um relacionamento de mais de 20 anos. estava a explicar como estava a reestruturar a sua vida (casa, namorada, filho, finanças...) e no que sentia mais dificuldades.

com tristeza genuína referiu que o que mais lhe custava era acordar e não ter a quem dizer "bom dia", sentir-se sozinho. e que o maior receio que tinha era habituar-se a estar sozinho.

enquanto ele falava eu pensava no quanto gosto de estar sozinha, de ter o meu espaço e gerir o meu tempo. quando ele referiu a habituação, caí em mim. foi isso que me aconteceu. habituei-me a estar sozinha. mas será isso mau?

quiçá sim. sobretudo quando queremos estar com outra pessoa. quando ponderamos a maternidade e o deixar para sempre este domínio total do nosso espaço e tempo.

quando os relacionamentos amorosos se consolidam na "juventude" poucas pessoas experimentaram o viver sozinhas (pelo menos em tempo suficiente para a habituação); vivem com a família, depois com os amigos de faculdade, de regresso à família, a casas partilhadas com amigos, colegas e/ou namorad@s. 

quando os relacionamentos amorosos vão acontecendo sem se assentarem alicerces e a vida profissional dá-nos condições para viver sozinhos, deixando de partilhar casa com outros seres, vamos tornando-nos mais egoístas. a nossa vontade impera e ninguém exige ou contradiz. e este gostinho de plena liberdade nas decisões mais básicas vai-se incorporando-se em nós, tipo lapa que não larga.

o meu simplex teve um percurso semelhante ao meu. somos dois seres egoístas que estão a aprender a ceder um pouco (a pouco) do seu espaço, para permitir incluir o outro no seu dia-a-dia. nas grandes decisões tem sido fácil, nos pequenos pormenores é que verificámos o difícil que é desgrudar a lapa.

 

o segredo da felicidade

todos (penso eu de que) queremos ser felizes.

mas isto da felicidade tem muito que se lhe diga.

já muitos pensadores refletiram e escreveram sobre ela.

não tenho para partilhar a fórmula da felicidade, também eu estou a afinar o gps.

partilho, no entanto, um vídeo que encontrei e que acho que é um bom ponto de partida para a reflexão (individual) sobre a felicidade.

o vídeo apela a distinção entre conceitos. 

prazer - identificando a limitação inerente ao mesmo e a sua dependência de fatores externos

ter - "tem tudo para ser feliz" quando a felicidade depende do que se tem, é externa e frágil, ao faltar um elemento tudo se desmorona.

no vídeo há uma referência de uma visita de dalai lama a portugal, onde perante construções de belos edifícios modernos e tecnológicos se questiona se os indivíduos estariam também a investir no seu desenvolvimento interior.

vale a pena ver o vídeo

  

se pudesses reviver um dia do teu passado, qual escolherias?

acredito que o autoconhecimento é a melhor forma de atingir a paz interior. descobrir e resolver questões que fomos enterrando no nosso íntimo na esperança que desaparecessem.

assim desafiei-me a responder à pergunta: se pudesses reviver um dia do teu passado, qual escolherias? 

não foi fácil nem rápida a escolha.

dilema: deveria escolher um dia feliz para reviver todas as sensações boas, ou escolher um dia menos feliz mas que me possibilitasse rever acontecimentos e melhor compreender as coisas?

quando surgiu a questão soube quem queria rever. só não sabia “quando”. como sempre é da reflexão que surge a luz.

 assim, escolhi um dia banal, pois é no somatório desses dias que se constrói o extraordinário de uma relação. decidi reviver um dia sem dramas, sem stress, sem euforias, sem nada que condicionasse o simples e genuíno prazer de estarmos juntas (rir, desatinar, gozar com as gafes da outra, decidir o que vamos jantar…). mais, queria reviver esse dia sem ter a consciência que em breve ela desapareceria para sempre da minha vida. queria (re)viver a inocência de acreditar no para sempre, de pensar impossível que uma jovem cheia de garra possa desaparecer aos 17 anos num acidente incompreensível. perder alguém que amo, que conheço desde que nasceu, sangue do meu sangue, foi a experiência mais dolorosa que já vivi. lembrar-me dela desperta em mim um sorriso nostálgico, não triste; sinto-me feliz por ela ter existido, por ter feito parte da minha vida, a dor que senti ao perdê-la foi justificada por tudo o que vivemos e não abdicaria disso por nada.

 

saudade

 

imagem retirada daqui

 

diz-se que: o amor pode ser eterno; o amor é imortal!

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