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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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casamento sem sexo?

hoje ao deambular pela minha estante de livros fui interpolada pelo “livro das perguntas”. foi um livro que adquiri há muito quando dinamizava sessões de dinâmicas de grupo. o livro não é dirigido a esta temática, mas era uma estratégia que eu utilizava com frequência para gerar interação no grupo.

decidi então folhear o livro e escolher uma pergunta para partilhar com vocês. façam o exercício de refletir sobre a questão. de vocês para vocês. por vezes são exercícios simples que nos ajudam a (des)construir quem nós somos.

 

a pergunta escolhida foi:

“contentar-se-ia com um casamento perfeito em todos os sentidos menos num – total falta de sexo?” *

 

a mami responde:

a primeira coisa que me veio à cabeça quando li a pergunta foi a polémica da semana passada em relação à proposta do padre católico para os casais “recasados”.

existem, na minha opinião, várias razões para partilhar a vida com outro ser humano (amor, sexo, partilha, projetos comuns, cumplicidade, …). a decisão não se deve basear num desses fatores, mas sim na conjugação de vários; sendo que existem fatores estruturantes numa relação a dois e o sexo é, para mim, um desses fatores. neste sentido, não consigo conceber um casamento perfeito sem sexo - vejo o sexo num espetro alargado, onde vários aspetos da sexualidade estão incluídos, não o resumindo ao mero ato da penetração.

assim a minha resposta à questão seria: não. a vida não é para nos contentarmos, mas sim para transbordarmos.

casamento sem sexo

imagem retirada daqui 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#190). edições estrela polar.

se um é mau, dois são um pesadelo

o carnaval e o dia dos namorados na mesma semana, pior, em dias sucessivos.

valha-me esta miserável constipação para me impedir de cometer loucuras!

como sou uma otimista vamos lá ver as vantagens destes dois fatídicos eventos serem consecutivos:

1 - a ressaca, dos foliões do carnaval, pode ajudar a enfrentar o dia mais romântico do ano!

2- a máscara que as pessoas colocam para atulhar os restaurantes na noite de s.valentim pode ser rentabilizadas, se colocadas um dia antes.

3 – quem habitualmente entra em depressão por não ter com quem partilhar o dia dos namorados (puros malucos) pode aproveitar a loucura do carnaval para arranjar com quem passar o dia (sem stress, têm depois o resto do ano para se arrependerem).

 

se um é mau, dois são um pesadelo

 imagem retirada daqui

 

estas vantagens não se aplicam a quem gosta do carnaval (vá há gostos p´ra tudo) e/ou a quem efetivamente está apaixonado todos os dias, sendo o dia dos namorados “apenas” mais um dia para mostrar o afeto que nutre por aquele ser que lhe desperta aquele “brilhozinho nos olhos”.

maturidade ou apatia?

no seguimento do post experiências profundas transformam-nos, continuo, assim como o mundo, a dar um pulo e avançar.

fui jantar a casa de colegas de trabalho do .mais.que.tudo.

ao final do dia a princesa guerreira tem estado mais “irritada”, logo, a hora do jantar é sempre um stress.

a colega do .mais.que.tudo., sempre que tinha oportunidade, dizia-me o que eu devia fazer com a minha filha: “devem ser cólicas, faz uma massagem”; “não será fome”; “talvez tenha a fralda suja”..,

tive de me conter para não lhe gritar: vivo com este ser há 2 meses, 24h por dia sem interrupção, quiçá eu saiba melhor o que a menina terá!

o que fiz eu? nada, absolutamente nada. deixei a moça falar, volta e meia abanava a cabeça afirmativamente e respirava fundo – lidar com esta intervenção enquanto a nossa filha berra como se a tivessem a matar, não é fácil, nada fácil. quando a moça acrescentou “não sei como consegues lidar com a bebé com tanta calma”- na minha cabeça eu saltava-lhe em cima e desfazia todinha…só para libertar o stress – apenas respondi: tem de ser, se não enlouquecemos!

se há um ano alguém me disse-se que eu iria ter esta capacidade, juro que desatava a rir ... à gargalhada!

por vezes receio estar a confundir maturidade com apatia, mas por enquanto vou acreditar que é maturidade.

meu povo lindo em casos semelhantes guardem as vossas opiniões, caso contrário correm o risco de ficar sem um olho.

maturidade ou apatia?

imagem retirada daqui

experiências profundas transformam-nos

todas as mulheres sem filhos já terão ouvido “quando fores mãe vais perceber” ou o mais desagradável “não és mãe, não percebes”.

eu sempre que ouvia este discurso respondia que desconhecia que a maternidade trazia uma atualização do software analítico.

 

agora que sou mãe não mudei de ideias sobre a prepotência de quem usa essas expressões, visto que se a pessoa não compreende determinada atitude por não ter filhos, também não entenderá está mensagem que contém um certo tom de superioridade.

sempre me considerei uma pessoa sensível aos outros – sem falsas pretensões ou modéstias. ouvi muitas vezes estas expressões. houveram coisas que entendi, outras que não percebi e algumas que considerei apenas exageros.

 

agora que sou mãe tenho de admitir que há coisas que efetivamente mudaram na minha perceção das questões relacionadas com a maternidade. sinto que posso ter sido fria e até mazinha em alguns comentários que tenha realizado em relação a uma “mãe” ou uma “cria”. ainda não sei se houve um upgrade do meu software ou um curto-circuito, mas seja como for operaram-se algumas mudanças:

- sou muito mais sensível ao comentar/criticar situações relacionadas com a forma como outras mães fazem ou gerem situações;

- sou menos dura na análise das birras e reações das crianças;

- grande parte das minhas certezas viraram incertezas;

- valorizo muito a experiência das outra mães – de um modo em que nunca valorizei outros pares;

- o meu.mais.que.tudo. não perdeu a minha atenção, mas convictamente, só tenho espaço mental para uma criança;

- aumentou  a minha admiração pelas mães que conheço e que nunca se queixaram das noites mal dormidas, das inseguranças ou das birras.

 

se acho que, agora que sou mãe, sou uma mulher mais completa? a resposta é não.

se sou uma melhor pessoa? a resposta é sim.

no meu caso é por ser mãe e viver esta nova experiência que tem tanto de maravilhoso quanto de duro e assustador; mas tenho noção que se estivesse a viver outra situação igualmente nova e exigente a nível emocional, estaria mais sensível a pessoas em situações semelhantes.

 

vivamos mais e julguemos menos as realidades que desconhecemos.

experiências profundas transformam-nos

 

apetece-me dizer a amigos do facebook

sou utilizadora de redes sociais. vejo grandes vantagens em cada uma delas. adoro o pinterest para procurar inspirações e dicas; gosto muito de fotografar e o instagram é uma montra de bons trabalhos; o facebook permite-me estar em contacto com familiares e amigos; o linkedin, o twitter e o google +, embora use menos, também lhes reconheço potencialidades.

por isso, não pretendo aqui escrever um post hipócrita sobre redes sociais. pretendo apenas deixar um desabafo em género de reflexão.

por questões profissionais “tenho” de aceitar alguns pedidos de amizade no facebook que honestamente dispensava. graças ao mark que o facebook tem um conjunto de ferramentas que nos permite gerir os vários tipos de “amigos” que por lá vamos tendo. isto para vos justificar o correr pela minha página de faebook vários tipos de personalidades.

por vezes quando estou a ver o meu feed de notícias no facebook, simplesmente para libertar a mente depois do stress do dia-a-dia – um exercício oco mas bastante eficaz, vejo coisas que me fazem questionar até que ponto é que as pessoas têm noção do expostas que estão.

já me apeteceu escrever varias vezes:

- fotografias com o vosso reflexo em espelhos, com boca de peixe e minissaia são, no máximo, apropriadas a adolescentes parvas e não a mulheres de 30 anos!

- parem de mandar indiretas aparvalhadas e doridas – toda a gente repara na vossa “pretensa” desgraça menos quem vocês querem atingir!

- deixem de dizer ao mundo que são “cornos” … ninguém gosta de cornos sofridos e mal-amados!

- a maioria dos vossos amigos no facebook não são médicos, pelo que, não necessitam de saber da vossa história clínica à vírgula, nem mesmo à página!

- não façam da vossa página uma playgirl ou um playboy … os vossos pais, ou pior, os vossos filhos, podem ter acesso às mesmas!

- acreditem ou não, ver cada milímetro de evolução dos vossos músculos não interessa a ninguém.

- please, please, please não ameacem de azar ou morte as pessoas que não derem seguimento às vossas cadeias de “amor”, “solidariedade” ou coisa que lhes valha

- e, se não for pedir muito, evitem post com reflexões profundas cheias de erros ortográficos ou claramente copiadas de um qualquer autor brasileiro.

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imagem retirada daqui

 

após este momento sinto-me mais leve. cobarde por não o dizer a quem me apetece, eu sei… mas muito mais leve na mesma!

maternidade daniel de matos

fatores vários levaram a que a minha princesa guerreira nascesse, numa cesariana de emergência, na maternidade daniel de matos (unidade que integra o centro hospitalar e universitário de coimbra).

entrei nas urgências da maternidade daniel de matos com contrações que tinham iniciado há mais de 24h. após registo, toque e ecografia verificou-se que a princesa guerreira estava em “pélvica” ou seja, com o rabinho para baixo e a cabeça para cima. a obstetra decidiu de imediato que o parto seria por cesariana.

toda a equipa médica foi extremamente competente. a vigilância nas últimas horas foi feita regularmente para assegurar que tudo correria bem. só tenho a agradecer o cuidado e profissionalismo de toda a equipa.

a minha princesa guerreira teve algumas questões quando nasceu o que implicou a intervenção diária dos pediatras de “turno”. a visita de anestesista e obstetra era também diária. equipas extremamente profissionais.

nunca cheguei a saber o nome do obstetra que me fez a cesariana, nem da médica que o assistiu (nem dos médicos que lhes seguiram nas visitas diárias). de todos os pediatras que viram a minha princesa só sei o nome da pediatra que a recebeu ao nascer e que teve a atenção de me vir acalmar dizendo “está tudo bem” (dra. lígia). houve uma pediatra que tratou do estudo clínico da princesa e que eu nunca vi e que nunca chegou a ver a bebé.

desde que entrei nas urgências, passando pelo bloco operatório e até ao dia em que tivemos alta, houveram profissionais que merecem todo o destaque e meu sincero agradecimento: a equipa de enfermagem.

profissionais sempre atentas, com palavras de conforto e com o cuidado de explicar todos os processos e/ou situações.

em cinco dias de “estadia” na maternidade lidei com várias profissionais de enfermagem e estagiárias, tendo estilos diferentes – quer no trato quer na amplitude do sorriso-, todas foram excecionais nos cuidados e orientações que prestaram.

de entre as grandes profissionais que nos acompanharam na maternidade daniel de matos, é impossível não destacar as excecionais, sem desprimor para as demais, mas com merecida distinção! deixo o meu muito obrigada à enfermeira margarida que me fez sentir toda a experiência e aconchego de uma mãe, sempre firme e cuidadosa, motivadora e com palavras de ânimo (nem imaginam o esforço que fiz em não chorar no momento da despedida – cheia de medo de dar aquele ar de mulher com descompensação hormonal!). e à enfermeira sónia que foi de um profissionalismo e empatia indiscritível. guardo o dia em que fez dois turnos seguidos, após ter entrado de manhã, à meia noite desse dia veio vernos e teve o cuidado de partilhar connosco os resultados dos exames que tinham sido feitos (de manhã) à nossa bebé. com muita calma e atenção esclareceu as nossas dúvidas e acalmou os nossos corações. um mimo também para a estagiária ana  em que se adivinha uma excelente profissional - contém em si toda o cuidado para com as pessoas com quem lida e um extremo afeto pelos bebés.

na maternidade daniel de matos encontrei excelentes profissionais de saúde, mas são as enfermeiras (no feminino, pois não lidei com nenhum profissional de enfermagem do sexo masculino) a quem mais agradeço todo o apoio dado nos momentos de maiores incertezas e fragilidade emocional; profissionais 100% completas, a nível técnico e humano 

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imagem retirada daqui

 

raríssimas compatibilidades

finalmente o engenheiro socrátes encontrou a sua cara metade.

depois de muitos romances falhados, umas chatices políticas e tantas injustiças legais o sr. engenheiro encontrou a sua alma gémea.

igual em descaramento, vítima de injustiças semelhantes, apaixonada pelo luxo e afincadamente inocente, o engenheiro filosofo e a ex-estudante de filosofia, têm tudo para uma relação de sucesso.

engenheiro sócrates + paula brito "e" costa = 

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imagem retirada daqui

 

 

aconselho este artigo para quem quiser conhecer melhor o percurso de paula brito e costa.

 

será que o governo acha que somos parvos?!

isto de estar de baixa à espera que a catraia dê um ar da sua graça dá-me mais tempo para me atualizar do panorama nacional. o que tem sido um erro...grande!

ontem andava eu, ainda, irritada com a treta criada à volta do panteão quando distraída na minha vida começo a ser bombardeada com as sucessivas notícias sobre a greve dos professores, as exigências da classe e as propostas do governo.

no meio de tanto disparate e desigualdade entre funcionários da função pública - não entendo existirem diferentes critérios para um mesmo patrão e não me refiro à situação atual mas à discriminação positiva da qual a classe docente sempre beneficiou ao nível da progressão na carreira e valores auferidos (pena daqueles que entraram a partir de 2010 ... assim como eu) -, ouço a proposta/compromisso do governo de contabilizar todo o tempo de serviço numa próxima legislatura.

mas, mas, mas os senhores acham que somos todos burros.

que governação é esta que empurra tudo para a frente, para que os outros cumpram as suas promessas e que “se amanhem”?

ou pior, será esta uma "rasca" estratégia política para assegurar os votos dos professores portugueses nas próximas legislativas de modo a estes assegurarem a concretização da "promessa".

governo goza com a nossa cara

imagem retirada daqui

 

fiquei enjoada e garanto que nada tem a ver com o meu estado!

 

rapidinhas da semana #7

cá estamos para a nossa atualização semanal sobre o que de melhor (e pior) se passa por este cantinho à beira-mar plantado.

 

1 - a náusea da "polémica" do jantar da web summit no panteão nacional. não me recordo se já aqui comentei, no verão uma conhecida minha alemã referiu que portugal tinha demasiados canais informativos 24h para a sua dimensão e que por isso fazia de notícias o que não são notícias e que esmifram as pseudo notícias até ao absurdo.

esta história do jantar no pavilhão lembrou-me esse comentário (assim como a constante atualização das vítimas de legionella - os canais noticiosos como cães famintos aguardam por mais uma vítima para fazer disso notícia de última hora).

não simpatizo com o nosso primeiro ministro, acho-o pouco empático e muda de discurso consoante lhe convém. a sua indignação com o jantar no panteão trouxe ao de cima uma hipocrisia tremenda em relação a este assunto: já houveram jantares, encenações, missas, mas agora é que vem um problema?! acusa-se o antigo governo pela possibilidade dos eventos, exige-se (sangue) a demissão de pessoas e a revogação do decreto-lei... mas porquê tanto barulho agora? Qual a necessidade de manchar um evento, que parece ser consensual ser de interesse para portugal, como o é o web summit, com uma coisa deste género?!

com isto não quero dizer que acho bem ou mal jantares no panteão, na verdade acho apenas de mau gosto. há jantares em mosteiros e também há lá mortos! será que há defuntos que merecem mais respeito do que outros... mesmo após a morte há portugueses de primeira e portugueses de segunda?

se falássemos de shows de striptease talvez achasse indiscutivelmente ofensivo. honestamente, e mesmo sendo fã do harry potter, acho mais ofensivo uma encenação para o lançamento de um livro no panteão ... onde está aí respeito pelos defuntos?! ... é cultura dirão uns ...please, direi eu!

depois, enquanto em Portugal se procuram responsabilidades políticas, ao nível das crianças do pré-escolar, de fora vem o responsável do web summit pedir desculpas aos portugueses (questiono eu de que pede o sr desculpas, ele organizou um evento e obteve autorização…ponto!).

depois ainda vem o senhor "(...) bispo emérito de Beja criticou, esta segunda-feira, o jantar realizado pela Web Summit na passada sexta-feira no Panteão Nacional, fazendo alusão aos “bacanais” que os romanos realizavam nos cemitérios." - não haverá aqui um pouquinho, digo eu, de exagero?!

 

e olhem, sabem que mais, esta semana não há mais rapidinhas…esta situação irritou-me de mais!

o caso do panteão

imagem retirada daqui

 

deixem a georgina em paz

não me quero armar em cláudio ramos, até porque sou mais gira  e nem sou de me ligar às notícias do j7. mas há coisas que enjoam – pelo menos a mim, quiçá seja da gravidez 

esta semana saiu uma “notícia” não sei se o nome será o mais adequado, sobre o passado romântico da georgina e o facto de terem tentado esconder fotografias do mesmo nas redes sociais.

ora bem, que atire a primeira pedra quem aos 23 anos não tenho um passado romântico?! (espero que não hajam muitas pedras…seria um pouco deprimente! )

que atire mais um calhau quem, por respeito à atual relação não tenha apagado das redes sociais fotografias mais íntimas com o companheiro anterior (basta ser um abraço, um beijo, um sorriso…algo que espelhe cumplicidade e possa despertar o ciúme ou insegurança do nosso atual companheiro!).

meus amigos trata-se de respeito pelo outro, não de “medo” ou pintar um quadro de virgem pura!

poupem-me! 

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imagem retirada vergonhosamente daqui

olhem que foto chocante!!!!! 

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