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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

estou aqui!

a partir de hoje é possível pedir a pulseira do programa “estou aqui” da psp. a pulseira é destinada a crianças entre os 2 e os 10 anos, embora a idade possa ser inferior a dois anos caso se prove que a criança consegue andar de forma autónoma.

a pulseira, em tecido, têm um código alfanumérico único que correspondente aos dados da criança que a usa e de duas pessoas por ela responsáveis.

a pulseira tem a duração de 12 meses, ficando “ativa” até 31 de maio de 2020; pode ser pedido de forma nominal ou de grupo (opção adequada a instituições que lidem com grupos de crianças - escolas, infantários, catl, campos de férias, ...).

“o programa estou aqui!® foi desenhado para que nunca perca um momento da presença dos seus filhos.”

esta é uma iniciativas que aproxima os cidadãos e as cidadãs das forças de segurança, valorizando a prevenção e conferindo à família a sensação de segurança.

podes pedir a pulseira aqui.

 

estou aqui

 

na minha pesquisa sobre a pulseira fiquei muito feliz quando descobri que existe também a pulseira estou aqui adultos - “a psp identifica a necessidade de garantir a segurança de adultos que, pelas mais variadas razões, possam sofrer alguma desorientação na via pública.” Sabe mais sobre esta iniciativa aqui.

 

sinto-me orgulhosa destas iniciativas, ambas gratuitas!

ilusão a quanto obrigas

como sei que já estavam com saudades de desafios visuais e, como não quero que vos falte nada, trago um six pack para vos inspirar.

 

 

geometric

nesta imagem estamos perante um desafio de perspetiva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ilusionss

quantos rostos consegues decifrar nesta imagem (humanos ou animais, vivos ou mortos)?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mind game

preto ou branco?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

top down

uma questão de perspetiva 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

para além de

para a direita ou para a esquerda?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

hidden-puzzle.jpg

o que consegues encontrar nesta bela e complexa imagem?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lamento se desiludi que estava a espera que um belo traço a mostrar o seu six pack, tipo este:

 

six pack

imagem retirada daqui

 

nota: todas as imagens foram retiradas do pinterest

coisas que se ouvem

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estou numa conferência.

apresentam-se dados científicos.

e parece que: estar em processos de aprendizagem diminui o risco de obesidade! 

e num breve flashback várias noites a estudar para os exames, enquanto devorava pacotes de bolachas com pepitas de chocolate, passaram pela minha mente.

senhores investigadores tenho a informar que: há exceções!

claro que isto do estar em processo de aprendizagem é muito abrangente. mas, se exigir exames, provas ou outras fontes geradoras de stress estou em crer que muitos, como eu, abusam no açúcar enquanto passam várias horas sentados ou deitados a estudar!

calma, sei que engordar “um pouco” e obesidade não é a mesma coisa. mas o modo como as coisas foram apresentadas punham tudo na mesma saladeira!

 

 

a vontade de partir mais cedo

antes de começares a ler, quero deixar um alerta: não pretendo ferir suscetibilidades, não pretendo fazer uma condenação, não quero sequer fazer um julgamento. sinto apenas a necessidade de “botar cá para fora” as minhas inquietações.

numa perspetiva meramente estatística: qual o número de pessoas que se suicidaram que cabe conhecer a cada um de nós?

recentemente, mais uma pessoa que conhecia acabou com a sua vida (a terceira num espaço de 3 anos). 

nas últimas semanas tenho lutado por controlar o sentimento de raiva que esta situação me despertou. resultado: uma terrível baixa das minhas defesas - em consequência de noites mal dormidas-, e uma acentuada falta de concentração.

não consigo entender o que passa pela cabeça das pessoas que tomam essa decisão. não consigo perceber se é angústia, dor, incompreensão, isolamento ou impulso. mas há uma característica que parece ser consensual e transversal a todas as situações de suicídio: o egoísmo.

a falta de empatia para “quem fica” de coração despedaçado e mente cheia de dúvidas.

é uma partida inesperada e cujas causas ficam, na maior parte das vezes, por descobrir.

tenho uma amiga que defende que o suicídio, da pessoa em causa, foi  um ato de coragem. entendo que hajam percetivas diferentes da minha, mas para mim coragem é acordar cada manhã sabendo que o dia não vai ser fácil, mas mesmo assim ter capacidade para o enfrentar. desistir e abandonar a luta que é viver, não é coragem, mas sim cobardia.

tenho-me agarrado à ideia da existência de problemas psicológicos não diagnosticados. uma forma plausível de acreditar que a decisão esteve para além da vontade da pessoa.

para além da pessoa que decide partir sem avisar, existem as pessoas que carecem de sensibilidade e bom senso e que vão questionando as pessoas mais próximas da vítima: “não repararam em nada; não viram os sinais; não seria uma situação anunciada? o que esperam estes obter como resposta? um "claro que reparei, mas deixei que se matasse!"? 

pois como todos sabemos, familiares e amigos necessitassem certamente de (mais) motivos para fazerem crescer em si uma culpa sem fundamento. e não me vou estender aqui com a curiosidade mórbida daqueles que querem saber todos os pormenores.

por último, quero falar das mães e dos pais, que não estando preparados para verem partir os filhos, seja por que causa for, levam com o choque destes partirem por decisão própria. chamando a si, mesmo que de modo inconsciente, toda a responsabilidade, por não os terem conseguido proteger.

 

uma morte tem sempre danos colaterais; um suicídio agrava-os e perpetua-os.

 

a vontade de partir mais cedo

imagem retirada daqui

todos os bloggers são egoístas

fez ontem uma semana que mami fez três anos – 11 de maio.

não me esqueci da data, mas por vezes a vida não nos permite celebrar o que nos faz feliz.

não sou de queixumes nem de negatividade. mas arre que o tempo está enevoado por estes lados.

depois deste preâmbulo, não muito poético, que soou a desculpas e a ai, ai, ai, vamos as comemorações deste aniversário!

embora não consiga ter a regularidade que gostaria, escrever neste espaço ajuda-me (muitas vezes) a libertar o que trago na alma, a dizer as coisas em voz alta, tornando-as assim realidade.

ter um blogue é algo egoísta. não é para quem o lê, mas sim para quem o escreve – dona ou dono e senhor/a de todo esse espaço – da sua forma e conteúdo.

um espaço onde ninguém nos impõe limites ou regras, onde podemos dizer (e dizemos) o que bem nos apetece. um espaço nosso, criado e moldado em função do nosso umbigo.

os blogues têm dois tipos de leitores: bloggers e pessoas que procuram informação específica, e procurando no google chegam ao nosso espaço (podendo depois ficar ou não).

da minha experiência, há um ganho maravilhoso que surge sobretudo de outros bloggers: a empatia.

estamos no mesmo barco, com os nossos espaços criados há nossa imagem. vamos percebendo que existem outros autores com quem partilhamos algumas ideias e formas de estar, o que não implica que concordemos sempre com o que o outro escreve, mas respeitamos, pois estranhamente “conhecemos” o autor e a sua linha de raciocínio. em alguns casos sentimos mesmo a existência de uma relação afetiva.

mas não se pense que este aspeto torna os bloggers menos egoístas. é através do afeto que recebe, da partilha, do discordar de visões e opiniões, da discussão de ideias, que o blogger cresce, melhora e se torna uma pessoa mais rica. é tudo ganho!

há três anos que vou enriquecendo graças as pessoas que por aqui passam e graças aos blogs que visito. muito, muito obrigada a todos e a todas.

 

mami aniversario

imagem retirada daqui

 

neste terceiro ano tive um novo input: um hater(zinho) fabuloso que volta e meia vem cá trazer um pouco de fel. beijos e queijos para ele ou ela.

família

cresci numa família tradicional.

acabando de escrever a frase questiono o que é isto de família tradicional.

a minha mãe teve 13 irmãos, nenhum deles fez mais do que a quarta classe. a minha mãe recorda que “os mais velhos”, nos quais se encontrava, chegaram a ir à escola descalços. recorda a broa com sardinhas, a única forma de as sardinhas, ou o sabor destas, chegarem para todos.

o meu pai e os seus quatro irmãos tiveram vida semelhante. começaram a trabalhar aos 11 anos, aos 14 o meu pai imigrou para trabalhar na construção civil.

os seus caminhos lá se encontraram e eles lá casaram. tinham, pelo menos, 10 anos de trabalho cada um e uma grande experiência de vida.

passados 2 anos cheguei às suas vidas. passados mais 3, emigram. nasceu outra bela menina e depois o benjamim. todas as memórias que tenho dos meus pais são de trabalho, de esforço, de procura de uma vida mais confortável e a ideia constante de que “nunca faltasse nada aos filhos”, que estes tivessem uma vida melhor do que a deles.

acredito que os pais querem dar aos filhos aquilo que mais falta sentiram na infância/adolescência. admiro e agradeço todo o esforço feito pelos meus pais para nos dar conforto financeiro e compreendo que com esse objetivo traçado não conseguissem ver o que ficava para trás: tempo em família, afeto, partilha.

nós queremos sempre mais. eu queria o que não tinha.

conhecer a história dos meus pais, ver o seu exemplo, fez com que adquirisse valores de trabalho, responsabilidade, dedicação, respeito, entreajuda e empatia. fez com que queira ser uma mãe presente, mais afetuosa; que valorize e promova momentos em família. e posso fazer isto graças à segurança económica que os meus pais conseguiram assegurar aos filhos, pela formação académica e pelas competências pessoais e sociais que nos proporcionaram.

não sei o que a minha filha irá pensar da educação e o contexto familiar que eu e o pai lhe proporcionamos. mas sei que não quero que pense que o mundo é uma caixa mágica de vontades – basta querer para ter; não quero que basei as suas amizades no que está por detrás de um ecrã; quero que abrace os avós, os tios, os primos, que faça caretas ao ataque de beijos dos pais. quero que valorize o trabalho, que estabeleça objetivos, que respeite as pessoas na sua singularidade e que tenha espaço para querer o que quer.

os meus pais, sem escolaridade, sem tempo, com um amor sempre presente mas tímido nas palavras e no toque, fizeram isto com tanta naturalidade … e eu, à partida com mais competências, com toda a informação e teorias disponíveis, sinto tanto medo de não o conseguir fazer de modo tão eficiente!

há coisas que o coração conquista pera pureza da sua essência.

sei que ser o exemplo é o caminho, foi assim comigo.

acredito que esconder as dificuldades é um erro. o mundo não é “cor de rosa” e nunca vai ser. para valorizar, para respeitar é preciso ter consciência das dificuldades, mesmo que estas não se sintam.

cresci, a maior parte do tempo, com a minha mãe, o meu pai (mesmo que passasse dias sem o ver em consequência dos seus prolongados horários de trabalho) e os meus irmãos. depreendo que isto faz de nós uma família tradicional.

a minha filha vive com a mãe e o pai – embora o pai esteja fisicamente ausente a maior parte do tempo. quiçá seja mais correto dizer que a minha filha vive com a mãe com a presença pontual do pai. mas, novamente, estando os três elementos presentes estamos perante uma família tradicional.

e vemos assim que até nas famílias ditas tradicionais, há tanta diversidade de organização e dinâmicas, que o conceito transborda as suas barreiras.

família é um conceito tão amplo, tão intenso, tão complexo, que em muito se aproxima ao conceito de aquilo que partilham os elementos que a constituem: amor

family

imagem retirada daqui

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