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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

3, 2, 1 ... rasurando!

a mami gosta de mandar postas de pescada e praticar a arte do maldizer (só com quem nos desmerece).

a mami está crescida.

a mami vai refinar a sua técnica e dar-lhe alguma seriedade (mas não muita, que não estamos aqui para deprimir ou adormecer!).

a sarin, coitada não sabe no que se meteu, convidou a mami para um projeto (blog coletivo) denominado "rasurando" - que estreia hoje!

a mami disse que sim, mesmo temendo a seriedade (e importância) dos temas que por lá vão ser tratados. 

 

mas então, do que se vai escrever no rasurando? (pois também gostaria de saber! mentirinha...  )

vamos falar de política, sem falar de políticos (vou tentar) ou de partidos. vamos falar dos nossos direitos e deveres. vamos falar do nosso portugal, mas também da europa que integramos. o nosso principal objetivo é refletir com vocês coisas (que nos parecem importantes) para o gozo pleno da nossa cidadania. coisa simples como podem ver.

 

não há por lá arrogância ou pretensão de se ser dono/a do saber ou da verdade; há, apenas, o desafio de se trazer a debate temas que sejam importantes para os autores de cada post (graças ao olimpus que há por cá independência total e respeito pela sensibilidade e estilo de cada bloguista).

 

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e já agora, quem é que entrou nesta aventura?

 

para além desta vossa conhecida, temos:

sarin - nem lixívia nem limonada

gaffe - a gaffe e as avenidas

m.c. - naomedeemouvidos

eduardo louro - quinta emenda

júlio farinha - oraviva

pedro vorph – vorph

 

esta equipa de digníssimas individualidades autointitula-se: opus grei

 

temendo não estar a dar a devida seriedade ao assunto (e que a sarin ralhe com a mami), peço-vos que vão passando pelo blog do projeto e que vão debatendo connosco, que nos ajudem a melhorar o que por lá se escreve, pois valoriza-se a diversidade de ideias e opiniões. 

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o prazer de comer

gosto de comer. adoro experimentar coisas novas. adoro sabores complexos, mas também os delicados. a criatividade na cozinha apaixona-me, mas também o saborear a nossa cozinha tradicional - este país, de brandos costumes, é uma ode ao prazer de comer.

uma das coisas que gosto em viajar é experimentar coisas novas, quer seja em portugal ou pelo mundo fora.

com a bebida acontece o mesmo (quentes, frias, naturais, processadas, com e sem álcool – o importante é a sua irreverência).

até há pouco tempo não tinha percebido a importância que o paladar tinha para mim. de como pode afetivamente ser uma fonte de prazer.

heis alguns exemplos:

- queijo da serra amanteigado, uvas e vinho tinto .o sabor característico e intenso do queijo da serra é suavemente domado pela uva – que o aprisiona respeitando a sua personalidade e permitindo-o mostrar o melhor de si. o quente e aveludado do (bom) vinho tinto (alentejano ou do douro) funde-se com o sabor deixado na boca, transformando-o em algo delicadamente intenso, que apela à contemplação do momento numa relaxante descompressão.

- café expresso (delta), puro e sem açúcar, e magnum caramel & nuts. um gole de café amargo, quente e intenso põe o palato em alerta; este estremece com a trica no crocante e estaladiça gelado, abrindo caminho ao doce e frio sabor da nata que deixa escorrer do seu interior o suave caramelo. uma diversidade de texturas, temperaturas e sabores que me deixam simplesmente em êxtase!

- espumante e ostras. comer uma ostra é sentir o mar a invadir a nossa boca. delicada e salgada, a sua suave textura brinda-nos com uma sensação única. beber o espumante, é como ter, na nossa boca, o mar a banhar areia – o suave e fresco borbulhar, na quente e ansiosa areia.

bem…só de recordar já tive o meu momento do dia!

o meu paladar e as memórias que me traz são uma grande fonte de satisfação! por isso não deixo nunca de o mimar 

prazer de comer

imagem retirada daqui

no bom caminho

este ano estou empenhada em cumprir os meus objetivos de passagem de ano.

ok. muitos dirão: "vai com calma que ainda só passaram 13 dias"

é um facto. mas já foram 13 dias de trabalho.

o que quer dizer, pelo menos, que estou no bom caminho 

pegando nas minhas resoluções para 2019, de 8, 4 já estão em andamento. nada mau!

partilho com vocês a execução da segunda "cortar radicalmente o cabelo (sabem o que se diz “quando uma mulher corta o cabelo, a sua vida está prestes a mudar!”)"

tipo programa da cristina, do goucha ou de outro/a qualquer, vejam de seguida:

 

o antes

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e - não vos obrigando a voltar amanhã para ver o resultado num novo post (faço mal porque isso é que dá audiências) -

 

o depois

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estou a ficar muito moderna, já tiro fotografias nas casa de banho! 

rebanho

desde cedo descobri que detestava andar em rebanho.

ir onde todos vão, fazer o que todos fazem. apenas porque sim.

diluir-me no todo.

nunca percebi o problema da ovelha negra.

não é ela a mais recordada e nomeada?

não é ela a que mais se destaca por ser diferente?

que mal tem isso?

se eu estivesse num rebanho seria essa ovelha que eu quereria ser

- que se note que não almejo ser o pastor –

custa-me a compreender a necessidade de certas pessoas em nos quererem obrigar a ir no rebanho; que ficam ofendidas se não aceitarmos o – nada inocente – convite.

pessoas que reclamam uma dívida para com elas só porque decidiram – de livre e espontânea vontade – fazer o que aos seus olhos é simpático para nós.

não me interpretem mal, não sou uma pessoa ingrata.  mas não gosto que outros me imponham a sua “boa vontade”.

na minha perspetiva isso não é simpatia, é intromissão.

e quando acham que o que decidiram fazer “por nós” exige a nossa gratidão e obediência, vejo-me perante uma situação – de tentativa – de manipulação.

pessoas lindas deste planeta, por favor entendam, que o que vocês querem para vocês pode não ser o que as pessoas querem para si. acreditem ou não, somos diferentes. aquela expressão de trata os outros como gostaria que te tratassem a ti não é para ser levada à letra. é apenas uma ideia global de que devemos respeitar os outros… também nas suas diferenças.

se fizerem algo por alguém, sem que esse alguém vos tenha pedido, entendam que, eventualmente, poderão estar a exceder o vosso espaço de intervenção e, sim, poderão não receber gratidão.

boa vontade e intromissão estão, como as nádegas, divididas por uma linha muito ténue.

rebanho

imagem retirada daqui

menos marcelo, muito menos

entendo que possa haver uma relação pessoal entre marcelo rebelo de sousa e cristina ferreira.

o que não entendo é que esse telefonema de "felicitações" não tenha acontecido em off, como deve ter ocorrido com imensas pessoas amigas e conhecidas da apresentadora da sic.

marcelo rebelo de sousa não deve ligar, enquanto presidente da república, a felicitar uma apresentadora de um programa de entretenimento porque, ao fazê-lo, passara a vida a fazer telefonemas para os canais generalistas, para os temáticos e, porque não, para os regionais! - presidente de todos e todas as portuguesas!

 

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imagem retirada daqui

 

será que o marcelo ligou para tentar ganhar o premio do programa e aproveitou para dar dois dedos de conversa com a cristina? quiçá quem sabe, meter uma cunha?

mandar vs. gerir talentos

a felicidade é altamente lucrativa” é  uma expressão do ceo da phc software, numa entrevista ao expresso.

não resisti a ler a entrevista, embora adivinhasse a sua essência. centra a felicidade na meditação, mas a minha reflexão centra-se na liderança.

parece ser banal, do senso comum, lógico e facilmente percetível que pessoas felizes e motivadas, são pessoas mais produtivas e com maior capacidade criativa e de transformação. posto isto, não se entende porque há tanta insatisfação com as chefias em portugal – pelo pouco reconhecimento, incentivo e valorização das equipas.

parece prevalecer um modelo de liderança autoritário baixo um véu de trabalho colaborativo, onde a igualdade de papéis impera enquanto se seguir a ideia central…do chefe.

num país de senhores doutores e senhoras doutoras, parece haver o receio de valorizar ideias alheias, mesmo quando lhes é atribuído – não reconhecido - valor.

há, ainda, a necessidade de valorização pelo “mandar” e não pela construção conjunta de valor para a empresa, na qual existem papeis definidos e as pessoas não se deixam amedrontar pelo valor dos outros.

por outras vezes poderá ser pelas chefias estarem tão concentradas na sua visão do tema que são incapazes de – efetivamente – ouvir ideias divergentes, inviabilizando assim boas possibilidades de inovação.

não digo que mandar seja fácil, já coordenei equipas e sei que não o é.

mas mandar por mandar é ditadura, é castração, é desmotivação.

mandar é (deveria ser) gerir talentos. é encontrar a forma de rentabilizar o saber e competências dos elementos da equipa em prol dos objetivos da empresa. exige o conhecimento da empresa e dos colaboradores. exige jogo de cintura e capacidade de negociação. exige (muita) inteligência emocional e empatia.

se houvesse em portugal mais gestores de talentos, haveria certamente mais sucesso nas instituições, mais colaboradores motivados, pessoas mais felizes.

como sabemos a felicidade gera felicidade. ser profissionalmente feliz, faz-nos chegar a casa com energia positiva, com mais vontade de fazer coisas para partilhar essa felicidade, para fazer os nossos felizes.

o trabalho ocupa demasiado espaço/tempo na nossa vida, muitas vezes parece incapacitar-nos para a felicidade – as frustrações que de lá trazemos roubam-nos o brilho. claro que podemos e devemos combater isso, mas sabemos que não é fácil.

gerir talentos

imagem retirada daqui

 

senhores chefes, patrões, coordenadores e outros que tal, por favor olhem para as pessoas com quem têm a honra de trabalhar como um manancial de talento, de lucro - se preferirem, e desafiem-se a encontrar a forma de fazer brotar e gerir esses talentos... isso fará de vocês gestores de uma riqueza (quase) inesgotável!

 

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