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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

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5 coisas que comprei para a bebé ... e me arrependi

ser mãe pela primeira vez traz uma excitação única. um misto de ansiedade, felicidade e inexperiência. as tentações espreitam por todo lado. há tanta coisa linda e “imprescindível” para o novo papel que vamos assumir! claro que na verdade não precisamos de metade do que nos oferecem e outra metade pouca utilidade real tem.


ficam aqui os meus principais erros de mãe de primeira viagem nas aquisições que fiz para  a pequena:


 


- ninho de anjo. quando o vi pensei: que coisa mais fofa, mais quentinha. depois, com todo o meu atrofio por causa da morte súbita… a miúda nunca o usou!


- mochila ergonómica. é obvio que precisava de uma. era essencial ter as mãos livres para poder fazer coisas enquanto aconchego a minha princesa junto a mim; e o jeitão que me ia dar no supermercado. a-hã. até agora, a boneca tem 7 meses, usei-a 4 vezes. ela sente-se apertada e desatina, para além de ser muito quente (duas brasas em contacto  )


- proteção de chuva para o ovo. a bebé nasceria em novembro e certamente iria chover muitas das vezes em que tivéssemos que sair com ela – mal adivinhava eu que ainda choveria recorrentemente em julho! a proteção do ovo para a chuva seria um indispensável. a-hã. usei-o 3 vezes. a verdade é que não saí muito de casa durante a minha licença e evitei fazê-lo em dias de chuva ou de muito frio. quando comecei a trabalhar a pequena já pesava tanto que a transportava ao colo, o ovo só funciona como cadeira de retenção no automóvel. o facto de não achar a capa muito prática de utilizar fez também com que a pusesse de lado.


- roupa em excesso. tive algum tino, mas mesmo assim cometi excessos. comprei algumas peças tamanho zero pois não queria que a menina andasse a nadar na roupa. grande erro. não vestiu nenhuma. a oferta de roupa para menina é enorme e exige um grande controlo da nossa parte, pois muitas das vezes as coisas “fofas e com estilo” não são muito práticas e acabamos por não lhes dar grande uso. nos primeiros tempos o bebé precisa de roupa quentinha e prática – para o seu conforto e para nos facilitar a vida.


- chupetas – vários materiais, marcas, formatos …e graus de fofice. tive dificuldades, mas lá me resignei ao facto de a minha filha não gostar de chupetas.


 


5 coisas que comprei para a bebé e me arrependi


 imagem retirada daqui


 


claro que há quem seja pior do que eu  esta mamã tem também uma - grande - lista de arrependiemendos ... e mais um  


 


partilha de mamãs no blogue: 


[comprei] "um dispositivo que se punha na fralda e apitava quando a bebê para-se de respirar... escusado será dizer que aquilo apitava por tudo e por nada e que não dava jeito a trocar de fralda a noite. Se a bebê estivesse a dormir apitava e acordava-a" - wonder woman


 


 mamãs que por aqui passam, partilhem a vossa experiência e se as mamãs bloggers tiverem post sobre este tema enviem-me o link - depois atualizo o post. 

por detrás das letras #2

esta semana trago uma música da minha banda portuguesa preferida: xutos & pontapés.

os xutos são uma paixão de sempre, uma presença contínua no meu crescimento.

música de acordes simples e mensagem direta, sem complicações ou pretensões.

circo de feras foi uma música que assim que saiu se entranhou.

como sempre, dizia-se mais uma canção de amor, um amor conturbado, uma relação de amor-ódio- desejo-dependência.

a luz sobre o significado desta canção chegou num concerto dos xutos. enquanto a banda tocava e eu gritava a canção (infelizmente eu não canto... o que faço mais se aproxima a grito ou guincho) e uma amiga pergunta: sabes do que falam? eu prontamente respondi: de um amor qualquer. ela sorri abana a cabeça e diz: fala da dependência de drogas!

a vida vai torta
jamais se indireita
o azar persegue
esconde-se á espreita

nunca dei um passo
que fosse o correcto
eu nunca fiz nada
que batesse certo

refrão:
enquanto esperava no fundo da rua
pensava em ti e em que sorte era tua
quero-te tanto...(quero-te tanto)
quero-te tanto...(quero-te tanto)

do modo que a vida
é um circo de feras
e os entretantos
são as minhas esperas

 

fundamentalismos na maternidade - ainda sobre amamentação

a maternidade trouxe-me um coração cheio de incertezas num mundo onde as certezas parecem abundar. se aqui falei da “obrigação” social de amamentar o bebé, hoje falo da “crítica” social de quem “ainda” amamenta o filho. 


parece que isto da amamentação tem medida certa e prazo de validade.


quem nunca ouviu ou proferiu um comentário do género: “tão grande e ainda mama!” ou “assim que põe o pé no chão é tempo de deixar a mama” - parece que uma conquista no desenvolvimento da criança deve implicar uma perda. 


não entendo a condenação das mães que decidem prolongar a amamentação. - pois é, também eu caio nestas coisas… porque escrevi “prolongar”? qual o tempo estalecido como o certo? - pesquisei e encontrei este artigo que me parece uma boa referência, pois o que indica é que o ideal será amamentar até ao primeiro ano do bebé, podendo prolongar enquanto for o desejo de ambos. o artigo refere também a indicação da organização mundial da saúde que aconselha o aleitamento até, pelo menos, os 2 anos.


se a mãe decide continuar a amamentar, se se sente bem ao fazê-lo, se a criança aprecia esse momento de intimidade com a mãe, quem são os “outros” para mandar bitaites sobre a relação daquela díade?


quem pode determinar se uma criança é crescida demais para mamar? para ser alimentada? para receber afeto?


não estaremos a cair no falso puritanismo e eventual erotismo associado às mamas? já quando se discutia a questão do amamentar em público me questionei sobre qual o alarido à volta do assunto. parece que as mamas são uma questão sensível. ou melhor, o mamilo, porque levamos recorrentemente com generosos decotes onde as mamas prendem o nosso olhar – sim, eu, mulher heterossexual, por vezes tenho dificuldade em olhar para algo para além daquelas mamas que parecem querem saltar da sua prisão a qualquer momento!; evitando, mas não conseguindo, cair no argumento fácil de ser permitido o topless em toda uma região do nosso país. que se note que nada tenho contra os decotes ou o topless, cada quem mostra o que quer; o que genuinamente me incomoda é o duplo critério associado às mamas; e, por favor, não me venham com o argumento de proteger a intimidade da criança!


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nunca amamentei a minha filha numa casa de banho ou mudador num espaço público; o cheiro, as condições, eram, a meu ver, incompatíveis com o ato da alimentação. se isso condicionou a minha vida? sim condicionou. geri sempre tudo em função dos horários da pequena e muitas vezes recorri ao carro, achava um espaço mais digno. sempre me questionei, quem raio vê erotismo numa mama que mais não é do que a fonte de alimentação de um bebé/criança?!


voltando à questão da idade para se acabar com a amamentação, senhoras e senhores não sexualizem as mamocas para uma criança que não vê mais do que a sua mãe alimentando-a. não transformem um ato natural, numa depravação social. respeitem a opção de cada um  dar o melhor de si - dedicação e afeto à sua cria- quer seja através da amamentação, quer seja através de um biberão e muito cafune 


fundamentalismo na maternidade - amamentação


imagem retirada daqui 


 


ainda sobre este tema, aconselho a leitura do texto: mãe bio-lógica | amamentação prolongada e o direito da mulher à escolha

há cada uma! #11

hoje temos a nossa querida bruxa mimi, alheia a tudo … ou talvez não, que no seu blog partilha as pitorescas aventuras da sua família, com grande destaque para a varinha, a vassoura, o feitiço e a magia – um blogue de todos para todos!

 

"Em primeiro lugar agradeço à mami ter-me convidado para participar nesta rubrica. Fez-me sentir especial e isso é sempre bom. 

Lembrei-me de três histórias para contar. Uma passou-se com uma colega de curso, há mais de vinte anos. Outra passou-se com a minha irmã Margarida, há quase quinze anos. A terceira passou-se comigo, há quase oito anos e meio. Como a mais antiga foi a primeira de que me lembrei, escolhi-a para contar desta vez. Se a mami quiser, as outras duas ficam para outro dia!

Era inverno, um dia chuvoso e frio. A minha colega apanhou o autocarro e conseguiu lugar sentado no último banco, aquele que é mais comprido e dá para cinco pessoas.

A meio da viagem, ela sente que lhe estão a fazer festas numa perna (não sei que perna, mas, para efeitos da história, digamos que era a perna direita). Olha para o lado e vê a mão do rapaz quieta, pousada sobre a própria perna. Fica confusa, claro. Teria imaginado as festas?

Pouco depois, volta a sentir as festinhas. Discretamente, volta a olhar para o lado, desta vez com mais atenção, e o que é que descobre?

Que a mão esquerda do rapaz continua pousada e quieta, mas que a mão direita do parvalhão (desculpem o vocábulo), escondida por baixo da gabardina, era a autora das festas!

A minha amiga contou-me que se virou para o rapaz e que o fulminou com o olhar. Ele parou o que estava fazer e não disse nada. Ela também não."

há cada uma #11

imagem retirada daqui 

 

não deixo de me surpreender com a lata das pessoas!

cuidado utilizadores de transportes públicos…eles andam aí! 

 

há cada uma! #10

por detrás das letras

sempre curti o estilo de sónia tavares. a primeira vez que vi os the gift foi numa festa da juventude na minha santa terrinha....há muito, muito tempo :)

o estilo dela então era diferente do que enverga hoje. mas o seu original toque pessoal esteve sempre lá. claro que gosto da banda, mas é inegável que após esse primeiro contacto o que me fez querer saber mais, ouvir mais foi a imagem de força e irreverência feminina que vi na sónia.

anos depois quando lançaram a música 'primavera' fiquei extremamente desiludia com a letra e como esta podia vir de uma mulher que admirava, de onde viria tanta carência, tanta conformidade, tanta dependência ...

 

Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti

Mesmo assim, quero ver-te sorrir...

E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três

Se quiser ser feliz....

 

manifestei esta minha desilusão com vários seres...até que um dia, uma alma iluminada, olhou para mim com aquelas caras que adoro e disse: a canção foi escrita para o filho. a mulher teve uma gravidez de risco que não saberia se teria ou não seguimento. a dor, o amor é perante o filho que poderia não vir a nascer e não sobre um homem qualquer!

fui de imediato ouvir a canção, com muita atenção e sob a esta perspetiva. depois da zanga veio a reconcilização com um afeto ainda mais intenso por esta mulher!

 

 

diz-se que: a música é linda!

 

 

 

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