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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

há cada uma! #8

hoje temos a visita da sexy autora do blogue a 3ª fase, que nos traz uma deliciosa história internacional e multicultural 

ora leiam lá ...

 

"Sempre a arrasar... em Portugal e no estrangeiro

Acontecem-nos coisas tão surpreendentemente disparatadas mas que nos alimentam o ego de tal modo, que nos fazem sorrir durante muito tempo.
Ainda que já tenham passado 5 anos.

Em 2013, visitei Londres com o meu marido e os meus filhos.
No último dia, depois do check out no hotel e já de malas "à rojo",  fomos visitar o Museu de História Natural.
Lá perto, aproveitámos para comprar os últimos recuerdos para a família.
Entrei sozinha na loja e o resto da cambada ficou a tomar conta das malas, no passeio.
Quando fui pagar, lá estava o tradicional paquistanês com um big smile.
Enquanto enrolava as coisas, perguntou-me se não queria sair à noite.
Disse-me  que tinha um quarto ali próximo.
Eu respondi que não, achava que não...
Sorri muito e aproveitei para regatear os preços.
Ele insistiu,  disse que me levava a conhecer Londres by night.
Fui simulando um ar de "talvez  sim"... who knows... talvez volte mais tarde...
E o paquistanês lá me fez um great desconto, quase a babar-se.
E eu saí mortinha de festa, para contar à família que tinha acabado de ser assediada.

Atendendo a que tinha, na altura, 42 anos e não sou propriamente "uma boa febra",  passei a acreditar que arraso qualquer um...aqui e no estrangeiro!
(Ou isso ou o coitado do homem estava mesmo  desesperado)"

há cada uma#8

imagem retirada daqui

 

ui... se tivesse sido em 2018 haveria escutas por toda a cidade e provavelmente o sr. teria sido preso e logo extraditado... isto de assédio não é brincadeira 

obrigada pela tua partilha ... adorei a tua paciência em alimentar a cena em prol de um bom negócio 

 

para recordar:

há cada uma! #7

12 coisas que aprendi nos primeiros 3 meses de maternidade

1 – os dias de desespero acabam por passar. parece que não têm fim…mas têm. lembro-me neste período de andar esgotada e ao final do dia ter um misto de emoções; por um lado o saber que poderia finalmente descansar – abençoada a minha filha que desde o primeiro mês de vida que passou a dormir 6h/7h por noite; por outro a frustração de saber que no dia seguinte seria outra vez tudo igual – cólicas, refluxo, choro, desespero.


2 – vamos crescendo enquanto mães. os receios iniciais – de dar banho, de ficar sozinha com a bebé porque algo poderia acontecer, de não lhe conseguir aliviar-lhe a dor, de não a conseguir ajuda-la quando bolsava e se engasgava, … – vão dando lugar a um ser observador que começa a distinguir situações, a ganhar experiência e a tornar-se confiante no trato daquele pequeno ser com quem está 24h sobre 24h. passamos a ser as maiores especialistas dos nossos bebés.


3 – as coisas más / dolorosas esquecem-se. parece nascer em nós uma maturidade emocional capaz de reter apenas o que vale a pena. não esquecemos as situações, simplesmente não sentimos dor ao recordá-las.


4 – priorizamos tudo o que tem a ver com o bebé – o cuidado, a alimentação, o bem estar – físico e emocional, o desenvolvimento, a roupa… e pomos de lado as nossas necessidades. não o fazemos conscientemente. simplesmente acontece. mas à medida que o bebé cresce, nos voltamos a integrar-nos em nós. continuamos a dar prioridade ao bebé e às suas necessidades, mas passamos a arranjar tempo para nos respeitar enquanto pessoas.


5 – bolso n.º 5 passa a ser o nosso perfume diário – cheguei a um ponto em que mudava de roupa 5 vezes por dia, outro em que desisti de o fazer…parecia que de qualquer maneira cheirava sempre a leite azedo!


6 – as dúvidas são muitas, as incertezas não acabam. valha-nos a internet, as amigas, a mãe, a irmã, a enfermeira, o pediatra, a saúde 24, o vizinho e o periquito para nos darem algum (des)sossego.


7- vamos perceber que tudo o que planeamos fazer durante a nossa licença de parentalidade não vai acontecer.


8 – quando o nosso bebé faz 3 meses e revemos as fotografias dos primeiros dias, temos  a sensação de que aquilo foi numa outra vida! e no meu caso pensei “ai filha como eras feia”! 


9 – um novo universo comunicacional nasce em nós. a nossa linguagem é dominada por um novo léxico e o cocó passou a ser um dos temas centrais da nossa vida.


10 – vamos agradecer a comida congelada da mamã, do marido ou da vizinha. porque sem ela muitas vezes não teríamos hipótese de ter um almoço decente!


11- para quem pode, amamentar é a melhor forma de recuperar a forma física – o pediatra da minha pequena acrescenta mais umas quantas razões relacionadas com a saúde da mulher.


12 – não é mentira, não é um conselho em vão: dorme sempre, quando e onde puderes e, arranja quem te ajude nas lides domésticas – nem que seja apenas por uns meses!


 



12 coisas que aprendi nos primeiros 3 meses de maternidade


 


 


deixo aqui um texto da mia, feito de ternura, onde partilha o primeiros três meses do seu monstrinho.

tive a sorte de nascer neste país

sou mulher.

sou portuguesa.

gosto do meu país.

gosto de ser mulher e ter nascido neste país.

gosto de ter nascido num país livre e democrático.

a história poderia ser outra.

poderia ter nascido noutro país no qual pelo simples facto de ter dois cromossomas x, poderia não ter direitos, poderia não ter escolhas. podia ver os meus sonhos vetados ou quiçá nem seria capaz de sonhar. 

ontem, a propósito do dia internacional da rapariga, pensei nisto.

li dados sobre o não cumprimento dos direitos humanos (educação, saúde), a descriminação e a violência contra as mulheres, o casamento infantil ou mutilação genital. direitos negados, práticas ultrapassadas.

tenho grande respeito pela cultura de cada povo. é de grande pretensão avaliar e julgar estando de fora. no entanto, quando da vida humana se trata, não deverá ser a diferença de um cromossoma que ditará a supremacia da cultura sobre a integridade física e psicológica.

desde 2014, quando a jovem paquistanesa, malala yousafzai, recebeu o prémio nobel da paz, a luta pelo direito à educação ganhou um rosto, e muito já se fez. mas há ainda muito a ser feito.

Malala Yousafzai

imagem retirada daqui 

 

enquanto mulher ser humano fico chocada com muito do que leio. queimada viva foi dos livros que mais me custou a ler. durante a sua leitura só pensava na sorte que tive em nascer onde nasci.

estive este ano no dubai. não querendo entrar muito na religião, mas sendo aqui quase inevitável, considerei sempre a religião muçulmana opressora das mulheres (reconheço a minha análise ocidental e com pouco aprofundamento sobre a matéria, pois o que chega a nós é sempre o pior).

voltando ao dubai. visitei a mesquita jumeirah (bela obra arquitetónica) e de extrema simplicidade no seu interior (um espaço de culto sem ostentação - como me pareceu que deve ser). no entanto, lá está a minha veia profissional em destaque, o que mais me cativou foi "quem" e "como" é realizada a visita. a visita, feita por uma mulher, é enquadrada no projeto "open doors, open minds" do centro para o entendimento cultural sheikh mohammed. de forma simples e com bom humor desmistificou muitas das ideias preconcebidas sobre a mulher na cultura muçulmana; por exemplo referiu que o uso de burka é uma escolha de cada mulher  (claro que desconfiada como sou, questiono a veracidade total do testemunho). 

 

independentemente de tudo o que foi feito e há a fazer pelo reconhecimento do direitos das raparigas e das mulheres, reitero: tive a sorte de nascer neste país à beira mar plantado

 

eduquemos para a igualdade

eduquemos os nossos filhos para a inclusão.


para o respeito pela diferença.


 


eduquemos os nossos filhos para o amor pelo outro.


 


não eduquemos com um sentimento implícito de superioridade e de coitadinhos.


eduquemos pelo exemplo. pela naturalidade.


 


eduquemos para o amor.


eduquemos para o respeito.


eduquemos para a sensibilidade.


eduquemos para uma visão em que a diferença enriquece.


eduquemos cidadãos do mundo.


 



ana paula xongani


 


eduquemos para um mundo em que a tristeza desta mãe não se repita noutras mães.

basta

eu sei que já te vieram com esta conversa, que se fala disto em cada canto, que me vou repetir, que te vou dizer mais do mesmo, mas não consigo resistir! peço, desde já, desculpas pelo abuso na linguagem, mas

apelo

imagem retirada daqui

 

já chega de chuva.

não há bom humor que tolere dias cinzentos em catapulta. se quisesse viver em monocromático ter-me-ia mudado para londres!

eu quero ver as tuas belas cores, o teu verdejante manto salpicado de cor, o intenso azul do oceano que te contorna, as nuances coloridas das tuas cidades.

quero mostrar à minha filha que nasceu num país que inspira fotógrafos, pintores e poetas. que passear pelas tuas ruas e viver as tuas esplanadas é pacificador e prazeroso. que acordamos e temos de ir trabalhar, mas ao sair ainda temos “dia” para brincar e namorar.

portugal portugal, deixa, por favor, o sol voltar a brilhar.

atentamente grata,

uma portuguesa com saudades da tua luz

 

todos os corações são vermelhos

todas as crianças são especiais, já sabemos.


há crianças que, dadas as suas características, exigem coisas diferentes.


ser mãe é entrar num mundo de inseguranças.


ser mãe de uma criança com características diferentes é duplicar as inseguranças e triplicar as dificuldades – o nosso país não está preparado para dar resposta igual às massas e aos casos especiais, sobretudo se não se viver num meio (verdadeiramente) urbano.


existem na blogosfera vários blogs nos quais são partilhadas as experiências de mães de crianças (mais) especiais.


 


porque é sempre bom e reconfortante sentir que não se está sozinho na jornada parental, partilho alguns dos blogs que fui conhecendo:


crónicas de uma mãe atrapalhada (2ªparte) é o blog de uma mãe, mamã gansa, onde, como ela própria diz “um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias”. no post ser mãe de uma criança especial, a mamã gansa, conta-nos como o seu filho gonçalo foi diagnósticado com  transtorno do espectro do autismo; no final do texto faz este sentido pedido “e para terminar queria pedir um favor: antes de julgarem ou criticarem uma mãe pela birra que a criança (que ela traz consigo), faz no chão, ou pelos gritos que dá, achando que tudo se trata de má educação e crianças "mimadas", lembrem-se que há meninos e meninas com incapacidades invisíveis.”



tomás my special baby - andreia, mãe do tomás, refere que “ser mãe foi sempre um sonho e quando o fui tive um dos maiores desafios da minha vida”. tomás tem trissomia 21 e o blog é uma partilha da vida do tomás e da família. “o nascimento” é um texto terno e honesto – impossível de se ler sem se emocionar - que termina com esta frase "tenho apenas um objetivo nesta vida, fazer o meu filho feliz dentro da sociedade dita “normal”."



a mãe da maria – refere a autora: “‘a mãe da maria’…foi assim que me apelidaram há 18 anos e não é que eu gosto? a maria é a nossa primogénita aquela que, mesmo quase sem falar, diariamente nos ensina o verdadeiro sentido da vida!” não posso deixar de destacar uma frase da ana rebelo, autora do blog, “no filme do homem aranha, o tio dele diz: com grandes poderes, chegam grandes responsabilidades. a frase ficou famosa. no caso de quem tem um filho deficiente, o raciocínio inverte-se: com grandes responsabilidades, vêm grandes poderes!”


no texto “num mundo de pessoas iguais” a ana escreve “num mundo de pessoas iguais a maria tem a coragem e ousadia de se aceitar como é, sem filtros nem preconceitos e sabem que mais – isto faz dela uma criança verdadeiramente feliz! a maria sabe…” como podem ver… um blogue que sorri à vida!



no reino dos 7, também encontrará vários post que abordam o autismo do martim, neste post poderá ler como foi o diagnóstico. e no texto "10 coisas que todas as crianças com autismo gostariam que você soubesse" encontra uma bela mensagem para promover a igualdade e a inclusão, sendo excelente para ler com os seus filhos e ajudá-los a compreender um pouco da realidade destas crianças especiais.



todos os corações são vermelhos


imagem retirada daqui


 


porque todos os corações são vermelhos, ternos e docinhos apelo a que analisem esta petição pública para a criação do "dia da inclusão" .


 


 


nota: atualizado a 26/07/2018

há cada uma! #7

depois de uma semana de expectativa aqui fica a segunda história da nossa querida magda do blog stone art books.

muitos sorrisos 

 

"A minha vida profissional está, quase desde sempre, ligada ao atendimento ao público. Um dia, já lá vão quase 25 anos, atendi um senhor ao telefone que me disse que era o marido da D Maria (apesar dos anos que passaram e de, provavelmente, todos os envolvidos, excepto eu, já terem morrido, opto por mudar os nomes). Ah, Sr Castanho, como está, respondi eu. E diz o senhor, muito rapidamente, Não é Sr Castanho, é Sr Silva. Fiquei para morrer mas não perdi a compostura. Pedi imensa desculpa mas é que tínhamos (mentira!) uma outra cliente chamada Maria cujo apelido era Castanho e daí a minha confusão. Ficou tudo bem… só que, assim que desliguei o telefone, até me ia engasgando de tanto rir com os meus colegas. É que o Sr Silva era conhecido, entre nós, pelo Sr de Castanho (para quem não sabe quem era o Sr de Castanho, sugiro que ouça a história da minha vida pelo Raul Solnado:

 

 

Bem, espero que se tenham divertido com estes meus disparates. Se precisarem de mais, disponham. Acreditem que tenho mais do que o normal…. "

 

obrigada pela tua partilha e pelso sorrisos que trouxeste aos nossos dias 

 

 

para recordar:

há cada uma! #6

12 coisas que aprendi com a gravidez

1 – a gravidez é um mundo de incertezas. eu detesto incertezas. o não saber a cada dia como estava a bebé. se tudo estava a desenvolver-se como devia. o saber que por mais exames que fizesse só teria a certeza (???) de que estaria tudo bem quando a tivesse nos braços.


2 – as pessoas têm dificuldade em compreender que a barriga de uma grávida “não é do povo”, faz parte do seu corpo e da sua intimidade; que não se pode andar indiscriminadamente a passar a mão ou fazer festinhas!


3 – a gravidez não nos torna frágeis, mas também não temos de tentar ser super mulheres. numa perspetiva de que “a gravidez não é doença” muitas tentamos mostrar a normalidade das nossas vidas - tretas do século xxi em que as mulheres são capazes de tudo o que os homens são, sempre!


mas calma lá, se os homens não conseguem ter filhos (entenda-se engravidar) quer dizer que haverá uma diferençazinha entre nós, certo? vamos respeitar o nosso corpo, os nossos bebés. somos um casulo que deve, dentro da normalidade possível, procurar as melhores condições (físicas, psicológicas e emocionais) para um percurso harmonioso e equilibrado.


4 – todos sabem tudo sobre a gravidez, menos nós. todos sabem o que é melhor para nós - o que nos faz mal, o que nos faz bem - mesmo que muitas vezes as opiniões se contradigam.


5 - a generalidade das pessoas, independentemente do género, idade, classe social ou educação, genuinamente simpatizam com uma mulher grávida - não sei bem porquê. 


6 – até ao último momento tudo pode acontecer. tudo pode mudar. tive uma gravidez mega certinha e na véspera de nascer a pequenina decidiu “por-se em pé” – não sei como conseguiu, com a falta de espaço que tinha e considerando o seu tamanho, mas a verdade é que conseguiu virar e dificultar tudo.


7 – as mulheres são diferentes, as gravidezes também. a gravidez está cheia de mitos. por exemplo, a minha princesa nasceu mega-hiper cabeluda e eu, nunca tive azia durante a gravidez!


8 - vamos adquirir um novo léxico. palavras e conceitos que nem sabíamos existir. algumas vão criar-nos ansiedade "rolhão mucoso", outras receio "mastite", outras... tantas outras... lá sei eu 


9 – não vamos precisar nem de metade das coisas criadas, promovidas e vendidas para grávidas.


10 -  é questionável a necessidade/utilidade de muitas das coisas que vamos comprar para o bebé (a minha bebé nasceria em novembro, comprei um ninho de anjo que certamente seria necessário para a manter quetinha, nunca o usei!).


ninho de anjo


ninho de anjo


 


11 - não somos nós que decidimos quando o bebé nasce. não há sexo, subida e descida de escadas, pilates, rezinhas ou mezinhas que despachem a criatura se ela entender que não lhe apetece!


12 – a gravidez é um estágio para a maternidade: as privações, as inseguranças, as incertezas, o medo, a cumplicidade, o amor, os sonhos… a ternura que brota em nós.


coisas sobre gravidez


 imagem retirada daqui


 

mulheres

o .mais.que.tudo. ao partilhar comigo o seu dia, referiu que tinha tido uma argumentação mais acesa com uma colaboradora.

admitiu ter subiu um o tom de voz.

olhou para mim e riu-se.

perguntou - sabes o que ela me disse a dada altura?

eu: ?

ele - ela disse: "tem calma que não sou tua mulher". 

eu: 

 

de duas uma:

- a rapariga acha que eu sou do tipo de mulher submissa à vontade do seu macho

ou

- a rapariga acha que os maridos, e só eles, podem tratar desta forma as mulheres!

 

relacionamento

imagem retirada daqui

deem colo aos vossos filhos, sempre!

há páginas no facebook cheias de amor.


maternidade de cabelos em pé é uma dessas páginas.


está cheia de afeto e anecdotas de uma mãe real.


o texto que trago de lá espelha o que sinto em relação a sermos mães afetivas, mães de toque, mães de colo, mães melosas de miminhos 


espero que gostem.


e não se esqueçam de dar colo...mesmo que os vossos pimpolhos já tenham 30 anos 


 


“Deem colo aos vossos filhos, sempre!
Colo é amor, é carinho, é aconchego. É no colo que eles deixam os seus medos, os seus receios as suas ansiedades. 
Deem colo.


Deem colo mesmo quando estão cansadas. Mesmo quando as costas doem, quando o cansaço abate.


Deem colo mesmo quando a paciência está esgotada e o stress está no limite.
Deem colo mesmo quando as pessoas dizem para não o fazer.
Deem colo, porque aquele momento em que os temos no aconchego dos nossos braços, tudo desaparece, os problemas dissolvem-se, o stress esvai-se, e o cansaço transforma-se em amor.



Deem colo.


Porque um dia eles já não vão querer mais. E o tempo já não volta atrás para remediar os momentos perdidos."


 


fonte do texto maternidade de cabelos em pé


deem colo


imagem retirada daqui


 


o texto "não dar colo a um bebé de colo", do blog 2am stories, dá também um belo enquadramento a esta questão. assim como o texto "para os pais de colo sem fundo" que apela à liberdade de quem faz a escolha de dar colinho sempre.


 


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