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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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amamentação

durante o curso de preparação para o parto, que melhor se deveria chamar, curso de preparação para a maternidade, pois, no meu caso, os temos abordados iam muito para além da gravidez e do parto. confesso que houve uma fase em que me senti em "burnout" com tanta informação e com alguma vergonha de fazer perguntas tontas – pois o que era dito parecia óbvio para toda a gente!


sempre me considerei uma pessoa informada, mas a verdade é que nunca tive curiosidade em nada relativo à maternidade ou aos bebés. assim, aquela informação era toda nova para mim...uma nova terminologia - vasta - que eu deveria adquirir, bem como, lidar com todas as minhas inseguranças - que teimavam em aumentar a cada dia.


uma das primeiras sessões foi sobre amamentação. eu já tinha decidido que, se me fosse possível, iria amamentar. pensava eu que isso seria a coisa mais normal e natural à face da terra, mas o que é natural pode não ser assim tão fácil – nem sei como a minha mãezinha, sem estes cursos nem internet, conseguiu criar-me!


a mamã tranquila apresenta-nos um conjunto de excelentes post que retratam muito bem os temas abordados nos cursos de preparação relativamente à amamentação:


 


amamentar na primeira hora de vida


amamentação - colostro e o tamanho do estômago do rn


amamentação - boa pega e sinais de fome do rn


amamentação - posições 


amamentação - posições com gémeos


amamentação - diferenças entre o colostro, leite transição e maduro


amamentação - conservação do leite 


amamentação - mamilos gretados/fissuras


amamentação - tipo de mamilos


 


no meu caso nem tudo aconteceu "by the book":


- não amamentei na primeira hora de vida. foi uma cesariana difícil para ambas. só pude amamentar no quarto, passadas quase duas horas após o nascimento.


- a minha filha teimou em não mamar. fizemos de tudo, eu e as excelentes enfermeiras que me acompanharam na maternidade daniel de matos. perdeu mais peso do que o “aceitável”. prolongou a nossa estadia na maternidade. em casa, na primeira semana, as coisas não correram muito melhor. depois, aos pouco, tudo se orientou. mas é terrível quando não conseguimos fazer uma das coisas mais "naturais do mundo: "alimentar o nosso bebé”! 


- não foi fácil resistir à tentação de desistir da amamentação e optar pelo biberão. mas a cada pequeno avanço da pequenina eu ia ganhando forças para não desistir. e tudo se compôs.


- sou uma privilegiada. amamentar nunca foi doloroso. se fosse não sei se teria optado por desistir. a amamentação, a meu ver, não deve ser uma tortura. acredito que para o nosso bebé estar bem, nos também devemos estar.


 


indispensáveis na amamentação:


- site e-lactancia. aconselhado pelo pediatra da minha pequena é excelente para esclarecer dúvidas relacionadas com a amamentação (alimentação, medicação, ...). está disponível em inglês e espanhol.


- app da mymedela – um excelente apoio para registar a alimentação do bebé (hora, tempo, a mama). para mim foi uma ajuda indispensável sobretudo quando estava na luta de conseguir que a pequena, progressivamente, comesse mais. a app permite também registar a mudança de fraldas, o peso e altura do bebé,…


bomba tira leite elétrica simples swing medela – ajusta-se muito bem a mama e tem duas formas de extração, uma das quais muito semelhante à sucção feita pelo bebé. podemos ajustar a intensidade de sucção. muito confortável e fácil de lavar.


- sacos para conservação de leite materno philips avent - de excelente qualidade, fácil utilização (ao guardar e ao descongelar o leite materno), com uma capacidade (180ml) adequada, pelo menos até aos 6 meses do bebé, e a um preço muito acessível - 25 unidades a 7€ (na bebitus consegui sempre comprar a este preço).


sacos de conservação de leite materno


 


- creme protetor de mamilos purelan – o creme é muito rico e compatível com a amamentação, ou seja, não é prejudicial para o bebé. não acho que seja muito fácil de aplicar (muito espesso), mas é muito eficaz na hidratação do mamilo.


purelan


- discos absorventes da chicco – os mamilos muitas vezes libertam leite ao longo do dia. utilizei estes discos e foram muito eficazes na absorção entre mamadas. acho, no entanto, que têm um ponto negativo: a fixação ao sutiã (num sistema semelhante aos pensos higiénicos). eu tinha que trocar a cada mamada, mesmo não estando molhados, porque ficavam todos amarrotados com o tirar da “janela” do sutiã. foram úteis, mas não fiquei fã.


- sutiãs de amamentação – um aspeto que acho muito importante, e aconselho, é sutiãs sem armação, pois o peito vai tendo várias formas e tamanhos ao longo do dia. comprei os meus em la redoute. estes são super confortáveis; a mama assenta muito bem. este, embora bonito, não “recebe” bem a mama, é muito aberto. o tamanho a comprar  é o mesmo que usamos antes da garvidez.

há cada uma! #6

bom dia alegrias 

este entusiasmo é aparente para disfarçar as noites que a minha pimpolha me tem roubado 

vamos ao que interessa: hoje é dia de há cada uma!

a minha convida é a generosa magda, do empreendedor blog stone art books, lembram-se quando nos pôs a valorizar o trabalho uns dos outros no sapos do ano 2017

muito obrigada magda pela pronta resposta ao desafio 

  

"Confesso que quando vi o título me lembrei logo das duas mil e tal histórias que se passaram comigo. Epá, não há muito a fazer, eu sou assim, eu nasci assim. Só que, em vez de Gabriela, sou a Magda.

Como para contar as duas mil e tal histórias tínhamos de estar umas semanas valentes, elegi duas para vos contar. Uma passada há quase 40 anos, quando estava no primeiro ano do ciclo preparatório e outra passada há quase 25 anos, no meu primeiro ano de trabalho.

 

Então vamos lá primeiro à mais antiga.

 

 Quando fui para o ciclo, o trajecto casa/escola/casa era, quase sempre, feito a pé com mais colegas. A casa dos meus pais era (e é) ao pé das linhas dos comboios e havia uma linha que nós achávamos que estava desativada, portanto, muitas vezes, íamos a pé por essa linha, uma vez que era mais perto para mim e para o Zé António.

Naquele dia lá íamos os dois para almoçarmos em casa, que à tarde tínhamos aulas (nunca mais me esqueci, a primeira aula da tarde era Educação Física… já vão perceber porque é que ainda me lembro) e, claro, íamos pela linha de comboio que estava desativada.

De repente… começamos a ouvir um comboio a apitar mas nem ligamos, afinal havia mais linhas e passavam constantemente comboios – para Setúbal, para o Algarve, para o Barreiro, de mercadorias, de passageiros ou mistos. Portanto, não ligamos e continuamos os dois em amena cavaqueira. Mas o comboio não se calava, apitava cada vez mais e parecia cada vez mais perto… Até que nos fartamos e olhamos para trás.

Ia morrendo!

O comboio estava na mesma linha que nós, ali quase quase a morder os nossos sapatos.

(intervalo para vos dizer que, dum lado da linha – do lado do Zé António – havia um morro. Do outro lado – do meu – era descampado!)

O Zé António, rápido a pensar, subiu o morro. E esticou a mão para baixo para me puxar para cima. Ah mas eu era mais inteligente, mais esperta. E vi, lá em frente, que havia um descampado logo a seguir ao morro. Só precisava de correr até lá chegar. E foi o que fiz. Eu, que odeio – desde sempre – correr, corri como que para salvar a vida (ou talvez precisamente para salvar a vida). Até que, segundos antes do descampado, o comboio me passou. Não por cima, claro (ou não estaria a escrever este post) mas ao lado, noutra linha para onde ele mudou. Quando parei para respirar, olhei para trás e o Zé António estava em cima do morro a rir às gargalhadas. E claro que me juntei a ele quando percebi que, em vez de correr, bastaria ter saído da linha para o lado do descampado…

À tarde, na primeira aula, a tal de Educação Física, a professora mandou-nos correr. Obviamente eu ia a andar depressa, sem correr (era sempre assim que o fazia). E o Zé António, amigo, foi muito lesto a informar a professora: ‘stora, se quer que a Magda corra, nada como gravar o som dum comboio e pô-lo a tocar. Vai ver que ela até corre sem tocar com os pés no chão!

 

há cada uma #6

 imagem retirada daqui

 

Bem, se já riram o suficiente deste disparate, vamos ao próximo."

 

queriam, não queriam?!...

pois vão ter de esperar pela próxima semana 

não percam o próximo episódio...pois nós também não! 

 

para recordar:

há cada uma #5

 

pinguim amora

pinguim amora pretende ser um blog repleto de emoções:


felicidade


medo


tristeza


alegria


surpresa


frustração


resiliência


orgulho


desilusão


estas e muitas outras


 


todas emolduradas em amor.


 


sou mãe de primeira viagem há, faz hoje, 6 meses. a decisão de ser mãe trouxe consigo muitas incertezas e inseguranças, nem sempre foi uma viagem tranquila… e sei, agora, que nem sempre será uma viagem tranquila.


pretendo que este seja um blog de partilhas, de situações vividas na primeira pessoa.


partilhas que poderão ser apaziguantes para outas mães e/ou pais que estejam a passar por situações semelhantes; chamadas de atenção para aspetos ainda nem considerados; ou ainda momentos de descontração pelas “tristes figuras” que todos fazemos neste papel de pais.


a ideia deste blog surgiu quando constatei que existe imensa boa informação sobre parentalidade perdido na blogosfera. muitos textos escritos na primeira pessoa que não têm a expressividade que merecem. não sei se conseguirei dar maior visibilidade a esses textos, mas trabalharei para isso. não almejo conseguir coletar toda essa informação, mas pretendo dar o meu contributo; e aceito o contributo de todos aqueles que se depararem com informação interessante sobre parentalidade – por favor enviem-me o link do texto para o email lifestylematernity@gmail.com, colocando no assunto “pinguim amora”. todos os textos não originais partilhados no blog terão a correta identificação da fonte com o correspondente link para a página do autor. este é um projeto aberto que aceita sugestões e contributos, não se acanhem.


uma nota importante que devo fazer: este é um blog de partilha de experiências, não um manual a seguir.


cada família tem as suas especificidades. cada criança é única. não existem receitas mágicas, nem soluções definitivas.


a educação exige princípios orientadores (valores éticos e morais), a metodologia usada já depende de uma panóplia de fatores inerentes a cada contexto. mas a tentativa e erro, parece ser a metodologia que quase todos usamos, não há certezas, apenas a vontade de fazer o melhor que conseguimos – over and over again!


pinguim amora


 


por último, por hoje, o nome: pinguim amora


(aproveito para agrader aos que ajudaram a escolher a imagem).


vocês não perguntaram, mas eu digo 


pinguim é o boneco preferido da minha princesa - quando estava grávida li sobre tudo o que poderia chamar a atenção da pequena, quando comprei o boneco, todos acharam horroroso, muito mais para uma menina, nem cor de rosa era! e a verdade é que acertei em cheio, ela adora-o… comer o seu nariz é dos seus passatempos preferidos. amora, porque ela é, simplesmente, o amor da minha vida – estou a ser um pouco melosa…eu sei.



fica a apresentação.


fica o desafio.

genius

estou rendida à série genius (national geographic)

a série aborda, por temporada, uma mente brilhante.

fá-lo de uma forma brilhante! enquadra a pessoa no seu contexto histórico, dando destaque às questões sociais e culturais, permite-nos espreitar de forma descarada a sua vida pessoal, para além, obviamente, de acompanhar a criação da sua obra.

a primeira temporada foi dedicada a einstein. permitindo-nos conhecer as suas origens, o seu percurso académico, as suas lutas sociais, os seus amores. 

através da ficção, que acredito baseada em factos reais, conhecemos o homem por trás do génio. desmistificando muitas ideias e vendo-o como uma pessoa com virtudes e defeitos, com lutas internas, com resiliência…e com os caprichos e loucuras de qualquer…génio ;)

outro aspeto que gostei imenso na série é ver como estes génios interagem com os seus contemporâneos, também eles génios; dentro dos mesmos círculos as mentes brilhantes cruzam-se…e nós vamos reconhecendo esses nomes e os seus feitos.

por exemplo, nunca imaginei que einstem fosse judeu. nunca imaginei? nunca pensei nisso. nunca pensei nele como pessoa. esta série torna estes seres com capacidades extraordinárias, seres desde mundo.

a segunda temporada é dedicada a picasso. uma vida completamente diferente. as lutas aqui apresentadas são internas. menos rica do ponto de vista histórico, pelo menos até agora, mas muito mais interessante no desenvolvimento do génio.

se tiverem interesse em biografias, vejam.

estas histórias são apresentadas de forma irrepreensível.

somos convidados a conhecer estas pessoas submergindo no seu mundo.

 

Genius

 imagem retirada daqui

 

a espectativa por saber quem será o próximo génio a ser abordado é grande!

eutanásia: um ato de amor

sou a favor da despenalização da eutanásia / morte medicamente assistida.

acredito que uma pessoas que acompanhou a agonia de alguém que ama (o verbo apresenta-se no presente pois a morte rouba-nos a pessoa mas não o amor que por ela sentimos) é favorável a esta decisão.

há dores tão intensas que embora se sintam não nos arrasam, pois sabemos que essa dor é finita ou está envolta em esperança.

quando sabemos que a dor só terá fim com o fim da vida; que ela não acabará pois já venceu todas as batalhas possíveis, prolongar a vida de dor de uma pessoa é, a meu ver, pura crueldade.

também há a dor silenciosa de quem se perdeu de si em consequência de um acidente ou doença. quando se tem a consciência de que não mais voltará a ser quem foi ou será quem sonhou ser. quem solta gritos mudos e o onde o seu olhar suplica clemência.

como referi aqui acredito que cada indivíduo tem o direito de decidir sobre a sua vida e, consequentemente, sobre a sua morte. acho que deve ser uma decisão baseada numa reflexão apoiada por especialistas (mesmo se se tratar da inclusão desta decisão num testamento vital ou algo semelhante); mas uma decisão da pessoa, com toda a liberdade que as suas decisões têm.

sou a favor da despenalização da eutanásia e não da eutanásia. a decisão de por termo à vida é uma decisão individual. não me compete decidir sobre o poder de decisão dos outros.

se, por questões legais, for chamada a decidir sobre o por termo à vida de alguém (coisa que espero jamais aconteça), farei-o em função daquilo que a pessoa me tenha transmitido. será certamente uma das decisões mais difíceis da minha vida, mas sei que faze-lo é um ato de amor. aceitar a decisão do outro, respeitar a decisão do outro e resistir à vontade egoísta de prolongar a sua presença para satisfazer as minhas necessidades ou acalmar a minha consciência. 

eutanásia: uma to de amor

 imagem retirada daqui

 

este não é um tema fácil de decidir, nem de legislar. admiro a postura do psd em dar liberdade de voto aos seus deputados (independentemente do sentido de voto), pois este tema vai muito além de cores políticas ou decisões partidárias.

 

para além do futebol

estávamos ainda no rescaldo de uma excelente organização do festival da canção – onde mostramos à europa como conseguimos rentabilizar recursos e com “pouco” fazer muito, quando estalão, tipo pipocas,  as notícias sobre o sporting – desde a corrupção no andebol - e possivelmente no futebol, os acontecimentos de alcochete com todos os episódios que de lá surgiram - rescisão de patrocinadores, descida em queda do valor das ações, possível rescisão de treinador e jogadores, demissão de órgãos sociais ... um clube, uma empresa, em queda abrupta.

isto vai para além do futebol. é uma grande empresa em derrocada. e as grandes empresas têm funcionários. são estes futuros que também estão a ser postos em causa.

isto, meus amig@s, não é só futebol, não é só desporto. é, também, uma questão social.

mais do que futebol

imagem retirada daqui

neurónios para que vos quero?

desafio logico

depois de um assalto a um banco, os quatro funcionários descrevem o assaltante:

 

1) segundo o porteiro, o assaltante era alto, de olhos azuis e vestia uma gabardina e um chapéu;

2) segundo o caixa, o assaltante era baixo, de olhos negros, vestia uma gabardina e um chapéu;

3) segundo a secretária, o assaltante era de estatura média, tinha olhos verdes e vestia um sobretudo e um chapéu;

4) segundo o diretor, o assaltante era alto, de olhos cinzentos e vestia uma gabardina, não usava chapéu.

 

cada uma das testemunhas descreve apenas um pormenor com exatidão.

qual a figura do assaltante?

 

 

muffins aveia e especiarias - sem lactose

depois de uma semana de intervalo volta o muffin day.

esta receita foi retirada daqui e sofreu algumas pequenas alterações para os tornar mais "mami".

 

os muffins são deliciosos e húmidos. podem ser feitos com ou sem cobertura – o da imagem tem cobertura. 

 

receita

muffins aveia e especiarias

- sem lactose -

(12unidades)

queques de aveia e especiarias

 preparação:

1 – cozinha, em lume brando, mexendo regularmente, os flocos de aveia com o leite de soja e o pau de canela, durante cerca de 10m.

 

2 – junta numa taça o óleo de coco (amolecido), os ovos, a essência de baunilha e a aveia cozinhada.

 

3 – noutra taça mistura a farinha, o farelo de trigo, o sal, o cravinho, o sal, o fermento e o bicarbonato de sódio.

 

4 – adiciona a mistura “líquida” à taça da farinha, mexe bem até obter uma massa homogénea.

 

5 – acrescenta, à mistura, a maça ralada. envolve bem.

 

6 – distribui a massa pelas formas e cozinha no forno  – pré-aquecido - a 180ºc,  durante aproximadamente 15 m (o tempo depende do forno e do tamanho dos muffins)

 

 

caso desejes com cobertura necessitas dos seguintes ingredientes:

1 colher (sobremesa) de óleo de coco

¼ copo de nozes picadas

1 colher (sopa) de açúcar mascavo

amolece o leite de coco, junta o açúcar e mistura bem.

acrescenta as nozes e envolve.

coloca esta cobertura sobre os muffins antes de os levar ao forno.

 

 

mais receitas de muffins:

muffins de espinafres

muffins de manteiga de amendoim

muffins de maça, cenoura e curgete

muffins de banana e cacau

muffins de aveia e pera

muffins de aveia, maça e banana

muffins de chocolate e tâmaras

muffins de mel e noz

muffins de morango

muffins de coco e frutos secos

muffins de limão e chia

há cada uma #5

bom dia!

hoje é dia de guest post há cada uma.

antes de apresentar a minha ilustre convidada e o seu belo relato, sinto a necessidade de fazer um aparte, completamente enquadrado na expressão “há cada uma”.

o que raio aconteceu ontem na academia de alcochete?!

quando ouvi a notícia parecia que estava num qualquer país da américa do sul (acreditem que sei o que digo, cresci num!).

está um grupo de pessoas no seu local de trabalho e é agredido gratuitamente por um grupo de cobardes encarapuçados?! (que a comunicação social refere como adeptos. adeptos?! a sério?!)

uma tristeza e acima de tudo uma vergonha nacional. mais uma vez provamos que conseguimos ser bestiais (organização do festival da canção) e umas grandes bestas (agressões em alcochete)!

 

 

falemos agora de coisas bem melhores! temos hoje a visita da musical e animada sofia do blog música para alma vibrar.

esta rapariga, cheia de energa e ótima forma física, partilha uma história que certamente irá despertar em vós o sorriso que despertou em mim!

 

" O que dizer quando um maluco, diz que é psicopata?!"

 Eu trabalho na área da saúde, estando exposta a muita pressão, stress e a todo o tipo de pessoas e aves raras, não há outra maneira de o dizer!

 Num desses dias em que não tinha mãos a medir, tinha uma fila de pessoas à minha frente para atender, à minha volta, enfim estava cheia  de trabalho até ao pescoço! veio um maluco, sim eu topo-os à distância, tenho um radar e mal abrem a boca, muitas vezes até nem precisam, basta observá-los um pouco, que verifico que tinha razão!

Adiante, o maluco vem chatear-me com mil e uma perguntas, a testar a minha paciência, já nem me lembro o que era, e vira-se de repente para mim e diz "Eu sou psicopata!"

Conseguem adivinhar o que respondi?

De imediato respondi, eu já percebi, mas diga lá o que quer que eu estou cheia de trabalho!

Os meus colegas ficaram apáticos a olhar para mim, a pensar "ela é doida". 

Aprendam uma coisa comigo, se virem um maluco se puderem fujam a sete pés, se não puderem têm de ser mais malucos do que ele! 

 

 

sofia tive o atrevimento de escolher uma música para acompanhar esta história 

 

 

para recordar:

há cada uma #4

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