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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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desigualdades

sempre me considerei uma pessoa sensível.

penso, agora, que sobrevalorizei esta minha suposta característica.

talvez não era assim tão sensível ou, quiçá, não era sensível às coisas mais importantes.

mas isto do que é importante é também relativo.

estava, há umas semanas atrás, a ver num noticiário uma reportagem sobre algumas situações na guerra – não me recordo qual-, fiquei emocionada com um pormenor que suspeito que há meses não me abalaria tanto: era apresentada uma criança de três anos que pesava 7 quilos. instintivamente olhei para a minha princesa de 3 meses e 6 quilos! houveram segundos de irrealidade. retrocedi o programa (maravilha das box) para verificar que tinha ouvido bem, olhei para a criança e pensei em todas as limitações cognitivas que já teria.

lembrei-me do meu .mais.que.tudo., noutra situação, referir que não podemos comparar o desenvolvimento cognitivo (intelectual e cultural) de povos europeus e africanos, não porque haja uma superioridade racial, mas sim porque existem grandes diferenças nas condições da satisfação das necessidades básicas (alimentação, habitação, segurança, saúde, afetividade …). não podem ser colocadas na mesma tabela comparativa realidades completamente diferentes.

enquanto existirem desigualdades, enquanto se ignorarem realidades como a desta menina de três anos, vamos ter diferentes níveis de desenvolvimento e de acesso às oportunidades. irrita-me que quem tem poder para fazer alguma mudança permita que parte da população mundial não possa desenvolver todo o seu potencial.

fico feliz pela minha filha ser uma afortunada, mas ficaria ainda mais feliz se a realidade da minha filha fosse a norma.

desigualdades

imagem retirada daqui

toca a acordar esses neurónios

domingo é dia de almoço em família, de brunch, de filmes e sofá, de passeios ao ar livre.

domingo é dia do dolce far niente e de preguiça intelectual.

como sei que andam por aí muitos seres rebeldes… venho deixar um desafio para por a fervilhar esses neurónios!

durante 3 domingos, farei um post com os exercícios (40 no total) que compõem um “teste” de inteligência retirado do livro “1000 testes e jogos de inteligência”. cada semana publicarei as soluções do teste da semana anterior.

aceitem o desafio de se desafiarem ;)

semana 1 – 13 questões

vamos lá buscas o lápis e o papel e resolver os exercícios.

os exercícios aparecem na galeria…é só carregar na setinha para ver o seguinte 

 

 

divirtam-se 

 

por amor?

a semana passada falei-vos do livro das perguntas.

vamos a mais uma?

então vá:

 

“por uma pessoa que amasse profundamente, estaria disposto a mudar-se para um país distante, sabendo que seriam poucas as probabilidades de voltar a ver a sua família e os seus amigos”

 

a mami responde:

sei que já teria respondido que sim - quando era uma jovem romântica e tonta.

agora a minha resposta seria não. não tenho a capacidade de arriscar o incerto – e uma relação amorosa é sempre incerta -, pelo certo que é o afeto dos meus familiares e dos amigos de uma vida.

por amor, pela construção da minha família nuclear, sou capaz de viver noutra cidade, noutro país e até na lua, desde que possa manter a ligação àqueles que estiveram sempre lá e que sei, estarão sempre onde e quando eu precisar.

no entanto, mesmo nesta segunda situação a decisão deverá sempre basear-se num projeto comum, com cabimento para o desenvolvimento de ambos os elementos do casal. não mudaria a minha vida apenas para acompanhar alguém…pois se a coisa correr mal terei de ser capaz de prosseguir com a minha vida de forma independente. sei que parece um raciocínio frio, mas a experiência tem esta capacidade de fazer-nos antecipar cenários e salvaguardar situações sem que isto implique retirar magia às situações.

acredito, hoje, que podemos ser responsavelmente românticos.

 

por amor...

imagem retirada daqui.

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#19). edições estrela polar.

 

muffins de espinafres - sem lactose

suspeita-se que a pequenita é intolerante à proteína do leite de vaca e como eu sou a sua única fonte de alimentação...lá tive de eliminar os lacticínios da minha dieta.

tenho pesquisado e experimentado diversas receitas, sobretudo de doces, pois tive de eliminar o chocolate - a grande parte tem leite-, e desde a gravidez que a minha vontade de doces está ao rubro!

hoje partilho uma receita surpreendente. parece uma combinação estranha, mas o resultado é muito agradável. adaptei a receita daqui.

arrisquem 

 

receita

muffins de espinafres

sem lactose

(10 unidades)

muffins de espinafres

 

preparação:

1 – coloca o copo de flocos de aveia numa misturadora e transforma em farinha;

2 – numa taça grande mistura todos os ingredientes “secos” (aveia, linhaça, bicarbonado de sódio, fermento, sal, canela e açúcar). reserva.

3 – na liquidificadora processa o leite e os espinafres até obter um líquido homogéneo. adiciona a banana e o óleo de coco, processa. junta, por último, o ovo e o aroma de baunilha, misturando novamente.

4 – junta esta mistura líquida à mistura seca, envolvendo bem, evitando a criação de grumos.

5 – distribui a massa pelas formas (eu uso as de silicone pois dispensa ser barrada com gordura e farinha).

6 – pré-aquece o forno a 200ºc e cozinha os muffins durante aproximadamente 20m (o tempo depende do forno e do tamanho dos muffins).

 

a nossa tradição

a tradição é definida como um “símbolo, memória, recordação, uso, hábito”, normalmente, vindo de gerações passadas.

sempre fui muito ligada ao passado, à família e às tradições. acho importante perpetuar os costumes familiares de forma a estabelecer um fio condutor da nossa identidade.

considero que é tão importante respeitar e cumprir as tradições familiares, quanto criar as nossas próprias tradições - criar algo nosso, que respeitemos e que nos traga felicidade.

quando comemorei o primeiro ano de namoro com o.meu.mais.que.tudo., para celebrar, fomos passar a noite num hotel maravilhoso, o six senses douro valley - até hoje o melhor hotel em que estive em portugal.

six senses dv

vista do nosso quarto no six senses douro valley

 

enquanto usufruíamos daquela maravilha decidimos que todos os anos, pelo nosso aniversário, experimentaríamos um novo hotel. iriamos, a cada ano, festejar o nosso amor num novo local, construindo novas memórias, vivendo experiencias diferentes.

criámos a nossa tradição para festejar o amor. temos honrado esta tradição. faz-nos bem sair da rotina, namorar e comemorar.

não comemoramos o dia dos namorados, não consideramos que seja uma tradição nossa. celebramos o nosso dia. o dia em que decidimos que queríamos estar um com o outro e um para o outro. o dia em que demos aquele beijo que, mesmo após tantos outros, ficou gravado em nós.

gosto da nossa tradição. por termos tornado esse dia diferente, consigo lembrar-me onde estava em cada um dos nossos aniversários.

é bom criar tradições. é bom vivê-las.


deixo aqui outros hotéis que experimentamos no nosso dia:

h2otel

aqua village

ACMA

este post integra o projeto acma - a cultura mora aqui.

o acma acolhe bloggers e youtubers que partilham o desejo de contribuir para a promoção cultural online.

podes descobrir mais sobre o projeto na página do facebook, na revista ou através do email:  acma.cultura@gmail.com 

top de vendas do próximo verão

 

há muito que aqui confessei que adoro compras online.

acabo de descobrir um artigo genial que ninguém pode deixar escapar. garante o fortalecimento dos músculos, a acuidade visual e a concentração, tudo envolto em muita diversão! poderás usufruir disto tudo pela modica quantia de 39,90€ (uma pechincha visto que este super e imprescindível aparelho custava 80€).

encomenda antes que esgote a tua bug a buster! (esquece o paint ball … esta é a nova diversão  para o teu lar – top de vendas do próximo verão)

fly-shooter

imagem e compras aqui

vê lá se esta descrição do produto não te conquista:

“dispare um spray com a espingarda de sal de mesa normal e dizime qualquer mosca” – mami traduz: desperte o assassino que há em si, dizime toda e qualquer mosca que se cruze no seu caminho, de forma segura e ecológica!

 

“uma maneira divertida e segura de desfrutar de uma tarefa nojenta.” – mami questiona: será que também dá para lavar a sanita?

 

“livre a sua casa de todas essas pragas traquinas e tenha uma explosão de diversão ao fazê-lo.” – mami analisa: pragas traquinas dão-nos a sensação de coisa fofucha, seguida do prazer sádico da explosão de diversão ao dizimar a mosca fofucha (e todo o seu clã)!

 

 

não sei quem é o criativ@ de marketing que criou esta campanha…mas eu teria medo de me cruzar com el@ num beco escuro!

 

restaurante o bairro

parece que pela cidade de aveiro também podemos encontrar um "o bairro" - localizado no coração da praça do peixe, com uma decoração catita e sabores divinais.

os preços não são muito simpáticos - pagar custa sempre, mas estão perfeitamente alinhados com a qualidade do produto que disponibilizam.

ao chegar fomos brindados com uma taça de espumante da bairrada - é sempre uma ótima forma de sermos acolhidos.

a carta é simples e sem grande espaço a dispersões: 5 opções de entradas, 5 pratos de peixe, 4 pratos de carne e o mesmo n.º de sobremesas, acrescenta ainda um prato vegetariano e um menu infantil.

 

caldeirada

a entrada escolhida: "a caldeirada do nosso bairro"

a reinvenção da tradicional caldeirada da região, com novas texturas mas o mesmo sabor - uma surpresa deliciosa.

 

o mercado mora em frente

"o mercado mora em frente" foi o prato de peixe por mim escolhido, para além do excelente aspeto é de destacar a mistura de texturas e a o cremoso risoto.

 

naco de novilho

 delicioso "naco de novilho" - destacam-se aquelas bolinhas com castanha de excelente textura e sabor!

 

algumas notas:

- no restaurante, segundo o simpático "pescador" que nos atendeu, tudo é confecionado na hora. este aspeto implica uma certa "demora". ir esfomeado para "o bairro" não é boa ideia.

- desde o nascimento da pequenita ir a restaurantes implica sempre um contacto prévio para garantir que somos "bem acolhidos" com o nosso baby trator! este restaurante foi excelente. fizemos reserva e guardaram-nos uma mesa onde o carrinho de bebé ficava bem acomodado, permitindo que a princesa dormisse tranquilamente ao lado dos papás enquanto estes se deliciavam. assim vou introduzir o meu, recém criado, baby friendly (puristas do português desculpem a minha opção em inglês, mas é mais curto e objetivo ;) )

baby friendly

 

morada: largo da praça do peixe 24, 3800-209 aveiro

casamento sem sexo?

hoje ao deambular pela minha estante de livros fui interpolada pelo “livro das perguntas”. foi um livro que adquiri há muito quando dinamizava sessões de dinâmicas de grupo. o livro não é dirigido a esta temática, mas era uma estratégia que eu utilizava com frequência para gerar interação no grupo.

decidi então folhear o livro e escolher uma pergunta para partilhar com vocês. façam o exercício de refletir sobre a questão. de vocês para vocês. por vezes são exercícios simples que nos ajudam a (des)construir quem nós somos.

 

a pergunta escolhida foi:

“contentar-se-ia com um casamento perfeito em todos os sentidos menos num – total falta de sexo?” *

 

a mami responde:

a primeira coisa que me veio à cabeça quando li a pergunta foi a polémica da semana passada em relação à proposta do padre católico para os casais “recasados”.

existem, na minha opinião, várias razões para partilhar a vida com outro ser humano (amor, sexo, partilha, projetos comuns, cumplicidade, …). a decisão não se deve basear num desses fatores, mas sim na conjugação de vários; sendo que existem fatores estruturantes numa relação a dois e o sexo é, para mim, um desses fatores. neste sentido, não consigo conceber um casamento perfeito sem sexo - vejo o sexo num espetro alargado, onde vários aspetos da sexualidade estão incluídos, não o resumindo ao mero ato da penetração.

assim a minha resposta à questão seria: não. a vida não é para nos contentarmos, mas sim para transbordarmos.

casamento sem sexo

imagem retirada daqui 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#190). edições estrela polar.

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