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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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creme de brócolos

tenho lido maravilhas sobre as diversas qualidades nutritivas dos brócolos

não é um alimento que muito me fascine, portanto decidi integrá-lo de forma mais regular na minha alimentação através da sopa. 

pesquisei, pesquisei, pesquisei e encontrei uma receita de sopa de brócolos que poderia confecionar com os legumes que tinha em casa e sem batata (pois quero ver se abato um par de incómodos quilitos - coisa de nada é claro :D ).

a receita original é do blog sabores da minha cozinha.

como tenho por hábito cozinhar em doses industriais para depois congelar em doses individuais dupliquei a receita. 

optei por utilizar brócolos congelados (na cozinha pratico a lei do menor esforço…me confesso) e vinagre balsâmico ao servir.

creme de brócolos

 

ingredientes:

.2 cebolas jeitosas

.4 dentes de alho

.600g de brócolos congelados

.2 courgettes

.azeite, sal, água e vinagre balsâmico q.b.

 

preparação:

.corta a cebola às rodelas e os alhos ao alto. coloca-os numa panela com um pouco de azeite e deixa cozinhar até a cebola amolecer e loirar timidamente.

.corta a courgette, com casca, às rodelas e coloca na panela. mexe, tempera com sal e tapa. deixa cozinhar cera de 5 minutos.

.acrescenta os brócolos congelados. mexe e tapa por mais 5 minutos.

.adiciona água quente até cobrir os legumes. deixa cozinhar por 10 minutos.

.retifica o sal e tritura o preparado até obteres um creme homogéneo.

 

 ao servir:

adiciona umas gotas de vinagre balsâmico

 

diz-se que: a sopa é super boa, baixa em calorias e fácil de fazer!

 

espreita outras receitas:

frango com vegetais - receitas para congelar

salada de bacalhau com feijão frade - simples & rápida

 

 

a propósito de gerações

no meu último post "à procura do caminho" partilhei um vídeo que apresentava e explicava a relação com o trabalho/emprego visto pelas diferentes gerações (milenares, baby boomers, geração x), com uma abordagem breve das suas características. nos comentários a inês e o mundo acrescentou ainda a geração y e erreguê os centenials.

ontem estive num encontro literário que contou com a presença de mário zambujal, a dada altura do seu excelente discurso refere que ao longo dos seus 80 anos já passou por várias gerações (até aqui nada de novo) e que por tanto não pertence a uma mas a todas as gerações - é aqui que rompe o paradigma.

há uma visão de pertença e globalidade - claramente que ao viver em cada época e interagir com todos os novos desafios por adaptação natural incluímos em nós um conjunto de características que marcaram cada geração.

o que nos define não é a geração em que nascemos, mas o como vivemos cada nova geração que partilhamos.

 

prazeres vitais

prazeres vitais é um blog fora da caixa... não pela originalidade do conteúdo mas pela abordagem.

é um blog direto, de situações pessoais e banais. o que me atrai é a frontalidade e naturalidade como as coisas são expostas. ao ler é com se estivessemos a ouvir um amig@ a contar as suas periécias, sem rodeios ou floreados.

desprovido de interesse sobre o que os outros pensam ou em ser politicamente correto.

gosto da sua transparência, da diversidade de temas e da aus~encia de "falinhas mansas".

claro que por vezes é muito cru...mas a verdade é que faz-nos sempre pensar sobre o assunto.

visitem e decidam por vocês mesm@s 

top 25 | musicas da minha vida parte - 1

num comentário ao meu post sobre o que escondem as letras das músicas o meu novo "amigo" smurf falou-me sobre o top 25 de músicas da sua vida.

ora aqui está um exercício que nunca fiz. nunca refleti sobre quais seriam as 25 músicas que marcaram a minha vida.

agarrei mais este desafio de autoconhecimento e está a ser uma viagem genial (pelo tempo, por lugares, momentos e pessoas).

fiz uma viagem cronologica ... aqui os minhas primeiras 5!

 

1 - a canção do genérico da heidi ... em espanhol é claro :)

apanhei-me muitas vezes em crescida a cantar esta canção (mesmo sem estar com os copos)

  

 

 

2 - hino nacional da venezuela

canteio durante todos os dias do ano letivo, pontualmente às 07h00, de uniforme e em posição, durante 9 anos

 

 

 

3 - vinho verde (roberto leal) ... não fosse eu emigrante!

ainda hoje, quando ouço esta canção, sinto uma saudade difícil de explicar

 

 

 

4 - no basta (franco de vita). das canções mais profundas; a que mais me fez pensar; com a que mais me identifiquei, do ponto de vista do filho com os pais sempre ausentes porque a isso o trabalho obrigava - havia uma fosso entre o que os meus pais pensavam que eu precisava, e o que eu efetivamente precisava.

deste grande senhor guardo ainda hoje uma expressão de uma outra música sua

"un extranjero nunca tendra pátria"

 

 

 

5 - histórias del primeir amor (menudo) - amava, amava, amava :D

o meu quarto forrado a cartazes. foram a minha primeira grande paixão.

esta canção era a minha preferida, ainda hoje a canto de uma ponta à outra!

 

 

 

diz-se que: recordar é viver!

adorei a seleção, mas amei a claque das ilhas faroé

estou mega feliz pelo brilho da seleção portuguesa de futebol no jogo de qualificação para o mundial 2018 contra as ilhas faroé.

pela talento dos jovens jogadores e pela construção de uma boa dinâmica.

fiquei ainda mais deslumbrada com a postura dos adeptos da equipa das ilhas faroé. sempre em festa, a cantar e a dançar, mesmo perdendo 0-4, a cantar o seu hino nacional enquanto portugal visa mais um golo. e no final do jogo a louvar a sua equipa e a cumprimentar a nossa.

são todos tugas os que me leem, pelo que não tenho de explicar qual seria a nossa postura se o resultado fosse inverso num qualquer estádio em portugal. e isso deixa-me triste. saber como transforma-mos estes homens de bestiais a bestas em 90m.

habituei-me a estar sozinha

habituei-me a estar sozinha

em conversa com um gajo, que no dia em que me conheceu ganhou o meu respeito quando ao final da noite me disse: não gosto da tua postura (gosto de frontalidade), descobri mais acera de mim.

ele saiu recentemente de um relacionamento de mais de 20 anos. estava a explicar como estava a reestruturar a sua vida (casa, namorada, filho, finanças...) e no que sentia mais dificuldades.

com tristeza genuína referiu que o que mais lhe custava era acordar e não ter a quem dizer "bom dia", sentir-se sozinho. e que o maior receio que tinha era habituar-se a estar sozinho.

enquanto ele falava eu pensava no quanto gosto de estar sozinha, de ter o meu espaço e gerir o meu tempo. quando ele referiu a habituação, caí em mim. foi isso que me aconteceu. habituei-me a estar sozinha. mas será isso mau?

quiçá sim. sobretudo quando queremos estar com outra pessoa. quando ponderamos a maternidade e o deixar para sempre este domínio total do nosso espaço e tempo.

quando os relacionamentos amorosos se consolidam na "juventude" poucas pessoas experimentaram o viver sozinhas (pelo menos em tempo suficiente para a habituação); vivem com a família, depois com os amigos de faculdade, de regresso à família, a casas partilhadas com amigos, colegas e/ou namorad@s. 

quando os relacionamentos amorosos vão acontecendo sem se assentarem alicerces e a vida profissional dá-nos condições para viver sozinhos, deixando de partilhar casa com outros seres, vamos tornando-nos mais egoístas. a nossa vontade impera e ninguém exige ou contradiz. e este gostinho de plena liberdade nas decisões mais básicas vai-se incorporando-se em nós, tipo lapa que não larga.

o meu simplex teve um percurso semelhante ao meu. somos dois seres egoístas que estão a aprender a ceder um pouco (a pouco) do seu espaço, para permitir incluir o outro no seu dia-a-dia. nas grandes decisões tem sido fácil, nos pequenos pormenores é que verificámos o difícil que é desgrudar a lapa.

 

a música da felicidade

o dr. jacob jolij da universidade holandesa de groningen realizou um estudo para identificar as músicas que produzem maior felicidade quando são ouvidas (estudo realizado com 2 mil pessoas e 126 músicas dos últimos 50 anos).

jolij determinou que os elementos-chave para uma canção "feel-good" são: letras positivas e um ritmo de 150 batidas por minuto. o estudo revela ainda que as canções dos últimos 25 anos não são tão "bem-dispostas" como as dos anos 80. 

gostos à parte este é o top10 das músicas da felicidade:

10 - “walking on sunshine” — katrina & the waves (1983)

09 - “i will survive” — gloria gaynor (1978)

08 - “livin’ on a prayer” — jon bon jovi (1986)

07 - “girls just wanna have fun” — cyndi lauper (1983)

06 - “i’m a believer” — the monkees (1966)

05 - "eye of the tiger” — survivor (1982)

04 - “uptown girl” — billie joel (1983)

03 - “good vibrations” — the beach boys (1966)

02 - “dancing queen” — abba (1976)

 

01 - “don’t stop me now” — queen (1978)

 

 

diz-se que: agora é por a tocar e deixar a música trazer-nos feliz! 

 

 

 

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