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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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por detrás das letras #3

 

one foi sempre uma das minhas músicas preferidas dos u2 (sendo with or without you my number one). num comentário ao meu primeiro post por detrás das letras  erreguê  mostrou-me uma perspetiva que desconhecia desta letra:

"bono diz no livro u2 by u2 que não compreende que [one] seja um dos temas mais utilizados em casamentos. para ele, que a escreveu, é sobre a luta que devemos ter para nos relacionarmos uns com os outros; ele estava a falar sobre o que os 4 membros dos u2 estavam a passar na altura [em que a letra foi escrita], [tendo] chegado a equacionar o fim da banda."

fica a letra para uma nova leitura baixo esta perspetiva :)

 

 Is it getting better
Or do you feel the same?
Will it make it easier on you now
You got someone to blame?

You say
One love,one life
When it's one need
In the night
One love
We get to share
It leaves you, darling
If you don't care for it

Did I disappoint you
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without

Well, it's too late
Tonight
To drag your past out
Into the light

We're one
But we're not the same
We get to carry each other
Carry each other
One

Have you come here for forgiveness?
Have you come to raise the dead?
Have you come here to play Jesus
To the lepers in your head?

Did I ask too much?
More than a lot?
You gave me nothing now
It's all I got

We're one
But we're not the same
Well
We hurt each other
Then we do it again

You say
Love is a temple
Love is a higher law
Love is a temple
Love is a higher law
You ask me to enter
But then you make me crawl
And I can't be holding on
To what you got
When all you got is hurt

One love
One blood
One life you got
To do what you should
One life
With each other
Sisters, brothers


este verão vou ...

obrigada minha querida célia e doce alfa pelo desafio.

é sempre bom ter razões para pensar em coisas agradáveis…neste caso, no verão…aquela estação que tanto promete e nem sempre cumpre – sim, estou algo ressabiada 

 

Assim, as 10 coisas que eu vou fazer este verão são (sim, porque se eu quero…):

 

1 - ver o verão chegar

2 – beber um bom vinho branco enquanto vejo o por do sol

3 – dançar à chuva desfrutando do odor da terra quente refrescada pela chuva

4 – ter boas conversas, ao ar livre,  pela noite dentro com os amigos

5 – comer muita sardinha com pimentos grelhados e broa

6 – ver a minha pequena comer areia e chapinhar no mar

7 – namorar … muito!

8 – ler um livro (nem que seja pequenino)

9 – comer salada de tomates “coração de boi” do quintal da minha mãe, temperada com azeite, sal grosso e manjericão fresco

10 – passear com a família, mimar os meus pais e deliciar-me com os sobrinhos

este verão

 à procura do verão! imagem retirada daqui

 

pessoas lindas se puderem passem no blog vizinho e leiam e, se quiserem, atuem sobre esta situação: mensagem de ódio

há cada uma! #12

amores e amoras…isto anda um stress por estes lados…mas mesmo assim…há sempre um tempinho para rir e, talvez, ajudar a soltar uma gargalhada também desse lado.

e quem nos vai ajudar esta semana nesta tarefa?!

é o nosso querido david marinho do blog domingo à tarde – blog de partilha de momento da vida do autor e das suas opiniões sobre tudo o que lhe desperta a curiosidade  

 

"Eis a minha história:


Eu trabalhei algum tempo em call center e sempre achei que o tempo que despendi nessa função, foi uma verdadeira escola que levei para a vida. A função é extremamente difícil, sobretudo porque se lida com centenas de pessoas diferentes todos os dias, com atitudes diferentes, muitas vezes tremendamente defensivas, mas nem tudo foi mau, naturalmente. Isto passou-se em 2011, na antiga TMN, em que recebo uma chamada de uma senhora que pela voz parecia ser de meia idade - não me recordo o nome nem o teor da venda. Mas lembro-me que disparei tudo o que tinha para apresentar (sem pestanejar nem dar voz à senhora), queria vender porque era a minha função, até que satisfeito o meu objetivo, a dita senhora me diz:
"Sabe (pausa dramática), nunca tinha tido um orgasmo a ouvir alguém e tive-o consigo!".



(pausa dramática para absorverem o que acabaram de ler)

Creio que foi o momento mais constrangedor, mais impactante que tive naquela função. Mas pronto, vendi e a cliente ficou satisfeita (duplamente, vá)."

há cada uma #12

imagem retirada daqui

 


digam lá se não ficaram com vontade de ouvir a voz deste senhor! a forma como aquece as palavras e dá ritmo a cada frase… bem… não sei se teremos essa honra, mas que ficou a curiosidade… quiçá…ficou 

 

 

para recordar:

há cada uma! #11

por detrás das letras #2

esta semana trago uma música da minha banda portuguesa preferida: xutos & pontapés.

os xutos são uma paixão de sempre, uma presença contínua no meu crescimento.

música de acordes simples e mensagem direta, sem complicações ou pretensões.

circo de feras foi uma música que assim que saiu se entranhou.

como sempre, dizia-se mais uma canção de amor, um amor conturbado, uma relação de amor-ódio- desejo-dependência.

a luz sobre o significado desta canção chegou num concerto dos xutos. enquanto a banda tocava e eu gritava a canção (infelizmente eu não canto... o que faço mais se aproxima a grito ou guincho) e uma amiga pergunta: sabes do que falam? eu prontamente respondi: de um amor qualquer. ela sorri abana a cabeça e diz: fala da dependência de drogas!

a vida vai torta
jamais se indireita
o azar persegue
esconde-se á espreita

nunca dei um passo
que fosse o correcto
eu nunca fiz nada
que batesse certo

refrão:
enquanto esperava no fundo da rua
pensava em ti e em que sorte era tua
quero-te tanto...(quero-te tanto)
quero-te tanto...(quero-te tanto)

do modo que a vida
é um circo de feras
e os entretantos
são as minhas esperas

 

há cada uma! #11

hoje temos a nossa querida bruxa mimi, alheia a tudo … ou talvez não, que no seu blog partilha as pitorescas aventuras da sua família, com grande destaque para a varinha, a vassoura, o feitiço e a magia – um blogue de todos para todos!

 

"Em primeiro lugar agradeço à mami ter-me convidado para participar nesta rubrica. Fez-me sentir especial e isso é sempre bom. 

Lembrei-me de três histórias para contar. Uma passou-se com uma colega de curso, há mais de vinte anos. Outra passou-se com a minha irmã Margarida, há quase quinze anos. A terceira passou-se comigo, há quase oito anos e meio. Como a mais antiga foi a primeira de que me lembrei, escolhi-a para contar desta vez. Se a mami quiser, as outras duas ficam para outro dia!

Era inverno, um dia chuvoso e frio. A minha colega apanhou o autocarro e conseguiu lugar sentado no último banco, aquele que é mais comprido e dá para cinco pessoas.

A meio da viagem, ela sente que lhe estão a fazer festas numa perna (não sei que perna, mas, para efeitos da história, digamos que era a perna direita). Olha para o lado e vê a mão do rapaz quieta, pousada sobre a própria perna. Fica confusa, claro. Teria imaginado as festas?

Pouco depois, volta a sentir as festinhas. Discretamente, volta a olhar para o lado, desta vez com mais atenção, e o que é que descobre?

Que a mão esquerda do rapaz continua pousada e quieta, mas que a mão direita do parvalhão (desculpem o vocábulo), escondida por baixo da gabardina, era a autora das festas!

A minha amiga contou-me que se virou para o rapaz e que o fulminou com o olhar. Ele parou o que estava fazer e não disse nada. Ela também não."

há cada uma #11

imagem retirada daqui 

 

não deixo de me surpreender com a lata das pessoas!

cuidado utilizadores de transportes públicos…eles andam aí! 

 

há cada uma! #10

por detrás das letras

sempre curti o estilo de sónia tavares. a primeira vez que vi os the gift foi numa festa da juventude na minha santa terrinha....há muito, muito tempo :)

o estilo dela então era diferente do que enverga hoje. mas o seu original toque pessoal esteve sempre lá. claro que gosto da banda, mas é inegável que após esse primeiro contacto o que me fez querer saber mais, ouvir mais foi a imagem de força e irreverência feminina que vi na sónia.

anos depois quando lançaram a música 'primavera' fiquei extremamente desiludia com a letra e como esta podia vir de uma mulher que admirava, de onde viria tanta carência, tanta conformidade, tanta dependência ...

 

Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti

Mesmo assim, quero ver-te sorrir...

E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três

Se quiser ser feliz....

 

manifestei esta minha desilusão com vários seres...até que um dia, uma alma iluminada, olhou para mim com aquelas caras que adoro e disse: a canção foi escrita para o filho. a mulher teve uma gravidez de risco que não saberia se teria ou não seguimento. a dor, o amor é perante o filho que poderia não vir a nascer e não sobre um homem qualquer!

fui de imediato ouvir a canção, com muita atenção e sob a esta perspetiva. depois da zanga veio a reconcilização com um afeto ainda mais intenso por esta mulher!

 

 

diz-se que: a música é linda!

 

 

 

há cada uma! #10

hoje convido-os para um voo... para o voo da garça. neste voo vamos conhecendo “sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária” da sua autora - charneca em flor.

a história que nos traz hoje permite-nos conhece-la um pouco melhor e eu fiquei a saber da existência de farmácias comunitárias…vejam lá a minha ignorância 

 

《Para começar, quero agradecer à anfitriã pelo seu simpático convite que me encheu de alegria. Adoro partilhar as minhas histórias.

Sou farmacêutica há perto de 20 anos e trabalho em farmácia comunitária. Como podem imaginar, trabalhar na área da saúde e em contacto directo com o público proporciona momentos, simultaneamente, estranhos e hilariantes. Alguns já fui esquecendo mas outros perduraram na memória. A história que trago passou-se há uns 15 anos, talvez.

Foi assim:

Naquela altura, a farmácia ainda fechava para almoço, entre as 13h e as 15h. Quase todos os dias havia atendimentos que se prolongavam para lá da porta fechada. Ora se eu, ainda hoje, tenho dificuldade em fechar a conversa, nesse tempo era ainda mais difícil. Afinal, era ainda jovem farmacêutica com pouca experiência.

A utente que fiquei a atender devia ter à volta de 30 anos e tinha uma série de dúvidas que envolviam a menstruação. Ora eu fiquei sozinha no balcão a tentar esclarecer a senhora. Ela queixava-se de perdas sanguíneas ao longo do mês e fora da menstruação propriamente dita. Eu lá fui falando com ela, tentando perceber o que podia estar a provocar tal transtorno. Aconselhei-a a ir ao médico caso o problema persistisse para descartar um desequilíbrio hormonal mas ela não fazia intenções de sair. Eu passei para o outro lado do balcão para a ir encaminhando para a porta tentando disfarçar a minha urgência em "despachá-la". É que a fome já apertava. 

Qual não é o meu espanto quando, atrás da porta e ainda a propósito das perdas de sangue, ela me diz: "- olhe, hoje já me aconteceu. Quer que lhe mostre?"

Mesmo perante o meu protesto "Não é preciso, já percebi a situação", a senhora baixa as calças e mostra-me a parte exterior da cuequinha suja de sangue.

Podem imaginar a minha cara. Até porque a porta da farmácia era envidraçada e a figura da senhora era perfeitamente visível da rua .》

 

há cada uma #10

imagem retirada daqui

 

há pessoas que não percebem que não necessitamos de visualizar as situações para as compreender. 

imagino o que iria na cabeça de quem por lá passava 

obrigada charneca pela gargalhada matinal!

 

para recordar:

há cada uma! #9

a profecia que se autorrealiza

depois dos 30 desenvolvi uma certa alergia à idade (à minha).

a ideia de envelhecer é assustadora, e não se pense que é porque tenho mais 10 brancas ou 2 rugas novas - embora não negue que incomoda um pouquinho, é sobretudo pela perca de “tempo”, ou seja, cada ano que passa é menos um ano que tenho (independentemente de ainda ter mais 5, 15 ou 50 pela frente), e independentemente de tudo o que fiz no último ano ou na minha vida até agora.

sempre fui um ser insatisfeito (fá incondicional de antónio variações). sempre quis mais, fazer mais, conhecer mais, viver mais experiências.

a que se autorealizaprofecia

imagem retirada daqui

 

porém há coisas que ou se fazem em determinada idade ou ficam desprovidas de sentido. não sou extremista, mas há coisas que têm o seu tempo e o seu contexto. por exemplo, sempre quis fazer um interrail pela europa, durante o liceu a nega dos meus pais foi constante, durante a faculdade as despesas eram focadas na minha educação e isso seria um luxo, quando comecei a trabalhar, nunca pude ter o tempo de férias seguido exigido para esta aventura… portanto fui assumindo que nunca faria um (na reforma talvez de autocaravana). agora acontece o mesmo com a gravidez, tenho de decidir avançar ou não, porque sinto o tempo a fugir. sim, eu sei que há mulheres a engravidar aos 50, 60, 70 … mas a minha questão (respeitando as opções dos outros) não é o simples ato biológico da conceção e gravidez. a minha questão é ter tempo útil para educar um ser humano, para o acompanhar, dar-lhe a possibilidade de conhecer e conviver com os avós… a questão não é a minha idade quando tudo começa, mas até onde pode ir.

em portugal o estigma da idade ainda existe em determinadas profissões - parece que a validade é até aos 35 anos. por outro lado daqui a nada o cartão jovem chega também aos 35. um contrassenso?! a idade começa a ter diversas abordagens, regalias e limitações, um misto que traz uma certa indefinição, o que, no limite, faz com que a sua importância se anule.

já me mentalizei (acho eu) que uma vida não chega para todos os anseios que trago em mim. no entanto ainda não encontrei a paz para viver segundo essa visão.

um outro aspeto que odeio no facto de fazer anos é a manifestação de afeto. nunca lidei bem com o afeto, faz-me sentir frágil. sempre transportei uma capa de dureza, autonomia, altivez e arrogância… ajuda a manter as pessoas que não interessam à distância e as que gostamos numa linha de segurança que temem ultrapassar.

já fiz muita estupidez no meu dia de aniversário. nenhum corre bem. tento de mais ou tento de menos ignorar o dia. tem sido engraçado ver como as pessoas que nos amam respeitam estas paranoias / fragilidades. por exemplo, mandam mensagens de parabéns – honestas mas contidas e, em presença, nem mencionam o assunto… amo esta compreensão e respeito!

mas pronto… lá vem mais um … avizinha-se mais um dia de crise (a sorte é que é só um por ano)

 

 

 

muffins de maça e passas - sem lactose

há muito que não trazia uma nova receita ... hoje é o dia!

com o regresso ao trabalho e a criação de novas rotinas o tempo torna-se escasso e temos de o gerir sabiamente para manter a sanidade mental.

os muffins são algo que gosto de ter para tomar o meu primeiro café da manhã ... aquele às 6 da manhã após dar o pequeno almoço à princesa - eu tenho uma necessidade imediata de comer após ser consumida pela pequena   - ou simplesmente como snack ao longo do dia ou uma sobremesa saudável para acompanhar o café após refeição.

a receita de hoje é de muffins com maça e uvas passas, adoçado com maple syrup - que poderá ser substituído por mel. têm garantia mami de gostosura 

 

 

receita

muffins maça e passas

- sem lactose -

(12unidades)

queques de maça e passas

preparação:

1 – se tiveres os flocos de aveia em vez de farinha, coloca-os numa misturadora e transforma em farinha.

2 – numa taça, mistura a “farinha” de aveia, a farinha de trigo, o farelo de trigo, o fermento em pó, a canela, o bicarbonato de sódio e o sal. reserva.

3- noutra taça mistura os ovos, o maple syrup e as natas. reserva.

4 – descasca a maça e corta-a aos cubos. junta as uvas passas.

5 -  junta a mistura “líquida” à mistura das farinhas, misturando bem. quando obtiveres uma maça homogénea adiciona a fruta envolvendo-a bem na massa.

6 - distribui a massa pelas formas e cozinha no forno  – pré-aquecido - a 180ºc,  durante aproximadamente 15m (o tempo depende do forno e do tamanho dos muffins).

 

- disfrutem -

 

mais receitas de muffins:

muffins de espinafres

muffins de manteiga de amendoim

muffins de maça, cenoura e curgete

muffins de banana e cacau

muffins de aveia e pera

muffins de aveia, maça e banana

muffins de chocolate e tâmaras

muffins de mel e noz

muffins de morango

muffins de coco e frutos secos

muffins de limão e chia

muffins de aveia e especiarias

há cada uma! #9

olá, olá!

sabem que está por cá hoje?

vá, tentem lá adivinhar!

ok, pronto...eu digo: é a marta!

não, não é a da ok teleseguros (piada básica à qual não resisti!)

é a nossa marta elle do blog nota dissonante.

preparados para mais um há cada uma!?

bora lá!

 

"Quem conhece o meu blogue, já sabe que conto muitas peripécias da minha vida, principalmente de quando era adolescente, mas esta ainda não contei, e ainda por cima é recente.

 

Em abril, quando fui visitar os meus pais ao Algarve, a minha mãe quis apresentar-me a umas amigas. Claro que as pessoas fazem sempre perguntas e, conversa puxa conversa, eu disse que tinha duas gatas. Uma das senhoras perguntou-me que idade é que elas tinham e eu respondi:

- Uns dois ou três anos, não sei bem.

A senhora ficou com um ar embuchado e virou-me a cara.

Achei aquilo muito estranho.

Outra senhora continuou a conversar comigo, e eu disse mais qualquer coisa sobre as gatas. Foi então que a senhora que me tinha virado a cara disse :

- Ah, está a falar de gatos !? Eu pensava que estava a falar das filhas e achei estranho não saber a idade delas !

Ups ! Ainda bem que o engano se desfez, caso contrário eu ia ter fama de má mãe por aquelas paragens."

 

há cada uma #9

imagem retirada daqui 

 

 isto de não se falar todas as línguas do nosso país tem disto 

muito obrigada marta e um beijo grande às gatinhas!

 

para recordar:

há cada uma! #8

 

não pensem que me esqueci que hoje é dia de mundial  força portugal 

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