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mami

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

viver | amar | sentir | pensar | lutar | conquistar | desafiar | refletir | descobrir | experimentar | partilhar | aprender | acreditar | sonhar * ser mãe sem me perder de mim *

quarto para menina e para menino, porque não?

decoração e criação de espaços

existem coisas que nos inspiram e relaxam. a decoração tem esse efeito em mim. desde o projetar o resultado final, passando pela procura do material a utilizar, até ao improvisar para chegar o mais próximo possível daquilo que tinha idealizado.

a maternidade trouxe-me um tempo que eu não sabia ter mas, por outro lado, roubou-me o tempo que tinha para algumas das minha paixões.

assim, só agora, passados 8 meses do nascimento do pequenote, pude dedicar-me à decoração do quarto, que antes era só dela e agora é de ambos.

deu-me um prazer enorme. já tinha algumas ideias e até algum material adquirido, mas não chegava. precisava de elos de ligação, de coisas que fizessem com que o quarto deixasse ser só dela e pudesse integrar o mano, assim como adaptar-se à uma nova fase do crescimento da princesa. foram pequenos gestos pensados ao pormenor.

 

acredito que pouco é mais e que o importante é que os espaços espelhem quem somos, o que nos inspira, que sejam harmoniosos e nos tragam bem-estar (dito assim até parece fácil).

quarto de menina

 

adoro frases inspiradoras - uma característica que trouxe da adolescência. esse foi o elemento que usei para partilhar um pouco daquilo que valorizo. quer na entrada do quarto, quer no novo cantinho pensado só nela. a fotografia é outra das minhas grandes paixões por isso não podia faltar como elemento decorativo.

 

quando há 3 anos idealizei o quarto da pequena escolhi como tema os elefantes, por associá-los ao conceito de família. a chegada do novo elemento realçaria este conceito, pelo que mantive o tema. precisava agora de um quadro que o representa-se a ele neste universo. a oferta de quadros para quarto de criança é enorme e cada um mais fofo do que o outro. a vantagem de ter demorado 8 meses a fazer a decoração do quarto é que foi fácil identificar o quadro / imagem que melhor o representava! e ter escolhido a opção de impressão em acrílico foi uma aposta ganha! ficou uma fofura delicada (nada a ver com ele, bem, mais ou menos, é um fofo traquina!). 

postlounge

 

como podem ver não há por cá preconceito algum com o cor-de-rosa e os meninos. por isso mantive também as cores base do quarto: cinzento e rosa.

decoração quarto criança

 

aproveitei também para criar, no exterior do quarto, um espaço dedicado aos pequenos artistas da família (sobrinhos/as, filho/a…) – espaço em constante atualização/construção. arrisquei conjugar as obras de arte dos mais pequenos com uma réplica do quadro “aquele que compreende” de paul klee, pelos traços infantis da obra mas também por achar que são as crianças que compreendem genuinamente o mundo que as rodeia, mesmo que não sejam capazes de o descrever em palavras.

paul klee

 

de missão cumprida e orgulhosa do resultado, já me posso dedicar às decorações de natal!

até me inspirei para inspirar os amigos com prendinhas de natal, obrigada posterlounge .

consumo consciente

por um planeta mais sustentável

encontro-me num momento de transformação.

se me perguntarem o que despoletou este momento, não terei resposta.

não houve um gatilho ou um acontecimento marcante que me “empurrasse” nesta direção.

quiçá foi o acumular de pequenos acontecimentos inconscientes que deram lugar a uma vontade consciente.

seja como for, eu que nunca fui uma pessoa de causas ambientais – as minhas foram sempre as sociais -, sinto agora a necessidade de me responsabilizar pelos meus comportamentos de consumo e pela forma como estes contribuem – bem ou mal - para a comunidade, o país e o planeta que me acolhe.

o ambiente está na moda, dirão alguns. na verdade está. ainda bem que está.

não sou de modas, direi eu. mas sou um ser em constante evolução, que aceita desafios e não foge de responsabilidades.

e no fundo eu e eles, eu e vocês ou apenas eu e o meu alter-ego, nada temos a justificar e a ninguém temos de convencer. o tentar – deixo aqui um grito mudo de humildade-, diminuir a minha pegada ecológica focada na diminuição do desperdício e do lixo produzido – no caminho de um zero utópico-, numa alimentação mais sustentável e numa diminuição do consumismo, foi uma escolha individual, mas que acabou por se tornarem familiar – um pouco em contracorrente, terei de confessar.

o consumo consciente não é fácil. sou de uma geração na qual mil coisas surgiram para facilitar a vida de uma população adulta absorvida por responsabilidades profissionais e desesperadamente a equilibrar a vida familiar – produtos descartáveis, comida embalada, produtos em doses individuais. coisas práticas que tornar o dia-a-dia mais simples. em simultâneo as coisas tornaram-se mais acessíveis a (quase) todos (roupa, acessórios, maquilhagem, decoração, brinquedos…) não se exigindo qualidade mas sim funcionalidade, originalidade e diversidade, as coisas não são feitas para durar porque as pessoas têm necessidade de ir trocando e adquirindo coisas novas, ao ritmo das “tendências”, das novidades e dos upgrades.

tomada a decisão comecei a investigar. das leituras realizadas ficaram três aspetos:

  1. a mudança para uma vida mais sustentável, do ponto de vista ambiental, é uma caminhada e não um salto. exige que se interiorizem princípios, que se escolham caminhos, definam objetivos e proponham metas. é uma mudança integral, de dentro para fora, onde é necessário nos consciencializarmos do que pretendemos, do porque desta mudança, para depois, de forma sólida, avançar para as ações;
  2. uma pequena mudança é uma vitória. nenhum de nós vai, individualmente, salvar o planeta, mas a ação de cada um, por mais pequena que possa ser, é um contributo positivo para uma força maior;
  3. devemos evitar fundamentalismos. o processo de mudança diz respeito a cada um, na medida e no ritmo que lhe for possível; não esquecendo que o eliminar coisas que têm ainda utilidade por versões mais ecofriendly, incorre no princípio do reutilizar e diminuir o desperdício (neste caso de recursos) e o lixo (do que é descartado).

 

consumo consciente

 

acredito que esta escolha, a longo prazo, simplificará a minha vida pois tem inerente a si o minimalismo e o consumo consciente.

fazemos esta viagem com calma, fascinados a cada descoberta – assim é quando conhecemos um novo mundo -, evitando o “consumismo” ecofriendly e os fundamentalismos.

irei partilhando as desventuras da minha jornada rumo à sustentabilidade ambiental, numa perspetiva para totós, sendo eu, também, tótó, e não na perspetiva de especialista no assunto, pois dele, efetivamente, pouco sei.

termino este meu manifesto de interesse com duas frases feitas:

“menos é mais”

“fazer como antigamente”

a ignorância é uma bênção

e o amor também

ontem em conversa com um amigo, sobre o que gostaríamos para as nossas filhas, surgiram vários aspetos. hoje, vou aqui destacar um: a ignorância (que ele teimosamente chamava de inocência).

há uma expressão em inglês que “my person” costuma usar “ignorance is bliss”, na qual eu acredito piamente.

fazíamos a analogia entre o acreditar no pai natal e no amor.

é verdade que o natal, depois do reinado do pai natal, continuará a ser uma época especial de reencontro familiar e de troca de presentes, mas terá perdido a magia no imaginário das crianças. deixará de ter o encanto e a magia do senhor de barbas brancas que lhes vinha deixar uma prenda especial (que a criança desejou e pediu…e para a qual se terá portado bem durante o ano  ).

algo semelhante acontece com a crença no amor. eu sempre fui uma sonhadora, uma devota do amor. até que cresci. e vi muita coisa. soube de muita coisa. percebi que o amor é um sentimento construído, que implica duas pessoas e que pode ser quebrado pelo cansaço, ou pela mudança de interesses, ou por nada, ou por tudo, ou unilateralmente, ou ... é um sentimento vivo que se alimenta do que o rodeia, que se distrai e que por vezes se perde. esta consciência fez-me começar a ser cautelosa, a medir afetos e investimentos. fez-me racionalizar o amor, portanto retirou toda a magia a este “nobre” sentimento.

tenho saudades de acreditar no pai natal, assim como de acreditar no amor!

espero que a minha pequena princesa guerreira acredite por muito tempo na magia, que se deixe encantar, que viva feliz cada amor, que acredite que se não acertou numa relação é porque não era essa a “tal”, que a sua cara-metade estará por chegar; mas que se valorize, que nunca perca a sua essência, que não aceite nunca menos do que merece, do que a faça sonhar, do que a faça sentir especial … que viva feliz na ignorância de que o amor pode acabar.

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imagem retirada daqui

casar? não, obrigada!

casamento? não, obrigada!

já fui uma princesinha que sonhava com o seu dia de reinado.

aos 20 anos já tinha tudo planeado.

aos 25 decidi avançar.

aos 26 dei por terminada tamanha loucura.

após decidir avançar com o casamento começamos a projetar o próximo ano: arranjar um espaço onde morar, organizar um casamento, preparar a viagem de lua de mel...

recém licenciados, o dinheiro era curto. um dia estávamos a discutir a aquisição de um LCD. eu estava a tentar ser racional e sugerir uma aquisição contida pois teríamos de ter também dinheiro para a nossa viagem. foi aí que o meu ex-mais-que-tudo assinou a sua sentença: "para que vamos gastar dinheiro indo para um lugar se podemos ter o mundo numa televisão top?" a imagem que tenho desse momento foi a de um cachorrinho que primeiro pasma e depois roda a cabeça para tentar compreender o que está a ser dito. após segundos desta postura canina argumentei "ver e viver são coisas completamente diferentes!". não obtive a compreensão que esperava sobre este assuno e ele também não.

este episódio não levou ao final da nossa relação, mas suscitou o principio do fim. nesta simples situação percebi que tínhamos visões diferentes do que queríamos para a nossa vida e passei a estar mais atenta a pequenas situações. por exemplo, eu trabalhava longe, fazia diariamente 120km para ir trabalhar. no final do primeiro ano decidi mudar-me para a localidade onde trabalhava - pela distância e pela necessidade do meu espaço, depois da faculdade foi muito difícil readaptar-me a viver em casa dos meus pais. o meu ex-mais-que-tudo para além de se opor - como se tivesse esse direito - ainda teve a lata de envolver os meus pais na confusão. esse foi o ponto final. e o pensamento: "como é que esta postura possessiva e redutora me passou ao lado ao longo de 5 anos de relação?" resposta imediata: 5 anos de faculdade e um namoro de fim-de-semana!

quando não há responsabilidades e decisões um relacionamento pode ser perfeito. quando se começa a perspetivar uma vida e a ser adulto começamos a perceber o que queremos e o que não queremos. e eu queria poder decidir o que era melhor para mim. fazer o meu caminho. atingir as minhas metas.

depois deste episódio não voltei a pensar em casamento. e que se entenda que não o digo com tristeza ou desilusão, mas sim com pragmatismo.

na minha vida adulta acompanhei muitos casamentos. vi muita coisa que me desagrada: dependência, possessividade, traição, submissão... assisti também a muitas coisas boas: cumplicidade, companheirismo, dedicação ... mas no fim o saldo nunca me convenceu, sobretudo quando entrava o divórcio e se descobriam obscuros, dívidas... e um rol de problemas.

claro que os prejuízos e benefícios das relações são semelhantes entre os casados e os que vivem em união de facto. a diferença é a facilidade com que podemos bater com a porta e tratar das questões legais. sei que é também esta diferença que pode levar a um investimento e entrega menor. mas é a procura do equilíbrio e da felicidade que guia a nossa conduta e as nossa decisões. lamento não acreditar no amor para sempre mas a vida mostrou-me que esse tem edição limitada e é só para os elegidos! 

a união de facto foi para mim uma excelente opção, assegurando os benefícios e limitando os riscos.

ontem voltei a pensar no casamento.

em conversa com uma mulher que muito admiro, viúva recente em que desconhecia a sua história, falou-me do marido, da sua doença e da luta de ambos. a determinado momento da conversa disse-me que passados 29 anos de viverem em união de facto decidiram casar. a razão? ela poder tomar decisões sobre a doença/tratamento do marido. referiu situações em que se sentiu posta de lado e ambos temeram que se ele perdesse faculdades eles deixariam de ser ouvidos. foi super engraçado ouvi-la a relatar o seu dia de casamento, com total despreendimento e como um processo administrativo e burocrático como tantos outros. não casou pela ilusão de uma amor, casou para ter a certeza que perante a lei poderia fazer o seu papel de cuidar e garantir os desejos de com quem construiu uma vida.

a união de facto é reconhecida pela lei, os direitos dos cônjuges estão assegurados, mas na prática ainda se encontram entraves e dificuldades ... pelo menos em meios mais pequenos.

 

diz-se que: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ... mudam-se as motivações. 

tinto, se faz favor

o vinho é a volúpia do espírito, o pacificador da alma, uma fonte de inspiração ... (garanto ter mais de 18 anos e beber de modo responsável)

sou curiosa e adoro experimentar vinhos distintos, embora tenho os meus prediletos, assim como aqueles que sei que nunca me vão deixar ficar mal (por serem uma escolha conciliadora de gostos e paladares - não pelo seu consumo desmedido).

portugal, rico em diversidade e qualidade, dá-nos tanto por onde escolher, degustar e entranhar!

não sou nenhuma expert ou conhecedora dos meandros da enologia. apenas gosto. sei o que procuro e o que evito. o meu vinho de eleição pode nem ser o melhor (a nível “sério” do ponto de vista da análise), mas se é o que me sabe melhor, se é o que me dá mais prazer a beber, então será esse a minha escolha. adoro vinho tinto, mas não me agradam “os finais de boca persistentes”, mas também não gosto de vinhos “deslavados”. gosto de vinhos macios, aveludados e envolventes.

sem excluir tantos que amo, mas apenas por referência e aposta ganha da colheita de 2009, os meus preferidos são: .duas quintas - ramos pinto, douro. suave e envolvente. uma harmonia perfeita e única

.herdade do grous – herdade do grous, alentejo. aveludado e delicado. deixa-nos a sensação de “boca cheia”

.lopo de freitas - caves são domingos, bairrada. complexo e quente, na boca envolvente e sedutor, com um ténue toque de carvalho

vinho tinto 2019

 

os três com uma suave delicadeza que não deixa adivinhar os seus 14% alc./vol.

aconselho vivamente a experiência, numa boa companhia e um bifão!

30 dias de desapego

desafio

todas as regras de feng shui referem que não devemos ter coisas partidas ou "paradas" em casa, pois estagnam o fluxo de energia.

naturalmente acumulamos coisas ao longo da vida, ano após ano, novas coisas se vão "instalando" na nossa casa. o desafio do desapego consiste em, durante um mês, desfazer-nos do que não precisamos, do que está a mais. procuramos por um lado espaços mais livres e minimalistas, por outro facilitar que a energia flua no nosso lar.

desafio do desapego

 

o desafio consiste em cada dia nos desfazermos do número de objetos equivalente ao número do dia. ou seja, no primeiro dia, um objeto; no segundo dia, dois objetos; ... no vigésimo nono dia, vinte e nove objetos; no trigésimo dia, 30 objetos.

agora que a princesa esta (quase) a chegar acho importante praticar este desapego, criar espaço para todas as boas energias que a minha pequena nos trará!

à primeira vista parece um desafio difícil, mas se pensarmos em roupa, revistas, produtos, medicamentos, caixas ou tampas de conservação, utensílios vários, material de escritório, coisas partidas, artigos de decoração, toalhas e outras roupas de casa, papelada, dossiês, acessórios, sapatos, brinquedos, maquilhagem... é um sem fim de coisas acumuladas e que sabemos que não tocámos há meses ou mesmo anos! ficam aqui outras sugestões.

o desapego não implica deitar fora, podemos doar. o que não tem espaço na nossa vida, pode ter espaço e ser necessário na vida de outros!

estou motivada para fazer o desafio no mês de outubro. espero ser consistente e daqui a um mês ter um espaço mais leve e menos poluído de coisas desnecessárias “porque menos –coisas- é mais –qualidade de vida-”. sendo hoje o primeiro dia, escolhi desfazer-me de uma panela de pressão eu a minha mãe me deu há anos e que nunca usei “por medo”!

alguém por aí com coragem para embarcar neste desafio?!

nem nunca, nem sempre

ao viver fui aprendendo que na vida não há certezas. o que é hoje, amanhã pode não ser. e o mais sábio é evitar usar as palavras "sempre" e "nunca".

certezas fora, acredito que na vida tudo tem uma razão de ser. não acredito num destino predefinido de sentido único. mas acredito que as nossas escolhas estão limitadas ou condicionadas por um conjunto de fatores (pessoais, sociais, culturais...); que temos uma missão a cumprir ou um desafio a superar.

o problema deste tipo de crenças surge quando somos colocados em situações em que nada parece fazer sentido, em que não encontramos o propósito daquilo acontecer e onde todas as escolhas possíveis comporta em si uma grande dor.

acredito que essas situações fazem parte do caminho que temos a percorrer, mas como fazer a "melhor" escolha?

como saber se escolher a fuga, mesmo que dolorosa agora, mas menos dramática a longo prazo, não implicará deixar a situação em aberto para resolver mais tarde, nesta ou noutra vida?

por ser uma pessoa de muita sorte estes percalços do destino, deixam-me completamente à toa, perdida, temerosa e indecisa.

devemos, nestas situações, minorar a dor a curto ou longo prazo? aceitar ou fugir do destino?

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 imagem retirada daqui

 

muffins de pera e noz

para comer sem culpas

há muito que não trazia muffins a este tasco. 

estes não são uma estreia, mas são uma versão mais saudável desta minha receita.

a minha princesa guerreira trouxe muitos desafios à minha vida. um deles foi o de uma alimentação consciente e (ainda) mais saudável. um desafio que abracei com prazer e do qual todos beneficiamos. 

ter consciência do que comemos torna-nos mais alertas e exigentes e muita das vezes leva-nos às origens e à noção de que quanto mais simples melhor, e o simples não tem de ser chato ou aborrecido... há tanta diversidade que variar é fácil; outra vantagem é que se mantivermos as coisas simples saboreamos o verdadeiro sabor das coisas e muitas vezes isso é uma grande vantagem. outro aspeto é que o paladar educa-se, em algum tempo deixamos de sentir atração por alguns alimentos/produtos menos saudáveis.

 

muffins de pera e noz

muffins de pera e noz

 

- ingredientes -

2 ovos grandes

2 copo (200ml) de flocos de aveia

½ copo (200ml) de nozes grosseiramente picadas

2 colheres (sopa) de xarope de agave

3 colheres (sopa) de azeite

100ml de leite ou bebida vegetal

1 colher generosa (chá) de fermento

1 colher (chá) de canela

1 colher rasa (chá) de bicarbonato de sódio

1 pitada de sal

1 pitada de noz moscada

3 peras maduras (descascadas e cortadas aos cubos)

sumo de ½ limão

 

- preparação -

1 – reduz os flocos de aveia a farinha.

2 - prepara as peras e rega-as com o sumo do limão.

3 – numa taça bate os ovos com o xarope de agave, o leite e o azeite. reserva.

4 – noutra taça, mistura a “farinha” de aveia, o fermento em pó, a canela, o bicarbonato de sódio, a noz moscada e o sal. adiciona esta mistura à taça dos líquidos envolvendo bem.

5 - junta as peras e as nozes ao preparado anterior. mexe até obteres uma massa uniforme.

6 - distribui a massa pelas formas e leva ao forno , pré-aquecido a 200ºc, durante cerca de 15m (o tempo depende do forno e do tamanho dos muffins).

 

chef junior

a melhor chef junior do mundo (e arredores) 

 

escolhas

temos medo de envelhecer?

eu tenho! numa perspetiva algo diferente – penso eu.

tenho medo de não conseguir viver tudo o que desejo viver.

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imagem retirada daqui 

 

houve coisas que deixei para trás porque só faziam sentido em determinada fase da vida ou em determinada idade – não partilho da frase “nunca é tarde para fazermos o que queremos”.

isso entristece-me.

sei que é impossível fazer, numa vida só, tudo o que a minha vontade exige, por uma questão de tempo e de dinheiro.  esta consciência trouxe uma nova relevância à palavra “escolhas”. mas surge aqui uma dualidade: como “esquecer” a opção que se deixou para trás?; como não sobrevaloriza-la por ser a preterida?; como gerir os “se’s”?

uma seca eu sei.

tenho imensa dificuldade em fazer escolhas. sobretudo porque quero tudo, fazer tudo, ter tudo. frustra-me a realidade de assim não ser. no entanto, passada a pressão da escolha, o sentimento de insegurança, o receio de estar a errar … (na maioria das vezes) vivo tranquilamente com a minha decisão. embora, surja por vezes, uma certa melancolia pelo que poderia ter sido, se a escolha fosse outra.

 

somos o resultado das nossas escolhas

e

muitas vezes é o que deixamos para trás que nos permite seguir em frente.

conversas de rua

insólitos

ao sair do trabalho passo por um grupo de 4 homens que rondavam os 30 anos.

estavam embrenhados na conversa.

é assim que, indiscretamente, ouço parte desta (impossível não ouvir visto falarem a pulmões cheios):

"tenho espanhol há muitos anos, já percebo daquilo. estou farto da merda do espanhol, só não sei é escrever"

 

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imagem retrada daqui

 

pois coitado do senhor...já domina... só não escreve 

 

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