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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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vamos afastar quem não nos merece!

ao ler o texto “não tens razão”, da miss l, lembrei-me de situações que já me magoaram muito nas minhas relações.

muito dona do meu nariz, nunca fui de aceitar cinzentos no que toca a afetos. as pessoas querem ou não querem estar connosco. respeitam-nos ou não. valorizam-nos ou não.

nunca mendiguei, nem nunca desperdicei os meus afetos.

estranhamente as mágoas afetivas que guardo nunca foi com namorados. devo-as todas a (ex)amigos. amigos que não souberam lutar pela nossa relação. amigos que perante os ciúmes das namoradas optaram por se afastar.

nunca entendi tal comportamento. não consigo sequer explicar o sentimento de traição que senti. pois como é óbvio, falo de relacionamentos de amizade vincada e alimentada por anos de relacionamento. talvez eu tenha esse karma. aconteceu-me com 3 amigos, em diferentes fases da minha vida.

a minha reação? um corte definitivo. se fomos descartados, postos de lado e esquecidos, temos o direito a fazer um delete nessa pessoa. ninguém tem o direito de magoar ninguém, de trair a sua confiança e apor em causa anos de relacionamento!

embora achasse as gajas, promotoras da situação, parvas, nunca as responsabilizei. a mim nada deviam. quem me devia consideração era ele.

que fraquinhos os meus (ex)amigos. incapazes de lidar com a pressão da nova namorada. inábeis de me ir introduzindo a pouco e pouco na relação, quebrando as inseguranças das miúdas, e possibilitando que também nos tornássemos amigas. atrasados!

acredito em cortes radicais. só esses permitem fechar a ferida. não dão espaço a que hajam recorrentes toques na ferida, fazendo-a sangrar. doeu, curou, passou.

extremismo? talvez.

eu prefiro chamar-lhe autopreservação do ser!

o texto da miss l fez reavivar estas emoções negativas, mas, simultaneamente, fez-me reafirmar a certeza na minha decisão de afastar essas pessoas da minha vida (mesmo quando após o término da relação tentaram reaproximar-se).

relacionamentos

 

tudo a postos para relações clandestinas

precisei de um hotel para pernoitar com o mais que tudo. não queríamos gastar muito dinheiro pois não iriamos usufruir do hotel mais do que o estritamente necessário, ou seja, uma boa noite de sono. fiz o processo normal: entrei no site do booking, coloquei a cidade e ordenei por preços; eliminei todos aqueles que me pareceram duvidosos e dos quais poderia sair com um órgão a menos; encontrei um a um preço muito razoável.
chegámos ao local e a receção era um intercomunicador. tudo bem. a voz do outro lado ordena a entrada por uma garagem. ok. entramos por um corredor (túnel) e a box da garagem abriu, assim que entrámos, fechou. ainda meia atordoada por aquele procedimento, subi umas escadas que, pensava eu, me levariam à receção, e qual o meu espanto quando chegámos ao quarto. foi naquele momento que me caiu a ficha: nós estávamos num motel para quecas inexistentes!


reação do mais que tudo perante o meu choque: uma gargalhada (.p.r.o.l.o.n.g.a.d.a.)

minha reação ( juro que nada armada em puritana): uma sensação de desconforto por sentir "sexo e traição" por todo lado

repentinamente fui tomada pela consciência maravilhosa de haver imensas coisas que me têm escapado (não a traição no mundo dos adultos) mas a constatação que ainda tenho muito a descobrir e experimentar (sei: umpouco parva, eu sei...e infantil quiçá). veio de seguida o maravilhamento ao ver um espelho gigante e ao constatar que o miminho na mesa de cabeceira não era um bombom ... mas sim um preservativo; de seguida veio uma tristeza imensa ao verificar que o colchão não era de água (nos filmes costumam ser!) ... mas a tristeza brevemente passou ao ver a banheira de hidromassagem .g.i.g.a.n.t.e.

motel


confesso que estava tipo nerd a verificar se estava tudo limpinho enquanto o meu mais que tudo gozava comigo e  perguntava: o que é que tu achas que fazem os casais nos quartos dos outros hotéis?

era tudo muito novo para mim…ok?!


outro momento excecional foi quando saímos para jantar (na total discrição própria dos adúlteros); encontramos, na nossa box de garagem privativa, uma informação que referia que a porta da garagem só abriria quando o corredor estivesse desimpedido. tudo preparado para perfeitos encontros clandestinos.


confesso que esta experiência por um lado me fascinou, por outro me assustou pelo facto de efetivamente uma traição poder não deixar rasto; e como está tudo montado para que isso aconteça! 

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