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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível

o que torna alguém irresístivel

 

recordando os estudos científicos da mami.

 

na continuação do estudo iniciado com o objetivo de responder à questão o que deves dizer ou fazer para o teu engate fugir (a correr), esta semana lançamos a questão inversa: o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível, em mais um post enquadrado na rubrica de estudos sociológicos no café.

 

mantemos o mesmo rigor científico e a mesma equipa de investigação.

amostra: 8 indivíduos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 38 e os 71 anos)

questão: o que a pessoa deve ter, dizer ou fazer para ser irresistível?

obtivemos os seguintes resultados:

 

respostas do sexo feminino:

.ter peito largo (porto de abrigo)

.cheirar bem e ser quente

.bem vestido (sapatos com pompom, camisa às riscas e pullover vermelho ao pescoço)

.ter tatuagens (ar de bad boy)

.um olhar desafiador

. um registro criminal significativo

 

respostas do sexo masculino:

.mostrar sem mostrar

.um olhar cativante

.um bom rabo

 

observação significativa:

onde estão as questões emocionais e as características pessoais?

o que nos atraí é apenas o físico, preferimos não saber mais (para assim viver a ilusão da paixão)?

 

e para ti, o que torna alguém irresístivel?

 

o que deves dizer ou fazer para o teu engate fugir (a correr)

 

 

bar, friens and RS

 

recordando outros estudos científicos da mami 

 

vou hoje abrir um espaço sem precedência no blog e sem a certeza de continuação: estudos sociológicos no café.

pessoas sempre me fascinaram. a diversidade. a subjetividade. o complexo dos diversos fatores que definem cada ser.

mesmo nas coisas mais banais do dia a dia.

gosto de observar as pessoas em diferentes contextos, um dos mais deliciosos é o se "café do costume". as pessoas estão descontraídas e com quem gostam, ou com quem partilham algo em comum (o emprego, a vida, a pesca, o futebol, a música...) ou, apenas consigo mesmo.

 

neste contexto decidi lançar um estudo sociológico rigoroso e científico (porque há uma investigadora - eu -, uma amostra da população - eles - e um tema - relações)

metodologia: investigação participante

amostra: 12 indivíduos, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 11 e os 71 anos

questão: entras num bar e vês uma pessoa atraente, estão ambos na onda de "conhecer novas pessoas", o que ela poderá fazer ou dizer para tu perceberes "esta não"? (o ela deverá ser entendido sempre enquanto pessoa, quanto ao gênero, cada quem sabe de si)

 

respostas do sexo feminino:

.cuspir para o chão

.ter mau hálito

.desdentado

.usar meias brancas, camisa às flores, calças com bolsos de lado ou sapato super bicudo com a frente retangular

.nobreza de espírito, sanidade mental (não me adapto - risos)

.maltratar um animal, o empregado, ...

.conversa de engate banal

.ser um "player"

.ser muito "certinho" (esses escondem sempre qualquer coisa)

 

 respostas do sexo masculino:

.dizer que gosta de música pimba

.usar fio dental (e se notar), exagerados decotes e minissaias

.ela me mandar embora

.ser arrogante

.ser oferecida

 

e a vocês o que vos faz "saltar fora"?

 

quando o amor não chega

quando sabemos que estamos perante o final de uma relação?

quando temos que aceitar que amar não chega?

quando atirar a toalha ao chão?

 

sinto-me perdida, sem rumo e incapaz de tomar uma decisão - seja ela qual for, estou literalmente perante o "should i stay ou should i go"

já ouvi diversas vezes e em diferentes contextos que atualmente não se investe nas relações; que já não existem uniões de 20, 30, 40 anos; que há facilitismo e desprendimento nos afetos.

por outra lado há a "morte anunciada" de uma relação. quando sabes que a partir de determinado ponto as coisas só se vão degradar; tens consciência disso, mas teimas em ignorar.

existirá um meio termo?

um cinzento quase azul no qual consciente das limitações e das mossas na relação seja possível investir, sem te perderes no processo?

o que é razoável ceder? o que é razoável aceitar?

como desemaranhar este nó que se formou em nós e dificulta a nossa ação, o nosso discurso?

devia existir uma cirurgia a lazer que  quebra-se todos os nós que nos impedem de falar do coração...quebrar a pedra do ressentimento, da raiva, do orgulho, da implicância, do querer a todo custo mostrar ao outro a nossa razão.

não percebo se me desgasta mais a discussão pela luta do poder e da razão ou esta luta interna de tentar perceber de devo ceder ou não ceder.

não sou perfeita. ele não é perfeito. somos humanos. gostamos um do outro. somos diferentes. partilhamos valores.

habituamo-nos a viver sozinhos. a fazer as nossas escolhas. a viver ao nosso ritmo. por vezes nos acertamos. por vezes conseguimos comunicar, conseguimos ouvir. por vezes somos empáticos. por vezes deixamo-nos assombrar pelos nossos fantasmas. por vezes somos, por vezes gostaríamos de ser.

quando tudo parece perfeito acontece algo, aparentemente, insignificante para nos destabilizar com um fervor atroz!

estamos ambos a desistir. é palpável a tensão, a dor, a tristeza, o cansaço. um de nós avançará nesse sentido, ou no outro.

como saber se a nossa felicidade está na nossa relação ou no que virá depois dela?

sinto já que estou a fazer o luto. sem dramatismos, apenas uma profunda tristeza. já tenho idade e experiência de vida para saber que nada é eterno. que o amor não mata e que a dor se ultrapassa. mas isso não torna as coisas mais simpáticas  e menos dolorosas no agora.

 

 

calendário do advento #11

 

o que não vemos não nos magoa, mas não quer dizer que não aconteca!

 

desafio do advento #11

no dia internacional da unicef faz o teu donativo (nunca penses que o que tens para dar é pouco, se cada ser do mundo desse 1€ a diferença se faria sentir)

 

calendário do advento #10

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de sábios e de loucos todos temos um pouco

estação do oriente

sempre gostei de estações e aeroportos. conseguimos ali, de forma concentrada - versão sunquick da vida, sentir um pouco da diversidade humana.

hoje estava na estação à espera do comboio e enquanto olhava para os carris e vagueava nos meus pensamentos veio-me a memoria uma situação que aconteceu há cerca de dois anos: um puto (21 anos) super maduro, divertido e com muita pinta (com quem conversava sem nunca lhe atribuir a idade real - tirando a imberbe beleza do seu sorriso) tinha-se suicidado, atirando-se a um comboio de mercadoria.

na zona em que vivo há em média uma situação por ano deste modo de pôr termo à vida. este miúdo de todo não se enquadrava no perfil (que eu tinha idealizado) das pessoas que desistem da viver.

em simultâneo com esta reflexão, veio a lembrança de um pavor imenso que tinha de mim mesma nos tempos do liceu. um receio que só muitos anos depois fui capaz de partilhar com outra pessoa. 

fiz o secundário numa localidade distinta daquela em que residia. o meio de transporte utilizado para ir para a escola era o comboio. enquanto esperava por aquele que me levaria ao meu destino, sempre que passava um comboio sem paragem (assim anunciava o sr. da cp) eu sentia uma forte inquietação.

ouvia o som intenso comboio a aproximar-se a alta velocidade e tinha uma forte vontade de me levantar e correr até ele.

nada teve a ver com vontade de me matar. não consigo ainda hoje explicar o que sentia. era um desejo irracional. o som excitava-me, a velocidade puxava por mim. eu conseguia visualizar-me a levantar e correr em direção a esse som que me chamava. parece loucura eu sei. sempre pensei o mesmo.

sempre que tal acontecia concentrava-me e fixava as minhas mãos com força, por debaixo das pernas, no banco frio da estação. nunca estava sozinha, mas nunca ninguém reparou nestes meus momentos de isolamento.

na altura pensei contar à minha mãe, mas desisti da ideia. conhecendo-a iria certamente dizer que era o espirito de alguém no meu corpo. sim, ela acredita nessas coisas. ela e as irmãs. por exemplo, tive um primo claramente toxicodependente que quando tinha crises de ressaca a minha tia dizia que estava a ser possuído pelo espírito do meu avô!

pensei contar às minhas amigas, mas como qualquer adolescente, tinha medo do que aquilo ia dar. por isso calei e lidei o melhor que soube com a situação, e vamos assumir que lidei muito bem, visto que não mergulhei em nenhuma linha da refer.

com o passar dos anos, sem saber porque este desejo foi acalmando. é verdade que agora ando muito menos de comboio, mas quando ando, já não me surgem estes pensamentos.

hoje tive tempo para pensar em tudo isto. hoje pensei que aquele puto com uma sabedoria estranha para a idade, talvez não quis por fim à sua vida; talvez, apenas não foi capaz de controlar os seus impulsos.

coisas que fazes aos 20 que não deverias fazer aos 40

juízo

 ontem foi um dia complicado. dia um de novembro é sempre um dia "chato". nunca gostei do que representa. não concordo com a hipocrisia de certos atos praticados.

há três anos deixei de poder fugir às cerimónias deste dia. um pedido do meu pai que não fui capaz de recusar. assim todos os dia 1 de novembro (ou na ausência do feriado, o domingo que o antecedia) lá rumava eu à bela da aldeia para acompanhar o meu pai. de referir que o meu problema com as cerimónias prende-se com o facto de eu não acreditar que as pessoas que amei se ressumem àquele local e não quero que a visão de uma sepultura se sobreponha a todas as vivas recordações que tenho com cada uma das minhas pessoas que jazem num ou outro cemitério.

este ano, na véspera, fui a uma festa de halloween que se estendeu até ao raiar do dia. uma festa entre amigos que me aqueceu o coração e me entorpeceu o corpo (dada a bela da sangria de espumante!).

péssima ideia.

dormi 4h. acordei com uma dor de cabeça do outro mundo. rumei a aldeia.

almoço em família. cemitério. terço e missa baixo um sol quente com uma luz insuportável. 

memórias de família. saudade. ressaca a fazer-se sentir. sono. quebra de tensão.

já devia ter juízo. isto de acreditar que conseguimos fazer tudo e que tudo se resolve, por vezes é uma bela treta.

devia ter sido contida na véspera. ir cedo p´ra casa. conseguir cumprir com o meu compromisso familiar sem padecer do castigo terrível imposto ao meu corpo.

aos 20 conseguia fazer isto com uma perna às costas. aos 40 deveria é ter juízo!

senti na pele toda a punição da igreja católica pelo meu pecado da gula e da luxúria.

top 25 | musicas da minha vida parte - 2

seguindo a autorreflexão sobre as 25 músicas que marcaram a minha vida, depois de ter destacado as músicas da minha infância no primeiro post, viajo agora para a minha adolência (que vou considerar até ao final da faculdade pela dependência económica dos meus país e a despreocupação que isso implica).

o facto de ter sido emigrante fez com que o meu gosto musical seja muito diversificado. qase todos os sons fazem sentido para mim, embora goste mais de uns ou de outros de acordo com o meu estado de espírito.

 

don´t cry - guns n' roses

(confesso não ser hoje a minha canção preferida da banda, mas aos meus 13 anos era)

a banda, e esta canção em particular, foi introduzina na minha vida pelo meu primeiro, puro, lindo, maravilhoso e eterno primeiro amor. 

 

everything i do, i do it for you - bryan adams

vivia num prédio e o meu vizinho do andar de baixo (sensivelmente da minha idade) todas as noites (durante cerca de um ano) punha esta música assim que me sentia (não sei como) no quarto (que se note que no meu e não no dele :D )

nunca falamos sobre o assunto, mas ficou para sempre na minha memória

 

   will always love you - whitney houston  

(sou mesmo menina :D )

 

la soledad - laura pausini

(na partida do país que tanto amei... esta canção arrancou-me muito soluços!)

esta foi daquelas canções que parece que apareceu na altura certa da minha vida...para o drama é claro ;)

 

nasce selvagem - resistência

acho que esta canção é passível de paixão por parte de qualquer adolescente

 

 i can't help myself - kelly family

ok. confesso que não sei o que me deu. mas seria hipócrita fazer um top25 que não tivesse esta canção que na altura cantava com garra e emoção descontrolada!

 

experiência religiosa - henrique iglesias

no geral gostava do e.i. (o facto de cantar em espanhol aproximava-me a minha língua mãe)

esta música em particular fascinava-me pela sensualidade inerente à letra

 

smells like teen spirit - nirvana

 um som que dava a plena sensação de liberdade seguida de grande paz!

 

a minha casinha - xutos & pontapés

não é a minha música preferida da banda, mas marcou a minha fase de universidade e identificava-me muito pelas saudades que eu própria tinha da minha "casinha"

 

otherside -  red hot chili peppers

acho impossível não amar :D

 

 self stime - the offspring

é engraçado que pouco tenho a dizer sobre estas músicas para além do simples facto de me fazerem bem, de me darem um "good mood"

 

no final destes post termino sempre com uma excelente boa disposição! obrigada smurf pelo desafio :)

a propósito de gerações

no meu último post "à procura do caminho" partilhei um vídeo que apresentava e explicava a relação com o trabalho/emprego visto pelas diferentes gerações (milenares, baby boomers, geração x), com uma abordagem breve das suas características. nos comentários a inês e o mundo acrescentou ainda a geração y e erreguê os centenials.

ontem estive num encontro literário que contou com a presença de mário zambujal, a dada altura do seu excelente discurso refere que ao longo dos seus 80 anos já passou por várias gerações (até aqui nada de novo) e que por tanto não pertence a uma mas a todas as gerações - é aqui que rompe o paradigma.

há uma visão de pertença e globalidade - claramente que ao viver em cada época e interagir com todos os novos desafios por adaptação natural incluímos em nós um conjunto de características que marcaram cada geração.

o que nos define não é a geração em que nascemos, mas o como vivemos cada nova geração que partilhamos.

 

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