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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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deixem a georgina em paz

não me quero armar em cláudio ramos, até porque sou mais gira  e nem sou de me ligar às notícias do j7. mas há coisas que enjoam – pelo menos a mim, quiçá seja da gravidez 

esta semana saiu uma “notícia” não sei se o nome será o mais adequado, sobre o passado romântico da georgina e o facto de terem tentado esconder fotografias do mesmo nas redes sociais.

ora bem, que atire a primeira pedra quem aos 23 anos não tenho um passado romântico?! (espero que não hajam muitas pedras…seria um pouco deprimente! )

que atire mais um calhau quem, por respeito à atual relação não tenha apagado das redes sociais fotografias mais íntimas com o companheiro anterior (basta ser um abraço, um beijo, um sorriso…algo que espelhe cumplicidade e possa despertar o ciúme ou insegurança do nosso atual companheiro!).

meus amigos trata-se de respeito pelo outro, não de “medo” ou pintar um quadro de virgem pura!

poupem-me! 

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imagem retirada vergonhosamente daqui

olhem que foto chocante!!!!! 

marcelo, o grandioso

não tenho lido os comentários sobre a postura do nosso marcelo rebelo de sousa (presidente da república portuguesa - para os mais distraídos ) perante o discurso de tomada de pose do novo presidente da república de angola, joão lourenço.

eu tenho a dizer que o marcelo, mais uma vez, está a ter a postura de um senhor!

perante a tensa relação existente entre os dois países há já mais de um ano, esta é a postura, diplomática e apaziguadora, da qual necessitamos. é bom não esquecer a quantidade de portugueses que trabalham e vivem em angola.

ao contrário do discurso, por vezes, incendiário do nosso ministro dos negócios estrangeiros, o presidente da república, foi, uma vez mais, por água na fervura; mostrando uma postura humilde, de respeito e proximidade, para com o povo e o governo angolano.

certamente teve de engolir alguns sapos e alguma falta de cordialidade de estado, mas os aplausos e assobios - sinais positivos no país -, mostraram a grandeza, com que o nosso presidente, agiu durante sua visita ao país, perspetivando a melhoria das relações entre os povos.

eu gostei.

marcelo, o grandioso

imagem retirada daqui

a greve que não mais acaba

a liberdade de expressão é uma das maiores conquistas dos povos; assim como, a defesa dos nossos direitos fundamentais, entre os quais o direito ao trabalho “toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.” (declaração universal dos direitos humanos, artigo 23º)

 

que o emprego e as suas condições andam, em portugal, pelas ruas da amargura é já do conhecimento de todos. têm havido várias mobilizações promovidas por sindicatos e não só, numa perspetiva de luta pela melhoria das condições dos trabalhadores.

 

confesso que esta situação dos enfermeiros está, a meu ver, a tomar proporções descabidas. a saúde e a educação são duas áreas sensíveis para a qualidade de vida (e desenvolvimento) da sociedade. quiçá por isso, é verdade, deveriam ser mais acarinhadas pelo estado; mas não o sendo, acredito que os profissionais não podem abdicar do código de ética que rege a sua profissão e por em causa os seus utentes, aqueles que à partida motivaram a sua vocação.

 

quando li esta manhã “cerca de seis mil cirurgias adiadas” senti tristeza. tenho tido situações na família de pessoas que esperaram muito tempo por uma cirurgia, na expectativa de recuperarem a sua saúde e qualidade de vida. imagino a desilusão das pessoas quando foram informadas do cancelamento da cirurgia.

 

não acuso os enfermeiros por se manifestarem. estes têm o direito de lutar por melhores condições. o que pedem parece-me razoável (retirando o valor remuneratório – por implicar um investimento que tendo em conta outros trabalhadores do estado, em situação não muito distintas – é incomportável).

 

car@s enfermeiros, não se percam nesta luta. não percam o respeito por aqueles que precisam de vós. negoceiem, exijam mas sejam razoáveis.

 

 

já imaginaram os bombeiros a fazerem greve massiva na altura dos fogos?!

 

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imagem retirada daqui

em processo de análise

admiro o cristiano ronaldo pela sua resiliência, profissionalismo e sucessivas conquistas. o homem tem em si todo o mérito do seu sucesso.

agora ando por aqui a tentar perceber o que acho sobre à sua postura relativamente à paternidade. e o termo, narcisismo, não me sai da cabeça.

a dualidade da minha consciência, prende-se com o facto de eu acreditar que todas as pessoas têm direito as suas escolhas e a lidar com as consequências das mesmas. por outro lado, o cr7, tem filhos como quem encomenda um carro último modelo, escolhendo todos os extras, e tendo de esperar determinado tempo pela entrega do mesmo. sinto um vazio de humanidade.

quiçá estou a ser retrograda com esta minha postura, mas por alguma razão, que procuro entender, esta aquisição de filhos sem mãe, não me parece bem. quantos seres quererá ele criar à sua imagem? não tenho o direito de julgar as suas motivações, até porque as desconheço, mas não consigo não pensar sobre ao assunto.

 

guimarães e a feira afonsina

 

guimarães

 

o passado fim de semana foi passado na histórica cidade de guimarães. esta é uma cidade à qual me apraz sempre regressar.

desta vez o regresso foi envolto em magia de outros tempos.

sou confessa apaixonada por feiras medievais e tive o privilégio de estar a decorrer, na cidade de guimarães, a feira afonsina (decorreu de 22 a 25 de junho).

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a feira, de acesso gratuito, é gigante e dispersas por várias ruas e praças da cidade, incluindo, inevitavelmente, o castelo de guimarães. tem animação para todos os gostos, representações de rua, recriações históricas, jogos, comes e bebes (não resisti aos maravilhosos crepes, às sandes de porco no espeto e à bela da sangria). em anos vindouros, se gostarem deste tipo de feiras, não percam a de guimarães.

*

no domingo de manhã, ao passear pelas principais praças da cidade, notei que estas eram preenchidas, sobretudo, por seniores. refleti sobre a possibilidade da cidade estar com uma população bastante envelhecida ou quiçá, estamos apenas, perante uma cidade em que a sua população, independentemente da idade, gosta de aproveitar e viver a sua cidade (sendo que os mais jovens estariam ainda a dormir em consequência dos "estragos" da noite anterior na feira afonsina ).

guimarães pela manhã

 *

o ponto negativo desta minha passagem pela cidade: o alojamento. não foi mau, mas foi uma desilusão.

pelos compromissos que tínhamos achámos que a melhor opção seria um hotel no centro da cidade. optamos pelo santa luzia arthotel. um hotel 4 estrelas que pelo preço (125€ noite, com desconto pois o preço de tabela é 180€) e pelas fotos promocionais promete mais do que oferece. não posso dizer que seja um mau hotel, mas acredito da equação simples de relação preço/qualidade. este hotel não vale o que custa. os quartos são minimalistas, o acesso a piscina interior é pago à parte (numa tarifa deste valor não se justifica), e há 3 coisas que valorizo imenso nos hotéis: a cama, o banho e o atendimento.

por azar:

. dormi super mal, as almofadas eram horrivelmente duras, acordei com dor de pescoço;

. a meio do duche gelei! a água quente desapareceu por segundos e enquanto gelava por fora, fervia por dentro!

. ao pequeno almoço tive de esperar 15 minutos por um café expresso, após ter renovado o pedido passados 10 minutos de espera – não se justificava perante o n.º de hóspedes e funcionários disponíveis.

não recomendo este hotel, por este valor e até menos encontram-se opções, certamente menos pretensiosas e mais ajustadas.

 

o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível

o que torna alguém irresístivel

 

recordando os estudos científicos da mami.

 

na continuação do estudo iniciado com o objetivo de responder à questão o que deves dizer ou fazer para o teu engate fugir (a correr), esta semana lançamos a questão inversa: o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível, em mais um post enquadrado na rubrica de estudos sociológicos no café.

 

mantemos o mesmo rigor científico e a mesma equipa de investigação.

amostra: 8 indivíduos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 38 e os 71 anos)

questão: o que a pessoa deve ter, dizer ou fazer para ser irresistível?

obtivemos os seguintes resultados:

 

respostas do sexo feminino:

.ter peito largo (porto de abrigo)

.cheirar bem e ser quente

.bem vestido (sapatos com pompom, camisa às riscas e pullover vermelho ao pescoço)

.ter tatuagens (ar de bad boy)

.um olhar desafiador

. um registro criminal significativo

 

respostas do sexo masculino:

.mostrar sem mostrar

.um olhar cativante

.um bom rabo

 

observação significativa:

onde estão as questões emocionais e as características pessoais?

o que nos atraí é apenas o físico, preferimos não saber mais (para assim viver a ilusão da paixão)?

 

e para ti, o que torna alguém irresístivel?

 

casar? não, obrigada!

casamento? não, obrigada!

já fui uma princesinha que sonhava com o seu dia de reinado.

aos 20 anos já tinha tudo planeado.

aos 25 decidi avançar.

aos 26 dei por terminada tamanha loucura.

após decidir avançar com o casamento começamos a projetar o próximo ano: arranjar um espaço onde morar, organizar um casamento, preparar a viagem de lua de mel...

recém licenciados, o dinheiro era curto. um dia estávamos a discutir a aquisição de um LCD. eu estava a tentar ser racional e sugerir uma aquisição contida pois teríamos de ter também dinheiro para a nossa viagem. foi aí que o meu ex-mais-que-tudo assinou a sua sentença: "para que vamos gastar dinheiro indo para um lugar se podemos ter o mundo numa televisão top?" a imagem que tenho desse momento foi a de um cachorrinho que primeiro pasma e depois roda a cabeça para tentar compreender o que está a ser dito. após segundos desta postura canina argumentei "ver e viver são coisas completamente diferentes!". não obtive a compreensão que esperava sobre este assuno e ele também não.

este episódio não levou ao final da nossa relação, mas suscitou o principio do fim. nesta simples situação percebi que tínhamos visões diferentes do que queríamos para a nossa vida e passei a estar mais atenta a pequenas situações. por exemplo, eu trabalhava longe, fazia diariamente 120km para ir trabalhar. no final do primeiro ano decidi mudar-me para a localidade onde trabalhava - pela distância e pela necessidade do meu espaço, depois da faculdade foi muito difícil readaptar-me a viver em casa dos meus pais. o meu ex-mais-que-tudo para além de se opor - como se tivesse esse direito - ainda teve a lata de envolver os meus pais na confusão. esse foi o ponto final. e o pensamento: "como é que esta postura possessiva e redutora me passou ao lado ao longo de 5 anos de relação?" resposta imediata: 5 anos de faculdade e um namoro de fim-de-semana!

quando não há responsabilidades e decisões um relacionamento pode ser perfeito. quando se começa a perspetivar uma vida e a ser adulto começamos a perceber o que queremos e o que não queremos. e eu queria poder decidir o que era melhor para mim. fazer o meu caminho. atingir as minhas metas.

depois deste episódio não voltei a pensar em casamento. e que se entenda que não o digo com tristeza ou desilusão, mas sim com pragmatismo.

na minha vida adulta acompanhei muitos casamentos. vi muita coisa que me desagrada: dependência, possessividade, traição, submissão... assisti também a muitas coisas boas: cumplicidade, companheirismo, dedicação ... mas no fim o saldo nunca me convenceu, sobretudo quando entrava o divórcio e se descobriam obscuros, dívidas... e um rol de problemas.

claro que os prejuízos e benefícios das relações são semelhantes entre os casados e os que vivem em união de facto. a diferença é a facilidade com que podemos bater com a porta e tratar das questões legais. sei que é também esta diferença que pode levar a um investimento e entrega menor. mas é a procura do equilíbrio e da felicidade que guia a nossa conduta e as nossa decisões. lamento não acreditar no amor para sempre mas a vida mostrou-me que esse tem edição limitada e é só para os elegidos! 

a união de facto foi para mim uma excelente opção, assegurando os benefícios e limitando os riscos.

ontem voltei a pensar no casamento.

em conversa com uma mulher que muito admiro, viúva recente em que desconhecia a sua história, falou-me do marido, da sua doença e da luta de ambos. a determinado momento da conversa disse-me que passados 29 anos de viverem em união de facto decidiram casar. a razão? ela poder tomar decisões sobre a doença/tratamento do marido. referiu situações em que se sentiu posta de lado e ambos temeram que se ele perdesse faculdades eles deixariam de ser ouvidos. foi super engraçado ouvi-la a relatar o seu dia de casamento, com total despreendimento e como um processo administrativo e burocrático como tantos outros. não casou pela ilusão de uma amor, casou para ter a certeza que perante a lei poderia fazer o seu papel de cuidar e garantir os desejos de com quem construiu uma vida.

a união de facto é reconhecida pela lei, os direitos dos cônjuges estão assegurados, mas na prática ainda se encontram entraves e dificuldades ... pelo menos em meios mais pequenos.

 

diz-se que: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ... mudam-se as motivações. 

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil

relacionamentos

como explicar a amálgama de sentimentos que tantas vezes sentimos?

será verdade que é uma característica inerente ao género feminino? seremos umas mais voláteis do que outras?

ou, no que diz respeito a relacionamentos amorosos temos todas as mesmas sombras?

 

 

confesso ter saudades do meu "primeiro amor"; não pela pessoa com quem partilhei essa história – embora o recorde com ternura, mas pela magia, a inocência e a certeza da eternidade daquele sentimento.

sei, agora, que nada é eterno. nem o bom, nem o mau. chata a vida que nos ensina a desconfiar!

à medida que fui crescendo e acumulando desgostos, as minhas entregas passaram a ser "acauteladas", as decisões ponderadas - levando ao extremo a racionalização do subjetivo - e o jogo de poder constante - para garantir que deixo claro que não estou para que me magoem.

agora, até prova em contrário, e inevitavelmente aberta a essa possibilidade em consequência dos meus relacionamentos passados e de tantos outros que acompanhei e acompanho, tenho o namorido p.e.r.f.e.i.t.o.! para além de lindo – sim, sei que o amor pode deturpar a minha análise, mas o que interessa é como eu o vejo - é inteligente, tem princípios firmes, sentido de humor e, o mais importante, paciência de santo para as minhas inseguranças a variações de humor! tem, no entanto, uma forte falha para um ser sensível como eu: é autocentrado e nada romântico. mas é bom recordar que referi ter o namorido p.e.r.f.e.i.t.o. e não o príncipe encantado!

perante este cenário, deveria estar feliz e aproveitar cada segundo na sua companhia... e é o que acontece... quando não sou possuída pela névoa da insegurança e o meu desejo irracional de ser o centro do seu mundo. por vezes sou tão infantil que nem eu mesma sei como lidar comigo! e é aqui que vejo naquele ser toda a perfeição e afeição do universo. lida comigo de forma tão assertiva que me faz sentir “idiota” pelos meus desvarios!

porque o faço pagar pelas minhas deambulações amorosas? porque não acredito cegamente no seu amor?

a vida torna-nos frios e racionais, desprovidos do encanto e a magia de acreditar no "foram felizes para sempre". este aspeto não te de ser um fator negativo. ter noção das fragilidades de um relacionamento permite-nos lidar com ele de uma forma mais construída e até prevenir certas situações que possam surgir e fazer mossas na relação.

um relacionamento implica sempre duas pessoas. e cada uma delas é um ser único e especial, com as suas “taras e manias”. cada um tem as suas necessidades, os seus valores e exigências … nem sempre são compatíveis ou entendidos pela outra pessoa. a consciência disto dá-nos uma arma poderosa para “salvar o amor”.

a experiência traz-nos a consciência de que as relações são frágeis e por isso têm de ser trabalhadas e alimentadas.

traz-nos também a sabedoria para aceitar que as pessoas não mudam. ou seja, não mudam traços da sua personalidade, podem mudar alguns comportamentos, mas não mudam a base destes. assim, se o nosso companheiro tiver uma característica com a qual não conseguimos lidar, o melhor é deixar o barco enquanto a maré está calma.

a paixão surge naturalmente e é maravilhosa, mas um relacionamento estável e feliz é construído. essa construção exige trabalho, aceitação, entrega, partilha, empatia, sentido de humor, respeito e valorização do outro.

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil… todavia a cumplicidade atingida e a certeza do afeto do outro, valem bem a pena!

 

meu fiel amigo

o james e eu partilhámos casa há já quatro anos.

de início a convivência nem sempre foi fácil, temos ambos uma personalidade bastante vincada, e ele é um traquina-  ainda me lembro quando ficou sozinho em casa, sem nada para fazer, e decidiu divertir-se com uns sapatos lindo cor-de-rosa de salto agulha! deformou-os todos!  depois de uma grande discussão ... e o seu terno olhar de arrependimento, lá me acalmei - embora ainda tenha saudades dos sapatos!

com o tempo lá nos fomos habituando e adaptando ao feitio um do outro e a evitar as nossas zangas, prevenindo situações desagradáveis! como todos os gajos para ele esta sempre tudo bem, como boa parte das gajas, eu passo-me com alguma facilidade!

o james tem um intenso olhar preto e um pelo sedoso da mesma cor. tem uma energia incansável ... mas não se pense que é para tudo, não meus amigos, é para o que lhe apetece! - feitiozinho!

procuro sempre uma maneira de o agradar, de o fazer feliz!

há anos que em inscrevi na youzz, para quem não conhece é uma empresa internacional de estudo de opinião e campanhas de experimentação, que permite experimentar vários produtos, de diversas área (cosmética, alimentação, cuidos, espetáculos...), a troco da partilha da nossa opinião sobre o mesmo, aos nossos conhecidos e à própria empresa. já participei em algumas campanhas e sempre tive total abertura para a livre expressão da minha opinião, razão pela qual continuo a candidatar-me às várias campanhas.

o james também tem tido sorte. acabou agora a sua participação na sua segunda campanha da youzz! na primeira campanha experimentou os secos da purina one... a loucura foi total

agora experimentou a alimentação húmida em saquetas da purina one nas suas três versões: adult, active e food lover; posso assegurar que aprovou com distinção todas as variedades. ora vejam:

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a fazer de "morto" para receber a paparoca

 

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 olhem esta linguita...mesmo lambarão!

 

 

como ele é bonzinho partilhou esta iguaria canina com a sua amada e com os seus 3 filhos (tipo pensão de alimentos )

 

 

 

 

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