Follow my blog with Bloglovin

Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

mami vai ao white lirium

a blogosfera tem-me trazido muito de bom.

tenho "conhecido" pessoas fantásticas e vivenciados experiências novas.

tem sido uma descoberta e crescimento maravilhoso.

um dos aspetos que mais gosto é a interação com outr@s bloggers, e foi neste contexto que a adorável vera, do blog white lirium, me abriu as portas do seu espaço 

fgd.png

neste post fiz algo que nunca faço por cá: falar dos produtos que uso.

deem uma espreita ao post e ao blog...vão gostar 

 

casar? não, obrigada!

casamento? não, obrigada!

já fui uma princesinha que sonhava com o seu dia de reinado.

aos 20 anos já tinha tudo planeado.

aos 25 decidi avançar.

aos 26 dei por terminada tamanha loucura.

após decidir avançar com o casamento começamos a projetar o próximo ano: arranjar um espaço onde morar, organizar um casamento, preparar a viagem de lua de mel...

recém licenciados, o dinheiro era curto. um dia estávamos a discutir a aquisição de um LCD. eu estava a tentar ser racional e sugerir uma aquisição contida pois teríamos de ter também dinheiro para a nossa viagem. foi aí que o meu ex-mais-que-tudo assinou a sua sentença: "para que vamos gastar dinheiro indo para um lugar se podemos ter o mundo numa televisão top?" a imagem que tenho desse momento foi a de um cachorrinho que primeiro pasma e depois roda a cabeça para tentar compreender o que está a ser dito. após segundos desta postura canina argumentei "ver e viver são coisas completamente diferentes!". não obtive a compreensão que esperava sobre este assuno e ele também não.

este episódio não levou ao final da nossa relação, mas suscitou o principio do fim. nesta simples situação percebi que tínhamos visões diferentes do que queríamos para a nossa vida e passei a estar mais atenta a pequenas situações. por exemplo, eu trabalhava longe, fazia diariamente 120km para ir trabalhar. no final do primeiro ano decidi mudar-me para a localidade onde trabalhava - pela distância e pela necessidade do meu espaço, depois da faculdade foi muito difícil readaptar-me a viver em casa dos meus pais. o meu ex-mais-que-tudo para além de se opor - como se tivesse esse direito - ainda teve a lata de envolver os meus pais na confusão. esse foi o ponto final. e o pensamento: "como é que esta postura possessiva e redutora me passou ao lado ao longo de 5 anos de relação?" resposta imediata: 5 anos de faculdade e um namoro de fim-de-semana!

quando não há responsabilidades e decisões um relacionamento pode ser perfeito. quando se começa a perspetivar uma vida e a ser adulto começamos a perceber o que queremos e o que não queremos. e eu queria poder decidir o que era melhor para mim. fazer o meu caminho. atingir as minhas metas.

depois deste episódio não voltei a pensar em casamento. e que se entenda que não o digo com tristeza ou desilusão, mas sim com pragmatismo.

na minha vida adulta acompanhei muitos casamentos. vi muita coisa que me desagrada: dependência, possessividade, traição, submissão... assisti também a muitas coisas boas: cumplicidade, companheirismo, dedicação ... mas no fim o saldo nunca me convenceu, sobretudo quando entrava o divórcio e se descobriam obscuros, dívidas... e um rol de problemas.

claro que os prejuízos e benefícios das relações são semelhantes entre os casados e os que vivem em união de facto. a diferença é a facilidade com que podemos bater com a porta e tratar das questões legais. sei que é também esta diferença que pode levar a um investimento e entrega menor. mas é a procura do equilíbrio e da felicidade que guia a nossa conduta e as nossa decisões. lamento não acreditar no amor para sempre mas a vida mostrou-me que esse tem edição limitada e é só para os elegidos! 

a união de facto foi para mim uma excelente opção, assegurando os benefícios e limitando os riscos.

ontem voltei a pensar no casamento.

em conversa com uma mulher que muito admiro, viúva recente em que desconhecia a sua história, falou-me do marido, da sua doença e da luta de ambos. a determinado momento da conversa disse-me que passados 29 anos de viverem em união de facto decidiram casar. a razão? ela poder tomar decisões sobre a doença/tratamento do marido. referiu situações em que se sentiu posta de lado e ambos temeram que se ele perdesse faculdades eles deixariam de ser ouvidos. foi super engraçado ouvi-la a relatar o seu dia de casamento, com total despreendimento e como um processo administrativo e burocrático como tantos outros. não casou pela ilusão de uma amor, casou para ter a certeza que perante a lei poderia fazer o seu papel de cuidar e garantir os desejos de com quem construiu uma vida.

a união de facto é reconhecida pela lei, os direitos dos cônjuges estão assegurados, mas na prática ainda se encontram entraves e dificuldades ... pelo menos em meios mais pequenos.

 

diz-se que: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ... mudam-se as motivações. 

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil

relacionamentos

como explicar a amálgama de sentimentos que tantas vezes sentimos?

será verdade que é uma característica inerente ao género feminino? seremos umas mais voláteis do que outras?

ou, no que diz respeito a relacionamentos amorosos temos todas as mesmas sombras?

 

 

confesso ter saudades do meu "primeiro amor"; não pela pessoa com quem partilhei essa história – embora o recorde com ternura, mas pela magia, a inocência e a certeza da eternidade daquele sentimento.

sei, agora, que nada é eterno. nem o bom, nem o mau. chata a vida que nos ensina a desconfiar!

à medida que fui crescendo e acumulando desgostos, as minhas entregas passaram a ser "acauteladas", as decisões ponderadas - levando ao extremo a racionalização do subjetivo - e o jogo de poder constante - para garantir que deixo claro que não estou para que me magoem.

agora, até prova em contrário, e inevitavelmente aberta a essa possibilidade em consequência dos meus relacionamentos passados e de tantos outros que acompanhei e acompanho, tenho o namorido p.e.r.f.e.i.t.o.! para além de lindo – sim, sei que o amor pode deturpar a minha análise, mas o que interessa é como eu o vejo - é inteligente, tem princípios firmes, sentido de humor e, o mais importante, paciência de santo para as minhas inseguranças a variações de humor! tem, no entanto, uma forte falha para um ser sensível como eu: é autocentrado e nada romântico. mas é bom recordar que referi ter o namorido p.e.r.f.e.i.t.o. e não o príncipe encantado!

perante este cenário, deveria estar feliz e aproveitar cada segundo na sua companhia... e é o que acontece... quando não sou possuída pela névoa da insegurança e o meu desejo irracional de ser o centro do seu mundo. por vezes sou tão infantil que nem eu mesma sei como lidar comigo! e é aqui que vejo naquele ser toda a perfeição e afeição do universo. lida comigo de forma tão assertiva que me faz sentir “idiota” pelos meus desvarios!

porque o faço pagar pelas minhas deambulações amorosas? porque não acredito cegamente no seu amor?

a vida torna-nos frios e racionais, desprovidos do encanto e a magia de acreditar no "foram felizes para sempre". este aspeto não te de ser um fator negativo. ter noção das fragilidades de um relacionamento permite-nos lidar com ele de uma forma mais construída e até prevenir certas situações que possam surgir e fazer mossas na relação.

um relacionamento implica sempre duas pessoas. e cada uma delas é um ser único e especial, com as suas “taras e manias”. cada um tem as suas necessidades, os seus valores e exigências … nem sempre são compatíveis ou entendidos pela outra pessoa. a consciência disto dá-nos uma arma poderosa para “salvar o amor”.

a experiência traz-nos a consciência de que as relações são frágeis e por isso têm de ser trabalhadas e alimentadas.

traz-nos também a sabedoria para aceitar que as pessoas não mudam. ou seja, não mudam traços da sua personalidade, podem mudar alguns comportamentos, mas não mudam a base destes. assim, se o nosso companheiro tiver uma característica com a qual não conseguimos lidar, o melhor é deixar o barco enquanto a maré está calma.

a paixão surge naturalmente e é maravilhosa, mas um relacionamento estável e feliz é construído. essa construção exige trabalho, aceitação, entrega, partilha, empatia, sentido de humor, respeito e valorização do outro.

nem sempre é fácil, ou quiçá, nem sempre é difícil… todavia a cumplicidade atingida e a certeza do afeto do outro, valem bem a pena!

 

de tudo um pouco - tag

aceite o desfio da doce blogger luella rose do o jardim secreto, deixo aqui as 11 respostas ao desafio da tag de tudo um pouco.

 

tag

 

tenho sempre imensas dificuldades em responder em preto e branco, pois para a maior parte das questões as minhas respostas seriam mais para o equilíbrio, o mix ou o depende das situações. optei por me concentrar na ideia do que faço ou escolho mais vezes, para poder (tentar) dar respostas simples. 

 

1.qual o seu estilo de música preferido?  

não tenho. sou eclética no que respeita à música. são as minhas emoções, o meu estado de espírito que decide o que ouvir!

sou daquelas pessoas que já ouviu música para chorar, simplesmente porque era disso que precisava!

 

2.que peça de roupa é a sua preferida do momento?  

vestidos, adoro vestidos, de todos os estilos e feitios … é o meu síndrome de princesinha 

 

3.qual dos seus vernizes são mais divos? 

preto, simplesmente preto!

odeio pintas, flores, brilhantes…unhas que parecem bolos de aniversário!

 

4.shorts ou saia e porquê? 

saia. mais feminino e com mais variedade de estilos.

 

5.cabelo liso ou encaracolado? 

wild! é para onde lhe der … respeito a sua personalidade!

 

6.salto ou sapatilha

prefiro sapatilha, mas não dispenso uns bons saltos nos momentos certos 

 

7.brigadeiro ou gelado? 

gelado, sempre!

 

8.doce ou salgado? 

salgado…com uma imperial ou um bom vinho 

 

9.como você define o seu estilo?

imprevisível

 

10.você é do tipo consumista ou só compra o básico? 

compro o básico para me sentir feliz … o que, por vezes, é muito!

 

11.você se considera vaidoso? 

sim, com muito orgulho! 

 

 

não vou nomear ninguém.

desafio a quem quiser a responder à tag - depois identifico, fazendo link para o blog aderente, atualizando este post)

ou

a partilhar nos comentários a resposta a alguma das perguntas em que tenha uma visão mais fora da caixa – que é disso que por cá se gosta!

arrumar a casa

tempo de organizar

 

um dos objetivos do meu início de ano é organizar-me, acreditem que não é de todo uma tarefa fácil!

sou uma daquelas pessoas que acredita que pode fazer tudo, que tem diversos interesses, que gosta das suas pessoas e tem uma ânsia constante em conhecer e fazer coisas novas... acumulando assim pendentes e coisas inacabadas.

em 2017 quero ser mais "certinha" ou como quem melhor diz: mais objetiva e eficiente!

por cá também quero "arrumar a casa", para me ajudar a arrumar ideias. um blog é algo muito pessoal, mas tem de ter em simultâneo qualquer utilidade para outros e não ser apenas uma vontade egocêntrica de se/me fazer ouvir 

criei novos separadores que refletem muito do que tem sido esta experiência do blog para mim: 

.sinto & penso -  sobre o mundo, sobre a vida, sobre quem sou, sobre quem somos... o que vai acontecendo, como vou vivendo

.pode dar jeito - conhecimento (tecnologias, teatro, educação), dicas (alimentação, bricolage, emprego), pesquisas (sobre o que vou precisando...)

.experimentei - sítios onde fui, locais onde comi, vinhos que experimentei, produtos....coisas do meu dia a dia que podem dar jeito a outros

.podia ser pior - aquelas coisas que acontecem ...mas que não havia necessidade! desabafos, humor ... parvoíce 

 

esta "nova" organização, embora refletiva, até foi fácil... vamos lá ver como me corre no trabalho, na casa, nos estudos! 

desafio da alimentação by mami

o blog 365 dias lançou-me o desafio da alimentação 

e

se há algo que eu gosto é de comer!

love food

 

 que costumas comer no dia-a-dia?

tudo o que me aparecer à frente e que: não seja frito, muito doce ou carne de suíno.

a minha mãe sempre disse que eu era “uma boa boca”.

 

 preferes doce ou salgado?

salgado (o doce não conjuga bem com a bela da mini ou do copo de vinho tinto  )

 

e quanto a dieta, preocupas-te com isso ou comes sem pensar no amanhã?

comer livremente foi sempre o meu desejo oculto. se desse liberdade aos meus desejos de requinte, a gula dominaria o meu ser e levaria o meu corpo até às trevas da obesidade.

posto este cenário terei de assumir que a minha alimentação é muito ponderada. se a genética foi extremamente gentil com os meus neurónios, o mesmo não poderei dizer em relação ao gene da magreza (caso este exista).

               

                                             

qual é a tua comida e sobremesa favorita?

comida: a magnífica bela posta mirandesa

sobremesa: gelado de morango com pedaços de morango fresco e cobertura de chocolate preto.

sou rapariga de gostos simples 

 

o que é que odeias comer, mas comes porque precisas?

 não me recordo de nada. devoro tudo!

 

quanto pesas? querias pesar mais ou menos? estás satisfeita com o teu peso? 

esta pergunta é indecente! nunca nenhuma rapariga que honre o seu género estará satisfeita com o seu peso!

 

diet

fonte da imagem

 

qual a fruta favorita?

morango na primavera; tomate no verão; figos no outono; kiwi no inverno e abacaxi sempre!

 

comes ou gostas de verduras e legumes?

adoro! são o acompanhamento das minhas refeições, quando não são a refeição em si.

 

quantas refeições fazes diariamente?

acordo com um café e, nesta altura do ano, adormeço com um capuchino. pelo meio faço 4 refeições (pequeno almoço, almoço, lanche, jantar). quando durmo pouco ou estou ansiosa… passo o dia a comer (não havendo condições para uma correta contagem)!

ansiedade e comida

fonte da imagem

 

 

o que  gostarias de comer, mas o teu consciente não permite?

como de tudo. faço uma gestão consciente do que como.

mas ... há sempre um mas … se não houvessem calorias nem limites, seria queijos acompanhados de uvas e um bom vinho tinto português!

 

 

wine_cheese_love

 

fonte da imagem

 

 não vou nomear ninguém para este desafio pois vejo o pessoal a entrar no tão querido desespero do natal 

mas se eventualmente alguém quiser...é só pedir 

 

 

por detrás das letras

sempre curti o estilo de sónia tavares. a primeira vez que vi os the gift foi numa festa da juventude na minha santa terrinha....há muito, muito tempo :)

o estilo dela então era diferente do que enverga hoje. mas o seu original toque pessoal esteve sempre lá. claro que gosto da banda, mas é inegável que após esse primeiro contacto o que me fez querer saber mais, ouvir mais foi a imagem de força e irreverência feminina que vi na sónia.

anos depois quando lançaram a música 'primavera' fiquei extremamente desiludia com a letra e como esta podia vir de uma mulher que admirava, de onde viria tanta carência, tanta conformidade, tanta dependência ...

 

Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti

Mesmo assim, quero ver-te sorrir...

E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três

Se quiser ser feliz....

 

manifestei esta minha desilusão com vários seres...até que um dia, uma alma iluminada, olhou para mim com aquelas caras que adoro e disse: a canção foi escrita para o filho. a mulher teve uma gravidez de risco que não saberia se teria ou não seguimento. a dor, o amor é perante o filho que poderia não vir a nascer e não sobre um homem qualquer!

fui de imediato ouvir a canção, com muita atenção e sob a esta perspetiva. depois da zanga veio a reconcilização com um afeto ainda mais intenso por esta mulher!

 

 

diz-se que: a música é linda!

 

 

 

como transformar um quarto de criança num quarto de adulto?

quarto_1.jpg

 foto pesquisa google

 

ser criança é o melhor do mundo. é pura energia, brincadeiras e muita fantasia. por isso os pais escolhem decorações que refletem esta maravilhosa fase, apostando em ideias lúdicas que estimulem a imaginação e contribuam para o desenvolvimento da criança. mas tudo passa. e às vezes depressa demais! por isso, hoje vou deixar aqui algumas dicas para transformar um quarto de criança num quarto de adulto, sem grandes despesas e reformas estruturais que impliquem a contratação de empresas de construção civilporque bastam pequenos toques para mudar completamente o ambiente.

 

1. a cor: uma questão de estilo

encontrar o esquema de cores certo para as paredes, móveis e acessórios irá transformar de imediato um ambiente infantil numa divisão com maior maturidade. pode optar por fazer uma mudança radical ou atualizar as cores já existentes, acentuando-as. por exemplo, se o quarto é atualmente cor-de-rosa pastel pode acrescentar cores com maior destaque, como o fúcsia, o rosa quente e castanho chocolate; se o quarto for azul pastel, pode acrescentar toques de azul-marinho e talvez verde-tropa, etc. pode ainda optar por pintar apenas uma parede com uma cor mais escura ou fazer misturas de padrões na parede para dar um grande impacto visual.

quarto_2.jpg

 

quarto_3.jpg

 

quarto_4.jpg

 fotos pesquisa google

 

entretanto, em vez das paredes ou paralelamente pode também optar por pintar os móveis e, finalmente, jogar com as cores dos acessórios decorativos.

 

2. a iluminação é tudo

uma mudança na iluminação do quarto vai mudar todo o ambiente. colocar um candeeiro suspenso, trocar um abajur ou comprar um candeeiro de pé são soluções económicas que normalmente causam um grande impacto quase instantaneamente. pode também optar por colocar grinaldas de luzes ou led.

quarto_5 (1).jpg

 

quarto_6.jpg

 fotos pesquisa google

 

3. um espelho grande

os quartos das crianças muitas vezes têm espelhos com motivos infantis, personagens, formas e muitas cores. por isso, hora de mudar! um novo espelho de corpo inteiro pode fazer maravilhas, para além de ser de grande utilidade poder ver-se vestido da cabeça aos pés antes de ir para o trabalho.

quarto_7.jpg

 foto pesquisa google

 

4. têxteis com padrões mais maduros

chegou a também a hora trocar os lençóis com banda desenhada por lençóis que se adequem à nova palete de cores ou ambiente geral, com padrões mais adultos. o mesmo para a colcha ou édredon e cortinados, bem como tapetes. se não tem nenhuma preferência em particular e está indeciso relativamente ao que escolher, o melhor é optar por cores sólidas, que se adaptam a diferentes ambientes. neste caso, as cores claras e cinza são as melhores opções. pode ainda escolher estampas e padrões que representem tendências.

quarto_8.jpg

 

quarto_9.jpg

 

quarto_10.jpg

 fotos pesquisa google

 

5. acessórios “adultos”

para dar um ar mais maduro a um quarto de criança, deite fora os peluches e os brinquedos e use as paredes para colocar quadros ou prateleiras com peças decorativas que o representem e que possam ser trocadas cada vez que precisar de dar uma lufada de ar fresco na decoração. coloque almofadas cheias de estilo na cama ou aposte em mesas-de-cabeceira originais e com muita personalidade. procure dar um toque que represente os seus gostos pessoais de adulto e, porque não, memórias especiais.

 

quarto_11.jpg

 

quarto_12.jpg

 fotos pesquisa google

 

 6. mobiliário

se tiver de renovar os móveis, invista em móveis soltos, pois terá a vantagem de poder reorganizar a posição deles de acordo com a evolução do seu próprio estilo, sem contar que podem ser reaproveitados no futuro para outras divisões da casa, com um quarto de hóspedes ou escritório. pode ainda reaproveitar os móveis já existentes pintando-os e/ou mudando-os de lugar.

 

quarto13.jpg

 

quarto14.jpg

 fotos pesquisa google

 

7. ambiente eclético

numa fase de mudança não será muito recomendável ter um tema muito específico, para ser mais fácil fazer ajustes conforme a evolução do gosto pessoal. escolha objetos de diferentes estilos e temas, para compor um ambiente eclético.

 

quarto15.jpg

foto pesquisa google

 

diz-se que: o mais importante é que o quarto reflita a personalidade de quem lá dorme, porque é isso que dá aquele toque especial que faz com que nos sintamos “em casa”!

 

 

 

jogo #1

sempre fui "amante" de jogos, adivinhações e outros que tal.

no outro dia, rumo ao trabalho, ouvi este jogo nas manhãs da comercial:

estás em casa e acontecem em simultâneo as seguintes coisas - um bebé a chorar - o disparo da máquina de lavar anunciando o fim do programa - uma torneira mal fechada vertendo água - alguém a bater à porta - o telefone a tocar

o desafio é ordenar estas 5 situações por ordem de prioridade, ou seja, o que faria primeiro, depois, ... e por último.

aceitas o desafio?

 

diz-se que: a tua escolha revela aspetos da tua personalidade

dos tazos ao go

ontem fui jantar com o mano. ele é da geração pokémon. graças a ele acompanhei os desenhos animados. tenho ouvido e lido muito sobre o novo jogo da nintendo - pokémon go, mas só ontem in loco consegui compreender o conceito (acho eu).

o mano calmamente durante o jantar explicou o jogo e mostrou a aplicação.

então é assim: a ideia base do jogo mantém-se: apanhar os pokémon; o que muda é que efetivamente tens o poder de os apanhares...se chegares a eles… a tempo! e como chegas? a aplicação identifica o teu posicionamento através de gps e mostra-te onde se encontram os pokemón mais próximos (que permanecem nesse local por um período de tempo restrito). quando chegas ao local onde está o pokémon o teu dispositivo captura-o! (senti uma certa ligação aos ghostbusters).

claro que questionei: quem se presta a esse papel? ele: riu-se. no final do jantar fomos caçar os pokémon. e não estávamos sós!

quando andarem pela rua e virem pessoas vidradas no telemóvel e a continuarem a andar, provavelmente estão a jogar pokemón go, se do nada começarem a correr em direção ao vazio…definitivamente estão a jogar pokémon go!

e não pensem que fica por aqui … não é só o deus nintendo que define o caminho dos seus fiéis jogadores, cada jogador pode também libertar ‘qualquer coisa que não percebi bem o que’ que é desejável para os outros - deve dar-lhes algum tipo de poder (eu já a imaginar os putos no engate a libertar as suas substâncias para atrair as garinas :d :d :d ).

confesso que me diverti a ver todo este cenário. o meu mano estava a gozar com a cena a explicar-me e a lançar a tal substância, mas ao mesmo tempo estava concentrado na sua missão de captura.

fico fascinada com o poder deste tipo de jogos em homens adultos! e ao mesmo tempo com uma certa inveja da liberdade das suas mentes… da descontração; durante horas ou minutos a sua única preocupação é andar pela rua a apanhar seres virtuais com o telemóvel! como não podem os gajos serem mais ‘leves’ do que nós?! - falo no geral pois acredito que também há miúdas leves e descontraídas com a importante missão de apanhar os pokémon.

depois de muitas gargalhadas – sim, a gozar com o povo - eu, mana velha, do nada e com verdadeira preocupação disse-lhe: promete-me que tens cuidado ao atravessar a estrada!

saudades de quando ele jogava com os tazos!

pokemon

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

instagram

facebook

pinterest

blogs portugal

Follow

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D