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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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princesas guerreiras

o mundo não é feito só de princesas, exige também guerreiras.

miúdas que acreditem em si, nos seus sonhos, e que lutem por fazer a diferença no (seu) mundo.

as miúdas mais especiais são as princesas guerreiras;

aquelas que sem perder a sua ternura e encanto, agarram com bravura os seus sonhos.

descobri este livro repleto de princesas guerreiras. um livro lindo, com uma bela construção das histórias e imagens extraordinárias.

 

 

 alguns exemplos nesta galeria

 

histórias de adormecer para raparigas rebeldes - elena favilli & francesca cavallo - edição nuvem de tinta (2017)

50 sombras de grey e o meu masoquismo

já cá está quentinho o novo trailer do filme as cinquenta sombras (de grey) livre

 

ninguém é perfeito, e há uns anos também me deixei envolver por esta trilogia 

nunca tinha lido um romance erótico (embora haja que discorde da atribuição desta categoria à trilogia de e.l. james). seja como for, nunca tinha lido nada do género, nem voltei a ler nada do género.

esta "saga" foi alvo de muitas críticas. eu confesso que, como para mim foi novidade, gostei do primeiro livro, como já é costume (em mim) não senti nada em relação ao segundo, e adorei o terceiro (descobri aqui que sou mesmo uma menina que prefere os romances, pois o terceiro é mesmo isso: um romance).

quando me refiro ao meu masoquismo não o atribuo aos livros, pois melhor ou pior, foi um percurso que tive de fazer e, no geral, gostei.

o meu masoquismo prende-se com os filmes. o primeiro (muito mau) fui ver por curiosidade. o segundo, por insistência de amigas (embora não me tenha armado muito em difícil), o filme deu para rir e mandar bocas geniais (a do frango de churrasco foi das melhores)...mas admito que os atores estavam muito melhor em relação ao primeiro...quase que já se vislumbrava alguma "tesão" entre eles. o terceiro... provavelmente irei ver para fechar um capítulo, embora saiba à partida que é um mau filme, mas há coisas que têm de ser feitas 

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como a infância marca as nossas relações futuras

recentemente comecei a ler o livro “todo o amor do mundo” de harville hendrix - casa das letras. é um livro de psicologia para casais. comecei a lê-lo por curiosidade, encontrei-o perdido no meio de outros livros que vou comprando para depois ler. não me recordo o que me fez adquiri-lo, mas parece que ainda não tinha sido o momento de o ler - acredito fortemente nisto: “não há acasos” e “tudo tem o seu tempo”.

tenho uma amiga com a qual partilho de uma grande empatia mental e já abordámos várias vezes, do ponto de vista de leigas na matéria, mas considerando as nossas vivências pessoais e capacidade de observação dos outros, a questão associada às nossas escolhas de parceir@.

sempre que uma de nós ou um(a) outro(a) amigo(a) via a sua relação terminada, surgia o lugar comum “são tod@s iguais” … mas a verdade é que não são todos iguais, nós – cada um de nós -  escolhe é sempre igual – mesmo que a embalagem mude. por isso os nossos relacionamentos acabam por ser “sempre a mesma coisa”.

com os nossos rudimentares conhecimentos de psicologia e a minha interminável paixão por freud, concluímos, nos nossos devaneios, que procuramos no nosso parceiro alguém à imagem do nosso pai (no caso das meninas), por ter sido este o nosso primeiro amor, por sempre nos ter transmitido segurança … e outras coisas que tal.

neste livro que agora leio, verifico que a nossa teoria existe, está validada e fundamentada (é bom saber que se tem espírito científico J ).

a teoria apresentada no livro tem alguns aspetos que diferem, ou melhor, que aprofundam a nossa própria teoria. o principal aspeto é que nós não procuramos no nosso companheiro o nosso pai. procuramos sim, uma pessoa que possua características dos nossos pais (ambos) ou de quem os substituiu na nossa educação, com as quais não conseguimos lidar na infância; assim, numa perspetiva extremamente masoquista, pretendemos resolver com a nossa cara metade as situações/questões que não conseguimos resolver com os nossos pais. o autor aprofunda os vários fenómenos psicológicos associados a esta questão (aconselho quem tem interesse nesta temática a ler o livro).

o aspeto que quero aqui destacar é a perspetiva do “peso” da infância em toda a nossa vida e a nossa teimosia em querer projetar os “problemas” não resolvidos na relação com o nosso parceiro, podendo por em causa esta relação (e outras que lhe sigam, assim como as que lhe antecederam). esta nossa postura, mesmo que inconsciente, não será mera cobardia de enfrentar a real causa desses problemas, ou seja, os nossos pais?

e o que faz de nós, enquanto pais, esta teoria? seres temerosos de condicionar para todo o sempre a vida destas pequenas e indefesas criaturas? devo aqui confessar uma das minhas grandes cobardias: a maternidade. sempre receei a responsabilidade ad eternum do “ser mãe”, sendo depois confrontada com o receio idiota de não o ser (gajas! diria o meu.mais.que.tudo.)

bem, voltando ao livro, o autor refere que somos seres insatisfeitos; que, quanto mais temos, mais queremos; e que, portanto, o facto de termos coisas a resolver com os nossos pais não quer dizer que tenhamos tido uma má infância, quer apenas dizer, a meu ver, que somos picuinhas :D

assumindo esta teoria como certa ou pelo menos uma das possíveis, decidi fazer um quadro comparativo entre o meu pai e os meus namorados (mais) a sério. na verdade, encontro muitos pontos comuns que facilmente consigo identificar. e mais, consigo ver o meu pai em várias fases da sua vida, a sua evolução enquanto pessoa e companheiro e creio que, inclusive, as minhas escolhas têm acompanhado essa evolução. sendo que existem características transversais a todas essas escolhas.

Mas, a minha mãe onde está?

o terror da aceitação: está em mim! tudo o que me custou e mais me custa a lidar com a minha mãe, está nos comportamentos que não consigo controlar e mais detesto em mim!

procriação medicamente assistida

só tenho a dizer: e o gajo que quiser ter um filho sozinho?!

 

bem, tenho mais a dizer.

prós e contras de ontem trouxe a debate um tema interessante mas aparentemente que ninguém queria discutir na sua essência: a procriação medicamente assistida para toda a mulher.

.porque se confunde identidade biológica com identidade civil?

 sim, acho importante, sobretudo por questões relacionadas com aspetos de saúde, que o bebé/criança/jovem/adulto tenha conhecimento dos seus "antecedentes" genéticos, mas, para este indivíduo o que lhe importa saber se quem doou esperma ao estado português se chamava pedro, felisberto ou joaquim? não se misturem coisas. um dador não é um pai. não se reduza a parentalidade ao espermatozoide e ao óvulo que se encontraram num laboratório!

.porque trazer a adoção para esta discussão?

quando a sra professora presidente da comissão de bioética, refere que se deveria legislar melhor a adoção, sobrepondo-a a esta questão...só me apraz dizer: sim tem de se rever a lei da adoção em portugal, mas esse é outro assunto! o que estava a srª drª a insinuar...que há muitas criancinhas no mundo para adotar e que por isso a mulher deve "recorrer" a essas em vez de trazer novas ao mundo? ... assim sendo e dada a nobreza da abordagem, porque não se proíbe aos casais heterossexuais de se reproduzirem livremente...afinal já à muita criancinha para se ir "buscar".

.não concordo com que uma mulher procrie e eduque uma criança sozinha. o que acontece a todas aquelas a que a vida a isso obriga, deve ser-lhes retiradas os filhos? as que têm "azar" podem e as que responsável e refletidamente decidem que o desejam fazer, não podem?

como diz o outro: um assunto é um assunto, outro assunto é outro assunto!

não se misturem assuntos, não lancem areia para cima dos olhos do povinho, só porque não há argumentos "em defesa dos direitos da criança" que é concebida por ser desejada!

o que efetivamente eu questiono é a igualdade entre homens e mulheres neste direito à "produção autónoma" e o que penso não é que se tenha de prejudicar a mulher, mas sim encontrar uma solução para os srs!

 

 

#8 por qual livro estás mais grata?

com a vida que já tenho para trás escolher um só livro é uma tarefa ingrata.

mas se é..é! 

a minha escolha é... (tambores, bombos e trompetes) .... a metamorfose de kafka!

 

e o vosso...ou quais aconselham?

 

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