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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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pastéis de chaves em coimbra

sou fã confessa da cidade de coimbra. adoro perder-me na zona antiga. tantos recantos para explorar!

fico encantadas com as estreitas ruas, cheias de pessoas sedentas por beber de toda a histórias que estas comportam.

hoje, de regresso de uma das minhas incursões pela cidade, a caminho da estação “velha” de comboios senti aquele ratito que, no meu caso, tem de ser atendido ou vira fera!

de frente para a estação desci a rua da direita, visto que à esquerda temos o estonteante mondego, e no final da rua encontrei a loja dos pastéis de chaves. entrei e analisei a oferta. embora adore, fugi do tradicional pastel de vitela. a minha escolha recaiu para o de frango e chili… simplesmente orgásmico!

se puderem façam uma visita… são divinais e a oferta é diversificada.

ai que agora, só de lembrar, fiquei com água na boca!

 

1181341_orig.png

imagem retirada daqui

onde se come a melhor francesinha do porto?

o.mais.que.tudo. é fã incondicional da bela da francesinha.

a mim, confesso, passa-me ao lado. aliás sou mesmo daquela que pede francesinha mas manda tirar quase tudo: linguiça, mortadela, fiambre… estou a imaginar o ar horrorizado dos amantes puristas da francesinha 

como por amor tudo se faz…e porque gosto de uma fresca super bock…sempre que dá o desejo de requinte ao amor, lá vou eu.

ele é fã incondicional do capa negra II (parece que também há uma capa negra I mas esse não conheço), por isso este é por norma o restaurante escolhido.

eu gosto de variar e experimentar, por isso cometi a loucura de propor experimentar outro! ele, por norma, acede a pedidos (razoáveis) da minha parte. assim, iniciei a minha pesquisa pela net, queria encontrar um mesmo bom!

e o vencedor foi: o café santiago – que fica mesmo em frente ao coliseu do porto.

tinha lido que há sempre fila de espera, mas como íamos para um almoço tardio de sábado (15h30) não teríamos problemas… errado!

havia uma .l.o.n.g.a. fila, o funcionário disse-nos que o tempo médio de espera seria 1h. ora bem, almoço tardio implicava que a fomita já se manifestava…portanto para mim era impensável esperar mais uma hora!

o.mais.que.tudo. olhou para mim com aquela cara de “vamos ao capa negra II” e eu respondi verbalmente: não. há outro nesta rua que dizem que também é bom!

assim, numa olhadela para o lado (sim porque é mesmo ao lado) vislumbramos o lado b que se autointitula “a melhor francesinha do mundo desde 2013”.

tinha lido boas referências. nele havia também uma generosa fila. fomos informados que o tempo de espera seria de, no mínimo, meia hora.

estavamos no momento decisivo (é terrível estar à espera num restaurante, com fome, e ver toda a agente a comer. cruel até!).

a fila do outro era maior e eu, teimosamente não queria ir ao habitual capa negra!

optámos por esperar e para minimizar o esforço esperamos ao balcão enquanto malhávamos um fino  (na verdade foram  - era a ansiedade!)

não sou especialista neste típico prato portuense mas a francesinha estava deliciosa, o molho tinha um leve toque picante, o paladar, a textura, a temperatura tudo divinal! efetivamente a melhor que já comi. se é a melhor da cidade? não sei. mas que é muito boa, é!

francesinha

 

terei, numa próxima vez, de acampar junto do café santiago para ver se a qualidade da sua francesinha faz jus à sua fama!

 

e para vocês,  onde se come a melhor francesinha do porto?

bacalhau ... congelar sem demolhar?

bacalhau

 

decidi começar a encarar o natal 

no último fim-de-semana a minha mãe disse-me, a propósito da compra de bacalhau: aproveita as promoções, o preço vai subir!

eu, bem mandada, fui ao meu supermercado habitual e lá comecei a olhar para o convidado essencial na mesa dos portugueses, o sr. bacalhau! 

honestamente, pareciam-me todos iguais. munida da minha simpatia e assumindo a minha ignorância, lá fui ter com a senhora do bacalhau. simpaticamente questionou-me para que efeito o pretendia (estive a segundos de dizer: é para colocar na banheira para aproveitar as propriedades do sal, ouvi dizer que é excelente para pele - contive-me). concentrando-me novamente na senhora, referi que queria bons lombos.

dica 1 da senhora bacalhau: para ter bons lombos deverá escolher um peixe que tenha abas pequenas concentrando-se o peso e volume na parte central do peixe (pareceu-me óbvio, embora muito pertinente). prestando muita atenção à explicação da senhora, anui, sorri e disse: pode escolher por mim, se faz favor? (com o ar mais fofil que possam imaginar). simpaticamente assentiu e sorriu também (adoro pessoas simpáticas!)

surgiu aqui a dúvida existencial.

mami:por quanto tempo o posso guardar sem demolhar?

senhora do bacalhau: não dá para o natal!

mami: então o melhor será demolhar e depois congelar? (conclusão lógica lançada em voz alta)

senhora do bacalhau: não precisa de demolhar, pode congeral assim.

- grande nó na minha cabeça -

mami: mas é possível? não perde qualidades, seca ou salga mais?

senhora do bacalhau: não. na verdade pelo sal nem chega a congelar bem.

- nó grande começa a emaranhar-se -

mami: mas então para que congelar?

senhora do bacalhau: para conservar!

- começando a sentir que a conversa ia entrar em loop, decidi por término com um simples: muito obrigada  -

 

mas agora: o que faço com o bacalhau? demolho e congelo ou congelo sem demolhar?

cheguei a casa e comecei a minha pesquisa (não liguei à minha mãe pois sei que me indicaria o modo tradicional e o que eu pretendia era saber se o outro era efetivamente possível!)

os senhores da parmalat referem: "se quiser congelar bacalhau seco, deverá em primeiro lugar demolhá-lo. nunca o congele salgado." pareceu-me uma afirmação incisiva.

os senhores do bacalhau da noruega afirmam: "nunca congele o bacalhau ainda salgado!"  super incisivo!

continuei a pesquisa e não encontrei em lado algum que se possa congelar o bacalhau sem demolhar. 

de duas uma: ou a senhora do bacalhau é muito à frente e sabe novas técnicas, ou a senhora do bacalhau não devia ser a senhora o bacalhau!

 

vou demolhar o bacalhau e congelar, mas como gosto de dar o benefício da dúvida às pessoas e até gostei da senhora do bacalhau, vou congelar uma peça salgada ... não há nada como fazer a experiência  

 

já agora, alguma vez congelaram ou ouviram falar desta opção de congelar sem demolhar?

delicias de outono: doce de abóbora

depois de aceitar o final do verão, começo a apreciar as coisas boas do outono.

a confeção de doces e compotas caseiros são uma paixão e o preâmbulo para deliciosos pequenos almoços e sobremesas.

o doce de abóbora é dos meus preferidos. este ano procurei receitas diferentes da habitual, as minhas adaptações consistiram basicamente na redução de açúcar e na combinação, em partes iguais de açúcar branco e açúcar amarelo.

 

doce de abóbora com toque de citrinos

doce de abóbora com citrinos

 ingredientes:

.1500g abóbora descascada e cortada em troços pequenos

.300g de açúcar branco

.300g de açúcar amarelo

.sumo de 2 limões

.sumo de 2 laranjas

.1 pau de canela

.200g miolo de noz (opcional)

 

preparação:

.coloca na panela a abóbora, o açúcar, o sumo dos citrinos e o pau de canela.

.mistura todos os ingredientes e deixa cozinhar, em fogo lento, durante cerca de hora e meia.

.retira o pau de canela e tritura o preparado (aqui podes definir se queres deixar o doce com alguns pedaços de abóbora ou se preferes triturar por completo)

.leva novamente a fogo lento e envolver o doce. 

.ao ferver retira e enfrasca ou se desejares acrescenta as nozes e deixa cozinhar, em fogo lento, por mais 5m (eu enfrasquei metade e fiz o restante com nozes).

podes ver a receita original aqui.

 

 

overnight doce de abóbora

doce de abóbora com nozes

ingredientes:

.1500g abóbora descascada e cortada em troços pequenos

.300g de açúcar branco

.300g de açúcar amarelo

.1 colher (sobremesa) de canela em pó

.1 pau de canela

.200g miolo de noz (opcional)

 

preparação:

.coloca numa taça grande a abóbora, o açúcar e a canela em pó.

.mistura todos os ingredientes, tapa e guarda no frigorífico durante a noite (aproximadamente 12h).

.coloca o preparado numa panela, acrescenta o pau de canela e deixa cozinhar em lume brando durante cerca de 2h (o tempo pode variar dependendo do gosto por doce mais ou menos apurado).

.retira o pau de canela e tritura o preparado (aqui podes definir se queres deixar o doce com alguns pedaços de abóbora ou se preferes triturar por completo)

.leva novamente a fogo lento e envolver o doce. 

.ao ferver retira e enfrasca ou se desejares acrescenta as nozes e deixa cozinhar, em fogo lento, por mais 5m (eu retirei e enfrasquei metade e fiz o restante com nozes).

podes ver a receita original aqui.

 

diz-se que:

- uso "abóbora porqueira" cedida pela mamã. como me dá uma inteira, o ritual de a atirar ao chão com força para que parta e abra é um momento delicioso 

- para criar vácuo nos frascos de doce, depois de estes serem esterilizados (em água a ferver) e secos, devemos colocar o doce ainda quente, tapar, virar ao contrário e deixar desse modo até o doce arrefecer.

ir e voltar

adoro viajar.

sinto a necessidade intrínseca se sair, conhecer, viver!

quando passo algum tempo sem “sair” à descoberta de novos locais sinto uma inquietação difícil de explicar.

esta necessidade de conhecer novos locais, descobrir odores, diversificar o paladar, vibrar com novos ritmos (música, língua, cidades …) existe em mim desde que me conheço, paralelamente à minha constante insatisfação. as viagens alimentam-me de vida!

o lado b desta minha ânsia é que se satisfaz com a novidade quer seja no perú ou em piodão. não exige magnificência ou luxos. muitas vezes são as coisas mais simples que nos surpreendem ou encantam; outras é a sumptuosidade de grandes obras da natureza ou da humanidade.

férias no alentejo

 

estas férias andei pelo interior alentejano e vim de “barriga cheia”. portugal é belo, já sabia… as pequenas vilas e cidades alentejanas são adoráveis, descobri agora! cada local uma nova descoberta de beleza e características únicas, com uma gastronomia irresistível… e os vinhos… ai os vinhos!

a constante presença de castelos e muralhas, as estreitas ruas com pormenores catitas, os rios e barragens... foram pontos de deslumbramento. andei por:

.mértola cidade em que fiz a minha adaptação às elevadas temperaturas… umas horas na praia fluvial da mina de são domingos ajudou no processo. almocei um gaspacho soberbo no restaurante migas e o alojamento foi na casa rosmaninho com uma excelente esplanada e decoração antiga bem integrada

mértola

 

.moura onde no o vermelhudo comi as melhores migas desta minha viagem. o centro histórico é belo, com um jardim cativante nas noites de verão. a desilusão foi o hotel moura que embora o belíssimo edifício e bom pequeno almoço, o quarto que nos atribuíram tinha condições mínimas e até as toalhas estavam rotas

moura

 

.monsaraz deslumbrou-me com a sua beleza e a sua vista sobre o alqueva (aconselho a visita de barco à barragem com possibilidade de mergulho … memorável)

alqueva

 

 

ver o por-do-sol desde as muralhas do castelo de monsaraz é uma experiência imperdível e um jantar na esplanada do xarez é ideal para encerrar com distinção um belo dia. o alojamento foi no outeiro do barro (reguengos de monsaraz) decorado com muito bom gosto, um pequeno almoço com produtos locais de alta qualidade e a atenção e simpatia de quem recebe

monsaraz

 

.vila viçosa justificou a passagem para a visita ao seu castelo e ao paço ducal-muito bem conservado e com visita guiada

.estremoz exigiu uma vista a zona histórica e à herdade das servas onde encontrei o vinho branco herdade das servas colheira selecionada 2015 que se tornou o meu preferido deste verão! 

herdade das cervas

 

.santa eulália (próximo de campo maior) proporcionou-nos um paraíso em terras alenjanas! na casa da ermida de santa catarina, alojamento rural com pormenores deliciosos (assim como o seu pequeno almoço) uma vista genial e a possibilidade de andar de caiaque pelas águas da albufeira do caia.

santa eulália

 

.cáceres (tão perto impossível não dar um salto à nossa vizinha espanha) fez-nos descobrir uma maravilhosa vila medieval excecionalmente bem conservada. destaco o jantar divinal na taperia alboroque e o alojamento no nh collection cáceres palacio de oquendo (belo edifício bem localizado e com gente simpática)

cáceres

 

.portalegre deslumbrou-me com a sua zona histórica. ficámos alojados no rossio hotel – jovem hotel com excelentes condições e pequeno-almoço.

.montargil mais uma paraíso por mim desconhecido. uma extensa e bela barragem e um alojamento fenomenal no monte de portugal ideal para encerrar com chave de ouro as férias.  destaco a simpatia da anfitriã, com miminhos e cuidados para o máximo conforto, pequeno almoço com produtos frescos e “caseiros”. a herdade produz um azeite divinal! um almoço na petisqueira alentejana (ponte de sor) encerrou a degustação da gastronomia alentejana com umas deliciosas costeletas de borrego.

monte de portugal

 

 

diz-se que: quando organizai estas férias a escolha do itenerário prendeu-se com o baixo orçamento e as complicações do mês de agosto nas zonas mais “veranis”... há limitações que vêm por bem!

vagos sensation gourmet - a banhada

adoro eventos gastronómicos. adoro novas experiências.

detesto má organização e desrespeito para com o público. vagos sensation gourmet um evento que me criou expectativas.

organizei um fim-de-semana na praia para juntar o útil ao agradável. não assisti ao primeiro dia do festival (sexta-feira) por questões profissionais. tinha contactado a organização através de formulário no site e mensagem no facebook para me enteirar de uma das iniciativas, pelo primeiro meio não obtive resposta, pelo segundo obtive resposta incompleta que quando coloquei nova questão fiquei no vazio total! mesmo assim, compareci no local indicado na esperança de fazer uma bela viagem de barco entre aveiro e a vagueira degustando um bom vinho - como indicava o programa do evento! nada aconteceu! é a organização ainda teve a lata de dizer que foi por falta de inscrição. evitando estragar o weekend com mau humor dirijo-me à vagueira para o outro ponto do programa que também não aconteceu. decidi ir para a praia e aproveitar o que não falha: a natureza ao meio dia e meio volto ao evento para fazer algumas provas e ver: o kit, essencial para este efeito, ainda não estava à venda! só ficou disponível às 13h (o evento começou às 10h). o resto do dia não foi diferente: as 12h ainda estavam a "montar" coisas, alterações nos horários e ordem dos workshops sem prévio aviso, falta de gelo para expositores de bebidas, parte dos stands fechados ao longo do dia, grande parte dos stands fechados depois das 22h... uma organização de aldeia com pretensões nacionais. acredito na força no marketing mas senhores não vendam um castelo quando possuem apenas uma tenda! destaque positivo aos chefs que fizeram showcookings e workshops geniais, com muita simpatia e boa disposição. destaque também para a originalidade e excelência de alguns produtos presentes (apresentarei em próximo post 😉 ).

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vagos sensation gourmet ... eu vou!

adoro passear, descobrir coisas novas, viver novas experiências.

amo o cheiro da maresia, o calor do sol e o suave toque da brisa do mar

encantam-me os sabores diferentes e o bom vinho.

sou um bom garfo (mais pela diversidade do que pela quantidade) e um bom copo (de qualidade) … e parece que vou aceder ao paraíso dos sentidos com o  vagos sensation gourmet (de 1 a 3 de julho na praia da vagueira - vagos – aveiro).

tudo o que li sobre o evento faz-me salivar. bons nomes da gastronomia, um bom alinhamento de showcookings (chef thomas troisgros , chef helio loureiro, chef joe best, chef pedro mendes, …) e workshops (“faz o teu próprio vinho” , “o vinho que se come”, “cocktails de autor”, “porn food”…) provas de vinho e degustação de pratos de chefes de renome (nacional e internacional) … o bom humor e descontração de chakall também apelam à minha participação.

Chefe-Chakall.jpg

 

tudo ao ritmo de bom som (sean riley & slowriders ,  indigo waves, os quatro e meia, modo mudo) e sunsets na praia (electric boys, dj fabio ferreira, …).

uma proposta irrecusável!

ainda por cima gratuito! (exige pagamento de kits de degustação (3€) no acesso à algumas iniciativas). existe também a possibilidade de participar em jantares gatronómicos (35€) com prévia reserva.

marcar alojamento no local não foi fácil, não existem muitas infraestruturas para o efeito, mas a poucos quilómetros existe muita oferta na cidade de aveiro.

deixo aqui o site do evento: vagossensationgourmet.com

facebook: www.facebook.com/VagosSensationGourmet

fica também a sugestão dos 10 locais a visitar na vagos: vagossensationgourmet.com/10-locais-visitar-vagos

 

diz-se que: é melhor aproveitar para comer e beber livremente antes de entrar em restrições que podem ir de 9 meses a 2 anos… na melhor das hipóteses :D

 

 

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