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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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viragem

fechar a porta

 

na passada sexta-feira tive um dia de cão vadio.

mais um "desgosto" no trabalho (eu que pensava que já estava imune!)

passei 2016 com o peso desta decisão, com avanços e recuos, mas a situação de sexta fez mesmo com que fechasse a porta. Quando me apercebi que não poderia haver outro caminho? Ontem quando em casa de uns amigos tive um discurso patético para o filho deles, que nada tinha a ver com o seu percurso profissional, mas sim com o meu!

a vida é curta, temos de aproveitar cada dia, fazer o que nos faz bem numa perspetiva otimista e saudável. temos, de igual modo, de ser economicamente responsáveis e para isso temos de trabalhar. porém, o que fazer quando o nosso trabalho inibe a nossa capacidade de ser feliz!

não estamos numa altura fácil para arranjar emprego. é verdade!

o nosso trabalho é um aspeto de extrema importância na nossa vida. é um facto!

estou frustrada e desmotivada. sinto-me desvalorizada. é uma vidência!

esta situação está a prejudicar o meu bem estar e a criar desequilíbrios emocionais. sem dúvida!

não vai ser fácil, sei que não.

vou começar 2017 com garra à procura de um emprego que me realize e que me permita crescer em todo o meu potencial!

sei que ainda é cedo para definir os objetivos de 2017 … mas que posso fazer, sou precoce!

a propósito de gerações

no meu último post "à procura do caminho" partilhei um vídeo que apresentava e explicava a relação com o trabalho/emprego visto pelas diferentes gerações (milenares, baby boomers, geração x), com uma abordagem breve das suas características. nos comentários a inês e o mundo acrescentou ainda a geração y e erreguê os centenials.

ontem estive num encontro literário que contou com a presença de mário zambujal, a dada altura do seu excelente discurso refere que ao longo dos seus 80 anos já passou por várias gerações (até aqui nada de novo) e que por tanto não pertence a uma mas a todas as gerações - é aqui que rompe o paradigma.

há uma visão de pertença e globalidade - claramente que ao viver em cada época e interagir com todos os novos desafios por adaptação natural incluímos em nós um conjunto de características que marcaram cada geração.

o que nos define não é a geração em que nascemos, mas o como vivemos cada nova geração que partilhamos.

 

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