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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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homem que é homem não ajuda em casa

porque tem o homem de ajudar em casa?

ele trabalha todo o dia, precisa de chegar a casa e relaxar, descansar!

esperem! a mulher também…

mas reafirmo a questão: porque tem o homem de ajudar em casa?

é uma questão de princípio, cultura ou educação?

e nós, mulheres, pelos mesmos princípios, cultura e educação não nos abeiramos deles, quase com medo de incomodar, a pedir ajuda? ou, coitados deles nem entendem o porque, desatinamos feitas loucas porque eles não nos ajudam e mais … não colaboram contribuindo ainda mais para o caos.

os homens são mais descontraídos do que as mulheres…pudera! quiçá se sentissem que têm a responsabilidade do trabalho, da casa, dos filhos… quiçá estariam um pouco mais cansados, preocupados, contraídos.

sim, há muitos que ajudam. mas não deviam.

homem que é homem não tem que ajudar a mulher em casa!

sabem porquê?

porque a casa e as suas lides não são uma responsabilidade da mulher.

no meu código genético não estão encriptadas as lides domésticas.

se assumimos uma relação de iguais, assumimos responsabilidades iguais.

e entre iguais se partilham tarefas, responsabilidades … e aí sim um pode ajudar o outro… como iguais.

mulheres: retiremos de nós este peso de achar que somos nós que temos de fazer as coisas. que se a camisa não está engomada é porque falhamos, se o pó abunda é porque somos porcas… libertemo-nos do preconceito e do peso cultural e assumamos que entre iguais, responsabilidades iguais.

não digo que seja fácil, mas como em tudo, se não se iniciar a mudança esta não ocorrerá. com o simplex, deliciosamente descontraído e distraído, uma vez tive que lhe por as coisas nestes termos: “estamos aqui duas pessoas, se tu não fizeres nada quem achas que fará tudo?” não digo que o tenha transformado a 100%, mas asseguro-vos que lhe “caiu a ficha”; a partir daí foi-se responsabilizando também. e acredito que com trabalho (de ambos - porque sim: temos de os educar) cheguemos ao equilíbrio, quase, perfeito.

homem que é homem não ajuda em casa

 

diz-se que: as mãezinhas dos nossos meninos poderiam ter sido um pouco mais feministas e contribuído gradualmente para a igualdade entre géneros, no entanto optaram por os apaparicar e perpetuar a sua inutilidade e desresponsabilização nas tarefas do lar. camaradas confio que eduquem os vossos filhos e filhas no princípio da igualdade, a eles por razões óbvias e a elas para não sentirem o peso da responsabilidade unilateral que nós hoje, embora recalcado, ainda sentimos.

 

#repost

quando aprender é um hobby

ACMA

nas minhas viagens pela blogosfera, descobri um projeto aliciante: a cultura mora aqui (acma). o acma, que surgiu em setembro de 2016, acolhe bloggers e youtubers que partilhem o desejo de contribuir para a promoção cultural. esta é a minha primeira participação no projeto e espero não desiludir!

 

 

sou uma pessoa inquieta e de mente agitada, facilmente me aborreço da rotina e do que é norma. não sou desordeira, mas não pertenço a rebanhos. esta característica desde sempre se manifestou, em diversos aspetos da minha vida. o desejo constante de fazer tudo, de aprender tudo, de conhecer tudo, de querer tudo!, foi muitas vezes motivo de inquietações, stress e frustrações.

com o tempo, fui aprendendo que uma vida não chega para sermos tudo o que desejaríamos. é, portanto, fundamental viver e aproveitar cada dia para rentabilizarmos este tempo ao máximo! procurar, encontrar, desenvolver projetos que nos desafiem e serenem a nossa ânsia de ser mais.

profissionalmente, estou condicionada pela formação que escolhi e pelo emprego que conquistei, mas, nos meus tempos livres, sou dona de mim! a minha capacidade de sonhar e desejar, saber e fazer é a força mobilizadora para o desbravar de novos caminhos e da conquista de novas competências.

sou eclética no que toca ao desejo de aprender! gosto de temas de psicologia, ciências ocultas, desenho gráfico, design de interiores, redes sociais, marketing, fotografia, culinária, tecnologia, desporto, reiki, educação…. adoro fazer coisas (bijutaria, bricolage, costurar, cozinhar, jardinagem!) e escrever (para blogs, artigos soltos) e tenho ainda uma paixão que tudo conjuga: viajar! não só pelo prazer de ir, mas pelo prazer de me entranhar nos locais – nas ruas, nas tradições, nas pessoas – e absorver tudo o que conseguir, para integrar em mim novos odores, cores, visões!

a minha entrega a cada paixão é intensa e, por vezes, também efémera. há paixões que se instalam em mim, outras que se esgotam no básico das primeiras aprendizagens, mas o desejo de saber, conhecer e fazer mais estão sempre presentes.

no âmbito das paixões mais vincadas, todas ligadas a áreas criativas, já fiz vários trabalhos como freelancer, na área do desenho gráfico, da escrita de artigos, do design de interiores e até da gestão de redes sociais; contudo, não era esse o meu objetivo quando comecei a desenvolver conhecimento sobre os assuntos e a experimentar diversas técnicas, mas acabou por acontecer. a paixão, o perfecionismo e a vontade de aprender mais refletiam qualidade. devemos valorizar e acarinhar todas as nossas paixões, pois, um dia, elas podem libertar todo o esplendor que temos em nós!

 

 

 

 

este é um projeto de construção partilhada, qualquer blogger/youtuber pode participar, só tens de enviar um email para acma.cultura@gmail.com e informar do teu interesse.

não te esqueças de visitar a página de facebook e dar uma olhadela aos outros participantes!

tive a sorte de nascer neste país

sou mulher.

sou portuguesa.

gosto do meu país.

gosto de ser mulher e ter nascido neste país.

gosto de ter nascido num país livre e democrático.

a história poderia ser outra.

poderia ter nascido noutro país no qual pelo simples facto de ter dois cromossomas x, poderia não ter direitos, poderia não ter escolhas. podia ver os meus sonhos vetados ou quiçá nem seria capaz de sonhar. 

ontem, a propósito do dia internacional da rapariga, pensei nisto.

li dados sobre o não cumprimento dos direitos humanos (educação, saúde), a descriminação e a violência contra as mulheres, o casamento infantil ou mutilação genital. direitos negados, práticas ultrapassadas.

tenho grande respeito pela cultura de cada povo. é de grande pretensão avaliar e julgar estando de fora. no entanto, quando da vida humana se trata, não deverá ser a diferença de um cromossoma que ditará a supremacia da cultura sobre a integridade física e psicológica.

desde 2014, quando a jovem paquistanesa, malala yousafzai, recebeu o prémio nobel da paz, a luta pelo direito à educação ganhou um rosto, e muito já se fez. mas há ainda muito a ser feito.

Malala Yousafzai

imagem retirada daqui 

 

enquanto mulher ser humano fico chocada com muito do que leio. queimada viva foi dos livros que mais me custou a ler. durante a sua leitura só pensava na sorte que tive em nascer onde nasci.

estive este ano no dubai. não querendo entrar muito na religião, mas sendo aqui quase inevitável, considerei sempre a religião muçulmana opressora das mulheres (reconheço a minha análise ocidental e com pouco aprofundamento sobre a matéria, pois o que chega a nós é sempre o pior).

voltando ao dubai. visitei a mesquita jumeirah (bela obra arquitetónica) e de extrema simplicidade no seu interior (um espaço de culto sem ostentação - como me pareceu que deve ser). no entanto, lá está a minha veia profissional em destaque, o que mais me cativou foi "quem" e "como" é realizada a visita. a visita, feita por uma mulher, é enquadrada no projeto "open doors, open minds" do centro para o entendimento cultural sheikh mohammed. de forma simples e com bom humor desmistificou muitas das ideias preconcebidas sobre a mulher na cultura muçulmana; por exemplo referiu que o uso de burka é uma escolha de cada mulher  (claro que desconfiada como sou, questiono a veracidade total do testemunho). 

 

independentemente de tudo o que foi feito e há a fazer pelo reconhecimento do direitos das raparigas e das mulheres, reitero: tive a sorte de nascer neste país à beira mar plantado

 

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