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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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combate às estrias durante a gravidez

as estrias são um dos pesadelos para as grávidas.

eu, que já possuo algumas desde a adolescência, senti que esta seria uma das minhas maiores lutas (já que a barriga ainda estava imune a esta praga).

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aconselharam-me iniciar a luta assim que engravidei. eu muito obediente assim fiz. "fui à loja" e lá estava uma promoção da halibut  derma mamã ... 2 x 1 ... tendo boas referências da marca, comprei. com boa textura (nutritiva sem ser excessivamente gorda) e boa absorção foi um creme que satisfez as minhas necessidades durante o primeiro trimestre.

li e ouvi muito sobre óleos hidratantes e decidi adiciona um à minha rotina. encontrei um em promoção num site e encomendei: just for mums. gostei muito do óleo por ser super fácil de aplicar - usava-o à noite. foi também a minha opção para férias pois os seus 50ml permitiam-me levá-lo na bagagem de cabine.

ao finalizar o segundo semestre a sentir a barriga em tensão, a esticar no - que me parecia - o seu limite, decidi que deveria intensificar a hidratação recorrendo ao sempre aconselhado creme gordo e à nova moda, o bio-oil (optei pelos dois produtos pois gostei da rotina de creme de manhã e óleo à noite):

o creme gordo da barral é  maravilhoso. estou fã. é denso mas com boa absorção. transmite-me segurança.

o bio-oil deixa-me indecisa em comparação a outros óleos (com preços mais simpáticos). é sem dúvida um excelente produto hidratante e com boa absorção, não sei é se é melhor que os outros e se é compensadora a diferença de preço.

 

pelo caminho ficam outros produtos que não me convenceram e por isso abandonei:

- creme gordo da vasenol: é um creme hidratante para os primeiros meses de gravidez, mas de todo não me convenceu para a exigência do último trimestre;

- creme gordo da wells: uma desilusão! uso-o como um creme hidratante normal para o corpo!

- cocoa butter da palmers: é um creme que me desagradou quer pela textura - dura, tinha de a derreter nas mãos antes de aplicar-, quer pela difícil absorção.

 

até agora só posso dizer que a minha "barriguinha" mantém-se livre de estrias…mas a verdade é que o “pior” está por vir. vamos lá ver se as minhas escolhas correspondem às minhas expetativas!

 

respeito pelo corpo alheio

sempre fui uma pessoa com aversão ao toque.

o nosso corpo é uma coisa muito nossa. o nosso espaço interpessoal, o nosso refúgio.

quem convive comigo sabe disso. não sou uma pessoa de muitos abraços e amassos. sinto grande desconforto quando estes existem e ainda mais, quando têm uma duração (mais) prolongada (e aqui entenda-se que, quando tem mesmo de haver este contato físico, para mim o suportável é um chega cá, vai pra lá, quase instantâneo – existirão psicólogos na blogosfera a analisar este meu trauma ).

agora com a gravidez as pessoas, estupidamente, acham que o meu corpo é do povo. agarra aqui, abraça ali e um constante e promiscuo toque na minha barriga. esta situação tem-me desagradado m.u.i.t.o. eu evito ser antipática e rude. fujo discretamente, viro, afasto-me… mas as pessoas parecem não perceber. sei que a frontalidade é o caminho – ou ficar fechada em casa, mas porra que as pessoas parecem tão sensíveis! fico sempre com a sensação que me vou sentir uma grande cabra se pedir que “por favor não me toque na barriga” ou “importa-se de respeitar o meu espaço” ou “a quem pediu autorização para espetar as suas patas em cima de mim” (sem desprimor para os seres de patas).

acredito imenso em energias…e essa passagem de mãos pela pele que protege a minha bebé do meio exterior, perturba-me!

acho que vou ter de adquirir uma destas maravilhosas t-shirts (ver slide… vale a pena) …agora o difícil é escolher qual. mais, tenho de assegurar que tem também tradução em português e que o tamanho é razoável para uma leitura ao longe! talvez não seja má ideia acrescentar luzes de sinalização, para evitar um “não reparei”.

 

 imagens retiradas do google

 

pessoas lindas que por aqui passam, assim como não entramos na casa de uma pessoa sem ser convidados ou sem autorização, não toquem na barriga de uma grávida a não ser que ela vos autorize. pode ser mesmo muito desagradável para a pessoa e muitas vezes poderá não ter a ver convosco… mas sim com o sentir da grávida. respeitem o corpo e o sentimento alheio (depois envio-vos discretamente uns quantos emails para que, como quem não quer a coisa, lhes enviem este post! )

ácido fólico e gravidez

quando informei a minha médica da minha intenção de engravidar e após um rol de exames médicos, receitou-me a toma de folicil – ácido fólico (vitamina b9). o ácido fólico é uma substância que previne malformações no feto, especificamente na constituição do tubo neural podendo afetar  o desenvolvimento da espinal medula; a médica considerou que deveria iniciar a toma de imediato – referiu que não tinha nenhuma contraindicação.

ácido fólico

passados 3 meses e estando a acabar os comprimidos fiz uma pesquisa sobre o assunto. e bem…fiquei algo reticente quanto à toma deste suplemento.

a organização mundial de saúde recomenda que as mulheres grávidas saudáveis tomem 0,4 mg de ácido fólico por dia. parece que o problema prendem-se com o respeito por esta quantidade, visto que para alem do suplemento (cuja dosagem pode variar) uma alimentação saudável inclui imensos alimentos fonte desta vitamina.

verificou-se, num estudo levado a cabo pela faculdade de medicina da universidade do porto e da universidade católica e publicado no journal of endocrinology, que  “a exposição a quantidades excessivas de ácido fólico durante a gestação pode aumentar o risco de as crianças virem a sofrer de diabetes e de obesidade”

um outro estudo, realizado em miami (eua), “revela que grávidas que tomem suplementos vitamínicos com ácido fólico em excesso pode aumentar o risco de autismo” (dados aparentemente não verificados).

como a minha gravidez ainda está em lista de espera, decidi não fazer nova toma do suplemento e intensificar o consumo de alimentos que aportam naturalmente esta substância ao organismo (pelo menos enquanto não se verificar a gravidez, depois seguirei as instruções da médica). a questão é que não me faz sentido tomar este suplemento por tempo indeterminado, visto não saber se irei ou não engravidar.

 

alimentos ricos em ácido fólico/ vitamina b9:

hortaliças verdes - espinafres, brócolos, espargos, couve, alface, feijão-verde; e outros vegetais como a beterraba, abóbora, cenouras, nabo

leguminosas - feijão, grão-de-bico, milho, lentilhas, ervilhas,...

fruta - abacate e destaque para os citrinos: laranja, morangos, framboesas, ...

queijo pasteurizados - camembert, brie, ilha, flamengo, …

ovo

miúdos de aves, fígado

carnes vermelhas, morcela, fígado de vitela

sementes e frutos secos

chocolate preto

 

diz-se que: "a espinha bífida é uma condição em que a espinal medula fica exposta. se as vértebras da coluna vertebral que rodeiam a espinal medula não fecharem corretamente durante os primeiros 28 dias depois da fertilização, o cordão de nervos da espinal medula poderá malformar-se especialmente na parte inferior da coluna. isto pode provocar danos no sistema nervoso central." fonte: de mãe para mãe

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