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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível

o que torna alguém irresístivel

 

recordando os estudos científicos da mami.

 

na continuação do estudo iniciado com o objetivo de responder à questão o que deves dizer ou fazer para o teu engate fugir (a correr), esta semana lançamos a questão inversa: o que deves ter, dizer ou fazer para seres irresistível, em mais um post enquadrado na rubrica de estudos sociológicos no café.

 

mantemos o mesmo rigor científico e a mesma equipa de investigação.

amostra: 8 indivíduos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 38 e os 71 anos)

questão: o que a pessoa deve ter, dizer ou fazer para ser irresistível?

obtivemos os seguintes resultados:

 

respostas do sexo feminino:

.ter peito largo (porto de abrigo)

.cheirar bem e ser quente

.bem vestido (sapatos com pompom, camisa às riscas e pullover vermelho ao pescoço)

.ter tatuagens (ar de bad boy)

.um olhar desafiador

. um registro criminal significativo

 

respostas do sexo masculino:

.mostrar sem mostrar

.um olhar cativante

.um bom rabo

 

observação significativa:

onde estão as questões emocionais e as características pessoais?

o que nos atraí é apenas o físico, preferimos não saber mais (para assim viver a ilusão da paixão)?

 

e para ti, o que torna alguém irresístivel?

 

vamos afastar quem não nos merece!

ao ler o texto “não tens razão”, da miss l, lembrei-me de situações que já me magoaram muito nas minhas relações.

muito dona do meu nariz, nunca fui de aceitar cinzentos no que toca a afetos. as pessoas querem ou não querem estar connosco. respeitam-nos ou não. valorizam-nos ou não.

nunca mendiguei, nem nunca desperdicei os meus afetos.

estranhamente as mágoas afetivas que guardo nunca foi com namorados. devo-as todas a (ex)amigos. amigos que não souberam lutar pela nossa relação. amigos que perante os ciúmes das namoradas optaram por se afastar.

nunca entendi tal comportamento. não consigo sequer explicar o sentimento de traição que senti. pois como é óbvio, falo de relacionamentos de amizade vincada e alimentada por anos de relacionamento. talvez eu tenha esse karma. aconteceu-me com 3 amigos, em diferentes fases da minha vida.

a minha reação? um corte definitivo. se fomos descartados, postos de lado e esquecidos, temos o direito a fazer um delete nessa pessoa. ninguém tem o direito de magoar ninguém, de trair a sua confiança e apor em causa anos de relacionamento!

embora achasse as gajas, promotoras da situação, parvas, nunca as responsabilizei. a mim nada deviam. quem me devia consideração era ele.

que fraquinhos os meus (ex)amigos. incapazes de lidar com a pressão da nova namorada. inábeis de me ir introduzindo a pouco e pouco na relação, quebrando as inseguranças das miúdas, e possibilitando que também nos tornássemos amigas. atrasados!

acredito em cortes radicais. só esses permitem fechar a ferida. não dão espaço a que hajam recorrentes toques na ferida, fazendo-a sangrar. doeu, curou, passou.

extremismo? talvez.

eu prefiro chamar-lhe autopreservação do ser!

o texto da miss l fez reavivar estas emoções negativas, mas, simultaneamente, fez-me reafirmar a certeza na minha decisão de afastar essas pessoas da minha vida (mesmo quando após o término da relação tentaram reaproximar-se).

relacionamentos

 

por vezes é bom estar errado

amizade

 

tenho andado por aqui com dilemas internos, que na verdade de dilemas têm pouco, pois nada tenho a fazer.

é mais uma questão de preocupação e agora desabafo.

sabem quando percebemos que há alguém que está a ir pelo caminho errado, não porque sejamos os donos da verdade ou mestres em futurologia, mas porque tudo isso indica? aliás sabemos que se a pessoa alvo da nossa preocupação, não estivesse envolvida, teria exatamente a mesma visão.

então que fazer? pois, nada.

não tem a ver com cobardia. nunca me abstive de dar a minha opinião (os que me rodeiam bem o sabem, coitados). mas uma coisa é alertar para o evidente, outra coisa é insistir e imiscuir.

feita a primeira parte, responsabilidade para com quem amamos, agora só me resta apoiar e acompanhar. esperando que a queda não seja (muito) grande ou aspirar a que, mesmo que tudo diga o contrário, eu esteja errada.

por vezes é bom estar errado.

por outras, temos de respeitar o direito de quem amamos a errar

 

 

 

 

antónio lobo antunes surpreendeu-me!

nunca fui cativada pela escrita de antónio lobo antunes, mas ao ler a sua crónica na visão desta semana, numa homenagem ao seu amigo miguel veiga, fiquei maravilhada com a sensibilidade, abertura e afeto, arrisco a dizer ternura, de que fala daquele homem seu amigo. confesso nunca imaginar tal sensibilidade num homem, preconceito ou não, sempre intui que embora sentissem não teria a coragem, pela imposição do machismo (ainda) vigente, de tornarem esses pensamentos e sentimentos visíveis, audíveis para outros.

 

numa passagem do texto podemos ler:

“O Miguel era, para começar, absolutamente irresistível, com um charme único e um extraordinário sentido de humor. Depois era inteligente. Depois era terno. Depois era irónico. Depois era de uma generosidade sem limites. Depois possuía carácter. Depois era bondoso. Depois era firme nas suas convicções. Depois era inabalavelmente fiel nas suas amizades. Teve para comigo gestos de uma extraordinária delicadeza, para além de uma elegância extrema.”

 

Que bela e genuína declaração de amor por outrem. Que enaltecedor elogia à amizade. Quantos de nós fizemos ou teremos tecido um elogio tão natural e sublime a quem amamos?

este texto fez-me pensar nas pessoas da minha vida que deveriam ouvir uma mensagem como esta. não são muitas, mas são aquelas que me estruturam e me fazem sentir segura e amada. merecem um elogio assim, uma declaração de amor, um obrigada por fazerem parte de mim.

obrigada senhor antónio lobo antunes por me puxar à terra, por me (re)lembrar a importância de dizer a quem amamos porque os amamos; de lhes agradecer com justificação, porque um obrigada é importante, mas um obrigada por fazeres de mim melhor é muito mais sentido.

 prometo voltar a pegar na memória de elefante que há uns anos pus num canto e dar-me a oportunidade de entender a obra. porque alguém que enaltece assim um amigo, só pode ter um grande coração e uma mente lúcida!

 

café

 imagem retirada daqui

 

continuando a saga dos 30 dias de gratidão  #10 porque sabor estás mais grata hoje?

O intenso sabor de uma grande chávena de café preto, sem açúcar, ao acordar!

desafio do advento #9

 

desafio do advento #9

liga ao teu melhor amigo (amiga) para saber dele/a; um telefonema ocasional que não poderá terminar sem lhe dizeres que gostas dele/a e o feliz que és porque faz parte da tua vida.

 

But what it is, though old so new
To fill your heart like no three words could ever do

I just called to say I love you
I just called to say how much I care

 

 

por curiosidade: qual foi a reação da pessoa?

 

calendário do advento #8

calendário do advento #7

calendário do advento #6

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calendário do advento #4

calendário do advento #3

calendário do advento #2

calendário do advento #1

músicas & momentos

todas nós temos aquela(s) música(s) que ouvimos no final de uma relação. músicas que nos ajudam a martirizar e a abrir as torneiras :)

acho terapêutico cantar aos berros entre lágrimas o nosso desamor.

as nossas amigas são companheiras na nossa viagem e pesquisa no youtube das nossas músicas.

a coisa acaba mais ou menos sempre igual: gargalhadas entre lágrimas, um "copito" (adoro eufemismos) a mais e um gang feminino contra o sexo masculino - o visado e todos os outros, pois claro, são todos iguais.

este é um belo exemplo desses momentos:

fica a letra e o original de massiel

deja de pensar, y cuéntame,
ya se que ayer estabas junto a él y hoy
se ha ido.
ya se que has compartido junto a él
la noche tibia y el amanecer.
ya se que as descubierto junto a él,
la dicha.
ya se que se a parado tu reloj,
pero ahora mismo vas a echarlo andar,
es pronto para dar por un amor,
la vida.
coro
bailaremos un vals,
tomaremos después una copa de más,
y hasta que salga del sol cantaremos al son
de una vieja guitarra.
brindaremos por ti,
brindaremos por el porque le vaya bien,
y mañana verás que es mejor olvidar
que llorar un amor.

vuelve a sonreír, olvídate,
la vida es ancha y estos golpes del amor
se olvidan.
después de cada noche sale un sol,
y vuelven las gaviotas a volar,
después de la tristeza nacerá
la dicha.
sí hoy te han maltratado el corazón,
y duerme junto a ti la soledad,
no importa porque empieza un día más,
la vida.

 

diz-se que: no hay mal que dure 100 años ni cuerpo que lo aguante

intromissão ou dever?

amizade

sempre tive a perspetiva de que os amigos são as pessoas que devem dizer o que ninguém tem coragem ou o direito de dizer. aquele espelho sem filtro no qual nos vemos. aquele que sabe que podemos reagir mal à primeira (porque dói o que ouvimos) mas que depois iremos agradecer. isto para mim sempre foi um dever e uma responsabilidade.

porém a experiência mostrou-me que nem sempre os nossos amigos querem esta honestidade. não querem lidar com os factos que temos para lhes apresentar e querem viver na ilusão velada que criaram para si. 

"chapar na cara" aquilo que tentam esconder de sí mesmos é deixá-los entre a espada e a parede... situação que dispensam pois não querem ter de tomar uma decisão sobre esse assunto.

portanto, tenho tido vários debates de consciência nos últimos tempos. quem eu era não os teria. quem eu sou acha que devo respeitar a opção do meu amigo em "fechar" os olhos. contudo, onde fica a minha responsabilidade de amigo em querer o melhor para ele? Por outro lado, onde fica a liberdade dele para decidir o que considera ser melhor para ele?

quais são os limites da nossa intromissão na vida dos nossos amigos? devemos aguardar que nos perguntem e aí libertar a nossa honestidade ou devemos intervir libertando-os da sua cegueira autoimposta?

 

diz-se que: a nossa liberdade termina quando começa a liberdade do outro

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