Follow my blog with Bloglovin

Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

quando o amor não chega

quando sabemos que estamos perante o final de uma relação?

quando temos que aceitar que amar não chega?

quando atirar a toalha ao chão?

 

sinto-me perdida, sem rumo e incapaz de tomar uma decisão - seja ela qual for, estou literalmente perante o "should i stay ou should i go"

já ouvi diversas vezes e em diferentes contextos que atualmente não se investe nas relações; que já não existem uniões de 20, 30, 40 anos; que há facilitismo e desprendimento nos afetos.

por outra lado há a "morte anunciada" de uma relação. quando sabes que a partir de determinado ponto as coisas só se vão degradar; tens consciência disso, mas teimas em ignorar.

existirá um meio termo?

um cinzento quase azul no qual consciente das limitações e das mossas na relação seja possível investir, sem te perderes no processo?

o que é razoável ceder? o que é razoável aceitar?

como desemaranhar este nó que se formou em nós e dificulta a nossa ação, o nosso discurso?

devia existir uma cirurgia a lazer que  quebra-se todos os nós que nos impedem de falar do coração...quebrar a pedra do ressentimento, da raiva, do orgulho, da implicância, do querer a todo custo mostrar ao outro a nossa razão.

não percebo se me desgasta mais a discussão pela luta do poder e da razão ou esta luta interna de tentar perceber de devo ceder ou não ceder.

não sou perfeita. ele não é perfeito. somos humanos. gostamos um do outro. somos diferentes. partilhamos valores.

habituamo-nos a viver sozinhos. a fazer as nossas escolhas. a viver ao nosso ritmo. por vezes nos acertamos. por vezes conseguimos comunicar, conseguimos ouvir. por vezes somos empáticos. por vezes deixamo-nos assombrar pelos nossos fantasmas. por vezes somos, por vezes gostaríamos de ser.

quando tudo parece perfeito acontece algo, aparentemente, insignificante para nos destabilizar com um fervor atroz!

estamos ambos a desistir. é palpável a tensão, a dor, a tristeza, o cansaço. um de nós avançará nesse sentido, ou no outro.

como saber se a nossa felicidade está na nossa relação ou no que virá depois dela?

sinto já que estou a fazer o luto. sem dramatismos, apenas uma profunda tristeza. já tenho idade e experiência de vida para saber que nada é eterno. que o amor não mata e que a dor se ultrapassa. mas isso não torna as coisas mais simpáticas  e menos dolorosas no agora.

 

 

104 comentários

Comentar post

Pág. 1/3

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

instagram

facebook

pinterest

blogs portugal

Follow

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D