Follow my blog with Bloglovin

Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

as mulheres e o sexo

as mulheres e o sexo

as mulheres e o sexo - imagem retirada daqui

 

escutei várias vezes homens referirem que as mulheres estão menos predispostas para o sexo.
presenciei desabafos de mulheres que estavam radiantes por se terem "safado" de fazer sexo com o parceiro.
e eu, enquanto espécime do género feminino, tenho a declarar que não considero ter menos "vontade" ou “apetência sexual” do que o meu .mais.que.tudo. – não obstante questiono como se avalia efetivamente vontade.

sei que não sou a exceção entre as mulheres. as mulheres temos uma forma diferente de reagir e lidar com os nossos instintos mais primários, tirando-lhes a sua espontaneidade e envolvendo-os num emaranhado emocional e racional - indivíduos do género masculino, embora esteja evidentemente a chamar-vos básicos, em minha defesa quero que fique claro que considero, que no que refere ao sexo, essa característica é uma virtude.
os homens respondem aos seus instintos de forma física e básica- pouco de racional terão as suas ações neste contexto, exceção feita, espero eu, a assuntos de cariz ética e moral.
para as mulheres,  salvo as normais exceções, tudo é um processo. subsistem sempre muitas coisas na cabeça de uma mulher, ela não desliga. há complexidades emocionais (que podem ir até ao século passado!), carências (nem sempre –aparentemente- justificáveis), inseguranças (ui as inseguranças, reais e imaginárias), desejos e expectativas (o que criámos para nos tramar!). há um conjunto de diversas questões que condicionam a libertação da sua vontade, porque não separa o físico do emocional (questão já abordada em orgulho & relacionamentos)

o sexo é físico mas a mulher emoldura-o em emoção e debate-o com a razão. perfeito seria: deixar o físico arrebatar, a emoção acariciar e o racional. envolvido nesta sensação de leveza e bem-estar, validar a perfeita escolha do "deixar-se" ir.
infelizmente não é assim que funcionamos. temos a sensibilidade à flor da pele. a vontade de marcar a nossa posição, capa a nossa vontade e impede a primorosa possibilidade de libertação.

mulheres:

pelo pleno gozo da nossa sexualidade, por favor, sejam mais básica! ouçam, aceitem, respeitem e satisfaçam os desejos do vosso corpo.

permitam-se ser felizes: galhofem, sejam criativas, surpreendentes, sensuais e desafiadoras.

recordem sempre que: uma alma feliz só se desenvolve num corpo feliz.

 

as aparências iludem

já aqui confessei a minha paixão pelo instagram. é a minha rede social favorita.

sou apaixonada por estímulos visuais, explosão criativa e enfoque nos detalhes.

claro que nem todas as contas têm este potencial, nem mesmo a minha - infelizmente (embora trabalho no sentido de a melhorar e potenciar, é um desafio pessoal torná-la melhor, mais rica, procurando que me satisfaça...o que de todo não é fácil  )

este vídeo curtinho propõe-nos uma reflexão sobre o outro lado do instagram... o que pode estar, ou não, por trás das fotografias que vemos.

 

orgulho & relacionamentos

sou fã confessa da série dharma & greg. a série integra princípios que partilho quanto às diferenças entre as pessoas e o respeito por essas mesmas diferenças.
foi com esta série que  obtive uma das maiores aprendizagens sobre relacionamentos. aprendizagem que perpetuo sempre que consigo que o orgulho não vença!


num episódio da série - que não encontrei para partilhar aqui, os pais de dharma (protagonista da série) estão severamente furiosos um com ou outro por um motivo que não recordo - como acontece com a maior parte das discussões com os noss@s mais.que.tudo, a dada altura já nem nos lembramos das razões (ou falta delas) que abriram as hostilidades.

voltando ao episódio da série, a dada altura os pais de dharma saem do quarto, evidentemente após o coito – amei integrar aqui esta frase! dharma ao ver a cena e sabendo da zanga dos país, intrigada questiona-os.

os pais respondem descontraidamente que continuam zangados, mas que o corpo e as suas necessidades e que estas não devem ser afetadas pela diferença de perspetiva que de momento os assola.


este tipo de visão e a simplificação e simultânea valorização das necessidades físicas em relação às diferenças de cariz intelectual/comportamental/emocional, não as subjugando, exige uma grande maturidade e valorização da relação enquanto um todo.

seriamos todos mais felizes se elegêssemos essa via. acabaríamos de modo mais célere com discussões! seriamos capazes de visualizar de modo mais claro pelo que vale ou não vale a pena discutir!

quantas vezes não procuramos o afastamento do outros, pois sabemos que a sua proximidade nos fala “baixar a guarda”, mas que mal pode nos poderá isso fazer?! ah, pois… vai fazer moça na porra do orgulho!


o orgulho é uma arma e uma fraqueza. muitas vezes, alimentado pelo medo e insegurança, domina as nossas ações. passa um dia, passam dois, passa uma semana, um mês... e de repente estamos a partilhar a vida com um estranho e o mais triste é quem nem sabemos bem porque começou esse afastamento!


o orgulho é um dos principais inimigos dos relacionamento  - para não dizer o pior! também padeço deste mal, nem sempre tenho a clareza de espírito para me lembrar disso, na hora. mas recorro a esta aprendizagem antes de permitir que ele consuma e destrua a relação que com o tempo fomos construindo.


o físico e o emocional estão conectados. por quê desgastar-nos se um abraço (mesmo que negado à partida) pode acalmar a nossa ira, deixar-nos respirar e aclarar a mente.

não tenham medo, não resistam a quando estiverem zangados terem a coragem de abraçar, de beijar, de possuir aquele ser que tanto amam e que tanto vos ama. verão que depois, já mais calmos, pois a raiva terá dado lugar ao afeto, estarão mais recetivos a ouvir o outro e conseguirão expor as vossas questões desprovidas das “artimanhas” criadas pela zanga; estarão mais abertos à negociação e à reconciliação.

 


para quem não conhece deixo aqui um episódio da série - escolhido ao acaso , pois todos são geniais!

 

nem sei ...

sou uma rapariga que gosta de sair, viver novas experiências, conhecer coisas novas.

gosto de gastronomia, música, exposições, desporto, viagens…tupo o que desperte os meus sentidos e amplie a minha visão do mundo.

há uma profissão transversal a todos estes tipos de eventos: segurança privada. eventos com a participação de muitas pessoas têm de prever um conjunto de aspetos que assegurem a proteção/segurança dos participantes (e dos bens), o que entendo e agradeço enquanto frequentadora.

sempre trabalhei em contacto direto com pessoas (beneficiárias dos meus serviços), nem todos os dias estava bem disposta, nem todos os dias me apetecia lá estar, nem todos os dias o sorriso brotava naturalmente no meu rosto. no entanto, assim que alguém entrava pela sala adentro eu repetia na minha cabeça: esta pessoa nada tem a ver com a tua vida e as suas circunstâncias, estás qui para ela, dá o teu melhor. e isso fazia. o sorriso e o bom dia lá saiam e as coisas fluíam. se era fácil? por vezes não, mas eu estava a trabalhar, tinha uma missão ética e profissional a cumprir.

voltando aos seguranças, com os quais já tenho uma bagagem de experiências pouco positivas, não é que tenha uma situação a cada evento, mas já tive algumas. estava eu no fim de semana sossegadinha, desta vez estada mesmo sossegada, quando no final de um evento um segurança abeira-se de mim e convida-me a sair. simpaticamente informei o sr. que estava a aguardar que a minha amiga saísse da casa de banho. o sr. diz que terei de esperar “lá em baixo”. eu, tentando não o mandar dar uma volta ao bilhar grande, expliquei que tinha a carteira da minha amiga e por tanto não devia sair dali pois ela teria dificuldades em encontrar-me. o parvo do homem (sim já mudei o tom) insiste que devo sair e faz aquele gesto de me tocar no braço para me indicar o caminho.

.pa.r.o.u. .t.u.d.o.

disse-lhe que agradecia que não me voltasse a tocar. ele respondeu duas ou três barbaridades e retirou-se. entretanto já se tinham aproximados mais 3 seguranças (eu devia ser mesmo muito importante). chega a minha colega. e um deles diz-me: já pode então retirar-se. pronto, prendi o burro e disse que só o faria quando o colega me pedisse desculpas pelo modo em como me tratou.

lindo.

outro segurança – o ameaçador - bem de trás e diz-me: sai pelo seu pé ou sai com a psp. (coitados, mal sabem eles da minha experiência nestas andanças). disse que aguardaria então pela psp ou pelo pedido de desculpas do colega.

outro segurança – o pacificador – tenta uma abordagem emocional: sabe que estamos cansados e só queremos ir para nossas casas descansar, por favor, colabore.

eu questiono: não estão eles a trabalhar? colabore? um imberbe qualquer, brutamontes achando que manda em alguém, é rude e mal educado e eu tenho de ter pena do sr. porque está cansado?!

os seguranças têm de ter formação e têm de estar preparados para lidar com pessoas aos mais diversos níveis. ter pulso para gerir estas situações, encontrarem alternativas. é impensável um segurança maltratar uma pessoa sem razão alguma – só porque não a venceu com argumentos bacocos e irracionais.

respeito todas as profissões e respeito os bons profissionais. senhores seguranças como estes (o mal educado e o ameaçador) ateiam o rastilho, não podem de todo cumprir este tipo de funções. não podem, de todo, lidar com o público. onde está a entidade que regula este tipo de profissões? como são escolhidos estes profissionais?

por vezes é bom estar errado

amizade

 

tenho andado por aqui com dilemas internos, que na verdade de dilemas têm pouco, pois nada tenho a fazer.

é mais uma questão de preocupação e agora desabafo.

sabem quando percebemos que há alguém que está a ir pelo caminho errado, não porque sejamos os donos da verdade ou mestres em futurologia, mas porque tudo isso indica? aliás sabemos que se a pessoa alvo da nossa preocupação, não estivesse envolvida, teria exatamente a mesma visão.

então que fazer? pois, nada.

não tem a ver com cobardia. nunca me abstive de dar a minha opinião (os que me rodeiam bem o sabem, coitados). mas uma coisa é alertar para o evidente, outra coisa é insistir e imiscuir.

feita a primeira parte, responsabilidade para com quem amamos, agora só me resta apoiar e acompanhar. esperando que a queda não seja (muito) grande ou aspirar a que, mesmo que tudo diga o contrário, eu esteja errada.

por vezes é bom estar errado.

por outras, temos de respeitar o direito de quem amamos a errar

 

 

 

 

egoísmo e amor, podem coexistir?

como já aqui referi sou da opinião de que não temos que gostar de todas as pessoas, mesmo que estas entendam que querem relacionar-se connosco. é uma questão de liberdade individual.

 

egoismo

 imagem retirada daqui

 

esta afirmação torna-se paradoxal nas relações por afinidade. teremos o direito de negar a relação com uma pessoa que seja significativa para alguém que amamos? independentemente das razões  - reais ou imaginárias - que possam existir.

 já todos questionamos (pelo menos mentalmente)  a escolha de namorad@ dos noss@ss amig@s? do nosso irmão? da nossa filha? - vá não neguem! e, nesses  casos, puxando da nossa maturidade, engolimos as nossas questões e apoiamos. porque este é o limite da nossa liberdade: a liberdade do outro. nestas relações afetivas a escolha não é nossa - nem tem de ser,  a relação é deles. e, caso não se verifique nada que vá contra o bem-estar de quem amamos (violência, traição, parasitismo…), pomos o melhor sorriso e extravasamos simpatia, para não causar tristeza naquela pessoa de quem tanto gostamos. aqui, car@s, temos que relacionar-nos mesmo que não gostemos da pessoa, sobrepondo o nosso amor por alguém à antipatia por outro (mesmo que intragável).

 Por acreditar e praticar isto, quando surge na minha vida uma pessoa infantil e egoísta que não respeita a escolha do outro, fazendo exigências e ameaças, fico azul! como lidar com alguém que não se importa de magoar quem amamos?

 esta é uma situação pessoal que me aflige há já algum tempo, no entanto quero esclarecer que não tenho nenhuma mágoa por um estranho não gostar de mim, honestamente. até é gratificantes não despender o meu tempo e energia a tentar ser simpática. mas incomoda-me por ser uma situação que afeta e entristece a pessoa que amo - um ser equilibrado que tenta gerir a situação, lidando com a pressão e esperando que, como se por magia, ela desaparece-se (a situação, é claro)

 

como pode um adulto magoar quem ama? afastá-lo de si?  

eu sei que é recorrente nas relações amorosas, mas nas filiais que sentido faz?

são relações independentes, vidas independentes.

presenciar este egoísmo faz-me fervilhar a bílis!

 

 

 

30 dias de gratidão - #20 por quem na tua vida estás grata?

[erro ao carregar a sua resposta]

ops...parece que restringir a resposta apenas a uma pessoa é uma questão de resposta imposível!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

instagram

facebook

pinterest

blogs portugal

Follow

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D