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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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alien: covenant ... isto não é um review é um desabafo

alien-covenant-1280.jpg

imagem retirada daqui

 ontem fui (arrastada) ao cinema ver o alien covenant.

os argumentos utilizados basearam-se muito pelo meu saudosismo pela saga alien...mas eu já deveria ter percebido que isto do saudosismo nunca é bom.

nós gostamos de determinadas coisas, em determinadas fases/idades da nossa vida. e é lá que devemos deixar esses momento e magníficas memórias.

com saudades da maravilhosa sigourney weaver que me fazia encolher ou saltar da cadeira, fechar os olhos, largar gritos estúpidos ou até chorar no allien 4 - quando teve de matar o próprio filho (alien); lá cedi em ir ver o alien covenant.

e o que tenho a partilhar convosco é curto e grosso: um filme que não envolve o espectador; previsível; com pouquíssimos pontos de intensidade; sem suspense; e terei de repetir...muito, muito previsível não desafiando a inteligência nem as emoções do espectador.

 

overnight oat de maça e canela ... em deliciosas camadas

ingredientes:
.2 colheres (sopa) de flocos de aveia
.2 colheres (sopa) de leite (de origem animal ou vegetal)
.1 maça pequena (ou ½ maça grande) cortada aos cubos
.1 iogurte solido

.1 colher (sobremesa) de sementes chia

.1 colher (chá) de canela

.1 colher (chá de mel)

 

overnight oat de maça e canela

 

 

preparação em camadas:

coloca num frasco com tampa, os flocos de aveia e o leite. deixa repousar por 10m.

adiciona os cubos de maça e polvilha-os com a canela.

sobrepõe o iogurte misturado com a chia.

finaliza com o mel.

fecha e leva ao frigorifico durante a noite.

 

Prepara-te para um doce acordar!

 

diz-se que: ao servir podes acrescentar nozes trituradas

 

 

mami vai ao white lirium

a blogosfera tem-me trazido muito de bom.

tenho "conhecido" pessoas fantásticas e vivenciados experiências novas.

tem sido uma descoberta e crescimento maravilhoso.

um dos aspetos que mais gosto é a interação com outr@s bloggers, e foi neste contexto que a adorável vera, do blog white lirium, me abriu as portas do seu espaço 

fgd.png

neste post fiz algo que nunca faço por cá: falar dos produtos que uso.

deem uma espreita ao post e ao blog...vão gostar 

 

no dia de hoje

hoje assinala-se o dia internacional de luta contra a homofobia e a transfobia, sabes porquê? 

porque a 17 de maio de 1990 foi retirada a homossexualidade da classificação internacional de doenças da organização mundial de saúde (oms).

a minha admiração, só em 1990? e do nada só me vem à memoria o filme philadelphia com tom hanks.

 

achei este vídeo delicioso e perfeito para assinalar esta data

casar? não, obrigada!

casamento? não, obrigada!

já fui uma princesinha que sonhava com o seu dia de reinado.

aos 20 anos já tinha tudo planeado.

aos 25 decidi avançar.

aos 26 dei por terminada tamanha loucura.

após decidir avançar com o casamento começamos a projetar o próximo ano: arranjar um espaço onde morar, organizar um casamento, preparar a viagem de lua de mel...

recém licenciados, o dinheiro era curto. um dia estávamos a discutir a aquisição de um LCD. eu estava a tentar ser racional e sugerir uma aquisição contida pois teríamos de ter também dinheiro para a nossa viagem. foi aí que o meu ex-mais-que-tudo assinou a sua sentença: "para que vamos gastar dinheiro indo para um lugar se podemos ter o mundo numa televisão top?" a imagem que tenho desse momento foi a de um cachorrinho que primeiro pasma e depois roda a cabeça para tentar compreender o que está a ser dito. após segundos desta postura canina argumentei "ver e viver são coisas completamente diferentes!". não obtive a compreensão que esperava sobre este assuno e ele também não.

este episódio não levou ao final da nossa relação, mas suscitou o principio do fim. nesta simples situação percebi que tínhamos visões diferentes do que queríamos para a nossa vida e passei a estar mais atenta a pequenas situações. por exemplo, eu trabalhava longe, fazia diariamente 120km para ir trabalhar. no final do primeiro ano decidi mudar-me para a localidade onde trabalhava - pela distância e pela necessidade do meu espaço, depois da faculdade foi muito difícil readaptar-me a viver em casa dos meus pais. o meu ex-mais-que-tudo para além de se opor - como se tivesse esse direito - ainda teve a lata de envolver os meus pais na confusão. esse foi o ponto final. e o pensamento: "como é que esta postura possessiva e redutora me passou ao lado ao longo de 5 anos de relação?" resposta imediata: 5 anos de faculdade e um namoro de fim-de-semana!

quando não há responsabilidades e decisões um relacionamento pode ser perfeito. quando se começa a perspetivar uma vida e a ser adulto começamos a perceber o que queremos e o que não queremos. e eu queria poder decidir o que era melhor para mim. fazer o meu caminho. atingir as minhas metas.

depois deste episódio não voltei a pensar em casamento. e que se entenda que não o digo com tristeza ou desilusão, mas sim com pragmatismo.

na minha vida adulta acompanhei muitos casamentos. vi muita coisa que me desagrada: dependência, possessividade, traição, submissão... assisti também a muitas coisas boas: cumplicidade, companheirismo, dedicação ... mas no fim o saldo nunca me convenceu, sobretudo quando entrava o divórcio e se descobriam obscuros, dívidas... e um rol de problemas.

claro que os prejuízos e benefícios das relações são semelhantes entre os casados e os que vivem em união de facto. a diferença é a facilidade com que podemos bater com a porta e tratar das questões legais. sei que é também esta diferença que pode levar a um investimento e entrega menor. mas é a procura do equilíbrio e da felicidade que guia a nossa conduta e as nossa decisões. lamento não acreditar no amor para sempre mas a vida mostrou-me que esse tem edição limitada e é só para os elegidos! 

a união de facto foi para mim uma excelente opção, assegurando os benefícios e limitando os riscos.

ontem voltei a pensar no casamento.

em conversa com uma mulher que muito admiro, viúva recente em que desconhecia a sua história, falou-me do marido, da sua doença e da luta de ambos. a determinado momento da conversa disse-me que passados 29 anos de viverem em união de facto decidiram casar. a razão? ela poder tomar decisões sobre a doença/tratamento do marido. referiu situações em que se sentiu posta de lado e ambos temeram que se ele perdesse faculdades eles deixariam de ser ouvidos. foi super engraçado ouvi-la a relatar o seu dia de casamento, com total despreendimento e como um processo administrativo e burocrático como tantos outros. não casou pela ilusão de uma amor, casou para ter a certeza que perante a lei poderia fazer o seu papel de cuidar e garantir os desejos de com quem construiu uma vida.

a união de facto é reconhecida pela lei, os direitos dos cônjuges estão assegurados, mas na prática ainda se encontram entraves e dificuldades ... pelo menos em meios mais pequenos.

 

diz-se que: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ... mudam-se as motivações. 

queijinhos para o trivial

trivial

imagem retirada daqui

 

queijinho castanho

em que data portugal ganhou pela primeira vez o festival da eurovisão da canção?

13 de maio de 2017

 

com que canção portugal ganhou pela primeira vez o festival da eurovisão da canção?

amar pelos dois, de luís sobral, interpretada por salvador sobral

 

queijinho laranja

em que data o benfica se sagra, pela primeira vez, tetracampeão no futebol?

13 de maio de 2017

 

que treinador levou o benfica a ganhar o tetracampeonato português de futebol?

rui vitória

 

queijinho amarelo (aqui tenho dúvidas quanto à cor, aceitam-se sugestões)

em que data o papa francisco canoniza Jacinta e francisco, os mais jovens santos da igreja católica?

13 de maio de 2017

 

é maravilhoso quando a história do nosso país se escreve perante os nossos olhos! 

Melhor ainda, quando para os distraídos, como eu, temos de fixar apenas uma data: 13 de maio de 2017! 

podemos perder a vontade de fazer sexo?

já um bocadinho fartinha de todos os especiais do papa francisco, fiz um zapping enquanto comia a minha deliciosa panqueca de aveia e, parei na sic caras, chamou-me a atenção um certo alvoroço (ao nível de galinhas no galinheiro) que lá decorria, no programa passadeira vermelha.

mas a verdade é que no meio daquilo tudo, o cláudio ramos estava a defender uma ideia, que me fez ficar para perceber melhor os seus argumentos.

ora bem, um programa que tinha 3 mulheres, diferentes idades, e o cláudio.

o sr defendia que não devemos deixar de praticar sexo, pois se o fizermos, retomar a prática é difícil. na linguagem depreendia-se a ideia de que é relativamente simples desabituarmos e deixarmos de sentir necessidade de sexo.

confesso que a ideia prendeu-me. pela minha necessidade de refletir sobre ela. o galinheiro dificultava o raciocínio do sr., mas ele foi avançando: "um casal zanga-se e deixam de fazer sexo, passa uma semana, duas e de três já são quatro. quando se apercebem passou um ano. as pessoas vão-se desabituando e depois a reaproximação não é fácil, as pessoas já não sabem como o fazer. perdem a intimidade e têm receio."

as demais pessoas no programa brincavam com o tema, foi genial a forma como ele as confrontou perguntando se sendo mulheres não tinham noção disso. não sou fã do sr mas gostei da forma frontal e franca de como falou do assunto e apresentou os seus argumentos (que não se destinavam apenas a pessoas com um relacionamento estável).

sempre me questionei se eu teria um problema quando ouvia amigos e amigas, descomprometidos, dizer que não podiam viver sem sexo – claro que se destacava o género masculino. que era impensável um mês sem a sua prática. determinada noite um amigo disse que tinha estado 3 anos sem praticar sexo, referindo com humor, que tinha sobrevivido. defendia uma postura muito semelhante à minha. temos que estar predispostos, mas temos também de sentir a vontade de o fazer com alguém em particular e não de fazer por fazer . nós não somos puros animais instintivos, a evolução trouxe-nos a capacidade de pensar e sentir.

conheci uma pessoa linda, por dentro e por fora, que teve uma desilusão amorosa aos 20 anos. essa situação afetou-a de tal forma que esteve 10 anos sem voltar a estar sexualmente com alguém. fechou-se de tal forma à possibilidade, que simplesmente a ignorava. efetivamente teve muita dificuldade em retomar a sua vida sexual.

infortunadamente também conheci casais em que o orgulho e o tempo os afastou, tornando-os perfeitos desconhecidos dentro das suas próprias casas.

consigo perfeitamente enquadrar nestes casos o raciocínio do cláudio ramos. sinto, no entanto, a necessidade de defender, sobretudo quando não estamos dentro de uma relação, que não temos de fazer sexo só por fazer, só para não perder o “ritmo”, isso pode ser contraproducente e deixar-nos uma horrível sensação de vazio. devemos sim estar predispostos a. não nos fecharmos à possibilidade à espera do ser que idealizamos e que poderá nunca chegar! o nosso corpo e a nossa alma precisam do toque do outro, mas de um outro significativo (nem que seja porque houve uma forte atração ou uma conexão mental).

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