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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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3 restaurantes que adoro no porto

a cidade do porto é linda e repleta de boa gente. a sua deliciosa gastronomia é, sem dúvida, outro aspeto a enaltecer!

 

a oferta de restaurantes é diversa e estes são, por enquanto, os meus preferidos:

 

.1. lado b – para a bela da francesinha. afirmando que têm a melhor francesinha do mundo têm o que para mim é the best: um molho com um ligeiro toque picante! (rua de passos manuel 190/192, frente ao coliseu).

lado b porto

 

.2. abadia do porto. comida tradicional portuguesa com confeção de excelência e uma carta de vinhos extraordinária (rua ateneu comercial do porto, 22/24)

abadia do porto

 

.3. la ricotta – gastronomia italiana deliciosa e a um preço acessível. ok não é gastronomia local, certo. mas para quem, como eu, adora comida italiana, esta é uma excelente escolha! ao almoço (incluindo fim-de-semana) existem menus por 12,50€ cuja composição é deliciosa, a começar logo pelas entradas! (rua de passos manuel, nº18)

 

 como sou rapariga de bom garfo aceito as vossas sugestões de restaurantes na cidade do porto...até porque rumo a norte este fim-de-semana 

como a infância marca as nossas relações futuras

recentemente comecei a ler o livro “todo o amor do mundo” de harville hendrix - casa das letras. é um livro de psicologia para casais. comecei a lê-lo por curiosidade, encontrei-o perdido no meio de outros livros que vou comprando para depois ler. não me recordo o que me fez adquiri-lo, mas parece que ainda não tinha sido o momento de o ler - acredito fortemente nisto: “não há acasos” e “tudo tem o seu tempo”.

tenho uma amiga com a qual partilho de uma grande empatia mental e já abordámos várias vezes, do ponto de vista de leigas na matéria, mas considerando as nossas vivências pessoais e capacidade de observação dos outros, a questão associada às nossas escolhas de parceir@.

sempre que uma de nós ou um(a) outro(a) amigo(a) via a sua relação terminada, surgia o lugar comum “são tod@s iguais” … mas a verdade é que não são todos iguais, nós – cada um de nós -  escolhe é sempre igual – mesmo que a embalagem mude. por isso os nossos relacionamentos acabam por ser “sempre a mesma coisa”.

com os nossos rudimentares conhecimentos de psicologia e a minha interminável paixão por freud, concluímos, nos nossos devaneios, que procuramos no nosso parceiro alguém à imagem do nosso pai (no caso das meninas), por ter sido este o nosso primeiro amor, por sempre nos ter transmitido segurança … e outras coisas que tal.

neste livro que agora leio, verifico que a nossa teoria existe, está validada e fundamentada (é bom saber que se tem espírito científico J ).

a teoria apresentada no livro tem alguns aspetos que diferem, ou melhor, que aprofundam a nossa própria teoria. o principal aspeto é que nós não procuramos no nosso companheiro o nosso pai. procuramos sim, uma pessoa que possua características dos nossos pais (ambos) ou de quem os substituiu na nossa educação, com as quais não conseguimos lidar na infância; assim, numa perspetiva extremamente masoquista, pretendemos resolver com a nossa cara metade as situações/questões que não conseguimos resolver com os nossos pais. o autor aprofunda os vários fenómenos psicológicos associados a esta questão (aconselho quem tem interesse nesta temática a ler o livro).

o aspeto que quero aqui destacar é a perspetiva do “peso” da infância em toda a nossa vida e a nossa teimosia em querer projetar os “problemas” não resolvidos na relação com o nosso parceiro, podendo por em causa esta relação (e outras que lhe sigam, assim como as que lhe antecederam). esta nossa postura, mesmo que inconsciente, não será mera cobardia de enfrentar a real causa desses problemas, ou seja, os nossos pais?

e o que faz de nós, enquanto pais, esta teoria? seres temerosos de condicionar para todo o sempre a vida destas pequenas e indefesas criaturas? devo aqui confessar uma das minhas grandes cobardias: a maternidade. sempre receei a responsabilidade ad eternum do “ser mãe”, sendo depois confrontada com o receio idiota de não o ser (gajas! diria o meu.mais.que.tudo.)

bem, voltando ao livro, o autor refere que somos seres insatisfeitos; que, quanto mais temos, mais queremos; e que, portanto, o facto de termos coisas a resolver com os nossos pais não quer dizer que tenhamos tido uma má infância, quer apenas dizer, a meu ver, que somos picuinhas :D

assumindo esta teoria como certa ou pelo menos uma das possíveis, decidi fazer um quadro comparativo entre o meu pai e os meus namorados (mais) a sério. na verdade, encontro muitos pontos comuns que facilmente consigo identificar. e mais, consigo ver o meu pai em várias fases da sua vida, a sua evolução enquanto pessoa e companheiro e creio que, inclusive, as minhas escolhas têm acompanhado essa evolução. sendo que existem características transversais a todas essas escolhas.

Mas, a minha mãe onde está?

o terror da aceitação: está em mim! tudo o que me custou e mais me custa a lidar com a minha mãe, está nos comportamentos que não consigo controlar e mais detesto em mim!

meditação

comecei a fazer um curso de meditação.

meu objetivo: desenvolver a minha capacidade de concentração e esvaziar a mente.

coisas aparentemente simples mas verdadeiramente difíceis.

o curso é composto por 8 sessões de 1h30m cada. já fiz 4 e … ainda não consigo focar a mente por mais de 1 minuto. assim que dou conta já lá estou com qualquer coisa no pensamento. lá uma coisa não sou: cabeça oca!

pensei que seria mais fácil a aplicação das técnicas, que são bastante simples, mas insuficientes para me manter focada.

uma aula para mim é mais ou menos assim:

.exercícios de respiração: terrível, assim que tomo consciência da minha respiração fico com dificuldades em respirar!

.canto de mantras: até doí a minha falta de musicalidade … já para não falar de que cantar em sânscrito é para mim, como tentar imitar o som de uma ave qualquer de uma savana africana (não percebendo o que digo e nem sabendo ao certo se faço a correta entoação).

- conseguir alinhar a respiração com a entoação dos mantras uma missão impossível! –

mesmo com todas a minhas dificuldades e lutas para tentar “atinar”, cada sessão permite-me efetivamente ter um momento só para mim, em que pela exigência dos exercícios abstraio-me das questões do dia-a-dia, só por isto já é positivo (na última sessão relaxei tanto que a luta interna foi por não adormecer!)

não sei se após a conclusão do curso seguirei ou não uma prática de meditação. esta é exigente quanto a regularidade e rotinas (todos os dias, à mesma hora – preferencialmente às 6h da manhã e, sempre que possível, no mesmo local)… e eu tenho algumas dificuldades no que toca a rotinas :/

considero muito valiosa a participação neste curso, pois para além da aprendizagem das técnicas em si, tenho aprendido imenso sobre a filosofia da meditação, em geral, e sobre a filosofia do mestre sri chinmoy, em particular.

meditação

imagem retirada daqui

escolhas

temos medo de envelhecer?

eu tenho! numa perspetiva algo diferente – penso eu.

tenho medo de não conseguir viver tudo o que desejo viver.

choose-the-right-direction-1536336_1920.jpg

 

imagem retirada daqui 

 

houveram já coisas que deixei para trás porque só faziam sentido em determinada fase da vida ou em determinada idade – não partilho da frase “nunca é tarde para fazermos o que queremos”.

isto entristece-me.

sei que é impossível fazer, numa vida só, tudo o que a minha vontade exige, por uma questão de tempo e de dinheiro.  esta consciência trouxe uma nova relevância à palavra “escolhas”. mas surge aqui uma dualidade: como “esquecer” a opção que se deixou para trás?; como não sobrevaloriza-la por ser a preterida?; como gerir os “se’s”?

uma seca eu sei.

tenho imensa dificuldade em fazer escolhas. sobretudo porque quero tudo, fazer tudo, ter tudo. frustra-me a realidade de assim não ser. no entanto, passada a pressão da escolha, o sentimento de insegurança, o receio de estar a errar … (na maioria das vezes) vivo tranquilamente com a minha decisão. embora, surja por vezes, uma certa melancolia pelo que poderia ter sido, se a escolha fosse outra.

 

somos o resultado das nossas escolhas

e

muitas vezes é o que deixamos para trás que nos permite seguir em frente.

sumos detox

como toda e qualquer pessoa lá explorei o mundo detox.

não porque esteja convencida de que seja o melhor método para encontrar o equilíbrio, mas porque efetivamente é uma forma fácil de ingerir diversos nutrientes.

há misturas que não me convencem…tudo o que é demasiado verde arrepia-me… para isso prefiro as sopas. por isso, dígamos que sou uma pseudo seguidora da onda detox.

sempre bebi, religiosamente, litro e meio de água por dia. não bebo água gelada – dá cabo da garganta; nem água às refeições- não dá gozo nenhum.

o que me dá gozo beber, geladinha, é a bela da mini! – e a garganta desta não se queixa. em casa ou no café, em convívio ou simplesmente para relaxar e acalmar a sede.

calma! não tenho nenhuma patologia aditiva associada – ainda.

um aparte: já repararam que neste nosso maravilhoso lugar, plantado à beira mar, é mais barato beber uma mini do que um sumo? e o que para mim é mais inconcebível: em alguns locais é mais barato beber uma mini, do que uma água!

voltando ao belo do sumo detox, esta primavera experimentei, a propósito de uma dieta detox de 3 dias que encontrei na net, os ditos cujos. na verdade gostei, quer do sabor, quer das potencialidades (sempre numa perspetiva de pequeno-almoço ou lanche pois confesso que gosto de comer, de trincar, de mastigar … e não apenas de beber).

desde então tenho experimentado algumas misturas (correndo umas melhores do que outras). como sou fã confessa do pinterest, por lá encontrei um imenso mundo de dicas e receitas de sumos detox 

para quem tiver preguiça de ir ao pinterest deixo aqui uma receita de um sumo detox simples e saboroso:

detox.png

 

irmãos

sou uma afortunada. os meus pais brindaram-me com dois maravilhosos irmãos. claro que nem sempre pensei assim. houve fases em que detestei a minha irmã, que veio para intrometer-se no meu espaço, que era cusca, que ia fazer queixinhas à minha mãe ou contar-lhe os meus “segredos”. depois veio o meu irmão, que fez com que a minha mãe exigisse de mim mais responsabilidade e que muitas vezes cuidasse dele, estragando os meus planos de pré-adolescente. sentia, no egoísmo próprio da adolescência, que os meus irmãos só me prejudicavam!

cresci e deixei de ser parva. gradualmente a relação com os meus irmãos foi-se desenvolvendo. a cumplicidade com a minha irmã foi uma das minhas maiores conquistas. o meu irmão é e será sempre o casula, aquele que faz todas as asneiras do mundo e é mimado por toda a gente.

o facto de estas pessoas existirem na minha vida dá-me um conforto estremo, um segurança afetiva, quiçá, primitiva.

não defendo que a família é uma certeza incondicional, pois infelizmente já conheci alguns casos em que estes foram os primeiros a virar as costas. mas creio que isto está muito relacionado com os valores que nos são incutidos.

expectativas e mau feitio

que raio de cena a nossa de valorizar o que não temos! tendo tudo para se ser feliz, porque nos prendemos num pequeno pormenor e lhe damos uma dimensão descumunal? será masoquismo ou pura estupidez?

“hoje acordei e esperava o aconchego do meu mais.que.tudo. , um miminho, um pouco de dedicação, a decisão de por momentos me por em primeiro lugar, de me transformar na sua prioridade, do desejar agradar-me. o que aconteceu? absolutamente nada!

consegui sentir-me submersa numa grande poia. fiquei genuína e profundamente triste – ao ponto da sua presença me perturbar, pois aumentava a minha raiva. o que fiz? saí de casa (quem está mal muda-se, certo?!).

consegui encontrar fora as massagens que a minha autoestima exigia. entre diversos elogios, mensagens de afeto e abraços apertados, senti-me linda e mimada. mesmo assim não me sentia feliz. sentia, inclusive, uma espécie de raiva pelo seu desdém.

o problema? a expectativa.

achei que ele faria o que eu faria por ele: muitos miminhos, acordar cedo, pequeno almoço na cama, qualquer coisa especial … mas nada recebi. se não tivesse criado estas expectativas, não teria ficado magoada. mas podemos nós viver sem expectativas?”

Untitled design.png

imagem retirada daqui

 

texto irado escrito no primeiro aniversário da mami na companhia do seu mais.que.tudo.

por vezes sou uma menina mimada, sei que sim. mas acredito que tod@s temos o direito de o ser de vez em quando. neste dia superei-me!

mais.que.tudo. ficou perplexo com a minha dramática reação (penso que se não fugiu na altura só podia ser amor). explicou que não era do tipo romântico e que, como eu sei, não funciona pela manhã. que tinha tudo organizado para quando eu chegasse do trabalho. mas eu, com o meu excelente (mau) feitio, é obvio que não apareci para jantar.

esta foi a nossa primeira grande crise, sendo que a maior parte só foi vivida por mim 

viajar

o que nos atrai no viajar?

uns poderão responder que é o conhecer outros lugares ou, o ver outras realidades ou, ainda, conhecer novas pessoas e formas de estar; outros poderão dizer que é uma forma de sentir a imensidão do mundo ou a diversidade de formas de ver e sentir o outro.

haverá ainda quem, simplesmente, responda: porque gosto! ou, porque me da prazer! porque quebra a rotina ou porque me desperta os sentidos.

outras respostas existirão.

muitas pessoas não sentirão esta chamada, gosto ou necessidade de partir à descoberta do que o país, o continente e/ou o mundo tem para lhes oferecer.

eu, no purismo da verdade, é de mim que posso falar, viajo pelo prazer da descoberta de outros lugares e de outras formas de estar; fascinam-me os edifícios históricos e obras de arte, assim com as peripécias da d. arminda ou o tintinho que o sr. antónio oferece com orgulho.

gosto de ir aos locais e investir algum tempo a observar as pessoas, a ver a dinâmica local, a sentir o seu pulsar! perturba-me o "ir de passagem": um belo local, uma vibrante cidade, descaracterizam-se sem o seu entorno e suas gentes.

adoraria ser uma cidadã do mundo, com a garantia do aconchego do meu povo, mas com a liberdade de passar o tempo, que sentisse necessário, em cada lugar, de ter tempo para me entranhar nos locais, de me deixar mergulhar nas dinâmicas sociais, de conhecer as histórias das pessoas ...seria uma aventura genuinamente enriquecedora!

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imagem retirada daqui

a mulher portuguesa

hoje estou com este mood estranho ...

ninguém melhor do que, o génio, mec para descrever na perfeição este meu estado:

 

"Ora a Mulher Portuguesa é tudo menos «compreensiva». Ou por outra: compreende, compreende perfeitamente, mas não aceita. Se perdoa é porque começa a menosprezar, a perder as ilusões, e a paciência. Para ela, a reacção mais violenta não é a raiva nem o ódio – é a indiferença. Se não se vinga não é por ser «boazinha» – é porque acha que não vale a pena."

Miguel Esteves Cardoso, in ' A Causa das Coisas '

 

vale a pena ler a crónica completa aqui.

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