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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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3 restaurantes que adoro em aveiro

a veneza portuguesa, para além dos deliciosos ovos moles e das tripas doces, é rica em variada gastronomia.

 

as minhas sugestões para comer na cidade:

 

.1. tasca do confrade – na emblemática praça do peixe encontramos este restaurante de comida e decoração tradicional. excelente comida (qualidade e confeção) e um atendimento humilde e simpático (rua dos marnotos, nº34)

 

.2. giz – o meu restaurante de tapas em aveiro! (para quem deseje pratos completos é também uma excelente opção), com uma decoração que aposta nos pormenores. alguns imperdíveis: carpaccio de novilho, revueltos de alheira com espargos verdes, petinguinhas fritas, espetinho de camarão com queijo panado e muito mais (rua engº von haff 34)

 

.3. pizzarte – seguindo a minha paixão por comida italiana impossível não destacar este restaurante. tudo é delicioso e bem confecionado, a minha preferência cai sempre pelos crepes – de frango ou salmão e rúcula! (rua engº von haffe, 27)

 

jkljlkjl.jpg

 

aguardo que partilhem outros locais interessantes para se comer em aveiro

(uma espécie de) virose na blogosfera

já repararam que ultimamente há uma espécie de virose na blogosfera.

todas as semanas ao ler um post, de um blog que sigo ou de uma recente descoberta, lá aparece uma nova “vítima”.

tenho questionado se é do tempo, do ano ou se é mesmo da blogosfera. seja como for acho que a melhor estratégia é a prevenção. temos de ter cuidado, pois estas coisas pegam-se.

mas como pela boca morre o peixe … lá fui contagiada.

não se preocupem, estou a conseguir sobreviver estoicamente. confesso, até, ter desenvolvido um carinho especial pelo “virusinho” 

e assim, sem grandes demoras, partilho convosco que entrei no clube das grávidas da blogosfera.

eat-567454_1920.jpg

o estado do país #1

 

incêndios em portugal

 

considero-me uma moça com um coeficiente intelectual razoável.

sou socialmente adaptável às mudanças e exigências com as que constantemente me defronto.

as minhas competências pessoais e empáticas enquadram-se na média dos meus pares.

perante estes factos custa-me muito (muito mesmo) entender porque há coisas que não consigo entender.

uma destas questões é o "escândalo" no erro das contagens das vítimas do incendio de pedrogão. não se entenda com isto que considero indiferente haver mais uma ou menos uma vítima. não é isso. o que não entendo é porque se fazem manchetes atacando o governo e as entidades porque os números não estavam corretos e que os reais estão acima dos apresentados! depois de desmontada a(s) noticia(s) percebe-se que afinal estamos a falar que o (grande) erro de contagem é referente a uma vítima.

não seria mais pertinente e construtivo começar-se a trabalhar/ acelerar a reconstrução das aldeias, as indemnizações às vítimas, a prevenção de novas situações? porque esta perca de tempo? é um tapa olhos, uma desvio das atenções do cerne da questão? jogadas políticas em anos de eleições?

cada vez me identifico menos com os nossos meio de comunicação social nesta necessidade de esmifrar assuntos (quase) até ao ridículo.

 

 

 

sugestões para um verão no alentejo

adoro viajar.

sinto a necessidade intrínseca se sair, conhecer, viver!

quando passo algum tempo sem “sair” à descoberta de novos locais sinto uma inquietação difícil de explicar.

esta necessidade de conhecer novos locais, descobrir odores, diversificar o paladar, vibrar com novos ritmos (música, língua, cidades …) existe em mim desde que me conheço, paralelamente à minha constante insatisfação. as viagens alimentam-me de vida!

o lado b desta minha ânsia é que se satisfaz com a novidade quer seja no perú ou em piodão. não exige magnificência ou luxos. muitas vezes são as coisas mais simples que nos surpreendem ou encantam; outras é a sumptuosidade de grandes obras da natureza ou da humanidade.

férias no alentejo

 

estas férias andei pelo interior alentejano e vim de “barriga cheia”. portugal é belo, já sabia… as pequenas vilas e cidades alentejanas são adoráveis, descobri agora! cada local uma nova descoberta de beleza e características únicas, com uma gastronomia irresistível… e os vinhos… ai os vinhos!

a constante presença de castelos e muralhas, as estreitas ruas com pormenores catitas, os rios e barragens... foram pontos de deslumbramento. andei por:

.mértola cidade em que fiz a minha adaptação às elevadas temperaturas… umas horas na praia fluvial da mina de são domingos ajudou no processo. almocei um gaspacho soberbo no restaurante migas e o alojamento foi na casa rosmaninho com uma excelente esplanada e decoração antiga bem integrada

mértola

 

.moura onde no o vermelhudo comi as melhores migas desta minha viagem. o centro histórico é belo, com um jardim cativante nas noites de verão. a desilusão foi o hotel moura que embora o belíssimo edifício e bom pequeno almoço, o quarto que nos atribuíram tinha condições mínimas e até as toalhas estavam rotas

moura

 

.monsaraz deslumbrou-me com a sua beleza e a sua vista sobre o alqueva (aconselho a visita de barco à barragem com possibilidade de mergulho … memorável)

alqueva

 

 

ver o por-do-sol desde as muralhas do castelo de monsaraz é uma experiência imperdível e um jantar na esplanada do xarez é ideal para encerrar com distinção um belo dia. o alojamento foi no outeiro do barro (reguengos de monsaraz) decorado com muito bom gosto, um pequeno almoço com produtos locais de alta qualidade e a atenção e simpatia de quem recebe

monsaraz

 

.vila viçosa justificou a passagem para a visita ao seu castelo e ao paço ducal-muito bem conservado e com visita guiada

.estremoz exigiu uma vista a zona histórica e à herdade das servas onde encontrei o vinho branco herdade das servas colheira selecionada 2015 que se tornou o meu preferido deste verão! 

herdade das cervas

 

.santa eulália (próximo de campo maior) proporcionou-nos um paraíso em terras alenjanas! na casa da ermida de santa catarina, alojamento rural com pormenores deliciosos (assim como o seu pequeno almoço) uma vista genial e a possibilidade de andar de caiaque pelas águas da albufeira do caia.

santa eulália

 

.cáceres (tão perto impossível não dar um salto à nossa vizinha espanha) fez-nos descobrir uma maravilhosa vila medieval excecionalmente bem conservada. destaco o jantar divinal na taperia alboroque e o alojamento no nh collection cáceres palacio de oquendo (belo edifício bem localizado e com gente simpática)

cáceres

 

.portalegre deslumbrou-me com a sua zona histórica. ficámos alojados no rossio hotel – jovem hotel com excelentes condições e pequeno-almoço.

.montargil mais uma paraíso por mim desconhecido. uma extensa e bela barragem e um alojamento fenomenal no monte de portugal ideal para encerrar com chave de ouro as férias.  destaco a simpatia da anfitriã, com miminhos e cuidados para o máximo conforto, pequeno almoço com produtos frescos e “caseiros”. a herdade produz um azeite divinal! um almoço na petisqueira alentejana (ponte de sor) encerrou a degustação da gastronomia alentejana com umas deliciosas costeletas de borrego.

monte de portugal

 

 

diz-se que: quando organizai estas férias a escolha do itenerário prendeu-se com o baixo orçamento e as complicações do mês de agosto nas zonas mais “veranis”... há limitações que vêm por bem!

 

este post é referente às minhas férias de verão 2016 #repost

crenças e decisões

ao viver fui aprendendo que na vida não há certezas. o que é hoje, amanhã pode não ser. e o mais sábio é evitar usar as palavras "sempre" e "nunca".

certezas fora, acredito que na vida tudo tem uma razão de ser. não acredito num destino predefinido de sentido único. mas acredito que as nossas escolhas estão limitadas ou condicionadas por um conjunto de fatores (pessoais, sociais, culturais...); que temos uma missão a cumprir ou um desafio a superar.

o problema deste tipo de crenças surge quando somos colocados em situações em que nada parece fazer sentido, em que não encontramos o propósito daquilo acontecer e onde todas as escolhas possíveis comporta em si uma grande dor.

acredito que essas situações fazem parte do caminho que temos a percorrer, mas como fazer a "melhor" escolha?

como saber se escolher a fuga, mesmo que dolorosa agora, mas menos dramática a longo prazo, não implicará deixar a situação em aberto para resolver mais tarde, nesta ou noutra vida?

por ser uma pessoa de muita sorte estes percalços do destino, deixam-me completamente à toa, perdida, temerosa e indecisa.

devemos, nestas situações, minorar a dor a curto ou longo prazo? aceitar ou fugir do destino?

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 imagem retirada daqui

 

o meu roteiro pela ilha da madeira

aqui comecei a preparar a minha viagem à ilha da madeira, contei depois com a maravilhosa ajuda do sorriso incógnito e do blog da outra - excelentes dicas!

a minha viagem contava com a condicionante de os meus pais terem algumas limitações físicas, sobretudo no que se refere a longos percursos a pé; por esta razão eliminei, à partida, as levadas (ficarão para uma próxima) e tive de incluir, graças ao meu paizinho, o museu do cr7 que eu tinha naturalmente excluído (e tinha feito bem!).

no dia da nossa chegada (sábado) fomos brindados, na marina do funchal, com um espetáculo de fogo-de-artifício! parece que no verão faz-se o concurso para escolher as empresas que irão abrilhantar a noite de passagem de ano.

deixo aqui a minha experiências com os meus must e os dispensáveis desta viagem:

dispensáveis:

museu cr7 – não encanta. é simples. um mostruário dos trofeus do craque, com pouca graça ou interatividade.

 

ver slides »

 

must:

- mercado dos pescadores: o espaço é convidativo pelas suas cores e odores, mas também porque se sente um vibrar único quer dos vendedores quer das pessoas e sua curiosidade!

- centro histórico do funchal: um passeio agradável e visualmente muito rico!

- pico do areeiro: foi o meu top 1 da madeira! senti que estava nas nuvens! uma visão linda e única

- miradouro do cabo girão: uma vista vertiginosa, uma experiência imperdível!

- câmara de lobos: aldeia de pescadores pitoresca, com muitas cores e belas ruelas.

- vila de santana: vale pela fotografia de postal

- ribeira brava: gostei muito do seu centro aberto, excelente para um lanche

- curral das freiras e miradouro: entre vales e montanhas temos uma noção diferente da ilha

- piscinas naturais de porto moniz e toda a sua envolvência: um belo contraste entre a beleza e a força da natureza

-praias (machico, faial, calheta e praia formosa): só porque sim, porque adoro praia

 

o que ficou “pendente”:

-levadas

- passeio em carrinhos de cestos  (meus companheiros de aventura acharam “pouco seguro” e que eu devia “estar (mais) tolinha”!

- elevador panorâmico fajã dos padres (estava mau tempo quando fomos e a descida até à praia não fazia sentido)

- jardim tropical do monte palace (porque o tempo, esse malandro, não deu para tudo)

 

gostei imenso da ilha e desta viagem mas, em plena honestidade, tenho de confessar que a ilha da madeira não me deslumbrou. na dualidade das nossas ilhas (aqui falando de madeira e são miguel) terei de assumir, como na expressão americana: “dog person or cat person”, que eu sou uma “azores person”.

conversas de criança

sou fã incondicional do meu sobrinho (4 anos). ele tem uma personalidade única e uma postura de "não estou nem aí".
 
estou em mês de aniversário e a minha mana partilhou esta conversa entre o meu sobrinho e a minha mãe - que estava claramente a meter-se com ele:
 
mãe: ricardo já compraste a prenda à tua tia?
sobrinho: não tenho tempo, ainda tenho de pensar (com ar ocupado)
mãe: eu acho que vou comprar-lhe umas cuecas....
sobrinho: se for (com marcada indiferença), não te esqueças que têm de ser grandes que a tia é grande!
 
juro que o meu imc está dentro da média 
 

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