Follow my blog with Bloglovin

Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

creme de brócolos

tenho lido maravilhas sobre as diversas qualidades nutritivas dos brócolos

não é um alimento que muito me fascine, portanto decidi integrá-lo de forma mais regular na minha alimentação através da sopa. 

pesquisei, pesquisei, pesquisei e encontrei uma receita de sopa de brócolos que poderia confecionar com os legumes que tinha em casa e sem batata (pois quero ver se abato um par de incómodos quilitos - coisa de nada é claro :D ).

a receita original é do blog sabores da minha cozinha.

como tenho por hábito cozinhar em doses industriais para depois congelar em doses individuais dupliquei a receita. 

optei por utilizar brócolos congelados (na cozinha pratico a lei do menor esforço…me confesso) e vinagre balsâmico ao servir.

creme de brócolos

 

ingredientes:

.2 cebolas jeitosas

.4 dentes de alho

.600g de brócolos congelados

.2 courgettes

.azeite, sal, água e vinagre balsâmico q.b.

 

preparação:

.corta a cebola às rodelas e os alhos ao alto. coloca-os numa panela com um pouco de azeite e deixa cozinhar até a cebola amolecer e loirar timidamente.

.corta a courgette, com casca, às rodelas e coloca na panela. mexe, tempera com sal e tapa. deixa cozinhar cera de 5 minutos.

.acrescenta os brócolos congelados. mexe e tapa por mais 5 minutos.

.adiciona água quente até cobrir os legumes. deixa cozinhar por 10 minutos.

.retifica o sal e tritura o preparado até obteres um creme homogéneo.

 

 ao servir:

adiciona umas gotas de vinagre balsâmico

 

diz-se que: a sopa é super boa, baixa em calorias e fácil de fazer!

 

espreita outras receitas:

frango com vegetais - receitas para congelar

salada de bacalhau com feijão frade - simples & rápida

 

 

a propósito de gerações

no meu último post "à procura do caminho" partilhei um vídeo que apresentava e explicava a relação com o trabalho/emprego visto pelas diferentes gerações (milenares, baby boomers, geração x), com uma abordagem breve das suas características. nos comentários a inês e o mundo acrescentou ainda a geração y e erreguê os centenials.

ontem estive num encontro literário que contou com a presença de mário zambujal, a dada altura do seu excelente discurso refere que ao longo dos seus 80 anos já passou por várias gerações (até aqui nada de novo) e que por tanto não pertence a uma mas a todas as gerações - é aqui que rompe o paradigma.

há uma visão de pertença e globalidade - claramente que ao viver em cada época e interagir com todos os novos desafios por adaptação natural incluímos em nós um conjunto de características que marcaram cada geração.

o que nos define não é a geração em que nascemos, mas o como vivemos cada nova geração que partilhamos.

 

prazeres vitais

prazeres vitais é um blog fora da caixa... não pela originalidade do conteúdo mas pela abordagem.

é um blog direto, de situações pessoais e banais. o que me atrai é a frontalidade e naturalidade como as coisas são expostas. ao ler é com se estivessemos a ouvir um amig@ a contar as suas periécias, sem rodeios ou floreados.

desprovido de interesse sobre o que os outros pensam ou em ser politicamente correto.

gosto da sua transparência, da diversidade de temas e da aus~encia de "falinhas mansas".

claro que por vezes é muito cru...mas a verdade é que faz-nos sempre pensar sobre o assunto.

visitem e decidam por vocês mesm@s 

top 25 | musicas da minha vida parte - 1

num comentário ao meu post sobre o que escondem as letras das músicas o meu novo "amigo" smurf falou-me sobre o top 25 de músicas da sua vida.

ora aqui está um exercício que nunca fiz. nunca refleti sobre quais seriam as 25 músicas que marcaram a minha vida.

agarrei mais este desafio de autoconhecimento e está a ser uma viagem genial (pelo tempo, por lugares, momentos e pessoas).

fiz uma viagem cronologica ... aqui os minhas primeiras 5!

 

1 - a canção do genérico da heidi ... em espanhol é claro :)

apanhei-me muitas vezes em crescida a cantar esta canção (mesmo sem estar com os copos)

  

 

 

2 - hino nacional da venezuela

canteio durante todos os dias do ano letivo, pontualmente às 07h00, de uniforme e em posição, durante 9 anos

 

 

 

3 - vinho verde (roberto leal) ... não fosse eu emigrante!

ainda hoje, quando ouço esta canção, sinto uma saudade difícil de explicar

 

 

 

4 - no basta (franco de vita). das canções mais profundas; a que mais me fez pensar; com a que mais me identifiquei, do ponto de vista do filho com os pais sempre ausentes porque a isso o trabalho obrigava - havia uma fosso entre o que os meus pais pensavam que eu precisava, e o que eu efetivamente precisava.

deste grande senhor guardo ainda hoje uma expressão de uma outra música sua

"un extranjero nunca tendra pátria"

 

 

 

5 - histórias del primeir amor (menudo) - amava, amava, amava :D

o meu quarto forrado a cartazes. foram a minha primeira grande paixão.

esta canção era a minha preferida, ainda hoje a canto de uma ponta à outra!

 

 

 

diz-se que: recordar é viver!

tive a sorte de nascer neste país

sou mulher.

sou portuguesa.

gosto do meu país.

gosto de ser mulher e ter nascido neste país.

gosto de ter nascido num país livre e democrático.

a história poderia ser outra.

poderia ter nascido noutro país no qual pelo simples facto de ter dois cromossomas x, poderia não ter direitos, poderia não ter escolhas. podia ver os meus sonhos vetados ou quiçá nem seria capaz de sonhar. 

ontem, a propósito do dia internacional da rapariga, pensei nisto.

li dados sobre o não cumprimento dos direitos humanos (educação, saúde), a descriminação e a violência contra as mulheres, o casamento infantil ou mutilação genital. direitos negados, práticas ultrapassadas.

tenho grande respeito pela cultura de cada povo. é de grande pretensão avaliar e julgar estando de fora. no entanto, quando da vida humana se trata, não deverá ser a diferença de um cromossoma que ditará a supremacia da cultura sobre a integridade física e psicológica.

desde 2014, quando a jovem paquistanesa, malala yousafzai, recebeu o prémio nobel da paz, a luta pelo direito à educação ganhou um rosto, e muito já se fez. mas há ainda muito a ser feito.

Malala Yousafzai

imagem retirada daqui 

 

enquanto mulher ser humano fico chocada com muito do que leio. queimada viva foi dos livros que mais me custou a ler. durante a sua leitura só pensava na sorte que tive em nascer onde nasci.

estive este ano no dubai. não querendo entrar muito na religião, mas sendo aqui quase inevitável, considerei sempre a religião muçulmana opressora das mulheres (reconheço a minha análise ocidental e com pouco aprofundamento sobre a matéria, pois o que chega a nós é sempre o pior).

voltando ao dubai. visitei a mesquita jumeirah (bela obra arquitetónica) e de extrema simplicidade no seu interior (um espaço de culto sem ostentação - como me pareceu que deve ser). no entanto, lá está a minha veia profissional em destaque, o que mais me cativou foi "quem" e "como" é realizada a visita. a visita, feita por uma mulher, é enquadrada no projeto "open doors, open minds" do centro para o entendimento cultural sheikh mohammed. de forma simples e com bom humor desmistificou muitas das ideias preconcebidas sobre a mulher na cultura muçulmana; por exemplo referiu que o uso de burka é uma escolha de cada mulher  (claro que desconfiada como sou, questiono a veracidade total do testemunho). 

 

independentemente de tudo o que foi feito e há a fazer pelo reconhecimento do direitos das raparigas e das mulheres, reitero: tive a sorte de nascer neste país à beira mar plantado

 

adorei a seleção, mas amei a claque das ilhas faroé

estou mega feliz pelo brilho da seleção portuguesa de futebol no jogo de qualificação para o mundial 2018 contra as ilhas faroé.

pela talento dos jovens jogadores e pela construção de uma boa dinâmica.

fiquei ainda mais deslumbrada com a postura dos adeptos da equipa das ilhas faroé. sempre em festa, a cantar e a dançar, mesmo perdendo 0-4, a cantar o seu hino nacional enquanto portugal visa mais um golo. e no final do jogo a louvar a sua equipa e a cumprimentar a nossa.

são todos tugas os que me leem, pelo que não tenho de explicar qual seria a nossa postura se o resultado fosse inverso num qualquer estádio em portugal. e isso deixa-me triste. saber como transforma-mos estes homens de bestiais a bestas em 90m.

habituei-me a estar sozinha

habituei-me a estar sozinha

em conversa com um gajo, que no dia em que me conheceu ganhou o meu respeito quando ao final da noite me disse: não gosto da tua postura (gosto de frontalidade), descobri mais acera de mim.

ele saiu recentemente de um relacionamento de mais de 20 anos. estava a explicar como estava a reestruturar a sua vida (casa, namorada, filho, finanças...) e no que sentia mais dificuldades.

com tristeza genuína referiu que o que mais lhe custava era acordar e não ter a quem dizer "bom dia", sentir-se sozinho. e que o maior receio que tinha era habituar-se a estar sozinho.

enquanto ele falava eu pensava no quanto gosto de estar sozinha, de ter o meu espaço e gerir o meu tempo. quando ele referiu a habituação, caí em mim. foi isso que me aconteceu. habituei-me a estar sozinha. mas será isso mau?

quiçá sim. sobretudo quando queremos estar com outra pessoa. quando ponderamos a maternidade e o deixar para sempre este domínio total do nosso espaço e tempo.

quando os relacionamentos amorosos se consolidam na "juventude" poucas pessoas experimentaram o viver sozinhas (pelo menos em tempo suficiente para a habituação); vivem com a família, depois com os amigos de faculdade, de regresso à família, a casas partilhadas com amigos, colegas e/ou namorad@s. 

quando os relacionamentos amorosos vão acontecendo sem se assentarem alicerces e a vida profissional dá-nos condições para viver sozinhos, deixando de partilhar casa com outros seres, vamos tornando-nos mais egoístas. a nossa vontade impera e ninguém exige ou contradiz. e este gostinho de plena liberdade nas decisões mais básicas vai-se incorporando-se em nós, tipo lapa que não larga.

o meu simplex teve um percurso semelhante ao meu. somos dois seres egoístas que estão a aprender a ceder um pouco (a pouco) do seu espaço, para permitir incluir o outro no seu dia-a-dia. nas grandes decisões tem sido fácil, nos pequenos pormenores é que verificámos o difícil que é desgrudar a lapa.

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

instagram

facebook

pinterest

blogs portugal

Follow

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D