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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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intrigas da aldeia

estas últimas semanas antes das férias têm sido uma loucura! como diz alguém que conheço "não tenho tido tempo nem para me coçar"! há muito que queria vir partilhar um episódio que ainda nem sei bem como designar. na passada semana andava eu nesta azáfama e a minha best friend ou como gosto de chamar "my person" começa uma conversa por sms, no mínimo, hilariante! ela tinha feito uma descoberta sobre algo que eu lhe tinha ocultado (estava a ser irónica pois sabe que para ela a minha vida é um livro aberto). então vejam esta maravilhosa história: "o meu ex namorado gostava imenso de mim mas não conseguia manter a farsa e acabou comigo por ser homossexual". vejam o que uma mulher descobre passados tantos anos! 🤣 juro que gostava de entender porque as pessoas se entretém a inventar histórias sobre a minha vida! e nem imaginam elas que sou uma blogger famosa 🤣🤣🤣 o hilariante da história não se esgota aqui. estava eu a receber as sms com uma outra amiga e a rirmos às gargalhadas pela estupidez humana. até que a "my person" me diz que quem contou a história à pessoa que lhe contou a ela, era a pessoa que estava a meu lado (facto que ela desconhecia). eu soltei uma gargalhada ainda maior, pois sabia tal não ser possível! a amiga a meu lado ficou verde de raiva por ser acusada de ter dito o que não disse! e bem, assim anda meio mundo a tramar outro meio!

homem que é homem não ajuda em casa

porque tem o homem de ajudar em casa?

ele trabalha todo o dia, precisa de chegar a casa e relaxar, descansar!

esperem! a mulher também…

mas reafirmo a questão: porque tem o homem de ajudar em casa?

é uma questão de princípio, cultura ou educação?

e nós, mulheres, pelos mesmos princípios, cultura e educação não nos abeiramos deles, quase com medo de incomodar, a pedir ajuda? ou, coitados deles nem entendem o porque, desatinamos feitas loucas porque eles não nos ajudam e mais … não colaboram contribuindo ainda mais para o caos.

os homens são mais descontraídos do que as mulheres…pudera! quiçá se sentissem que têm a responsabilidade do trabalho, da casa, dos filhos… quiçá estariam um pouco mais cansados, preocupados, contraídos.

sim, há muitos que ajudam. mas não deviam.

homem que é homem não tem que ajudar a mulher em casa!

sabem porquê?

porque a casa e as suas lides não são uma responsabilidade da mulher.

no meu código genético não estão encriptadas as lides domésticas.

se assumimos uma relação de iguais, assumimos responsabilidades iguais.

e entre iguais se partilham tarefas, responsabilidades … e aí sim um pode ajudar o outro… como iguais.

mulheres: retiremos de nós este peso de achar que somos nós que temos de fazer as coisas. que se a camisa não está engomada é porque falhamos, se o pó abunda é porque somos porcas… libertemo-nos do preconceito e do peso cultural e assumamos que entre iguais, responsabilidades iguais.

não digo que seja fácil, mas como em tudo, se não se iniciar a mudança esta não ocorrerá. com o simplex, deliciosamente descontraído e distraído, uma vez tive que lhe por as coisas nestes termos: “estamos aqui duas pessoas, se tu não fizeres nada quem achas que fará tudo?” não digo que o tenha transformado a 100%, mas asseguro-vos que lhe “caiu a ficha”; a partir daí foi-se responsabilizando também. e acredito que com trabalho (de ambos - porque sim: temos de os educar) cheguemos ao equilíbrio, quase, perfeito.

homem que é homem não ajuda em casa

 

diz-se que: as mãezinhas dos nossos meninos poderiam ter sido um pouco mais feministas e contribuído gradualmente para a igualdade entre géneros, no entanto optaram por os apaparicar e perpetuar a sua inutilidade e desresponsabilização nas tarefas do lar. camaradas confio que eduquem os vossos filhos e filhas no princípio da igualdade, a eles por razões óbvias e a elas para não sentirem o peso da responsabilidade unilateral que nós hoje, embora recalcado, ainda sentimos.

 

#repost

3 restaurantes que adoro em aveiro

a veneza portuguesa, para além dos deliciosos ovos moles e das tripas doces, é rica em variada gastronomia.

 

as minhas sugestões para comer na cidade:

 

.1. tasca do confrade – na emblemática praça do peixe encontramos este restaurante de comida e decoração tradicional. excelente comida (qualidade e confeção) e um atendimento humilde e simpático (rua dos marnotos, nº34)

 

.2. giz – o meu restaurante de tapas em aveiro! (para quem deseje pratos completos é também uma excelente opção), com uma decoração que aposta nos pormenores. alguns imperdíveis: carpaccio de novilho, revueltos de alheira com espargos verdes, petinguinhas fritas, espetinho de camarão com queijo panado e muito mais (rua engº von haff 34)

 

.3. pizzarte – seguindo a minha paixão por comida italiana impossível não destacar este restaurante. tudo é delicioso e bem confecionado, a minha preferência cai sempre pelos crepes – de frango ou salmão e rúcula! (rua engº von haffe, 27)

 

jkljlkjl.jpg

 

aguardo que partilhem outros locais interessantes para se comer em aveiro

(uma espécie de) virose na blogosfera

já repararam que ultimamente há uma espécie de virose na blogosfera.

todas as semanas ao ler um post, de um blog que sigo ou de uma recente descoberta, lá aparece uma nova “vítima”.

tenho questionado se é do tempo, do ano ou se é mesmo da blogosfera. seja como for acho que a melhor estratégia é a prevenção. temos de ter cuidado, pois estas coisas pegam-se.

mas como pela boca morre o peixe … lá fui contagiada.

não se preocupem, estou a conseguir sobreviver estoicamente. confesso, até, ter desenvolvido um carinho especial pelo “virusinho” 

e assim, sem grandes demoras, partilho convosco que entrei no clube das grávidas da blogosfera.

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o estado do país #1

 

incêndios em portugal

 

considero-me uma moça com um coeficiente intelectual razoável.

sou socialmente adaptável às mudanças e exigências com as que constantemente me defronto.

as minhas competências pessoais e empáticas enquadram-se na média dos meus pares.

perante estes factos custa-me muito (muito mesmo) entender porque há coisas que não consigo entender.

uma destas questões é o "escândalo" no erro das contagens das vítimas do incendio de pedrogão. não se entenda com isto que considero indiferente haver mais uma ou menos uma vítima. não é isso. o que não entendo é porque se fazem manchetes atacando o governo e as entidades porque os números não estavam corretos e que os reais estão acima dos apresentados! depois de desmontada a(s) noticia(s) percebe-se que afinal estamos a falar que o (grande) erro de contagem é referente a uma vítima.

não seria mais pertinente e construtivo começar-se a trabalhar/ acelerar a reconstrução das aldeias, as indemnizações às vítimas, a prevenção de novas situações? porque esta perca de tempo? é um tapa olhos, uma desvio das atenções do cerne da questão? jogadas políticas em anos de eleições?

cada vez me identifico menos com os nossos meio de comunicação social nesta necessidade de esmifrar assuntos (quase) até ao ridículo.

 

 

 

sugestões para um verão no alentejo

adoro viajar.

sinto a necessidade intrínseca se sair, conhecer, viver!

quando passo algum tempo sem “sair” à descoberta de novos locais sinto uma inquietação difícil de explicar.

esta necessidade de conhecer novos locais, descobrir odores, diversificar o paladar, vibrar com novos ritmos (música, língua, cidades …) existe em mim desde que me conheço, paralelamente à minha constante insatisfação. as viagens alimentam-me de vida!

o lado b desta minha ânsia é que se satisfaz com a novidade quer seja no perú ou em piodão. não exige magnificência ou luxos. muitas vezes são as coisas mais simples que nos surpreendem ou encantam; outras é a sumptuosidade de grandes obras da natureza ou da humanidade.

férias no alentejo

 

estas férias andei pelo interior alentejano e vim de “barriga cheia”. portugal é belo, já sabia… as pequenas vilas e cidades alentejanas são adoráveis, descobri agora! cada local uma nova descoberta de beleza e características únicas, com uma gastronomia irresistível… e os vinhos… ai os vinhos!

a constante presença de castelos e muralhas, as estreitas ruas com pormenores catitas, os rios e barragens... foram pontos de deslumbramento. andei por:

.mértola cidade em que fiz a minha adaptação às elevadas temperaturas… umas horas na praia fluvial da mina de são domingos ajudou no processo. almocei um gaspacho soberbo no restaurante migas e o alojamento foi na casa rosmaninho com uma excelente esplanada e decoração antiga bem integrada

mértola

 

.moura onde no o vermelhudo comi as melhores migas desta minha viagem. o centro histórico é belo, com um jardim cativante nas noites de verão. a desilusão foi o hotel moura que embora o belíssimo edifício e bom pequeno almoço, o quarto que nos atribuíram tinha condições mínimas e até as toalhas estavam rotas

moura

 

.monsaraz deslumbrou-me com a sua beleza e a sua vista sobre o alqueva (aconselho a visita de barco à barragem com possibilidade de mergulho … memorável)

alqueva

 

 

ver o por-do-sol desde as muralhas do castelo de monsaraz é uma experiência imperdível e um jantar na esplanada do xarez é ideal para encerrar com distinção um belo dia. o alojamento foi no outeiro do barro (reguengos de monsaraz) decorado com muito bom gosto, um pequeno almoço com produtos locais de alta qualidade e a atenção e simpatia de quem recebe

monsaraz

 

.vila viçosa justificou a passagem para a visita ao seu castelo e ao paço ducal-muito bem conservado e com visita guiada

.estremoz exigiu uma vista a zona histórica e à herdade das servas onde encontrei o vinho branco herdade das servas colheira selecionada 2015 que se tornou o meu preferido deste verão! 

herdade das cervas

 

.santa eulália (próximo de campo maior) proporcionou-nos um paraíso em terras alenjanas! na casa da ermida de santa catarina, alojamento rural com pormenores deliciosos (assim como o seu pequeno almoço) uma vista genial e a possibilidade de andar de caiaque pelas águas da albufeira do caia.

santa eulália

 

.cáceres (tão perto impossível não dar um salto à nossa vizinha espanha) fez-nos descobrir uma maravilhosa vila medieval excecionalmente bem conservada. destaco o jantar divinal na taperia alboroque e o alojamento no nh collection cáceres palacio de oquendo (belo edifício bem localizado e com gente simpática)

cáceres

 

.portalegre deslumbrou-me com a sua zona histórica. ficámos alojados no rossio hotel – jovem hotel com excelentes condições e pequeno-almoço.

.montargil mais uma paraíso por mim desconhecido. uma extensa e bela barragem e um alojamento fenomenal no monte de portugal ideal para encerrar com chave de ouro as férias.  destaco a simpatia da anfitriã, com miminhos e cuidados para o máximo conforto, pequeno almoço com produtos frescos e “caseiros”. a herdade produz um azeite divinal! um almoço na petisqueira alentejana (ponte de sor) encerrou a degustação da gastronomia alentejana com umas deliciosas costeletas de borrego.

monte de portugal

 

 

diz-se que: quando organizai estas férias a escolha do itenerário prendeu-se com o baixo orçamento e as complicações do mês de agosto nas zonas mais “veranis”... há limitações que vêm por bem!

 

este post é referente às minhas férias de verão 2016 #repost

crenças e decisões

ao viver fui aprendendo que na vida não há certezas. o que é hoje, amanhã pode não ser. e o mais sábio é evitar usar as palavras "sempre" e "nunca".

certezas fora, acredito que na vida tudo tem uma razão de ser. não acredito num destino predefinido de sentido único. mas acredito que as nossas escolhas estão limitadas ou condicionadas por um conjunto de fatores (pessoais, sociais, culturais...); que temos uma missão a cumprir ou um desafio a superar.

o problema deste tipo de crenças surge quando somos colocados em situações em que nada parece fazer sentido, em que não encontramos o propósito daquilo acontecer e onde todas as escolhas possíveis comporta em si uma grande dor.

acredito que essas situações fazem parte do caminho que temos a percorrer, mas como fazer a "melhor" escolha?

como saber se escolher a fuga, mesmo que dolorosa agora, mas menos dramática a longo prazo, não implicará deixar a situação em aberto para resolver mais tarde, nesta ou noutra vida?

por ser uma pessoa de muita sorte estes percalços do destino, deixam-me completamente à toa, perdida, temerosa e indecisa.

devemos, nestas situações, minorar a dor a curto ou longo prazo? aceitar ou fugir do destino?

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 imagem retirada daqui

 

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