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mami

. lifestyle . | devaneio & introspeção | descobrir | experimentar | partilhar | viver | sentir | amar | lutar | conquistar | desafiar | vencer | felicidade de ser e estar e não saber se se quer mais

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restaurante o bairro

parece que pela cidade de aveiro também podemos encontrar um "o bairro" - localizado no coração da praça do peixe, com uma decoração catita e sabores divinais.

os preços não são muito simpáticos - pagar custa sempre, mas estão perfeitamente alinhados com a qualidade do produto que disponibilizam.

ao chegar fomos brindados com uma taça de espumante da bairrada - é sempre uma ótima forma de sermos acolhidos.

a carta é simples e sem grande espaço a dispersões: 5 opções de entradas, 5 pratos de peixe, 4 pratos de carne e o mesmo n.º de sobremesas, acrescenta ainda um prato vegetariano e um menu infantil.

 

caldeirada

a entrada escolhida: "a caldeirada do nosso bairro"

a reinvenção da tradicional caldeirada da região, com novas texturas mas o mesmo sabor - uma surpresa deliciosa.

 

o mercado mora em frente

"o mercado mora em frente" foi o prato de peixe por mim escolhido, para além do excelente aspeto é de destacar a mistura de texturas e a o cremoso risoto.

 

naco de novilho

 delicioso "naco de novilho" - destacam-se aquelas bolinhas com castanha de excelente textura e sabor!

 

algumas notas:

- no restaurante, segundo o simpático "pescador" que nos atendeu, tudo é confecionado na hora. este aspeto implica uma certa "demora". ir esfomeado para "o bairro" não é boa ideia.

- desde o nascimento da pequenita ir a restaurantes implica sempre um contacto prévio para garantir que somos "bem acolhidos" com o nosso baby trator! este restaurante foi excelente. fizemos reserva e guardaram-nos uma mesa onde o carrinho de bebé ficava bem acomodado, permitindo que a princesa dormisse tranquilamente ao lado dos papás enquanto estes se deliciavam. assim vou introduzir o meu, recém criado, baby friendly (puristas do português desculpem a minha opção em inglês, mas é mais curto e objetivo ;) )

baby friendly

 

morada: largo da praça do peixe 24, 3800-209 aveiro

casamento sem sexo?

hoje ao deambular pela minha estante de livros fui interpolada pelo “livro das perguntas”. foi um livro que adquiri há muito quando dinamizava sessões de dinâmicas de grupo. o livro não é dirigido a esta temática, mas era uma estratégia que eu utilizava com frequência para gerar interação no grupo.

decidi então folhear o livro e escolher uma pergunta para partilhar com vocês. façam o exercício de refletir sobre a questão. de vocês para vocês. por vezes são exercícios simples que nos ajudam a (des)construir quem nós somos.

 

a pergunta escolhida foi:

“contentar-se-ia com um casamento perfeito em todos os sentidos menos num – total falta de sexo?” *

 

a mami responde:

a primeira coisa que me veio à cabeça quando li a pergunta foi a polémica da semana passada em relação à proposta do padre católico para os casais “recasados”.

existem, na minha opinião, várias razões para partilhar a vida com outro ser humano (amor, sexo, partilha, projetos comuns, cumplicidade, …). a decisão não se deve basear num desses fatores, mas sim na conjugação de vários; sendo que existem fatores estruturantes numa relação a dois e o sexo é, para mim, um desses fatores. neste sentido, não consigo conceber um casamento perfeito sem sexo - vejo o sexo num espetro alargado, onde vários aspetos da sexualidade estão incluídos, não o resumindo ao mero ato da penetração.

assim a minha resposta à questão seria: não. a vida não é para nos contentarmos, mas sim para transbordarmos.

casamento sem sexo

imagem retirada daqui 

*stock, gregory (2006). o livro das perguntas (#190). edições estrela polar.

olhem lá as faturas

resistentes do carnaval e do dia dos namorados caiam "na real" e não se esqueçam de conferir as vossas faturas no site das finanças (termina hoje o prazo) ... na tentativa de minimizarem o "assalto" do estado.

confirmar faturas 2017

como contribuinte exemplar considero que esta imagem é também minha!

 

nota:

onde diz assalto, escrevi inicialmente enrabanço (tendo de ir verificar se se escreve com um ou dois "r") e depois refleti sobre a estupidez da escolha da palavra tendo em consideração a liberdade sexual na atualidade; sendo uma expressão de uso comum, estava associada a uma carga negativa (pelo contexto da frase), apelando de imediato a um preconceito.

fico feliz por ter “caído em mim” atempadamente.

não há duas sem três

ontem encerrei um capítulo negro e deprimente da minha vida: a trilogia cinematográfica das cinquenta sombras de grey.

como já tinha referido aqui li os livros e gostei, mesmo não sendo uma obra de arte literária – sou uma moça real que gosta de coisas complexas mas que aprecia, de igual modo, as simples.

ontem fui ver o terceiro e último filme desta saga (não tinha grandes dúvidas do que me esperava, mas há coisas que têm de ser feitas!). continua fraquinho, com as cenas a serem demasiado rápidas, sem permitir que se compreenda o clímax da história – e não me refiro, apenas, às cenas de cariz sexual. é tão fraco quanto os seus antecessores. gostei de constatar a evolução dos protagonistas, neste filme pareciam efetivamente estarem a divertir-se, passam uma “good vibe” – pelo menos a mim 

cinquenta sobras livres

imagem retirada daqui

 

como em qualquer boa história cor de rosa, o amor (que se entenda, a gaja) transforma o fodilhão.foge.afetos. mr.grey, num bom e adorável pai de família.

 

- feliz dia dos namorados - 

 

 

se um é mau, dois são um pesadelo

o carnaval e o dia dos namorados na mesma semana, pior, em dias sucessivos.

valha-me esta miserável constipação para me impedir de cometer loucuras!

como sou uma otimista vamos lá ver as vantagens destes dois fatídicos eventos serem consecutivos:

1 - a ressaca, dos foliões do carnaval, pode ajudar a enfrentar o dia mais romântico do ano!

2- a máscara que as pessoas colocam para atulhar os restaurantes na noite de s.valentim pode ser rentabilizadas, se colocadas um dia antes.

3 – quem habitualmente entra em depressão por não ter com quem partilhar o dia dos namorados (puros malucos) pode aproveitar a loucura do carnaval para arranjar com quem passar o dia (sem stress, têm depois o resto do ano para se arrependerem).

 

se um é mau, dois são um pesadelo

 imagem retirada daqui

 

estas vantagens não se aplicam a quem gosta do carnaval (vá há gostos p´ra tudo) e/ou a quem efetivamente está apaixonado todos os dias, sendo o dia dos namorados “apenas” mais um dia para mostrar o afeto que nutre por aquele ser que lhe desperta aquele “brilhozinho nos olhos”.

maturidade ou apatia?

no seguimento do post experiências profundas transformam-nos, continuo, assim como o mundo, a dar um pulo e avançar.

fui jantar a casa de colegas de trabalho do .mais.que.tudo.

ao final do dia a princesa guerreira tem estado mais “irritada”, logo, a hora do jantar é sempre um stress.

a colega do .mais.que.tudo., sempre que tinha oportunidade, dizia-me o que eu devia fazer com a minha filha: “devem ser cólicas, faz uma massagem”; “não será fome”; “talvez tenha a fralda suja”..,

tive de me conter para não lhe gritar: vivo com este ser há 2 meses, 24h por dia sem interrupção, quiçá eu saiba melhor o que a menina terá!

o que fiz eu? nada, absolutamente nada. deixei a moça falar, volta e meia abanava a cabeça afirmativamente e respirava fundo – lidar com esta intervenção enquanto a nossa filha berra como se a tivessem a matar, não é fácil, nada fácil. quando a moça acrescentou “não sei como consegues lidar com a bebé com tanta calma”- na minha cabeça eu saltava-lhe em cima e desfazia todinha…só para libertar o stress – apenas respondi: tem de ser, se não enlouquecemos!

se há um ano alguém me disse-se que eu iria ter esta capacidade, juro que desatava a rir ... à gargalhada!

por vezes receio estar a confundir maturidade com apatia, mas por enquanto vou acreditar que é maturidade.

meu povo lindo em casos semelhantes guardem as vossas opiniões, caso contrário correm o risco de ficar sem um olho.

maturidade ou apatia?

imagem retirada daqui

nestum

há aqueles prazeres que nos acompanham não sabemos bem desde quando.

para mim, um deles, é o nestum mel.

não me lembro quando foi a primeira vez que experimentei, mas certamente deve ter sido um momento tão intenso que bloqueou qualquer possível recordação!

ao longo dos anos fui experimentando as várias versões de nestum que foram surgindo. voltei sempre ao nestum mel. nenhum outro igualava o prazer que me dava o sabor original.

as coisas mudaram.

continuo a ser fã incondicional do nestum mel, mas as duas ultimas versões são deliciosas e equilibradas no sabor e textura.

primeiro experimentei o nestum cereais com aveia e morango, delicioso. a aveia dá-lhe um maior equilíbrio quando à "doçura" e o leve sabor a morango dá-lhe um toque especial.

depois veio a vez do nestum cereais com aveia e maça e aí meu povo, vi um novo mundo  para além do equilíbrio trazido pela aveia sentimos um ligeiro "ácido" da maça. a diversidade gustativa é excelente.

nestum

 

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